Ignácio de Loyola Brandão

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Ignacio de Loyola Brandão
Data de nascimento 31 de julho de 1936 (79 anos)
Local de nascimento Araraquara
Nacionalidade  brasileiro
Magnum opus Não Verás País Nenhum
Zero
Bebel que a Cidade Comeu
Prémios Jabuti (2008), por O Menino Que Vendia Palavras
Página oficial IgnacioDeLoyolaBrandao.com

Ignácio de Loyola Lopes Brandão (Araraquara, 31 de julho de 1936) é um contista, romancista e jornalista brasileiro[1] .

Filho de um ferroviário, seu primeiro trabalho informal de jornalismo foi em uma crítica de cinema no jornal A Folha Ferroviária, em 1952[1] mas, desde pequeno, Loyola sonhava conquistar o mundo com sua literatura; se não, pelo menos voltar vitorioso para sua cidade natal. Sua carreira começou em 1965 com o lançamento de Depois do Sol, livro de contos no qual o autor já se mostrava um observador curioso da vida na cidade grande, bem como de seus personagens. Trabalhou como editor da Revista Planeta entre 1972 e 1976[2] .

Dono de um "realismo feroz", segundo Antonio Candido, seu romance Zero foi publicado inicialmente em tradução italiana. Quando saiu no Brasil, em 1975, foi proibido pela censura, que só o liberou em 1979.[1] .

Em 2005, virou cronista do jornal "O Estado de S. Paulo"[1] e em 2008, o romance O Menino que Vendia Palavras, publicado pela editora Objetiva, ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de ficção do ano.[1] [3]

Esportes[editar | editar código-fonte]

Contos[editar | editar código-fonte]

  • Depois do sol (1965)
  • Cadeiras proibidas (1976)
  • Obscenidades para uma dona de casa (1981)
  • Cabeças de segunda-feira (1983)
  • O homem do furo na mão (1987)
  • O homem que odiava segunda-feira (1999)
  • Pega ele, Silêncio (1976)

Obras Escritas[editar | editar código-fonte]

  • Não verás país nenhum (1981)
  • A rua de nomes no ar (1988)
  • Manifesto Verde (1989)
  • Strip-tease de Gilda (1995)
  • Sonhando com o demônio (1998)
  • Calcinhas secretas (2003)

Romances[editar | editar código-fonte]

Infanto-juvenis[editar | editar código-fonte]

  • Cães danados (1977). Reescrito e publicado como O menino que não teve medo do medo (1995).
  • O homem que espalhou o deserto (1989)
  • O segredo da nuvem (2006)
  • O Menino que Vendia Palavras (2008)
  • O Menino que Perguntava (2011)

Viagens[editar | editar código-fonte]

  • Cuba de Fidel: viagem à ilha proibida (1978)
  • O verde violentou o muro (1984)

Biografias[editar | editar código-fonte]

  • Fleming, descobridor da penicilina (1973)
  • Edison, o inventor da lâmpada (1973)
  • Ignácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus (1974)
  • Ruth Cardoso - Fragmentos de uma Vida (2010)

Relatos autobiográficos[editar | editar código-fonte]

  • Veia bailarina (1997)
  • A morena da estação (2010)

Teatro[editar | editar código-fonte]

  • A última viagem de Borges (2005)

Prêmios[editar | editar código-fonte]

  • Jabuti de 2008 (melhor ficção) pelo livro O Menino que Vendia Palavras.
  • Melhor Ficção pelo romance Zero. Recebeu este prêmio em julho de 1976.
  • O Menino que vendia palavras - Prémio Fundação Biblioteca Nacional, como melhor livro infanto-juvenil de 2007.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
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Referências

  1. a b c d e Biografia - Ignacio de Loyola Lopes Brandão ou Inácio de Loyola Brandão, Enciclopédia Itaú Cultural, http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa282/ignacio-de-loyola-brandao, visitado em 22 de outrubro de 2014 
  2. Ignacio de Loyola Brandão (Araraquara, 31 de julho de 1936) Festa Literária - Flaq
  3. Mikevis, Dayanne (31 de outubro de 2008). "Surpreso, Loyola Brandão recebe Jabuti de livro do ano de ficção". Folha Online [S.l.: s.n.] Consult. 25 de dezembro de 2008. 
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