Jequié
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| Município de Jequié | |||||
| "Cidade Sol"
"Chicago Baiana" |
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| Hino | |||||
| Aniversário | 25 de outubro | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Fundação | 1897 | ||||
| Gentílico | jequieense | ||||
| Lema | "Todo Poder Emana do Povo" | ||||
| Prefeito(a) | Luiz Amaral (PMDB) | ||||
| Localização | |||||
| Unidade federativa | |||||
| Mesorregião | Centro-Sul Baiano IBGE/2008 [1] | ||||
| Microrregião | Jequié IBGE/2008 [1] | ||||
| Região metropolitana | |||||
| Municípios limítrofes | Ipiaú, Aiquara, Apuarema, Boa Nova, Itagi, Jaguaquara, Jitaúna, Lafaiete Coutinho, Manoel Vitorino, Maracás. | ||||
| Distância até a capital | 365 quilômetros | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 3.035,423 km² | ||||
| População | 150.351 hab. est. IBGE/2008 [2] | ||||
| Metro | {{{população_metro}}} hab. est. IBGE/2008 [2] | ||||
| Densidade | 49,1 hab./km² | ||||
| Altitude | 215 metros | ||||
| Clima | Semi-árido | ||||
| Fuso horário | UTC-3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,694 médio PNUD/2000 [3] | ||||
| PIB | R$ 1.056.408 mil IBGE/2005 [4] | ||||
| PIB per capita | R$ 7.103,00 IBGE/2005 [4] | ||||
Jequié é um município brasileiro do estado da Bahia. Está a 365 km de Salvador, no sudoeste da Bahia, na zona limítrofe entre a caatinga e a zona da mata. Jequié é conhecida por possuir um clima comparável ao verão carioca. Cercada de montanhas, a cidade sofre com o calor durante quase todo o ano. Em dias de verão a temperatura pode chegar a 45°C. Jequié é rico em minério de Ferro, por isso é muito quente durante o dia e frio durante a noite.
Índice |
[editar] História
A cidade se desenvolveu a partir de movimentada feira que atraía comerciantes de todos os cantos da região, no final do século XIX. Pertencente ao município de Maracás de 1860 a 1897, Jequié abastecia as regiões Sudeste e Sudoeste da Bahia, assim como a bacia do Rio das Contas. Com sua crescente importância como centro de comércio, a cidade cresce então linearmente às margens do Rio das Contas que, na época, era mais volumoso e estreito, e cercado por uma extensa mata.
O município de Jequié é originado da sesmaria do capitão-mor João Gonçalves da Costa, que sediava a fazenda Borda da Mata. Esta mais tarde foi vendida a José de Sá Bittencourt, refugiado na Bahia após o fracasso da Inconfidência Mineira. Em 1789, com sua morte, a fazenda foi dividida entre os herdeiros em vários lotes. Um deles foi chamado Jequié e Barra de Jequié.
Em pouco tempo, Jequié tornou-se distrito de Maracás, e dele se desmembrou em 1897, tendo como primeiro intendente (prefeito) Urbano Gondim.
A partir de 1910 é que se torna cidade e já se transforma em um dos maiores e mais ricos municípios baianos.
Pelo curso navegável do Rio das Contas, pequenas embarcações desciam transportando hortifrutigranjeiros e outros produtos de subsistência. No povoado, os mascates iam de porta em porta vendendo toalhas, rendas, tecidos e outros artigos trazidos de cidades maiores. Tropeiros chegavam igualmente a Jequié carregando seus produtos em lombo de burro. O principal ponto de revenda das mercadorias de canoeiros, mascates e tropeiros deu origem à atual Praça Luís Viana, que tem esse nome devido a uma homenagem ao governador da Bahia que emancipou a cidade.
Ali veio a desenvolver-se a primeira feira livre da cidade que, a partir de 1885, ganhou mais organização com a decisão de José Rotondano, José Niella e Carlos Marotta, comerciantes e líderes da comunidade italiana, de comprarem todo o excedente dos canoeiros e de outros produtores. Depois da terrível enchente de 1914, que destruiu quase tudo em Jequié, a feira, o comércio e a cidade passaram a desenvolver-se em direção às partes mais altas. Após a enchente, Jequié ficou conhecida como a "Chicago Baiana", pois essa cidade norte-americana também foi destruída, em 1871, e teve que recomeçar quase do zero. A diferença é que Jequié acabou em água e Chicago em fogo.
Apesar das ações de desmatamento que acabaram por assorear o Rio das Contas, impossibilitando a navegação, a cidade seguiu firme em direção ao progresso e, em 1927, festejou a chegada da "Estrada de Ferro de Nazareth", . Nesse tempo, Jequié era a quarta cidade mais importante da Bahia e teve no comerciante Vicente Grillo seu grande benfeitor. No dia 1º de setembro de 1928, foi instalada a agência do Banco do Brasil em Jequié, primeira da região sudoeste da Bahia. Dois anos depois, Jequié sente o impacto da Revolução de 1930, quando é deposto o então intendente (prefeito) Geminiano Saback. Com a reforma ortográfica de 1943, um grupo de intelectuais propôs a mudança da grafia do nome da cidade para "Jiquié", idéia que não vingou.
Importante episódio da história estadual foi a decisão inusitada tomada pelo então Presidente da Assembléia Legislativa do Estado, Aurélio Rodrigues Viana que, assumindo o governo em 1911, decretou a mudança da capital do estado, de Salvador para Jequié - ocasionando imediata reação do governo federal, que bombardeou Salvador e forçou a renúncia do infeliz político que adotara a medida.
Jamais tendo se constituído de fato, o gesto entretanto marcou a História da Bahia, como um dos mais tristes, sobretudo por ter o bombardeio da capital provocado o incêndio da biblioteca pública, onde estava guardada a maior parte dos documentos históricos de Salvador.
[editar] Política
- Cidades-irmãs
Maracás, Brasil - cidade da qual Jequié foi emancipada
Salvador, Brasil - capital do estado da Bahia
Trecchina, Itália - terra natal da maioria dos imigrantes italianos que chegaram em Jequié
Jequié integra a Associação Internacional das Cidades Educadoras.[5][6]
[editar] Subdivisões
Jequié tem mais de 3.000 km², possuindo os seguintes distritos: Fazenda Velha, Florestal, Itaibó, Boaçu, Itajuru, Monte Branco, Baixão, Oriente Novo, Tamarindo e Barra Avenida.
Sua sede também está dividida em muitos bairros, entre eles estão Jequiezinho, Mandacaru, São Luiz, Campo do América, Joaquim Romão, Cidade Nova, Jardim Alvorada, Jardim Eldorado, Vila Rodoviária, Águia Branca, Urbis I (Casas Populares), Urbis III e IV (Agarradinho), Pedras do Parque, Bairro km 3 e km 4, Bela Vista, Gustavo Ribeiro, São José, Pompílio Sampaio, São Judas Tadeu, Parque das Algarobas, Osvaldo Costa Brito, Mirassol, Tropical, Itaigara, Brasil Novo, Vovó Camila, Amaralina, Carangueijo (Prodecó), Zimbrune, Baixa do Bonfim, Barro Preto, Sol Nascente, Cururu, Curral Novo, Pau Ferro, Alto do Cemitério, Posto Manoel Antonio e Inocoop.
[editar] Economia
A pecuária e a agricultura foram a base de todo desenvolvimento de Jequié. O município tem uma diversidade produtiva no que refere à agricultura, destacando-se o cacau, o café, a cana-de-açúcar, maracujá, melancia entre outros.
No setor pecuária sua força se concentra principalmente na bovinocultura e caprinocultura.
O setor mineral é contemplado com a exploração de jazidas de granito das variedades "Kashmir Bahia" e "Verde Bahia". Possui ainda reservas de ferro, mármore e calcário.
Outro fator importante na economia do município é o Poliduto de derivados de petróleo e álcool, que proporcionou a implantação das bases de distribuição das maiores empresas do setor, tais como: Petrobrás, Esso, Shell e outras. Tendo Jequié à condição de principal centro de distribuição de derivados de petróleo indo até parte de Minas Gerais e Espírito Santo. A capacidade de armazenamento da base de distribuição é de 57.000 barris de álcool, 40.000 barris de gasolina, 154.000 barris de óleo diesel e 288.000 barris de GLP - gás de cozinha. Capacidade essa que já está quase que triplicada com a implantação da unidade de retribuição das principais distribuidoras de combustível do país.
O comércio da cidade é bem diversificado e absorve boa parte das pessoas empregadas. O município tem uma posição estratégica na microrregião e é responsável por parte de seu abastecimento. Jequié possui 302 empresas do setor industrial (micro, pequena, média e grandes empresas), 1.020 do setor de comércio, 1.230 do setor de prestação de serviços e cinco agências bancárias: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú e Banco do Nordeste. A cidade ainda conta com um Distrito Industrial formado por 24 empresas voltadas para produção de alimentos, calçados e confecções, que emprega ao todo mais de 1.400 funcionários. Entre 2006 e 2008 foram injetados mais de dez milhões de reais no comércio de Jequié com a aquisição de materiais de construção para o maior projeto habitacional do Estado, com a construção de 604 casas populares.[carece de fontes]
[editar] Demografia
[editar] Imigrações
[editar] Imigração italiana
Jequié é a cidade baiana, depois de Itiruçu, que mais recebeu imigrantes italianos no estado da Bahia. Eles vieram principalmente de Trecchina (pronuncia-se Tréquina), na região da Basilicata. O pioneiro foi o já citado José Rotondano (nome de origem: Giuseppe), que viu em Jequié um grande potencial econômico, na época arraial de passagem para tropeiros. Com o tempo vieram mais conterrâneos seus, que foram de significativa importância para o crescimento da cidade. Tanto, que na década de 1930 o italiano Vicente Grillo era um dos homens mais ricos da Bahia, e Jequié era a quarta cidade do estado em economia. Entre as mais de 150 famílias italianas que se estabeleceram em Jequié, destaca-se: Grillo, Lomanto, Rotondano, Schettini, Scaldaferri, Marotta, Biondi, Grisi, Bartilotti, Tolomei, Lamberti, Michelli, Penza, Caricchio, Orrico, Limongi, Maimone, Pignataro etc.
- Italianos de destaque durante a primeira metade do século XX
- José Rotondano : pioneiro da colônia italiana em Jequié
- Vicente Grillo: capitalista, grande filantropo e benemérito
- Toti Lomanto: agricultor, fazendeiro e pai do ex-governador Lomanto Júnior
- Padre Spínola: educador, fundou o "Gymnasio de Jequié" (CEMS)
- Fernando e Alberico Biondi: irmãos e donos da "Grande Padaria Baiana", a maior em Jequié na época
- Miguel Ferraro: dono do "Bar e Pastellaria Fascista", que fechou em 1942 por ordem do governo brasileiro, durante período da Segunda Guerra Mundial
[editar] Outros imigrantes
Além dos italianos, Jequié acolheu imigrantes de outras nacionalidades, principalmente sírios, libaneses, judeus e espanhóis. A maioria foram atraídos pelo sucesso que a colônia italiana vinha obtendo na época. Embora em menor número, esses imigrantes também foram de grande importância para o crescimento da cidade, onde boa parte se dedicaram ao comércio. Entre os espanhóis destaca-se o engenheiro Apolinário Peleteiro, que hostentava grande prestígio durante a primeira metade do século XX. Dos judeus e sírio-libaneses, é possível mencionar as famílias: Saback, Cohim, Salomão, Morbeck, dentre outras.
[editar] Infra-estrutura
[editar] Transporte
- Principais logradouros
- BR-116
- BR-330
- Praça Ruy Barbosa - Centro .
- Avenida Rio Branco - liga os bairros Joaquim Romão e Campo do América.
- Avenida Lomanto Júnior - liga o Centro ao bairro da Cidade Nova
- Avenida Alves Pereira - Centro
- Avenida Franz Gedeon - liga o Centro ao Jequiezinho
- Avenida César Borges, duas pistas de tráfego, margeando o Rio Jequiézinho.
- Avenida Otávio Mangabeira - liga o Centro ao Mandacaru e Km 3.
- Avenida Curtume - liga o Centro as Urbis.
- Loteamento Sol Nascente - principal elo entre a Cidade Nova e Joaquim Romão.
- Praça Luis Viana - Centro
- Praça da Bandeira - Centro (Terminal de Ônibus Coletivo)
- Praça da Bíblia - Jequiezinho
- Praça do Agarrajão - Urbis III
[editar] Educação
- Instituições de ensino público
- IERP - Instituto de Educação Régis Pacheco
- Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães
- Colégio da Polícia Militar - Unidade de Jequié
- Poli - Colégio Estadual Polivalente Edivaldo Boaventura - Av. Franz Gedeon, s/n - Tel. (73) 3525-6730
- Centro Educacional Presidente Médici
- Instituições de ensino privado
- CEMS - Centro Educacional Ministro Spínola (Extinto em 2008)
- EIMAM -Escola Integrada Maria Montessori
- CAP - Colégio Antônio Pinheiro
- Colégio Dinâmico
- Colégio Social
- Colégio Campus
- Colégio Matisse
- Colégio Dom Pedro II
- Colégio Bem-Me-Quer
- Escola Adventista
- Escola Menino Jesus de Praga
- Instituições de ensino superior
- UNOPAR - Universidade Norte do Paraná - Pólo de Jequié
- FIJ - Faculdades Integradas de Jequié
- FTC - FTC - Faculdade de Tecnologia e Ciências
- UESB - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
- Programas Socioeducativos
- PETI - Programa de Erradicação do Trabalho Infantil
- PROJOVEM Adolescente[7]
[editar] Saúde
Jequié conta com o HGPV (Hospital Geral Prado Valadares), um hospital regional da rede SUS e referência para aproximadamente 30 municípios. Fundado em março de 1947, conta com 155 leitos e é campo de estágio para estudantes da área de saúde da FTC - Faculdade de Tecnologia e Ciências, UESB, e Escola Técnica de Enfermagem.
Possui ambulatórios de urologia, pediatria, ortopedia, ginecologia, psiquiatria e neurologia, onde realiza internamentos nas especialidades de pediatria, clínica médica, obstetrícia, cirurgia geral e psiquiatria, com cerca de 11.500 atendimentos ambulatoriais por mês. É o único hospital da cidade que presta atendimento a grandes emergências na região.
- Principais hospitais de Jequié
- Hospital Geral Prado Valadares - HGPV
- Hospital Santa Helena
- Hospital do Perpétuo Socorro
- Hospital São Vicente
[editar] Cultura
[editar] Esporte
Associação Desportiva Jequié é um time de futebol da cidade de Jequié (Bahia). Foi fundado em 20 de novembro de 1969. Seu mascote é um bode. Seu uniforme é camisa amarela com listras azuis e brancas, calção azul e meias azuis. Seu estádio, Valdomiro Borges, o “Valdomirão”, tem capacidade para 10 mil pessoas.
Está licenciado do futebol profissional desde o ano de 2004, participando apenas de campeonatos intermunicípais.
Na cidade há também o Ginásio de Esportes Anibal Brito, onde antes era um pequeno estádio de futebol com arquibancadas de madeira.
[editar] Religião
A maioria da população é cristã, sendo parte pertencente a Igreja Católica, e outra, de protestantes.
O catolicismo chega em Jequié com os portugueses, e é fortalecido ainda mais depois da chegada dos imigrantes italianos no final do século XIX. O padroeiro da cidade, Santo Antônio, foi escolhido em um consenso entre essas duas presenças pioneiras, pois o santo nasceu em Portugal e teve uma participção muito importante na Itália. A primeira Igreja de Santo Antônio foi construída no final do século XIX, mas desabou com a terrível enchente do Rio das Contas no ano de 1914. Uma segunda foi concluída em fins da década de 1930, exibindo um estilo neogótico e sendo considerada até hoje uma das mais bonitas do interior da Bahia. O seu relógio veio da Itália e foi um presente do capitalista Vicente Grillo. A Diocese de Jequié é composta por quatro pastorais, que por sua vez é divida em trinta paróquias. Das paróquias se destacam:
- Santo Antônio de Pádua - Centro
- Nossa Senhora do Perpétuo Socorro - Jequiezinho
- Nossa Senhora das Graças - Joaquim Romão
Os protestantes chegam em Jequié na década de 1890 e são majoritariamente batistas. Primeiramente com a organização da Primeira Igreja Batista da cidade em 8 de dezembro de 1901, que existe até hoje. Nos anos 1950 é a vez da Assembléia de Deus chegar em Jequié, não demorando muito para obter uma enorme popularidade. Ultimamente a Igreja Universal do Reino de Deus vem apresentando um grande e significativo crescimento. Dentre as igrejas protestantes, se destacam:
- Comunidade Evangélica Deus é Fiel - Joaquim Romão
- Primeira Igreja Batista de Jequié - Centro
- Igreja Batista Monte Horebe - Centro
- Igreja Batista do Jequiezinho
- Igreja Batista Sião - Campo do América e Loteamento Sol Nascente
- Igreja Batista Betânia - Joaquim Romão
- Igreja Adventista do Sétimo Dia - Centro
- Igreja Adventista do Sétimo Dia - Joaquim Romão I
- Igreja Adventista do Sétimo Dia - Jequiezinho
- Igreja do Evangelho Quadrangular - Jequiezinho
- Igreja Presbiteriana Renovada - Joaquim Romão
- Igreja Presbiteriana do Brasil - Jequiezinho
Os primeiros missionários de a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias chegaram em Jequié em Dezembro de 1990. Chegaram quatro missionários que se reuniram numa casa. Agora tem dois ramos da igreja, e se reúnem em Praça Otaviano Saback, 155, Centro.
[editar] Maçonaria
A cidade possui três lojas maçônicas: "União Beneficente - GLEB", " Obreiros do Rio das Contas - GOB" e "Areópago Jequieense - GLEB", e o "Triângulo Maçônico Força e Luz" - GOB. A última Loja Maçonica citada situa no bairro do Jequiezinho, enquanto as outras se localizam no centro. Já o Triângulo Força e Luz está localizado no bairro São Luiz. A "União Beneficente" foi a primeira loja em Jequié, fundada em 28 de janeiro de 1929, e ocupa o Edifício São João, construído em 1946. Todas as lojas possuem sede própria.
Jequié faz parte do 6º Distrito da Grande Loja Maçonica do Estado da Bahia e da 2ª Inspetoria Litúrgica do Estado da Bahia do Supremo Conselho do Grau 33 do R.'.E.'.A.'.A.'. para a República Federativa do Brasil. O delegado do G.'.M.'. e Sob.'. Gr.'. Inspetor Litúrgico é o Ir.'. Cid Carvalho Teixeira, 33.
As sedes destes organismos estão localizadas no Ed. Ma.'. São João, sede da Loja Maçônica União Beneficente n.º 16 - GLEB
[editar] Eventos e datas comemorativas
- Junho: Trezenário de Santo António de Pádua (padroeiro) e Festa de São João.
- Setembro: Desfile Cívico no dia 7 de setembro (Independência do Brasil).
- Outubro: Desfile Cívico no dia 25 - aniversário da cidade.
[editar] Filhos ilustres
- Wally Salomão, escritor, poeta, compositor e músico
- César Borges, foi Deputado Estadual e Governador da Bahia, ambos duas vêzes, Senador da República (2002-2010).
- Lomanto Júnior, político, exerceu o cargo de governador da Bahia no período 1963-1967
- Vicente Grillo, empresário italiano que muito contribuiu para o desenvolvimento de Jequié
- Zéu Britto, Ator Global, poeta e cantor.
[editar] Referências
[editar] Referências gerais
- ARAÚJO, Émerson Pinto de. Historiador. Capítulos da História de Jequié. Salvador: EGB Editora, 1997.
- FERREIRA, Jurandyr Pires. (org). Enciclopédia dos Municípios Brasileiros - Bahia. Rio de Janeiro: IBGE, 1958. 2 vol.
- FOLGUEIRA, Manoel Rodrigues. Álbum Artístico, Commercial e Industrial do Estado da Bahia. Rio de Janeiro: Edição Folgueira, 1930.
Referências citadas
- ↑ 1,0 1,1 Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ Estimativas da população para 1º de julho de 2008 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2008). Página visitada em 5 de setembro de 2008.
- ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ 4,0 4,1 Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ Ciudades miembro (em português). Página visitada em 26 de junho de 2009.
- ↑ Jequié - Brasil (em português). Página visitada em 26 de junho de 2009.
- ↑ POJOVEM Adolescente

