Campeonato Brasileiro de Futebol

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Campeonato Brasileiro de Futebol
Brasileirão
Campeonato Brasileiro Série A logo.png
Logomarca oficial da competição.
Dados gerais
Organização CBF
Edições 59 (13 na modalidade de pontos corridos)
Outros nomes Brasileirão
Local de disputa Brasil
Número de equipes 20
Sistema Temporada, Pontos corridos
Divisões
Série A • Série BSérie CSérie D
Soccerball current event.svg Edição atual
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O Campeonato Brasileiro de Futebol ou ainda Brasileirão - Série A é a liga brasileira de futebol profissional entre clubes do Brasil, sendo a principal competição futebolística no país. É através dela que são indicados os representantes brasileiros para a Copa Libertadores da América (juntamente com o campeão da Copa do Brasil). Atualmente é também chamada oficialmente de Brasileirão Chevrolet por motivos de patrocínio.

Devido às peculiaridades históricas e a grande dimensão geográfica do país, o Brasil tem uma história relativamente curta de competições nacionais de futebol. Apenas em 1959, como estabelecido em 1955,[1][2] foi criado um torneio nacional, a Taça Brasil. Em 1967, o Torneio Rio-São Paulo foi expandido para incluir equipes de outros estados, ficando conhecido como Torneio Roberto Gomes Pedrosa, e passando a ser considerado uma competição nacional. Em 1971, a CBD iniciou um novo torneio nacional, o Campeonato Nacional de Clubes, torneio este, que foi considerado, entre 1974 e 2010, pela entidade máxima do futebol brasileiro como sendo a primeira edição do Campeonato Brasileiro. Em seus boletins oficiais entre 1971 e 1973, a CBF colocava as edições do "Robertão" em igualdade de condições com as edições posteriores do Campeonato Brasileiro, apenas mantendo os nomes próprios, excluindo esta informação a partir do boletim de 1974.[3][4] Em dezembro de 2010, a CBF unificou a Taça Brasil, disputada de 1959 a 1968, e as edições de 1967 a 1970 do Torneio Roberto Gomes Pedrosa/Taça de Prata ao Campeonato Brasileiro pós 1971.[5] O primeiro campeão brasileiro foi o Bahia em 1959.[6]

Uma das características históricas do Campeonato Brasileiro foi a falta de uma padronização no sistema de disputa, que mudava a cada ano, assim como as regras e o número de participantes. Dentre os vários formatos já adotados incluem-se sistema eliminatório (1959-1968) e sistemas mistos de grupos (1967-2002). Após o início do sistema de pontos corridos em 2003, 7 clubes já conquistaram o título, Corinthians, Cruzeiro e São Paulo (3), Fluminense (2), Flamengo, Palmeiras e Santos (1), o que demonstra o nível de competitividade do campeonato.[7][8] O Palmeiras é o time com maior número de títulos brasileiros, com 9 conquistas; já foram campeões brasileiros 17 clubes, 12 por mais de uma vez, de 7 estados e 9 cidades diferentes, sendo que apenas o Estado de São Paulo teve campeão por mais de uma cidade, 3 no total (Campinas, Santos e São Paulo), e apenas a cidade do Rio de Janeiro teve mais de 3 clubes campeões, 4 deles (Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco da Gama).

O Campeonato Brasileiro é uma das ligas mais fortes do mundo, contando entre seus integrantes habituais com a participação do maior número de clubes detentores de títulos de "campeões mundiais", com 11 campeonatos ganhos por 7 clubes[9], o segundo em termos de quantidade de títulos da Copa Libertadores da América, com 17 títulos conquistados por 10 clubes e ainda outros 3 finalistas, atrás em títulos apenas da Primera División Argentina, com 24 títulos conquistados por 8 clubes e um nono clube finalista. A liga é também classificada como a sexta mais valiosa com um patrimônio de mais de US$ 1,43 bilhão, sendo um dos campeonatos mais ricos, com um volume de negócios anual de mais de US$ 1,17 bilhão em 2012. O Campeonato Brasileiro é o torneio de futebol mais visto no continente americano e um dos mais expostos internacionalmente, transmitido em 155 países, tendo sido classificado no top 10 como uma das ligas mais fortes do mundo (para o período 2001-2012) pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS), ficando na quarta colocação, atrás apenas da Premier League (Inglaterra), La Liga (Espanha) e Serie A (Itália)[10]. O Brasileirão é a competição de futebol preferida dos brasileiros (51%), pelo equilíbrio e imprevisibilidade, bem a frente da Copa Libertadores da América (22,3%), a segunda colocada na preferência popular[11].

História

Origens

Como o futebol brasileiro tornou-se mais estabelecido na década de 1920, o interesse em realizar uma competição interestadual cresceu.

A primeira destas competições envolvendo muitos estados e não considerando as competições interclubes oficiais iniciadas com a Taça Ioduran e outros torneios de clubes que a sucederam, foi o Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais, que foi disputado pela primeira vez em 1922, e reuniu seleções de futebol de alguns estados, tendo como o primeiro vencedor São Paulo e maior vencedor o Rio de Janeiro.

Citando as dificuldades em reunir jogadores, os clubes do Rio de Janeiro, então Distrito Federal, e São Paulo, optaram por colocar as suas melhores equipes umas contra as outras.

O Torneio Rio-São Paulo (1933–1966)

Elenco do Palestra Itália, primeira equipe campeã do Torneio Rio-São Paulo em 1933.

O Torneio Rio-São Paulo, realizado pela primeira vez em 1933 e retomado em 1950 (com duas edições interrompidas em 1934 e 1940, devido ao então baixo interesse), foi a primeira escolha como um torneio interestadual relevante, que reunia grandes clubes do Brasil. Em 1950, começou a ser disputado de maneira quase ininterrupta até 1966 (somente em 1956 não houve a competição). A despeito de contar com times apenas de Rio de Janeiro e São Paulo, o torneio chegou a ser tratado como título brasileiro oficioso.[12]

A partir de 1954,[13] o torneio recebeu o nome oficial de Torneio Roberto Gomes Pedrosa, em homenagem ao goleiro da seleção na Copa do Mundo de 1934 e presidente da Federação Paulista de Futebol, que morreu naquele ano, no exercício do cargo. Entretanto, o torneio permaneceu sendo chamado por seu nome popular, "Rio-São Paulo".

Em 1967, o antigo Torneio Rio-São Paulo, ainda sob organização das federações carioca e paulista, foi ampliado com a inclusão de clubes do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, passando a ser chamado apenas por seu nome oficial, Torneio Roberto Gomes Pedrosa, e ficando conhecido popularmente de "Robertão" (devido a sua ampliação e caráter nacional). A partir de 1968, o certame passou a ser organizado pela CBD, e também recebeu da entidade a denominação oficial de Taça de Prata[4] em função do troféu dado ao vencedor.

Depois da ampliação do Torneio Rio-São Paulo, em 1967, com a entrada de dois clubes gaúchos, dois clubes mineiros e um clube do Paraná, as duas fases da competição, o Torneio Rio-São Paulo e o Robertão foram apresentadas na versão dos boletins oficiais da CBD entre 1970 e 1973, como integrantes do texto Progresso do Campeonato Nacional, em que os campeões do Torneio Rio-São Paulo eram listados como campeões interestaduais e os do Robertão já eram apontados como campeões nacionais no mesmo patamar dos primeiros campeões do Campeonato Nacional de Clubes,[4] sem haver qualquer citação nos boletins oficiais da CBD aos campeões da Taça Brasil, reconhecidos como campeões brasileiros recentemente pela atual Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

No dia 6 de agosto de 1971, véspera do início do primeiro Campeonato Nacional de Clubes,[14] o jornal O Estado de S. Paulo dedicou sua página 24 ao torneio trazendo a matéria "A ideia já tem quase 40 anos". Nesta matéria, o Torneio Rio-São Paulo e o "Robertão" são citados como antecessores do Campeonato Nacional, sem haver menção à Taça Brasil.[15]

O início dos campeonatos nacionais: Taça Brasil e Robertão (1959 - 1970)

Troféu da Taça Brasil.

Apesar da primeira proposta para a criação da Taça Brasil datar de 1951, como forma de conciliar e integrar os clubes de outros estados, pois questionava-se o fato de apenas clubes cariocas e paulistas terem a chance de participar do Torneio Rio-São Paulo e da Copa Rio Internacional,[16] e da competição ter sido instituída em 1954 pela CBD, com a finalidade de apontar o clube campeão brasileiro da temporada e, de ter seu regulamento definido no ano seguinte. Entretanto, a primeira edição da Taça Brasil não pôde ocorrer em 1955, como o planejado, devido o calendário do futebol brasileiro de 1955 a 1958 já está aprovado e não podendo sofrer alterações por causa da Copa do Mundo de 1958. Sendo assim, ficou definido naquela época para a Taça Brasil começar somente em 1959.[1][2] Também, devido a decisão da Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL), em 1958, de criar a Copa dos Campeões da América, ficando mais tarde conhecida como Copa Libertadores, uma competição que deveria reunir os campeões nacionais de cada liga sul-americana. Jus a isso, a Confederação Brasileira de Desportos (CBD), viu mais uma necessidade para a realização de uma competição para definir o campeão brasileiro para ser indicado como o representante do Brasil na competição sul-americana. Desta maneira, em 1959, a CBD deu início à Taça Brasil, trazendo representantes de cada estado brasileiro para competir neste torneio nacional.

A edição de 1959, a primeira competição nacional de clubes do país, contou com 16 participantes: ABC, Atlético Mineiro, Atlético Paranaense, Auto Esporte, Bahia, Ceará, CSA, Ferroviário, Grêmio, Hercílio Luz, Manufatora, Rio Branco, Santos, Sport, Tuna Luso e Vasco da Gama; Santos e Vasco, como campeões paulista e carioca, respectivamente, entraram na competição na fase semifinal; os demais foram agrupados geograficamente. Os vencedores das zonas Norte e Sul também se classificavam para as semifinais.

A decisão entre Santos e Bahia teve um jogo extra para decidir o título; o Bahia venceu a primeira partida e o Santos a segunda; no entanto, devido a algumas partidas da Seleção Brasileira, que tinha como base a equipe do Santos, obrigou o jogo a ser disputado três meses depois, consagrando o Bahia como o primeiro campeão da competição. A segunda edição teve como final o jogo entre Fortaleza e Palmeiras, conhecido na época como Academia de Futebol, equipe que tinha jogadores como Ademir da Guia, Dudu, Djalma Santos e Emerson Leão, e que venceram a final por 11 a 3 no placar agregado.

A partir daí o Santos, liderado por Pelé, Coutinho, Zito, Mauro Ramos, entre outros, começou a despontar. O clube venceu a edição de 1961, com Pelé e Coutinho marcando um duplo hat-trick na final contra o Bahia. Pelé foi o artilheiro daquela edição, com nove gols. O Santos tornando-se bicampeão em 1962, ao derrotar o Botafogo por 5 a 0 diante de 70.324 espectadores no Estádio do Maracanã, equipe carioca que tinha em seu elenco jogadores como Mário Zagallo, Garrincha, Nílton Santos e Amarildo. O Santos conseguiu conquistar o seu terceiro título consecutivo após derrotar novamente o Bahia, desta vez com um placar agregado de 8 a 0, com quatro gols de Pelé. No ano seguinte, um hat-trick de Pelé ajudou na vitória do Santos sobre o Flamengo pelo placar de 4 a 1 no primeiro jogo da final da edição de 1964, no Estádio do Pacaembu e, empatou pelo placar de 0 a 0 no Rio de Janeiro. O Santos chegou ao marco do pentacampeonato em 1965, com Dorval e Toninho, a equipe bateu o Vasco da Gama na final, vencendo por 6 a 1 no placar agregado dos dois jogos. O Santos chegou a sua sexta final consecutiva em 1966, porém, desta vez, perdeu para o Cruzeiro pelo placar de 9 a 4 no agregado.

Em 1967 o Palmeiras conquistou o seu segundo título, ao vencer o Náutico na final que teve três jogos, com um placar agregado de 6 a 3. E, em 1968, o campeão foi o Botafogo, ao vencer o Fortaleza na final por 6 a 2 no placar agregado.

Com a estruturação do futebol e dos meios de transporte que permitiam deslocamentos maiores em menor tempo, somado ao sucesso de público e renda da primeira edição do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, ocorrida em 1967, a CBD logo assumiu a organização do torneio, que tinha recebido a alcunha de "Robertão", e passou a denominar oficialmente esse certame de Taça de Prata a partir de 1968, sendo incluído em seus boletins oficiais.[4]

Foram campeões do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o Palmeiras, em 1967 e 1969, o Santos em 1968 e o Fluminense em 1970, havendo forte similaridade entre as fórmulas de disputa das edições do Torneio Roberto Gomes Pedrosa e as das primeiras edições do Campeonato Nacional de Clubes.

O Internacional, vice campeão em 1967 e 1968, o seu rival Grêmio e os mineiros Atlético e Cruzeiro, foram os clubes de fora do Eixo Rio-São Paulo que se posicionaram entre os quatro primeiros colocados neste período.

A criação do Campeonato Nacional de Clubes (1971–1979)

Ver artigo principal: Campeonato Nacional de Clubes

Devido à experiência bem-sucedida com as quatro edições do Torneio Roberto Gomes Pedrosa, em 1971, a CBD anunciou a transformação do Robertão em Campeonato Nacional de Clubes, com grande influência política.[17][18][19][20] Esse torneio ficaria conhecido, a partir de 1974, como a primeira edição do Campeonato Brasileiro, excluindo a versão anterior, apesar de disputado sob formato similar ao Robertão[21][17] — em seus boletins oficiais entre 1971 e 1973, a CBD colocava as edições do Torneio Roberto Gomes Pedrosa em igualdade de condições com as edições do Campeonato Nacional de Clubes, apenas mantendo os nomes próprios, excluindo esta informação a partir do boletim de 1974.[22][4] Alguns autores consideram que "a história do futebol brasileiro, a partir desse momento, foi deixada para trás".[17] O primeiro campeão da nova competição foi o Atlético Mineiro. A Taça Brasil tinha acabado em 1968, o Robertão mantinha o nome oficial do Torneio Rio-São Paulo (Torneio Roberto Gomes Pedrosa) e apenas times dos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Bahia, Paraná e Pernambuco o disputaram. O campeonato tinha, a partir desse ano, primeira e segunda divisões que tinham participantes de vários estados brasileiros,[23] sem promoção e rebaixamento por critérios técnicos[24] — no entanto, acabou havendo promoção: foi o vice-campeão da segunda divisão, o Remo, e não o campeão Villa Nova, que ficou com a vaga para disputar o Campeonato Nacional de Clubes de 1972[17][25] —, o que só aconteceria a partir de 1988. Na primeira divisão, a única inclusão de outro estado na disputa foi a do Ceará Sporting Club (Ceará), por ter a maior torcida do Ceará.[26] Nesse primeiro ano não houve grandes mudanças em relação ao Robertão do ano anterior, apenas se deu mais uma vaga para Pernambuco, o vice campeão, mais uma vaga para Minas Gerais, o terceiro colocado. Nesse primeiro ano, 20 clubes disputaram o Brasileiro, contra 17 do Robertão de 1970, não sofrendo nenhuma mudança drástica em relação à edição anterior.[27][28][29][30] Durante vários anos, os interesses da ARENA, braço político da ditadura militar, nortearam o aumento do número de clubes que participariam da competição.[31][25][32]

Em 1975, chegou ao fim a era João Havelange na CBD: ele deixou a entidade brasileira para assumir o comando da FIFA. Em um período em que a ditadura intervinha frequentemente no futebol brasileiro e forçava o inchaço do principal campeonato do País, não apenas para tornar o esporte realmente nacional, mas também para agradar os coronéis da política brasileira em regiões onde o futebol não era exatamente uma potência, a CBD ganhou um novo presidente, o almirante Heleno Nunes, de forte atuação na política do governo militar.[20] Neste ano, a CBD instituiu um novo troféu mais elaborado, o Troféu Copa Brasil, produzido pelo designer Maurício Salgueiro e o certame que desde a edição de 1971 era denominado de Campeonato Nacional de Clubes, passou a ser chamado oficialmente de Copa Brasil (lembrando que, assim como a Taça Brasil, a Copa Brasil não tem nada a ver com a atual Copa do Brasil).[25]

De 1972 a 1987 os campeonatos estaduais deveriam ser classificatórios para o Campeonato Brasileiro, embora houvesse vários clubes que foram convidados quando não iam bem no estadual, ou se criava um acesso da segunda divisão para a primeira no mesmo ano, como aconteceu com o Corinthians em 1982.

Em 1979, todos os grandes clubes de São Paulo, exceto o Palmeiras, retiraram-se da competição. Eles protestaram contra o confuso sistema de classificação, o que fez seus rivais, Palmeiras e Guarani, disputassem apenas a fase final (devido a condição de serem finalistas no ano anterior). O Guarani terminou entre os 12 primeiros, mesmo jogando apenas três partidas, e o Palmeiras em quarto, apesar de ter jogado apenas cinco, em um torneio com 96 participantes.

Palmeiras, Vasco da Gama, Internacional, São Paulo e Guarani foram os campeões desse período.

A CBF entra em crise (1980–1988)

Em 1980, devido ao desmembramento da Confederação Brasileira de Desportos (CBD) ocorrido no ano anterior, o futebol brasileiro passou a contar com sua própria entidade, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).[33] Com a nova entidade, o futebol nacional também ganhou um novo campeonato nacional totalmente reformulado, que foi nomeado de "Taça de Ouro" e contou com um formato com duas divisões — três em sua segunda edição —, além de criar um novo troféu que era oferecido pela CBF ao seu campeão. Entretanto, a Caixa Econômica Federal continuou a enviar uma réplica do troféu da antiga competição realizada pela CBD entre 1975 a 1979, a Copa Brasil.[34] A reformulação do campeonato nacional, além da criação da própria CBF, foi principalmente devido a derrocada das bases financeiras que mantinha o futebol nacional e consequentemente a queda da influência do governo militar que intervinha regularmente no campeonato e a cada ano aumentava o número de clubes participantes. Na virada da década de 1970, chegou ao Brasil os efeitos da crise do petróleo, que abalou a economia mundial a partir de 1973 e, que teve efeito retardado no país. O regime militar bancou o congelamento do preço da gasolina, mas foi afetado pelos efeitos colaterais com o estouro da crise econômica nos anos 1980. Os clubes e as federações, presos a esse sistema, foram atingidos pelo agravamento da situação.[20]

Em 1987, a CBF anunciou que era financeiramente incapaz de organizar o campeonato nos mesmos moldes, apenas algumas semanas antes de ter sido programado para começar. A Confederação prometeu encontrar um patrocinador para bancar as finanças, sem sucesso, tentaria um acordo com os clubes para que bancassem as suas próprias despesas com as viagens ou realizaria um certame regionalizado (como era na época da Taça Brasil). Como resultado, os treze clubes de futebol mais populares do Brasil criaram uma nova entidade, apelidada de Clube dos 13, para organizar um campeonato próprio. Este torneio recebeu o nome de Copa União.[35][36]

Para conciliar os interesses da CBF com o Clube dos 13, a Copa União recebeu o nome de Módulo Verde da Copa Brasil pela CBF que formulou o Módulo Amarelo e um quadrangular. No final, ficou determinado um cruzamento entre os campeões e vice-campeões de ambos os módulos (grupos), donde sairia os dois representantes do Brasil para a Copa Libertadores de 1988.[36]

Flamengo e Internacional se recusaram a participar desse cruzamento sendo eliminados por W.O.. Sport e Guarani fizeram o quadrangular com apenas dois jogos finais, que consagraram o Sport como campeão brasileiro de 1987.[37][38]

Oficialmente pela CBF, o Módulo Amarelo e Módulo Verde, ambos com 16 clubes, formaram o Campeonato Brasileiro de 1987, com 32 clubes no total.

Em 1988, depois da enorme confusão na edição anterior do campeonato nacional, a CBF decidiu fazer um enxugamento na quantidade de participantes na segunda Copa União, para realizar um campeonato mais competitivo com apenas 24 equipes. Além disso, pela primeira vez, a competição contou com um verdadeiro sistema de acesso e descenso, conforme exigido pela FIFA. Finalmente, desta vez, o regulamento foi cumprido, pois os quatro últimos colocados da primeira divisão (Bangu, Santa Cruz, Criciúma e America) caíram para a segunda divisão em 1989, sendo substituídos por Inter de Limeira e Náutico, respectivamente campeão e vice-campeão da "Divisão Especial" de 1988.[39]

Nesta fase foram campeões, Flamengo, Grêmio, Fluminense, Coritiba, São Paulo, Sport e Bahia.

Novas mudanças na CBF e no campeonato (1989–2002)

Em 16 de janeiro de 1989, Ricardo Teixeira assume a presidência da CBF.[39] Ele passou a comandar a entidade em uma época em que a mesma enfrentava graves problemas financeiros, Teixeira conseguiu transformar a entidade em superavitária através de contratos milionários envolvendo a Seleção Brasileira. Durante sua gestão, o Campeonato Brasileiro tornou-se mais reorganizado e as receitas geradas pelos clubes foram ampliadas, tanto com cotas de televisão quanto com patrocínios. Entretanto, desde a primeira década de sua gestão, Ricardo Teixeira foi envolvido em diversas denúncias de corrupção.[40]

O Campeonato Brasileiro já havia sido testado com inúmeras fórmulas e nomes diferentes, sendo bastante inchado e confuso em várias edições. Porém, a partir de 1987, com a criação da Copa União, aconteceu uma diminuição do número de participantes do campeonato. Com isso, vários clubes de regiões menos populares que entravam na competição nacional por ser campeão estadual, deixaram de enfrentar os clubes considerados "grandes" e com isso algumas agremiações corriam o risco até mesmo de se extinguirem. Para acalmar o descontentamento destes clubes e das federações de menor expressão, a CBF viu-se obrigada a criar uma "copa" nos moldes das europeias. Em 1989, a entidade cria uma competição nacional secundária, a Copa do Brasil, que permitia a entrada de clubes de todos os estados.[41][42] Com a criação deste novo certame, a CBF decide, pela primeira vez, nomear oficialmente o principal torneio nacional de futebol do país de Campeonato Brasileiro. A entidade tomou esta iniciativa para deixar claro qual era o torneio de caráter nacional do Brasil que daria ao seu vencedor o título de campeão brasileiro e, também, para evitar confusões entre Copa do Brasil com Copa Brasil, um dos antigos nomes do Brasileirão utilizado entre as décadas de 1970 e 1980.[39][43][44]

Mesmo com a troca de comando da CBF, em 1989, a segunda divisão do Campeonato Brasileiro continuou sendo disputada e tendo seus regulamentos modificados periodicamente para beneficiar as "equipes mais tradicionais".[39] Em 1999, um novo sistema de rebaixamento foi adotado, semelhante ao usado na Primeira Divisão da Argentina. Os dois clubes com as piores campanhas na primeira fase e na temporada anterior eram rebaixados. No entanto, este sistema só durou uma única temporada.

Durante a primeira fase, foi descoberto que o jogador Sandro Hiroshi foi registrado de forma irregular. Devido a este escândalo, a CBF decidiu punir a equipe do jogador, o São Paulo, anulando jogos em que participou, alternando imediatamente os resultados: Internacional e Botafogo ganharam pontos[45][46] e com isto, o Gama foi rebaixado.

O clube imediatamente processou CBF, que foi impedida de organizar o Brasileirão de 2000, e garantiu vaga nesta competição. Jus a isso, o Clube dos 13 organizou o campeonato daquele ano, sob o nome de Copa João Havelange, tendo a participação de Fluminense e Bahia, ambos da Série B, pois o campeonato foi organizado por convites, por conta das ações judiciais do imbróglio envolvendo Gama, São Paulo e Botafogo, que impediram a continuidade do Campeonato Brasileiro.[47][48]

Neste período foram campeões, Vasco da Gama, Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Botafogo, Atlético Paranaense e Santos.

Crescimento (2003–2015)

Antigo logotipo da competição, com patrocínio da Petrobras, utilizado nas transmissões das partidas na Rede Globo até 2013.

Uma das características históricas do Campeonato Brasileiro foi a falta de uma padronização no sistema de disputa, que mudava a cada ano, assim como as regras e o número de participantes. Isto durou até 2003, quando o formato de pontos corridos foi adotado.

As partidas são divididas em dois turnos, e a equipe que somar o maior número de pontos é declarada campeã. Os critérios de desempate variam, de sequência de gols a número de vitórias. O Cruzeiro se consagrou campeão desta temporada.

A edição de 2005 ficou marcada por um evento negativo, o escândalo da Máfia do Apito. Durante o campeonato, o árbitro Edílson Pereira de Carvalho foi preso em uma operação da polícia por manipular resultados de jogos em que atuou para que empresários de sites de apostas pudessem lucrar mais. Em uma decisão polêmica e inédita em toda a história do futebol, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) determinou a anulação dos 11 jogos apitados pelo árbitro.

Romildo Corrêa, um dos árbitros citados nas investigações do "escândalo do apito", fez um protesto no meio da partida entre Santos e Botafogo pela 41ª rodada do campeonato. O árbitro abandonou a partida e se aposentou, alegando ter sido punido injustamente pela CBF, uma vez que seu envolvimento não ficou provado pelos investigadores.[49][50]

Para a temporada de 2006, o número de participantes foi reduzido para 20, o que a própria CBF confirma como "formato definitivo", com as quatro melhores equipes se classificando para a Copa Libertadores, e as quatro piores sendo rebaixadas para a Série B. E, desde 2007, cada temporada decorre entre maio e dezembro, tendo 38 rodadas com dez partidas cada, totalizando 380 partidas.

Em dezembro de 2010, a CBF unificou a Taça Brasil, disputada de 1959 a 1968, e as edições de 1967 a 1970 do Torneio Roberto Gomes Pedrosa/Taça de Prata com as edições do Campeonato Brasileiro pós 1971.[51]

O ranking da IFFHS de 2012 apontou que o Brasileirão é o segundo melhor campeonato de futebol do mundo, superado apenas pelo Campeonato Espanhol.[52][53][54]

Com a adoção do novo sistema de disputa em 2003, até agora somente Cruzeiro, Santos, Corinthians, São Paulo, Flamengo, Fluminense e Palmeiras conseguiram sagrar-se campeões.

Formato da competição

Vinte clubes participam do Campeonato Brasileiro. Durante o decorrer da temporada (de maio a dezembro), cada clube joga duas vezes contra os outros (em um sistema de pontos corridos), uma vez em seu estádio e a outra no de seu adversário, em um total de 38 jogos. As equipes recebem três pontos por vitória e um por empate. Não são atribuídos pontos para derrotas.

As equipes são classificadas pelo total de pontos, depois pelo saldo de gols e, em seguida, pelos gols marcados.[55] Em caso de empate entre dois ou mais clubes, os critérios de desempate são os seguintes: maior número de vitórias; maior saldo de gols; maior número de gols pró; confronto direto; menor número de cartões vermelhos recebidos; menor número de cartões amarelos recebidos.

Qualificação para as competições internacionais

A partir da temporada de 2012, os quatro melhores times do Brasileirão se qualificam para a Copa Libertadores, com os três melhores times entrando diretamente na fase de grupos. Anteriormente, apenas as duas melhores equipes eram qualificadas automaticamente. O quarto colocado entra na primeira fase de não campeões e deve ganhar um confronto de ida e volta para entrar na fase de grupos. Se o vencedor da Copa do Brasil estiver na zona de classificação, aquele lugar vai para a próxima equipe melhor colocada no campeonato.

As equipes do quinto ao décimo-segundo lugar deixaram de se classificar para a Copa Sul-Americana, após a mudança de regulamento, que reserva vagas a equipes que disputam as quartas de final da Copa do Brasil. Se o Brasileirão contém os atuais campeões da Copa Libertadores e/ou da Copa Sul-Americana e terminarem o Brasileirão em uma zona de qualificação internacional, seu lugar vai para a próxima equipe melhor colocada no campeonato.[56]

Os clubes brasileiros que vencerem a Libertadores, têm a oportunidade de disputar a Copa do Mundo de Clubes da FIFA, a Recopa Sul-Americana, um jogo disputado entre os vencedores da Copa Libertadores e da Copa Sul-Americana, assim como a Copa Suruga Bank, uma competição amigável realizada pela CONMEBOL em parceria com a Japan Football Association (JFA), disputada pelo vencedor da Liga Japonesa de Futebol (J-League) e da Copa Sul-Americana em um único jogo realizado no local do participante japonês.[57]

Participações

Um total de 156 clubes já participaram do Campeonato Brasileiro desde a sua primeira edição, em 1959. A tabela a seguir apresenta os vinte clubes que mais participaram dos torneios que compõe o Campeonato Brasileiro de Futebol desde 1959 a 2016.[58] Os clubes em negrito indicam as equipes que jogarão a Série A de 2016. O Cruzeiro detém a maior participação consecutiva entre 1966 e 2016: 53 edições (o clube mineiro participou de todas as edições disputadas no período entre 1966 e 2016, inclusive nas duas edições de 1967 e de 1968).[59]

Clubes Temporadas
(1959-2016)
Melhor campanha Estreia Última R Baixa
Rio Grande do Sul Grêmio 57 Campeão (1981 e 1996) 1959 2016 2
Minas Gerais Cruzeiro 56 Campeão (4 vezes) 1960 2016
São Paulo Santos 56 Campeão (8 vezes) 1959 2016
Minas Gerais Atlético Mineiro 53 Campeão (1971) 1959 2016 1
São Paulo Palmeiras 53 Campeão (9 vezes) 1960 2016 2
Rio de Janeiro Botafogo 52 Campeão (1968 e 1995) 1962 2016 2*
Rio de Janeiro Flamengo 51 Campeão (5 vezes) 1964 2016
Rio Grande do Sul Internacional 51 Campeão (1975, 1976 e 1979) 1962 2016
Rio de Janeiro Fluminense 50 Campeão (4 vezes) 1960 2016 1**
São Paulo São Paulo 49 Campeão (6 vezes) 1967 2016
Rio de Janeiro Vasco da Gama 49 Campeão (4 vezes) 1959 2015 3
São Paulo Corinthians 48 Campeão (6 vezes) 1967 2016 1
Bahia Bahia 44 Campeão (1959 e 1988) 1959 2014 3
Paraná Atlético Paranaense 40 Campeão (2001) 1959 2016 3
Goiás Goiás 39 3º colocado (2005) 1967 2015 5
Paraná Coritiba 38 Campeão (1985) 1960 2016 4
Pernambuco Sport 38 Campeão (1987) 1959 2016 4
Bahia Vitória 37 Vice-campeão (1993) 1965 2016 5
São Paulo Portuguesa 35 Vice-campeão (1996) 1967 2013 3
Pernambuco Náutico 34 Vice-campeão (1967) 1961 2013 4

*Em 1999, pelo resultado obtido em campo na Série A, o Botafogo seria rebaixado. Houve, no entanto, uma punição ao jogador Sandro Hiroshi e ao seu clube, o São Paulo. Ela tirou seis pontos da equipe paulista nos jogos contra o Internacional e o Botafogo, e repassou-os para os adversários. Com isso, salvou o clube carioca.[60]
**Penúltimo colocado em 1996, o Fluminense deveria ter sido rebaixado, mas foi beneficiado por uma virada de mesa no campeonato daquele ano, em virtude de irregularidades de outros clubes.[61][62] Com isso, não disputou a Série B no ano seguinte. Em 2013, a equipe terminou na 17ª posição da Série A e, com os resultados obtidos em campo, também deveria ter sido rebaixada, o que faria o Fluminense ser o primeiro time a ser rebaixado um ano depois de se consagrar campeão. Foi salvo, porém, depois que o STJD retirou pontos da Portuguesa e do Flamengo, que cairia por isto não fosse o erro da Portuguesa, por conta da escalação irregular do jogador Héverton na última rodada do campeonato.[63][64] Algumas semanas depois, uma liminar na Justiça Comum determinou que a CBF devolvesse os pontos da Portuguesa, assim como antes havia sido concedida liminar ao Flamengo, colocando novamente o Fluminense no grupo dos clubes rebaixados, mas com unanimidade dos oito auditores, foi mantido o resultado da primeira instância.[65]

Participações na Série A no modelo atual

Os 23 clubes que mais participaram da Série A do Campeonato Brasileiro no modelo atual, disputado em pontos corridos (de 2003 a 2016):[66]

Clube UF Participações
Cruzeiro Minas Gerais MG 14
Flamengo Rio de Janeiro RJ 14
Fluminense Rio de Janeiro RJ 14
Internacional Rio Grande do Sul RS 14
Santos São Paulo SP 14
São Paulo São Paulo SP 14
Atlético Mineiro Minas Gerais MG 13
Atlético Paranaense Paraná PR 13
Corinthians São Paulo SP 13
Grêmio Rio Grande do Sul RS 13
Botafogo Rio de Janeiro RJ 12
Palmeiras São Paulo SP 12
Goiás Goiás GO 11
Coritiba Paraná PR 11
Figueirense Santa Catarina SC 11
Vasco da Gama Rio de Janeiro RJ 11
Ponte Preta São Paulo SP 8
Vitória Bahia BA 8
Sport Pernambuco PE 7
Bahia Bahia BA 5
Juventude Rio Grande do Sul RS 5
Náutico Pernambuco PE 5
Paraná Paraná PR 5

Melhores campanhas

Em sistemas mistos

Durante o período entre 1967 e 2002, em que era adotado sistemas mistos, os campeões com melhor desempenho foram:

Pos. Clube Ano J V E D %
Internacional 1976 23 19 1 3 84,1%
Internacional 1979 23 16 7 0 79,7%
Palmeiras 1993 22 16 4 2 78,8%
Flamengo 1982 23 15 6 2 73,9%
Santos 1968 19 12 4 3 73,7%
Flamengo 1980 22 14 6 2 72,7%
Palmeiras 1973 40 25 12 3 72,5%
Internacional 1975 30 19 8 3 72,2%
Palmeiras 1994 31 20 6 5 71,0%
10º Guarani 1978 32 20 8 4 70,8%

Em pontos corridos

A partir de 2003, quando o Campeonato Brasileiro passou a ser disputado no sistema de pontos corridos, os campeões com melhor desempenho foram:

Pos. Clube Ano J V E D %
Cruzeiro 2003 46 31 7 8 72,5%
Corinthians 2015 38 24 9 5 71,1%
Cruzeiro 2014 38 24 8 6 70,2%
São Paulo 2006 38 22 12 4 68,4%
São Paulo 2007 38 23 8 7 67,5%
Fluminense 2012 38 22 11 5 67,5%
Cruzeiro 2013 38 23 7 8 66,7%
São Paulo 2008 38 21 12 5 65,8%
Santos 2004 46 27 8 11 64,5%
10º Corinthians 2005 42 24 9 9 64,3%

Campeões

Títulos no Campeonato Brasileiro Série A

Por clube

Clube Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
São Paulo Palmeiras 9 (1960, 1967(2), 1967(3), 1969, 1972, 1973, 1993, 1994 e 2016) 3 (1970, 1978 e 1997) 0 7 (1964, 1965, 1968(3), 1979, 2004, 2005 e 2008)
São Paulo Santos 8 (1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1968(3), 2002 e 2004) 6 (1959, 1966, 1983, 1995, 2003 e 2007) 2 (1974 e 1998) 1 (2006)
São Paulo São Paulo 6 (1977, 1986, 1991, 2006, 2007 e 2008) 6 (1971, 1973, 1981, 1989, 1990 e 2014) 3 (2003, 2004 e 2009) 4 (1993, 1999, 2012 e 2015)
São Paulo Corinthians 6 (1990, 1998, 1999, 2005, 2011 e 2015) 3 (1976, 1994, 2002) 4 (1967(3), 1969, 1993 e 2010) 5 (1971, 1972, 1982, 1984 e 2014)
Rio de Janeiro Flamengo 5 (1980, 1982, 1983, 1992 e 2009) 1 (1964) 2 (1987 e 2007) 1 (2011)
Minas Gerais Cruzeiro 4 (1966, 2003, 2013 e 2014) 5 (1969, 1974, 1975, 1998 e 2010) 6 (1967(2), 1973, 1989, 1995, 2000 e 2008) 3 (1968(2), 1970 e 2009)
Rio de Janeiro Vasco da Gama 4 (1974, 1989, 1997 e 2000) 4 (1965, 1979, 1984 e 2011) 3 (1959, 1968(3), 1992) 1 ( 1978)
Rio de Janeiro Fluminense 4 (1970, 1984, 2010 e 2012) 0 5 (1960, 1975, 1988, 2001 e 2011) 6 (1966, 1976, 1991, 1995, 2002 e 2007)
Rio Grande do Sul Internacional 3 (1975, 1976 e 1979) 6 (1967(3), 1968(3), 1988, 2005, 2006 e 2009) 6 (1962, 1972, 1978, 1980, 1997 e 2014) 3 (1973, 1974 e 1987)
Rio Grande do Sul Grêmio 2 (1981 e 1996) 3 (1982, 2008 e 2013) 6 (1984, 1990, 2002, 2006, 2012 e 2015) 7 (1959, 1963, 1967(2), 1967(3), 1988, 2000 e 2010)
Rio de Janeiro Botafogo 2 (1968(2),1995) 3 (1962, 1972 e 1992) 2 (1963, 1971) 4 (1969, 1981, 1989 e 2013)
Bahia Bahia 2 (1959 e 1988) 2 (1961 e 1963) 0 1 (1990)
Minas Gerais Atlético Mineiro 1 (1971) 5 (1977, 1980, 1999, 2012 e 2015) 6 (1970, 1976, 1983, 1986, 1991 e 1996) 5 (1985, 1994, 1997, 2001 e 2016)
São Paulo Guarani 1 (1978) 2 (1986 e 1987) 2 (1982 e 1994) 0
Paraná Atlético Paranaense 1 (2001) 1 (2004) 1 (2013) 1 (1983)
Paraná Coritiba 1 (1985) 0 1 (1979) 1 (1980)
Pernambuco Sport 1 (1987) 0 0 1 (1962)
São Paulo São Caetano 0 2 (2000 e 2001) 0 1 (2003)
Ceará Fortaleza 0 2 (1960 e 1968(2)) 0 0
Pernambuco Náutico 0 1 (1967(2)) 3 (1965, 1966 e 1968(2)) 1 (1961)
Bahia Vitória 0 1 (1993) 1 (1999) 0
São Paulo Bragantino 0 1 (1991) 0 1 (1992)
São Paulo Portuguesa 0 1 (1996) 0 1 (1998)
Rio de Janeiro Bangu 0 1 (1985) 0 0
Rio de Janeiro America 0 0 1 (1961) 1 (1986)
Goiás Goiás 0 0 1 (2005) 1 (1996)
Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas 0 0 1 (1985) 0
Ceará Ceará 0 0 1 (1964) 0
Mato Grosso do Sul Operário 0 0 1 (1977) 0
São Paulo Ponte Preta 0 0 1 (1981) 0
Pernambuco Santa Cruz 0 0 0 2 (1960 e 1975)
Paraná Londrina 0 0 0 1 (1977)

Por estado

Estado Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
 São Paulo 30 (1960, 1961, 1962, 1963, 1964, 1965, 1967(2), 1967(3), 1968(3), 1969, 1972, 1973, 1977, 1978, 1986, 1990, 1991, 1993, 1994, 1998, 1999, 2002, 2004, 2005, 2006, 2007, 2008, 2011, 2015 e 2016) 24 (1959, 1966, 1970, 1971, 1973, 1976, 1978, 1981, 1983, 1986, 1987, 1989, 1990, 1991, 1994, 1995, 1996, 1997, 2000, 2001, 2002, 2003, 2007 e 2014) 12 (1967(3), 1969, 1974, 1981, 1982, 1993, 1994, 1998, 2003, 2004, 2009 e 2010) 20 (1964, 1965, 1968(3), 1971, 1972, 1979, 1982, 1984, 1992, 1993, 1998, 1999, 2003, 2004, 2005, 2006, 2008, 2012, 2014 e 2015)
 Rio de Janeiro 15 (1968(2), 1970, 1974, 1980, 1982, 1983, 1984, 1989, 1992, 1995, 1997, 2000, 2009, 2010 e 2012) 9 (1962, 1964, 1965, 1972, 1979, 1984, 1985, 1992 e 2011) 12 (1960, 1961, 1963, 1968(3), 1971, 1975, 1987, 1988, 1992, 2001, 2007 e 2011) 14 (1959, 1966, 1969, 1976, 1978, 1981, 1986, 1989, 1991, 1995, 2002, 2007, 2011 e 2013)
 Minas Gerais 5 (1966, 1971, 2003, 2013 e 2014) 10 (1969, 1974, 1975, 1977, 1980, 1998, 1999, 2010, 2012 e 2015) 12 (1968(2), 1970, 1973, 1976, 1983, 1986, 1989, 1991, 1995, 1996, 2000 e 2008) 8 (1967(2), 1970, 1985, 1994, 1997, 2001, 2009 e 2016)
 Rio Grande do Sul 5 (1975, 1976, 1979, 1981 e 1996) 9 (1967(3), 1968(3), 1982, 1988, 2005, 2006, 2008, 2009 e 2013) 15 (1959, 1962, 1967(2), 1972, 1978, 1980, 1984, 1985, 1990, 1997, 2002, 2006, 2012, 2014 e 2015) 7 (1963, 1967(3), 1973, 1974, 1988, 2000 e 2010)
Bahia Bahia 2 (1959 e 1988) 3 (1961, 1963 e 1993) 1 (1999) 1 (1990)
 Paraná 2 (1985 e 2001) 1 (2004) 3 (1979, 1987 e 2013) 3 (1977, 1980 e 1983)
 Pernambuco 1 (1987) 1 (1967(2)) 2 (1965 e 1966) 5 (1960, 1961, 1962, 1968(2) e 1975)
 Ceará 0 2 (1960 e 1968(2)) 1 (1964) 0
 Goiás 0 0 1 (2005) 1 (1996)
 Mato Grosso do Sul 0 0 1 (1977) 0

Por região

Região Títulos Vices 3º lugar 4º lugar
Sudeste 50 44 36 42
Sul 7 10 17 10
Nordeste 3 6 4 6
Centro-Oeste 0 0 2 1
(2) Em 1967 e 1968, foram realizados dois Campeonatos Brasileiros. Esta colocação refere-se ao torneio denominado na época de Taça Brasil.
(3) Em 1967 e 1968, foram realizados dois Campeonatos Brasileiros. Esta colocação refere-se ao torneio denominado na época de Torneio Roberto Gomes Pedrosa.

Total de temporadas entre os quatro primeiros

Durante as 59 edições do Campeonato Brasileiro, realizadas entre 1959 e 2015, 32 equipes diferentes terminaram o torneio entre os quatro primeiros colocados.[69]

* Atualizado em 7 de dezembro de 2015.

Total G4 Clubes Participações
19 São Paulo São Paulo 48 6 6 3 4
Minas Gerais Cruzeiro 55 4 5 6 4
18 São Paulo Palmeiras 52 8 3 0 7
São Paulo Corinthians 47 6 3 4 5
Rio Grande do Sul Internacional 50 3 6 6 3
Rio Grande do Sul Grêmio 56 2 3 6 7
17 São Paulo Santos 55 8 6 2 1
Minas Gerais Atlético Mineiro 52 1 5 7 4
15 Rio de Janeiro Fluminense 49 4 0 5 6
12 Rio de Janeiro Vasco da Gama 49 4 4 2 2
11 Rio de Janeiro Botafogo 51 2 3 2 4
9 Rio de Janeiro Flamengo 50 5 1 2 1
5 Bahia Bahia 44 2 2 0 1
São Paulo Guarani 29 1 2 2 0
Paraná Atlético Paranaense 39 1 1 2 1
Pernambuco Náutico 34 0 1 2 2
3 Paraná Coritiba 37 1 0 1 1
São Paulo São Caetano 7 0 2 0 1
2 Pernambuco Sport 37 1 0 0 1
Ceará Fortaleza 20 0 2 0 0
Bahia Vitória 36 0 1 1 0
Rio de Janeiro Bangu 11 0 1 0 1
São Paulo Bragantino 9 0 1 0 1
São Paulo Portuguesa 35 0 1 0 1
Rio de Janeiro America 20 0 0 1 1
Goiás Goiás 39 0 0 1 1
Pernambuco Santa Cruz 23 0 0 0 2
1 Rio Grande do Sul Brasil de Pelotas 4 0 0 1 0
Ceará Ceará 21 0 0 1 0
Paraná Londrina 7 0 0 0 1
Mato Grosso do Sul Operário-MS 10 0 0 1 0
São Paulo Ponte Preta 22 0 0 1 0

Campeões invictos

Sobre os campeões

Sobre as partidas finais

Sobre clássicos

  • O Palmeiras detém o maior tabu da história da competição em clássicos, com 25 jogos de invencibilidade sobre o São Paulo de 20 de fevereiro de 1974 a 2 de setembro de 2000, quando perdeu por 3 a 0 para o Tricolor. Durante o período foram 11 vitórias palmeirenses e 14 empates.[76]

Ranking de pontos

Na Era dos pontos corridos (desde 2003)

Durante os 12 anos em que o Campeonato Brasileiro adotou a fórmula de pontos corridos (desde 2003), 40 equipes já participaram. Na tabela abaixo, é possível verificar o desempenho de todas as equipes que disputaram o campeonato desde a primeira edição, em 2003. Números em negrito indicam o recorde (número mais positivo ou negativo) de cada coluna apresentada.[77]

Pos Equipes Temp. Pts J V E D GP GC SG % R Baixa Média Melhor
1 São Paulo São Paulo 13 875 514 249 128 137 801 570 +231 56,7 3 1 3 2 0 67,3 01
2 Minas Gerais Cruzeiro 13 833 514 243 104 167 822 650 +172 54,0 3 1 1 1 0 64,1 01
3 Rio Grande do Sul Internacional 13 806 514 226 126 162 703 591 +112 52,3 0 3 1 0 0 62,0 02
4 São Paulo Santos 13 785 514 217 134 163 801 646 +155 50,9 1 2 0 1 0 60,4 01
5 São Paulo Corinthians 12 759 476 207 136 133 649 526 +123 53,2 3 0 1 1 1 63,2 01
6 Rio de Janeiro Fluminense 13 749 514 204 135 175 726 674 +52 48,6 2 0 1 1 0 57,6 01
7 Rio de Janeiro Flamengo 13 720 514 191 151 172 670 658 +12 46,7 1 0 1 1 0 55,4 01
8 Rio Grande do Sul Grêmio 12 717 472 200 117 155 651 541 +110 50,68 0 2 3 1 1 59,7 02
9 Minas Gerais Atlético Mineiro 12 681 476 186 123 167 689 639 +50 47,7 0 2 0 0 1 56,7 02
10 Paraná Atlético Paranaense 12 673 476 186 115 175 667 649 +18 47,1 0 1 1 0 1 56,1 02
11 São Paulo Palmeiras 11 605 430 164 113 153 590 565 +25 46,9 0 0 0 3 1 55,0 04
12 Goiás Goiás 11 596 438 165 101 172 626 606 +20 45,4 0 0 1 0 2 54,2 03
13 Rio de Janeiro Botafogo 11 581 430 152 125 153 588 567 +21 45 0 0 0 1 1 52,8 04
14 Rio de Janeiro Vasco da Gama 11 578 438 150 128 160 589 634 –45 44,0 0 1 0 0 3 52,5 02
15 Paraná Coritiba 10 526 400 140 106 154 499 507 –8 43,8 0 0 0 0 2 52,6 05
16 Santa Catarina Figueirense 10 513 400 134 111 155 500 572 –72 42,7 0 0 0 0 2 51,3 07
17 Bahia Vitória 7 343 282 91 70 121 355 407 –52 40,5 0 0 0 0 3 49 05
18 São Paulo Ponte Preta 7 340 286 89 74 123 329 430 –101 39,6 0 0 0 0 2 48,5 1010º
19 Pernambuco Sport 6 286 228 74 64 90 278 311 –33 41,8 0 0 0 0 2 47,6 06
20 Paraná Paraná 5 281 210 79 44 87 294 312 –18 44,6 0 0 0 0 1 56,2 05
21 Rio Grande do Sul Juventude 5 266 210 71 50 89 268 327 –59 42,2 0 0 0 0 1 53,2 07
22 Bahia Bahia 5 224 198 55 59 84 207 270 –63 37,7 0 0 0 0 1 44,8 1212º
23 São Paulo São Caetano 4 215 172 65 41 66 209 199 +10 41,6 0 0 0 1 1 53,8 04
24 Pernambuco Náutico 5 200 190 54 38 98 224 318 –94 35,1 0 0 0 0 2 40 1212º
25 Santa Catarina Criciúma 4 188 168 50 38 80 195 266 –71 37,3 0 0 0 0 1 47 1414º
26 Santa Catarina Avaí 4 173 152 44 41 67 193 245 –52 38 0 0 0 0 2 43,2 06
27 São Paulo Guarani 3 147 130 36 39 55 140 180 –40 37,7 0 0 0 0 2 49 1313º
28 Pará Paysandu 3 146 134 41 31 62 193 245 –52 36,3 0 0 0 0 1 48,6 1414º
29 Ceará Fortaleza 3 142 126 36 34 56 155 200 –45 37,6 0 0 0 0 2 47,3 1313º
30 São Paulo Portuguesa 3 127 114 31 38 45 137 157 –20 37,1 0 0 0 0 2 42,3 1616º
31 Goiás Atlético Goianiense 3 120 114 30 30 54 138 169 –31 35,1 0 0 0 0 1 40 1313º
32 Santa Catarina Chapecoense 2 90 76 23 21 32 73 88 –15 39,5 0 0 0 0 0 45 1414º
33 Ceará Ceará 2 86 76 20 26 30 82 108 –26 37,7 0 0 0 0 1 43 1212º
34 São Paulo Grêmio Barueri 2 77 76 19 23 34 98 116 –18 33,8 0 0 0 0 1 38,5 1111º
35 São Paulo Santo André 1 41 38 11 8 19 46 61 –15 36 0 0 0 0 1 41 1818º
36 Distrito Federal (Brasil) Brasiliense 1 41 42 10 11 21 47 67 –20 32,5 0 0 0 0 1 41 2222º
37 Minas Gerais América Mineiro 1 37 38 8 13 17 51 69 –18 32,5 0 0 0 0 1 37 1919º
38 Minas Gerais Ipatinga 1 35 38 9 8 21 37 67 –40 30,7 0 0 0 0 1 35 2020º
39 Santa Catarina Joinville 1 31 38 7 10 21 26 48 –22 27,2 0 0 0 0 1 31 2020º
40 Pernambuco Santa Cruz 1 28 38 7 7 24 41 76 –35 24,6 0 0 0 0 1 28 2020º
41 Rio Grande do Norte América de Natal 1 17 38 4 5 29 24 80 –56 14,9 0 0 0 0 1 17 2020º

Status dos clubes no Campeonato Brasileiro de Futebol de 2016:

Série A de 2016
Série B de 2016
Série C de 2016
Série D de 2016
Sem divisão


Clubes com mais de 1000 jogos disputados

A tabela a seguir apresenta os clubes com mais de 1000 jogos disputados no Campeonato Brasileiro entre 1959 e 2016.

Pos. Clube Total
Minas Gerais Cruzeiro 1367
Rio Grande do Sul Internacional 1367
São Paulo Santos 1365
Rio Grande do Sul Grêmio 1361
Rio de Janeiro Flamengo 1356
São Paulo São Paulo 1348
Minas Gerais Atlético Mineiro 1344
São Paulo Corinthians 1330
Rio de Janeiro Fluminense 1282
10º São Paulo Palmeiras 1276
11º Rio de Janeiro Botafogo 1271
12º Rio de Janeiro Vasco da Gama 1257
13º Paraná Atlético Paranaense 1024
14º Goiás Goiás 1014

O Coritiba (993 jogos) completará 1000 jogos na edição de 2017[78]. O Bahia tem um total de 940 jogos no Campeonato Brasileiro de Futebol, retornando para a Série A em 2017 e podendo alcançar os 1000 jogos em 2018, caso permaneça na Série A e a fórmula de disputa não seja alterada[79].

Artilheiros

Ano a ano

Ano Jogador Clube Gols[80]
1959 Léo Bahia 8
1960 Bececê Fortaleza 7
1961 Pelé Santos 9
1962 Coutinho Santos 7
1963 Ruiter Confiança 9
1964 Pelé Santos 7
1965 Bita Náutico 9
1966 Bita
Toninho Guerreiro
Náutico
Santos
10
1967 (RGP) César Maluco
Ademar
Palmeiras
Flamengo
15
1967 (TB) Chicletes Treze 9
1968 (RGP) Toninho Guerreiro Santos 18
1968 (TB) Ferreti Botafogo 7
1969 Edu America 14
1970 Tostão Cruzeiro 12
1971 Dadá Maravilha Atlético Mineiro 15
1972 Dadá Maravilha
Pedro Rocha
Atlético Mineiro
São Paulo
17
1973 Ramón Santa Cruz 21
1974 Roberto Dinamite Vasco da Gama 16
1975 Flávio Internacional 16
1976 Dadá Maravilha Internacional 16
1977 Reinaldo Atlético Mineiro 26
1978 Paulinho Vasco da Gama 19
1979 César America 13
1980 Zico Flamengo 21
1981 Nunes Flamengo 16
1982 Zico Flamengo 21
1983 Serginho Chulapa Santos 22
1984 Roberto Dinamite Vasco da Gama 16
1985 Edmar Guarani 20
1986 Careca São Paulo 25
1987 Müller São Paulo 10
1988 Nílson Internacional 15
1989 Túlio Maravilha Goiás 11
1990 Charles Bahia 11
1991 Paulinho McLaren Santos 15
1992 Bebeto Vasco da Gama 18
1993 Guga Santos 14
1994 Amoroso
Túlio Maravilha
Guarani
Botafogo
19
1995 Túlio Maravilha Botafogo 23
1996 Paulo Nunes
Renaldo
Grêmio
Atlético Mineiro
16
1997 Edmundo Vasco da Gama 29
1998 Viola Santos 21
1999 Guilherme Atlético Mineiro 28
2000 (MA) Dill
Magno Alves
Romário
Goiás
Fluminense
Vasco da Gama
20
2001 Romário Vasco da Gama 21
2002 Luís Fabiano
Rodrigo Fabri
São Paulo
Grêmio
19
2003 Dimba Goiás 31
2004 Washington Atlético Paranaense 34
2005 Romário Vasco da Gama 22
2006 Souza Goiás 17
2007 Josiel Paraná 20
2008 Keirrison
Kléber Pereira
Washington
Coritiba
Santos
Fluminense
21
2009 Adriano
Diego Tardelli
Flamengo
Atlético Mineiro
19
2010 Jonas Grêmio 23
2011 Borges Santos 23
2012 Fred Fluminense 20
2013 Éderson Atlético Paranaense 21
2014 Fred Fluminense 18
2015 Ricardo Oliveira Santos 20

Clubes com mais artilharias

Pos. Clube Total
São Paulo Santos 12
Rio de Janeiro Vasco da Gama 8
Minas Gerais Atlético Mineiro 6
Rio de Janeiro Flamengo 4
Rio de Janeiro Fluminense 4
Goiás Goiás 4
São Paulo São Paulo 4
Rio de Janeiro Botafogo 3
Rio Grande do Sul Grêmio 3
Rio Grande do Sul Internacional 3
12º Rio de Janeiro America 2
Paraná Atlético Paranaense 2
Bahia Bahia 2
São Paulo Guarani 2
Pernambuco Náutico 2
17º Sergipe Confiança 1
Paraná Coritiba 1
Minas Gerais Cruzeiro 1
Ceará Fortaleza 1
São Paulo Palmeiras 1
Paraná Paraná 1
Pernambuco Santa Cruz 1
Paraíba Treze 1

Maiores goleadas

  • Abaixo segue a lista das maiores goleadas da história do Brasileirão.[81]
Edição Mandante Placar Visitante Data
1 1983 Corinthians São Paulo 10–1 Piauí Tiradentes 9 de fevereiro de 1983
2 1984 Vasco da Gama Rio de Janeiro 9–0 Pará Tuna Luso 14 de fevereiro de 1984
3 1960 Fluminense Rio de Janeiro 8–0 Rio de Janeiro Fonseca 31 de agosto de 1960
1967 Grêmio Rio Grande do Sul 8–0 Santa Catarina Perdigão 19 de novembro de 1967
1981 Flamengo Rio de Janeiro 8–0 Ceará Fortaleza 4 de fevereiro de 1981
6 1968 Santos São Paulo 9–2 Bahia Bahia 10 de outubro de 1968
7 1982 Guarani São Paulo 8–1 Piauí River-PI 4 de fevereiro de 1982
1976 Flamengo Rio de Janeiro 8–1 Maranhão Sampaio Corrêa 16 de setembro de 1976
1980 Vitória Bahia 8–1 Rio Grande do Norte América de Natal 23 de março de 1980
1982 Guarani São Paulo 8–1 Ceará Ceará 7 de fevereiro de 1982
11 1977 Bahia Bahia 7–0 Espírito Santo (estado) Vitória-ES 2 de novembro de 1977
1978 Guarani São Paulo 7–0 Bahia Itabuna 30 de abril de 1978
1982 Vasco da Gama Rio de Janeiro 7–0 Maranhão Moto Club 24 de janeiro de 1982
1982 Vasco da Gama Rio de Janeiro 7–0 Rio Grande do Sul Inter de Santa Maria 10 de março de 1982
1984 Palmeiras São Paulo 7–0 Alagoas CRB 30 de março de 1984
1985 Flamengo Rio de Janeiro 7–0 Pernambuco Santa Cruz 13 de março de 1985
1997 Internacional Rio Grande do Sul 7–0 São Paulo Bragantino 8 de novembro de 1997
2003 Goiás Goiás 7–0 Rio Grande do Sul Juventude 27 de abril de 2003
2003 Bahia Bahia 0–7 Minas Gerais Cruzeiro 14 de dezembro de 2003
2004 São Paulo São Paulo 7–0 Pará Paysandu 28 de setembro de 2004
21 1960 Palmeiras São Paulo 8–2 Ceará Fortaleza 28 de dezembro de 1960
1986 Guarani São Paulo 8–2 Piauí Piauí 12 de outubro de 1986
1993 Guarani São Paulo 8–2 Pará Remo 5 de dezembro de 1993
24 1980 Coritiba Paraná 7–1 Ceará Ferroviário 16 de abril de 1980
1980 Coritiba Paraná 7–1 Espírito Santo (estado) Desportiva Ferroviária 4 de maio de 1980
1982 Atlético Mineiro Minas Gerais 7–1 Espírito Santo (estado) Desportiva Ferroviária 14 de fevereiro de 1982
1982 Vasco da Gama Rio de Janeiro 7–1 Mato Grosso do Sul Operário-MS 14 de março de 1982
1983 Flamengo Rio de Janeiro 7–1 Amazonas Rio Negro 19 de fevereiro de 1983
1997 São Paulo São Paulo 7–1 São Paulo União São João 26 de outubro de 1997
2001 Vasco da Gama Rio de Janeiro 7–1 São Paulo Guarani 5 de agosto de 2001
2001 Vasco da Gama Rio de Janeiro 7–1 São Paulo São Paulo 25 de novembro de 2001
2004 Fluminense Rio de Janeiro 7–1 Rio Grande do Sul Juventude 27 de outubro de 2004
2005 Corinthians São Paulo 7–1 São Paulo Santos 6 de novembro de 2005
2008 Figueirense Santa Catarina 1–7 Rio Grande do Sul Grêmio 24 de julho de 2008

Público

Maiores públicos

Estes são os vinte maiores públicos presentes da história da Série A:

Público Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 155 253 Flamengo Rio de Janeiro 3–0 São Paulo Santos Maracanã 29 de maio 1983 [82]
2 154 335 Flamengo Rio de Janeiro 3–2 Minas Gerais Atlético Mineiro Maracanã 1 de junho 1980 [83]
3 146 043 Fluminense Rio de Janeiro 1–1 São Paulo Corinthians Maracanã 5 de dezembro 1976 [84]
4 138 107 Flamengo Rio de Janeiro 1–1 Rio Grande do Sul Grêmio Maracanã 18 de abril 1982 [83]
5 135 487 Botafogo Rio de Janeiro 3–1 Rio de Janeiro Flamengo Maracanã 19 de abril 1981 [83]
6 128 781 Fluminense Rio de Janeiro 0–0 Rio de Janeiro Vasco da Gama Maracanã 27 de maio 1984 [83]
7 122 001 Botafogo Rio de Janeiro 2–2 Rio de Janeiro Flamengo Maracanã 19 de julho 1992 [83]
8 121 353 Flamengo Rio de Janeiro 1–1 Rio de Janeiro Vasco da Gama Maracanã 8 de maio 1983 [85]
9 120 441 Flamengo Rio de Janeiro 2–1 São Paulo Guarani Maracanã 11 de abril 1982 [86]
10 118 777 Vasco da Gama Rio de Janeiro 2–2 Rio Grande do Sul Internacional Maracanã 28 de julho 1974 [86]
11 118 370 Fluminense Rio de Janeiro 0–0 São Paulo Corinthians Maracanã 20 de maio 1984 [87]
12 118 162 Flamengo Rio de Janeiro 1–0 Minas Gerais Atlético Mineiro Maracanã 29 de novembro 1987 [83]
13 117 353 Botafogo Rio de Janeiro 0–0 Rio de Janeiro Flamengo Maracanã 16 de abril 1981 [88]
14 115 002 Corinthians São Paulo 4–1 Rio de Janeiro Flamengo Morumbi 6 de maio 1984 [88]
15 114 481 Santos São Paulo 2–1 Rio de Janeiro Flamengo Morumbi 12 de maio 1983 [88]
16 113 479 Atlético Mineiro Minas Gerais 0–0 São Paulo Santos Mineirão 15 de maio 1983 [88]
17 113 286 Corinthians São Paulo 2–1 Rio Grande do Sul Internacional Morumbi 21 de novembro 1976 [88]
18 112 993 Vasco da Gama Rio de Janeiro 2–1 Minas Gerais Cruzeiro Maracanã 1 de agosto 1974 [88]
19 112 403 Fluminense Rio de Janeiro 1–1 Minas Gerais Atlético Mineiro Maracanã 20 de dezembro 1970 [89]
20 112 047 Flamengo Rio de Janeiro 1–4 São Paulo Palmeiras Maracanã 9 de dezembro 1979 [83]

Menores públicos

Estes são os onze menores públicos presentes da história da Série A:[PF]

Público Mandante Placar Visitante Estádio Data Ano Ref.
1 55 Juventude Rio Grande do Sul 2–1 São Paulo Portuguesa Olímpico 3 de dezembro 1997 [90]
2 71 Vasco da Gama Rio de Janeiro 1–0 Paraná Paraná São Januário 28 de novembro 1994 [90]
3 74 Atlético Paranaense Paraná 1–1 Santa Catarina Figueirense Couto Pereira 24 de junho 1978 [90]
4 129 Fluminense Rio de Janeiro 0–0 Pernambuco Sport Laranjeiras 11 de novembro 1993 [90]
5 134 Uberaba Minas Gerais 3–2 Rio Grande do Norte América de Natal Uberabão 22 de junho 1978 [90]
6 146 Villa Nova Minas Gerais 0–2 Rio de Janeiro Bangu Mineirão 17 de abril 1985 [90]
7 162 Fluminense Rio de Janeiro 0–2 Rio Grande do Sul Grêmio Rua Bariri 8 de novembro 1997 [90]
Botafogo Rio de Janeiro 3–3 Bahia Vitória Caio Martins 20 de novembro 1996 [90]
9 177 America Rio de Janeiro 1–0 São Paulo Palmeiras São Januário 9 de novembro 1988 [90]
10 187 Goiás Goiás 0–0 Ceará Fortaleza Serra Dourada 27 de outubro 1993 [90]
Vitória Bahia 1–0 Paraná Coritiba Barradão 6 de dezembro 2003 [90]

Outros recordes

  • O jogador mais jovem da história do futebol a conquistar o título de campeão brasileiro foi o meia Diego, do Santos, com 17 anos e nove meses.
  • O jogador mais velho a conquistar o título de campeão brasileiro foi o lateral-esquerdo Zé Roberto, do Palmeiras, com 42 anos e quatro meses.[91]
  • O artilheiro mais jovem é do Santos: Em 1962, Coutinho, 19 anos e 10 meses, com 7 gols.[92]
  • O jogo com o maior número de expulsões da história do Campeonato Brasileiro teve o Goiás Esporte Clube como protagonista. A partida, contra o Cruzeiro, foi válida pelo Brasileirão de 1979. Foram 14 expulsões, sendo 9 do Goiás. O Goiás vencia por 3 a 1 quando o árbitro Aluísio Felisberto da Silva encerrou o jogo, por falta de jogadores.[94]

Observações

  • Caso o campeão da Copa do Brasil termine entre o 1º e o 4º lugar no Campeonato Brasileiro, se abrirá uma vaga na Copa Libertadores para o 5º colocado, que entrará na fase preliminar, enquanto o 4º entrará na fase de grupos.
  • Caso o campeão da Copa Libertadores do ano anterior termine entre os 4 primeiros ele tem vaga direta na fase de grupos. Neste caso o 5º colocado ganha uma vaga para fase preliminar.
  • Caso um clube brasileiro seja campeão da Copa Sul-Americana, tira a vaga do 4º (ou do 5º, conforme acima).

Classificação para competições internacionais

O Brasil tem atualmente 13 vagas nas competições organizadas pela CONMEBOL (5 na Copa Libertadores e 8 na Copa Sul-Americana):

Pelo Campeonato Brasileiro

1º Lugar Copa Libertadores→ Fase de Grupos
2º Lugar Copa Libertadores→ Fase de Grupos
3º Lugar Copa Libertadores→ Fase de Grupos
4º Lugar Copa Libertadores→ Fase Preliminar
5º Lugar[Oit] Copa do Brasil→ Oitavas de final
6º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional
7º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional
8º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional
9º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional
10º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional
11º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional

Pela Copa do Brasil

Campeão da Copa Libertadores→ Fase de Grupos

Pela Copa do Nordeste

1º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional

Pela Copa Verde

1º Lugar Copa Sul-Americana→ Fase Nacional

Notas
  • Oit^ O quinto colocado se classifica para às oitavas da Copa do Brasil e não disputa a Copa Sul-Americana por conta de ambas competições terem datas conflitantes.

Premiações

Troféu oferecido ao campeão do Campeonato desde 2014.

Abaixo, a lista de premiações oferecidas usando-se como base o Campeonato Brasileiro:

Clubes

Jogadores

Direitos televisivos

No Brasil, os direitos de transmissão do campeonato na televisão aberta pertencem a Rede Globo; na televisão por assinatura, ao SporTV e a Fox Sports (apenas melhores momentos); e no sistema de pay-per-view, ao Premiere.

Ver também

Notas

  1. a b c d e Não houve partida final. Foi disputado um quadrangular final para decidir o campeão.
  2. Não houve partida final. Foi disputado um triangular final para decidir o campeão.
  3. a b c d e f g h i j k l m n Campeonato disputado por pontos corridos.

Referências

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