G-12

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G-12 (Brasil)
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Porto Alegre
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Santos
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São Paulo
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Rio de Janeiro
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Belo Horizonte
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Minas Gerais
Belo Horizonte
- Atlético Mineiro
- Cruzeiro

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
- Botafogo
- Flamengo
- Fluminense
- Vasco da Gama

São Paulo
São Paulo
- Corinthians
- Palmeiras
- São Paulo
Santos
- Santos

Rio Grande do Sul
Porto Alegre
- Grêmio
- Internacional
Localização dos clubes do G-12 no mapa do Brasil

No futebol masculino brasileiro, G-12[1][2][3] refere-se ao grupo de doze clubes formado por Atlético Mineiro, Botafogo, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Grêmio, Internacional, Palmeiras, Santos, São Paulo e Vasco da Gama.[4] Eles são considerados os clubes mais populares e bem-sucedidos do futebol brasileiro, vencendo todas as edições, exceto seis, do Brasileirão desde o início do torneio.[5] São também esses doze, aqueles com mais presenças no G-4 do Campeonato Brasileiro a partir de 1959 e também na era dos pontos corridos, desde 2003, sendo considerados grandes pelo seu contexto histórico e não necessariamente por um bom desempenho recente.[6]

Títulos e popularidade[editar | editar código-fonte]

Seu status de grandes clubes do futebol brasileiro decorre de suas performances históricas nos respectivos campeonatos estaduais. Durante muito tempo, não houve torneios nacionais no Brasil (com a primeira edição do Brasileirão sendo realizada apenas em 1959) e a competição entre equipes de diferentes estados foi escassa (com o Torneio Rio-São Paulo, realizado irregularmente entre 1933 e 1966 e de 1993 a 2002, sendo o torneio mais notável dessa natureza); assim, esses clubes ganharam sua reputação distinta por serem dominantes dentro das fronteiras do estado.

Esse sucesso regional se traduziu em glória nacional e internacional. Os doze grandes clubes dominaram o Brasileirão e a Copa do Brasil e apresentaram grandes atuações na Copa Libertadores e na Copa do Mundo de Clubes (e em outros torneios mundiais equivalentes).

O G-12 também são os clubes com mais torcedores no Brasil, desfrutando de popularidade em todo o país. Mesmo longe das fronteiras estaduais, não é difícil encontrar adeptos do G-12,[7] muitas vezes superando até os clubes locais.

Número de apoiadores no Brasil[8]
Clube Apoiantes
Flamengo 32,5 milhões
Corinthians 27,3 milhões
São Paulo 13,6 milhões
Palmeiras 10,6 milhões
Vasco da Gama 7,2 milhões
Grêmio 7,0 milhões
Cruzeiro 6,2 milhões
Atlético-MG 6,0 milhões
Internacional-RS 5,6 milhões
Santos 4,8 milhões
Fluminense 3,6 milhões
Botafogo 3,4 milhões

Ranqueamentos do Campeonato Brasileiro[editar | editar código-fonte]

Listas de ranqueamentos de desempenho no Campeonato Brasileiro Série A, campeonato no qual os clubes brasileiros se enfrentam regularmente desde 1959. Os clubes do G-12 são também os doze primeiros colocados no somatório de pontos do Campeonato Brasileiro, onde os clubes brasileiros medem as suas forças, com alguma folga e o Athletico Paranaense em décimo terceiro:

A partir de 2003, o início da Era dos Pontos Corridos, quando todos jogam contra todos em turno e returno, podendo ser entendida como a realidade desse século, não há grandes mudanças, exceto a inclusão do Athletico Paranaense em décimo primeiro lugar, entre os doze. Entre os vinte mais bem colocados, há a inclusão de Figueirense e Ponte Preta e a exclusão de Guarani e Portuguesa em relação ao período total, mantendo-se os outros clubes, o Goiás, décimo quarto nas duas listas, o Coritiba, décimo quinto nas duas listas, e os nordestinos Bahia, Sport e Vitória, esses três, não necessariamente nessa ordem:

Nas diversas estatísticas de desempenho, para além dos títulos de campeão ou pontuação, igualmente os clubes do G-12 se destacam em relação à quantidade de temporadas entre os quatro primeiros, aos clubes com mais de mil gols, aos clubes com mais de mil partidas e aos clubes com mais de quinhentas vitórias.[9]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

A validade do conceito de G-12 é frequentemente tema de debate.[10][11][12] Às vezes, é retratado como uma construção rígida que exclui equipes que merecem um lugar nesse grupo e, outras vezes, é uma definição desatualizada que inclui clubes cujo lugar não é merecido atualmente, segundo algumas opiniões.

Comparação com o Bahia[editar | editar código-fonte]

O Esporte Clube Bahia é de Salvador e um dos dois principais clubes do Campeonato Baiano (o outro é o Esporte Clube Vitória). É o único clube não pertencente ao G-12 a ter dois títulos no Brasileirão (empatado com Grêmio e Botafogo e superando o Atlético Mineiro), vencendo o Santos de Pelé na final da edição de 1959. Seus dirigentes e torcedores rivalizam com os do Botafogo, não admitindo menor tratamento[13] e estão à frente de outros dos clubes de fora do G-12 em número de torcedores.[8] É, de fato, um dos membros fundadores do Clube dos 13 ao lado do clubes do G-12. Antes de seu primeiro rebaixamento em 1997, o Bahia era considerado um dos maiores clubes do Brasil. No entanto, suas campanhas no Brasileirão geralmente não são impressionantes desde os anos 1980; o clube passou boa parte dos anos 2000 fora da primeira divisão.

Em alguns rankings de performance histórica, com peso subjetivo para os títulos, o Bahia aparece em décimo segundo lugar, à frente do Botafogo, como acontece no caso do Ranking Placar, o mais antigo do Brasil; já no Ranking Folha é o décimo terceiro, geralmente se colocando nos rankings históricos como clube mais próximo dos doze grandes ou entre eles.[14]

O Bahia foi rebaixado em 1997 para o Campeonato Brasileiro Serie B e só voltou ao nível superior do futebol brasileiro em 2000 com uma manobra política, após a retirada da CBF de organizar o campeonato daquele ano por problemas legais e entregá-lo ao Clube dos 13, porque o clube não conseguiu a promoção para a Serie A em 1998 e 1999. O Bahia foi novamente rebaixada para a Série B em 2003 e rebaixada para a Série C em 2005, o ponto mais baixo da história do clube. A agremiação disputou duas temporadas da Série C até alcançar sua primeira promoção na história em 2007 para a Série B, e em 2010 foi promovida pela primeira vez para a Série A. O Bahia foi rebaixado no Campeonato Brasileiro Série A de 2014, mas desta vez só se jogou duas temporadas fora da Série A, retornando na edição de 2017 e mantendo-se nela até os dias atuais.

O clube fica atrás dos outros doze clubes em ativos financeiros, tendo por isso menos recursos para investir.[15][16]

Comparação com o Athletico e o Coritiba[editar | editar código-fonte]

De Curitiba, os dois maiores vencedores entre os clubes da cidade e do Estado do Paraná são o Coritiba Foot Ball Club e o Club Athletico Paranaense e a liga nesse estado é o Campeonato Paranaense. O Athletico Paranaense é freqüentemente considerado um dos clubes mais bem administrados do Brasil,[17] com uma das melhores estruturas e com resultados financeiros que rivalizam com os do G-12.[18][16] O clube venceu o Brasileirão uma vez, em 2001, e sua melhor campanha na Copa Libertadores, a principal competição continental, foi o vice-campeonato em 2005. No entanto, o clube tem um histórico pouco significante antes da década de 1980 no Brasileirão e sua base de fãs é menor em comparação aos clubes do G-12, apesar de possuir a maior torcida do Paraná.[7]

O Athletico Paranaense também possui os títulos da Copa do Brasil, que nem os clubes G12 Botafogo nem São Paulo têm, e também a Copa Sudamericana, que o Fluminense FC também não possui um ou outro de seus antecessores. O clube possui mais triunfos na lista de número de títulos conquistados por times brasileiros de futebol, que considera apenas torneios de caráter nacional e internacional, do que o último colocado do G12 na mesma, o Botafogo, tendo este possuindo 3 e a equipe sulista 4, vencendo no número de triunfos internacionais em relação ao mesmo e ao Fluminense (2 a 1).

O Coritiba Foot Ball Club, terceiro clube mais antigo da Região Sul entre os campeões brasileiros, tem um título do Brasileirão, conquistado em 1985, quebrando a hegemonia de equipes de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais que perdurava desde 1960, foi o primeiro clube do Paraná a participar da Copa Libertadores, em 1986, além do primeiro a ter um título de expressão em seu estado, do qual é o maior vencedor de estaduais e igualmente ser proprietário de um estádio com capacidade com mais de 40.000 lugares e ter uma base com mais de 1 milhão de torcedores, assim como o seu maior rival estadual, segundo pesquisa de 2020.[19]

No Ranking Placar de títulos 2020, Coritiba e Athletico são respectivamente, décimo-quinto e décimo-sexto colocados no desempenho histórico dos clubes de futebol do Brasil.[20]

Comparação com outros nove clubes[editar | editar código-fonte]

Assim como o G-12 e Bahia, Coritiba e Athletico Paranaense, as agremiações paulistas Guarani Futebol Clube e Associação Portuguesa de Desportos, além de Goiás Esporte Clube, Sport Clube do Recife e Esporte Clube Vitória também foram membros do Clube dos 13, composto pelos mais importantes e tradicionais clube nesse período, mas passam ou passaram por períodos difíceis depois disso.[21]

Guarani Futebol Clube, campeão do Campeonato Brasileiro Série A de 1978[22] e o pernambucano Sport Club do Recife, campeão do Campeonato Brasileiro Série A de 1987, são os outros campeões do Campeonato Brasileiro Série A fora do G-12. Ambos lutam contra problemas financeiros, e o Sport tem a pior situação financeira entre todos os clubes que disputam o Campeonato Brasileiro Série A este ano.[23]

Após o " Caso Héverton ", que fez com que a equipe fosse rebaixada para a segunda divisão, a Associação Portuguesa de Desportos foi rebaixada mais duas vezes seguidas, e em 2021 compete no Campeonato Brasileiro Série D, tendo competido também no Campeonato Paulista Série A2.[24]

O goiano Goiás Esporte Clube, destaque da Região Centro-Oeste, e o baiano Esporte Clube Vitória, da Região Nordeste, passaram a maior parte das temporadas anteriores na segunda divisão, mas alcançaram bons resultados nos últimos anos. O Goiás foi o vice-campeão da Copa Sudamericana de 2010,[25] e Vitória foi o vice-campeão do Campeonato Brasileiro Série A de 1993 e vice-campeão da Copa do Brasil de 2010.[26]

Além do Vitória, décimo oitavo colocado no Ranking Placar, os também clubes nordestinos Ceará e Fortaleza ocupam a décima nona e vigésima colocação nessa classificação de títulos entre clubes brasileiros, estando entre os vinte primeiros colocados, assim como o Santa Cruz, outro representante dessa região, vem logo atrás deles, em vigésimo primeiro lugar.[27]

Além desses, representando a Região Norte, o paraense Paysandu foi o único clube regional a conquistar um título nacional de primeira linha, título disputado contra alguns clubes integrantes do G-12, a Copa dos Campeões de 2002, garantindo vaga para a disputa da Copa Libertadores da América de 2003, na qual chegou até as oitavas de final, fase na qual chegou a vencer o Boca Juniors em Buenos Aires.[28] A décima colocação na Taça Brasil em 1963 e 1966 foram as suas melhores participações no Campeonato Brasileiro Série A, e após 1971 foi a décima-quarta colocação em 2004.

Comparação com destaques extemporâneos[editar | editar código-fonte]

Os clubes cariocas Bangu e America foram respectivamente, vice-campeão do Campeonato Brasileiro de 1985 e semifinalista de 1960 e de 1986, nas melhores participações de clubes cariocas que não fazem parte do G-12 nessa competição, com o America também ostentando a conquista do Torneio dos Campeões de 1982 em seu cartel, competição disputada também pela quase totalidade dos clubes do G-12.

No início dos anos 2000, a paulista Associação Desportiva São Caetano foi notada na mídia nacional e internacional depois de se tornar finalista da Copa Libertadores de 2002, o torneio mais importante da América do Sul. Eles perderam para a Olímpia do Paraguai nos pênaltis.

Depois que a Red Bull GmbH assumiu o controle do vice-campeão do Campeonato Brasileiro Série A de 1991, o também paulista Clube Atlético Bragantino e mudou seu nome para Red Bull Bragantino, com a agremiação afirmando que será uma das melhores equipes do Brasil no futuro.[29][30]

Questionamentos de inclusão[editar | editar código-fonte]

Costuma-se argumentar se existe uma diferença grande entre os doze clubes em títulos (tirando os campeonatos estaduais) e o número de torcedores. Pode-se argumentar que o Flamengo e o Corinthians estão em um nível próprio em termos de torcedores, muito acima do terceiro lugar em São Paulo, mas essa suposta superioridade não se traduz em campo, com muitas equipes reivindicando mais títulos do que eles no Brasileirão, Copa Brasil, Copa Libertadores e Copa do Mundo de Clubes.

Da mesma forma, às vezes é discutido se Santos, Fluminense e Botafogo estão abaixo de seus rivais regionais (Corinthians, São Paulo e Palmeiras todos ostentam significativamente mais adeptos que Santos; Flamengo e Vasco da Gama reivindicam mais sucesso internacional do que Fluminense e Botafogo). No entanto, estes três clubes de importância para o futebol brasileiro não pode ser subestimado: Santos de Pelé foi o mais dominante time brasileiro nessa época, vencendo seis Brasileirão e oito Campeonato Paulista títulos na década de 1960; O Botafogo detém o recorde de jogadores convocados para a Seleção Brasileira de Futebol nas edições de Copa do Mundo, sendo Garrincha um dos maiores jogadores em copas do mundo, lembrado até os dias atuais.[31]

O Fluminense introduziu o esporte no Rio de Janeiro, sendo o clube ativo mais antigo do Rio, o mais antigo entre os grandes do Brasil, o que mais disputou estaduais nesse país, com o primeiro jogo da Seleção Brasileira de Futebol ocorrendo em um amistoso contra Exeter City FC em seu estádio, o primeiro, construção de cimento, de futebol do continente americano,[32] no dia de seu aniversário, e sendo a casa da Seleção Brasileira até os anos 1930. Clube com mais títulos estaduais no Rio de Janeiro no Século XX, o oitavo junto com o Vasco com mais títulos nacionais, vice-campeão da principal competição do continente em 2008, perdendo o título na disputa de pênaltis, tendo sido apontado em 1949 pelo presidente da FIFA, Jules Rimet, como a organização esportiva mais perfeita do mundo, com a FIFA reconhecendo o seu gigantismo e pioneirismo, essa última uma característica marcante do clube, ao parabenizar o Fluminense por ocasião de seu aniversário de 112 anos.[33][34]

Pequenas polêmicas sobre o status de Vasco da Gama nas grandes equipes também surgem durante os anos 2000, devido ao fraco desempenho do clube no Campeonato Brasileiro, que resultou em quatro rebaixamentos para a Série B entre 2008 e 2020, alta frequência de luta contra rebaixamento, maus desempenhos na Série B, aos quais se espera um clube tradicional e de renome no futebol brasileiro (o Vasco da Gama só foi promovido na última rodada nas temporadas de 2014 e 2016, graças a combinações de resultados, quando em ambas as competições o Vasco era o grande favorito dado o desequilíbrio de tradição e poder econômico entre o Vasco da Gama e outras equipes) e, com exceção do ano de 2011 e do primeiro semestre de 2012, a falta de equipes competitivas. No entanto, os cruzmaltinos, apesar da terrível década de 2010, também se posicionam como um dos gigantes do futebol brasileiro nas diversas estatísticas apresentadas acima.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Rocha, Andre (6 de fevereiro de 2021). «Botafogo é rebaixado de novo e desmonta de vez o G-12 no imaginário popular». UOL. Consultado em 6 de fevereiro de 2021 
  2. TARGINO, Maurício (18 de maio de 2012). «O G-12 brasileiro.». Site deprimeira. Consultado em 31 de dezembro de 2016. Arquivado do original em 27 de outubro de 2016 
  3. «Com quarta queda, Vasco bate recorde de rebaixamentos de clubes do G-12; veja ranking». ge. Consultado em 1 de março de 2021 
  4. Globoesporte.com, Equipe do site (5 de maio de 2020). «Torcedores elegem maiores jogos das histórias de 12 grandes clubes brasileiros; confira o resultado». Globoesporte.com. Consultado em 19 de fevereiro de 2021 
  5. spm365.com, Equipe do site (26 de fevereiro de 2018). «Hoje vamos abordar um assunto bastante interessante: os 12 grandes times do Brasil». spm365.com. Consultado em 19 de fevereiro de 2021 
  6. «Jornalista faz ranking de clubes com mais rodadas no G4 e Z4 do Brasileiro». supervasco.com. 21 de maio de 2020. Consultado em 20 de fevereiro de 2021 
  7. a b «Mapa das curtidas dos times do Brasil no Facebook», globoesporte.com, 10 de maio de 2017, consultado em 28 de fevereiro de 2018 
  8. a b «Última pesquisa LANCE/Ibope mostrou Flamengo na frente, mas vantagem menor para o Timão», LANCE!, 10 de maio de 2017, consultado em 27 de fevereiro de 2018 
  9. Infogram.com - Ranking de pontos (1959 a 2019), página disponível em 1º de maio de 2020.
  10. Grohmann, Gustavo (23 de abril de 2012), «Quais são os times grandes do Brasil?», Terceiro Tempo, consultado em 27 de fevereiro de 2018 
  11. «Jornal faz ranking dos 12 maiores times do Brasil segundo a 'nova ordem'». Esporte Fera. 16 de abril de 2019. Consultado em 4 de agosto de 2020 
  12. Rodrigues Alves, Alexandre (26 de janeiro de 2018), «Não temos apenas 12 times», Revista Acréscimos, consultado em 28 de fevereiro de 2018 
  13. «Presidente do Bahia cobra maior cota de TV: 'Não devemos nada ao Botafogo'». O Globo. 5 de dezembro de 2012. Consultado em 19 de janeiro de 2021 
  14. DORNELAS, Marcondes (26 de fevereiro de 2021). «Ranking: 370 Maiores Campeões do Futebol Brasileiro». Site Campeões do Futebol. Consultado em 27 de fevereiro de 2021 
  15. Análise Econômico-Financeira dos Clubes de Futebol Brasileiros - 2017 (PDF), Itaú BBA, 22 de junho de 2017 
  16. a b BARROS, Davi (2 de maio de 2017). «Clubes têm receitas recorde em 2016, mas consultor avisa: "2017 será ano da verdade"». globoesporte.com. Consultado em 28 de fevereiro de 2018 
  17. Barros, Davi (8 de janeiro de 2018), «Estudo: Atlético-PR é o clube brasileiro com as melhores finanças», globoesporte.com, consultado em 28 de fevereiro de 2018 
  18. Análise Econômico-Financeira dos Clubes de Futebol Brasileiros - 2017 (PDF), Itaú BBA, 22 de junho de 2017 
  19. «Pesquisa da Pluri aponta 6 clubes do Nordeste com torcidas acima de 1 milhão». Cassiozirpoli.com. 29 de janeiro de 2020. Consultado em 2 de abril de 2020 
  20. Revista Placar nº 1473 de março de 2021.
  21. «Quatro grandes do Rio anunciam posição conjunta contra Clube dos 13». Globo Esporte. 23 de fevereiro de 2011. Consultado em 23 de fevereiro de 2011 
  22. «Esquadrão Imortal - Guarani 1978». Imortais do Futebol. 11 de dezembro de 2013. Consultado em 4 de agosto de 2020 
  23. «Sport tem pior cenário financeiro dentre os 20 principais clubes do Brasil; veja o ranking das dívidas». Imortais do Futebol. 3 de julho de 2020. Consultado em 4 de agosto de 2020 
  24. Rodrigues, Renan; Paradella, Rodrigo (16 de dezembro de 2013). «STJD pune Portuguesa e mantém Fluminense na Série A; ainda cabe recurso». UOL Esportes. Rio de Janeiro. Consultado em 16 de dezembro de 2013 
  25. «Magnífico sorteo de la Copa Nissan Sudamericana 2010 en Asunción» [Magnificent draw of the 2010 Copa Nissan Sudamericana in Asunción] (em espanhol). CONMEBOL. 28 de abril de 2010. Consultado em 21 de outubro de 2010. Cópia arquivada em 24 de outubro de 2010 
  26. Ranking de clubes da CBF Arquivado em 2009-01-17 no Wayback Machine.
  27. Revista Placar nº 1473 de março de 2021.
  28. Site BOLA N@ ÁREA - Copa dos Campeões Regionais 2002, página disponível em 26 de fevereiro de 2021.
  29. «Red Bull expands global football empire, takes over at Bragantino». SportBusiness SPONSORSHIP. 28 de março de 2019 
  30. «Bragantino anuncia acordo com o RB Brasil para gestão do time na Série B». Globoesporte.com. 26 de março de 2019 
  31. Marques, Bruno; Gonçalves, Igor; Qhintella, Thiago (7 de maio de 2014), «Copa: Botafogo segue líder entre clubes que mais cederam jogadores à Seleção», globoesporte.com, consultado em 28 de fevereiro de 2018 
  32. BARRETO BERWANGER, Alexandre Magno (11 de julho de 2014). «O estádio (sede) das Laranjeiras». CAMPEÕESDOFUTEBOL.com. Consultado em 5 de março de 2019 
  33. BARRETO BERWANGER, Alexandre Magno (18 de julho de 2014). «Fluminense- O caminho até a Taça Olímpica». CAMPEÕESDOFUTEBOL.com. Consultado em 31 de janeiro de 2019 
  34. SCHIMIDT, Bruno (7 de abril de 2014), «100 anos da Seleção: 1º rival do Brasil, Exeter se orgulha de lugar na história», globoesporte.com, consultado em 28 de fevereiro de 2018