Camacan
| Município de Camacan | |||||
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| Hino | |||||
| Aniversário | 31 de agosto | ||||
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| Fundação | 31 de agosto de 1961 | ||||
| Gentílico | camacaense | ||||
| Prefeito(a) | Ângela Castro (DEM) (2009–2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | |||||
| Mesorregião | Sul Baiano IBGE/2008[1] | ||||
| Microrregião | Ilhéus-Itabuna IBGE/2008[1] | ||||
| Distância até a capital | 525 km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 632,926 km² [2] | ||||
| População | 31 468 hab. IBGE/2010[3] | ||||
| Densidade | 49,72 hab./km² | ||||
| Clima | Não disponível | ||||
| Fuso horário | UTC−3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,631 médio PNUD/2000[4] | ||||
| PIB | R$ 122 057,118 mil IBGE/2008[5] | ||||
| PIB per capita | R$ 3 920,51 IBGE/2008[5] | ||||
Camacan[nota 1]é um município do estado da Bahia, Brasil. Sua população estimada em 2008 era de 31.133 habitantes. Esse município foi considerado na década de 1970 um dos maiores produtores de cacau, mas, no entanto, a praga da vassoura-de-bruxa (Crinipellis perniciosa) devastou e destruiu sua lavoura, em 1989.
Algumas alternativas, como a pecuária, o cultivo de café e seringa diversificaram a economia camacanense. Contudo, a principal atividade continua sendo a cacauicultura, através da enxertia de cacaueiros resistentes às pragas, que substitui, paulatinamente, o velho cacaual doente.
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[editar] História
A História do município de Camacan está diretamente ligada à expansão do cultivo do Cacau. Segundo os principais estudos historiográficos sobre esta região, Camacan começou a ser configurada no ano de 1888, quando algumas famílias de Canavieiras, Bahia, começaram a buscar novas terras para o plantio de cacau por dois motivos principais: primeiro, por força das graves cheias do Rio Pardo que comprometiam a produção agrícola de Canavieiras, e, segundo, pelo declínio e desaparecimento dos diamantes do rio Salobro, tornando primordial a necessidade de novas fontes de produção.
Notas
- ↑ Nota ortográfica: Segundo as normas ortográficas vigentes da língua portuguesa, este topônimo deveria ser grafado como Camacã. Prescreve-se o uso da letra "ã" para palavras de origem macro-jê, designando um povo natural da região. Ao longo dos anos, a grafia foi alterada para camakam, camacam e finalmente para camacan. Do mesmo vocábulo vem camacã, espécie de árvore.
Referências
- ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
- ↑ Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
- ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.
[editar] Bibliografia
- SANTOS, Renato Zumaeta Costa dos. "Contratempos: Cacau e Cacauicultura em Camacan (1980 - 1990)". In: Antônio Pereira Sousa; Janete Ruiz Macêdo; Carlos Roberto Arléo Barbosa. (Org.). Cacauicultura: A Ceplac e a Vassoura de Bruxa em Camacan (Cadernos do CEDOC). Ilhéus: Editus - UESC, 2007, v. 08, p. 109-194.