Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de PMERJ)
Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro
Brasão PMRJ.PNG
Brasão da PMERJ
País Brasil
Estado  Rio de Janeiro
Corporação Polícia Militar
Subordinação Governador do Estado do Rio de Janeiro
Missão Policiamento ostensivo e preservação da ordem pública
Sigla PMERJ
Criação 13 de maio de 1809 (212 anos)
Aniversários 13 de maio de 1809 e
14 de abril de 1835
Patrono Tiradentes
Marcha Canção do Policial Militar
Lema Servir e Proteger
Cores              azul, vermelho e amarelo (ouro)
Mascote Cão "Bruto"
História
Guerras/batalhas Dia do Fico e Rebelião da Divisão Auxiliadora (1822)
Revolta dos Mercenários (1828)
Rebelião de Miguel de Frias (1832)
Intentona do Barão de Büllow (1832)
Pacificação de Santa Catarina (1837)
Sabinada (1837-38)
Cabanagem (1835-40)
Guerra dos Farrapos (1839-45)
Revolução Liberal de 1842
Questão Christie (1862)
Guerra do Paraguai (1865-70)
Revolta do Quebra-Quilos (1872)
Revolta do Vintém (1879-80)
Proclamação da República
Revolta da Armada
Revolta da Vacina
Primavera de Sangue (1909)
Revolta dos 18 do Forte
Revolução de 1930
Revolução de 1932
Intentona Comunista (1935)
Golpe do Estado Novo (1937)
Levantes Integralistas (1938)
Força Expedicionária Brasileira (1942-45)
Golpe Militar de 1964
Condecorações Flag of Empire of Brazil (1847-1889).svg Pavilhão Imperial, em 1842, por bravura em combate nas Revoltas Liberais
[1]

Medalha de Corrientes: Concedida pelo Governo Argentino ao 12º/44º CVP, por sua bravura na Guerra do Paraguai

Logística
Efetivo 44.000 Militares
Insígnias
Estandarte da PMERJ Estandarte da PMERJ.png
Comando
Secretário de Estado de Polícia Militar/Comandante-Geral Cel PM Luiz Henrique Marinho Pires
Subsecretário Geral de Polícia Militar/Chefe do Estado-Maior Geral Cel PM Carlos Eduardo Sarmento da Costa
Sede
Guarnição Rio de Janeiro, RJ
Bairro Centro
Endereço Rua Evaristo da Veiga, 78
Internet https://www.pmerj.rj.gov.br

A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) tem, por função primordial, o policiamento ostensivo e a preservação da ordem pública no Estado do Rio de Janeiro, sendo uma das forças militares deste estado brasileiro.

Para fins de organização e emprego em situações de guerra, é uma força auxiliar e reserva do Exército Brasileiro, assim como suas coirmãs, e integra o "Sistema de Segurança Pública e Defesa Social" brasileiro. Está subordinada diretamente ao governador do estado do Rio de Janeiro, constituindo a Secretaria de Estado de Polícia Militar (SEPM). Seus integrantes são denominados militares estaduais (artigo 42 da Constituição brasileira), assim como os membros do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ).

História[editar | editar código-fonte]

Guarda Real de Polícia[editar | editar código-fonte]

No início do século XIX, como consequência da campanha Napoleônica de conquista do continente europeu, a Família Real portuguesa, juntamente com sua corte, decidem se mudar para o Brasil. Aqui chegando, a Corte instalou-se na cidade do Rio de Janeiro, iniciando a reorganização do Estado no dia 11 de março de 1808 com a nomeação de ministros.[carece de fontes?]

A segurança pública, na época, era executada pelos chamados quadrilheiros, grupo formado pelo reino português para patrulhar as cidades e vilas daquele país, e que foi estendido ao Brasil colonial. Eles eram responsáveis pelo policiamento das 75 ruas e alamedas da cidade do Rio. Com a chegada dessa "nova população", os quadrilheiros não eram mais suficientes para fazer a proteção da Corte, então com cerca de 60 000 pessoas, sendo mais da metade escravos.[2]

Em 13 de maio de 1809, dia do aniversário do Príncipe Regente, D. João VI criou a Divisão Militar da Guarda Real da Polícia da Corte (DMGRP). A DMGRP inicialmente foi formada por 218 guardas e era composta por um Estado-Maior, 3 companhias de Infantaria e uma companhia de Cavalaria. Seu primeiro comandante foi José Maria Rebello de Andrade Vasconcellos e Souza, ex-capitão da Guarda portuguesa. O mais famoso dos seus comandantes, porém, foi o terceiro: um brasileiro nato, o major de Milícias Miguel Nunes Vidigal, que inclusive é citado no livro "Memórias de um Sargento de Milícias". A DMGRP usava armas e trajes idênticos aos da Guarda Real da Polícia de Lisboa. A Guarda Real de Polícia de Lisboa (força policial-militar criada pelo príncipe regente D. João em dezembro de 1801), era inspirada na Gendarmerie Nationale francesa.[3]

A Guarda Real de Polícia, como ficou primeiramente conhecida a PMERJ, teve participação decisiva em momentos importantes da história brasileira como, por exemplo, na Independência do país. Em 25 de abril de 1821, dom João VI é forçado a retornar para Portugal. Porém, seu filho, o príncipe Dom Pedro, permanece no Brasil. As Cortes de Lisboa, que haviam obrigado o retorno de dom João VI, determinam o imediato retorno de dom Pedro para Portugal. As elites brasileiras, ante isto, promovem um abaixo assinado, cujo movimento entra para a história como Dia do Fico: em 9 de janeiro de 1822, a população é conclamada a dirigir-se a uma residência no centro do Rio de Janeiro e assinar um manifesto pela permanência de dom Pedro. Ante tal ato, o brigadeiro Jorge Avilez, comandante da Divisão Auxiliadora, força de ocupação portuguesa, determina que integrantes daquela força impeçam a realização do ato. Em represália, Miguel Nunes Vidigal determina que as tropas da Guarda Real da Polícia garantam o abaixo assinado e depois escoltem o manifesto até o Paço, para ser entregue ao Príncipe D. Pedro. Ao receber o manifesto, D. Pedro comovido anuncia a sua permanência no Brasil.[4]

A represália vem no dia seguinte, com a rebelião da Divisão Auxiliadora. Esta força, ocupa o Morro do Castelo e ameaça bombardear a cidade, caso dom Pedro não embarque imediatamente para Portugal. A reação se faz imediata: sob o comando do brigadeiro Xavier Curado, tropas fiéis ao príncipe e alinhadas com o desejo de independência, incluindo aí a GRP, reforçadas com populares armados, cercam a Divisão Auxiliadora. Inferiorizado em homens e munições e com pouca água, Avilez se rende, sendo ele e a sua tropa expulsos do país. Têm início as articulações políticas para tornar o Brasil um país independente, que produzem o seu resultado em 7 de setembro de 1822. A corporação, por aclamação popular, passa a se chamar de Guarda Imperial de Polícia, sendo porém negado a mesma a dignidade de ostentar o pavilhão imperial, ao que esta vai perdendo o prestígio que tivera nos tempos de D. João VI.[5]

Em 14 de junho de 1831, um levante de duas companhias da Corporação, em conjunto com o 26º Batalhão de Caçadores do Exército Imperial, traz grandes transtornos à ordem pública e se transforma numa séria ameaça política. Quatro dias depois, a Corporação é extinta, sendo recriada em 10 de outubro do mesmo ano, com o nome de Corpo de Guardas Municipais Permanentes que logo depois se torno a Guarda Municipal do Rio de Janeiro quando Dom Pedro I deixou seu filho Dom Pedro II encarregado dos destinos do país, comprovando que a instituição era indispensável à sociedade. Em 1832, assume o Comando da Corporação o recém-promovido Tenente Coronel Luís Alves de Lima e Silva, o futuro Duque de Caxias. É o primeiro comando militar do futuro Patrono do Exército. Durante sete anos - até 20 de dezembro de 1839, Caxias irá participar de diversas campanhas de repressão a rebeliões empregando os "Permanentes": Rebelião de Miguel de Frias[6] - nesta Caxias junta-se aos "Permanentes" voluntariamente, para logo após se tornar o seu primeiro subcomandante - e ainda: a intentona do Barão de Büllow, em 1832, a pacificação de Santa Catarina, em 1837, a ocupação da região de Paty do Alferes, quando da Rebelião de Manoel Congo, em 1838 - que marca a primeira vez em que forças policiais militares da capital imperial e da província do Rio de Janeiro atuaram em conjunto - e até da Revolta dos Farrapos, em 1839. Em 1842, ambas instituições voltarão a lutar juntas sob o comando de Caxias, compondo as tropas Imperiais que reprimem as Rebeliões Liberais de 1842 em São Paulo e Minas Gerais, onde o Corpo Municipal Permanente da Corte se destaca pela bravura, sendo-lhe permitido, finalmente a honra da condução da bandeira imperial por D. Pedro II.[7]

Guarda Policial da Província fluminense[editar | editar código-fonte]

João Nepomuceno Castrioto, primeiro Comandante-Geral da PMRJ.

Com a criação do Município Neutro (atual área do município do Rio de Janeiro) por meio do Ato Adicional de 12 de agosto de 1834, foi criada, em 14 de abril do ano seguinte, na província, outra força policial denominada Guarda Policial da Província do Rio de Janeiro, por meio da lei provincial nº 16, promulgada pelo então presidente Dr. Joaquim José Rodrigues Torres com sede na cidade de Niterói (que havia sido designada como capital fluminense), responsável pela área atual do interior e da baixada do atual Estado do Rio de Janeiro, que recebeu a alcunha de "Treme-Terra", uma alusão a força e a coragem demonstrada pelos membros daquela Corporação. Seu primeiro comandante foi o capitão João Nepomuceno Castrioto. Por diversas vezes encontrou-se em combate lado-a-lado com sua coirmã do Município da Corte, com a qual, anos mais tarde, viria formar a atual PMERJ, como nas Revoltas Liberais de 1842, quando combateu nas províncias de Minas Gerais e São Paulo e contenção de revoltas de escravos entre outras insurreições armadas Brasil afora.[8]

Guerra do Paraguai[editar | editar código-fonte]

Outro fato histórico que teve participação importante da Polícia Militar fluminense foi o conflito iniciado em 1865 contra o Paraguai. O Brasil formou com Uruguai e a Argentina a chamada Tríplice Aliança.

Na época, como o país não dispunha de um contingente militar suficiente para combater os cerca de 80 mil soldados paraguaios, o governo imperial se viu forçado, então, a criar os chamados "Corpos de Voluntários da Pátria". Em 10 de julho daquele ano, partiram 510 oficiais e praças do Quartel dos Barbonos da Corte, local onde hoje está o situado Quartel General da Polícia Militar. A este grupo, foi dado o nome de "31º Corpo de Voluntários da Pátria". Neste contexto surge o mascote da Corporação: o cão Bruto. Este animal era um cão de rua, que certo dia adentrou no Quartel dos Barbonos e virou mascote da tropa. Quando toda a Infantaria do Corpo seguiu para a Guerra do Paraguai, Bruto seguiu a tropa e embarcou junto com eles. Participou ativamente dos combates, e apesar de ferido, retornou com a tropa. Morreu no Rio de Janeiro, envenenado. Os praças da Corporação mandaram empalhar o seu corpo que está em exposição no Museu da Corporação, no Centro do Rio de Janeiro.[carece de fontes?]

A parte da polícia que cuidava da então província do Rio de Janeiro, a exemplo do que aconteceu na Corte, também enviou contingente de 510 homens à Guerra do Paraguai, sob a designação de "12º Corpo de Voluntários da Pátria", sob o comando do Tenente-Coronel João José de Brito, a qual partiu para o teatro de operações em 18 de fevereiro de 1865. Os feitos heróicos deste corpo de voluntários chegou ao ponto do governo argentino ter criado uma medalha em sua homenagem, cuja utilização foi permitida pelo aviso nº 542 do Exército brasileiro, em 4 de abril de 1867. Inobstante isto, o 12º CVP foi dizimado na guerra, sendo os seus sobreviventes empregados - juntamente com integrantes de outros Corpos de Voluntários - para compor o 44º CVP. Este Corpo de Voluntários, sob o Comando do então Major Floriano Peixoto, em heroica carga, capturou uma bateria de canhões inimigos.[carece de fontes?]

A participação dos CVPs foi de grande importância em todas as batalhas das quais tomou parte: Tuiuti, Curupaiti, Humaitá, Estero Bellaco, Estabelecimento, Surubií, Lomas Valentinas, Itapiru, Angostura, Avaí e Cerro Corá.[carece de fontes?]

República[editar | editar código-fonte]

Policiamento ciclístico na cidade do Rio (déc. de 1950)
Militares da PMERJ no Palácio Guanabara durante o Golpe Militar de 1964

Durante a proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, a PMERJ foi a única Corporação policial a se fazer presente naquele momento, com suas tropas estacionadas no Campo de Santana. Naquele momento histórico, assumiu a chefia do governo fluminense Francisco Vítor da Fonseca e Silva, então comandante do Corpo Policial da Província, sendo o primeiro governante republicano do estado do Rio.[carece de fontes?]

Nas décadas seguintes, a PMERJ viu-se envolvida, seja por ser a força policial da capital federal ou de um dos principais estados brasileiros, nos diversos aos conflitos políticos e sociais estaduais que apareceram pelo país, onde foi empregada, sozinha ou como corpo auxiliar do Exército. Nesse contexto entram as Revoltas da Armada e da Vacina, as Revoluções de 1930, Constitucionalista de 1932, entre outros movimentos.[carece de fontes?]

Em 1942, com o estado de guerra entre o Brasil e a Alemanha, o governo brasileiro se prepara para enviar à Europa uma Divisão de Infantaria Expedicionária. No afã de recompletar seus quadros, o Exército recebe praças graduados da PMDF para recompletar suas unidades que estavam com efetivo de paz (somente 1/3 do efetivo). Entre os policiais militares que são transferidos para a FEB, está o 3º Sargento Max Wolff Filho, que vem a falecer em combate na Itália, já como 2º Sargento.[carece de fontes?]

Em 1960, a capital do país foi transferida para Brasília e o antigo Distrito Federal, onde se situava a cidade do Rio de Janeiro, se tornou o estado da Guanabara. A instituição, que naquele momento era denominada Polícia Militar do Distrito Federal, passou a ser chamada Polícia Militar do Estado da Guanabara (PMEG).[carece de fontes?]

1947-1980: Fusão dos estados do Rio e da Guanabara[editar | editar código-fonte]

No restante do estado, a corporação ganhou o nome de Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro já no ano de 1947, porém com o acrônimo PMERJ. Em 1974, o Governo Federal decide reunir os dois estados através da Lei Complementar nº 20, que determinava a fusão do Rio de Janeiro e da Guanabara em 15 de março de 1975. Ainda segundo essa lei, a nova unidade da federação receberia o nome de Estado do Rio de Janeiro e, consequentemente, fundir-se-iam as duas Corporações policiais-militares. Surgiu então a corporação assim como a conhecemos hoje, com seu Quartel-General no antigo Quartel dos Barbonos, no Centro da cidade do Rio de Janeiro.[carece de fontes?]

Na década de 1980, assume o comando da Corporação o coronel Carlos Magno Nazareth Cerqueira, oficial culto e professo defensor dos Direitos Humanos. Ele esboça a primeira tentativa de mudança dos paradigmas operacionais da `Polícia Militar, buscando conduzi-la para uma visão mais democrática, apagando a formação de força repressora com que fora caracterizada ao longo de dois governos de exceção: o "Estado Novo" e os "Anos de Chumbo". Graças aos esforços do coronel Cerqueira, doutrinas e programas que hoje são corriqueiros, como o PROERD e a filosofia de Policiamento Comunitário, tornam-se lugar presente na PMERJ e espalham-se para outras Polícias Militares.[carece de fontes?]

Muito famosos nas radio-patrulhas da PMERJ durante as décadas de 70 e 80: O Fusca

Em toda sua história, a PMERJ já teve seis diferentes nomes na área do antigo Estado do Rio de Janeiro:

  • Guarda Policial da Província do Rio de Janeiro - 1835
  • Corpo Policial da Província do Rio de Janeiro - 1844
  • Corpo Policial Provisório da Província do Rio de Janeiro - 1865
  • Força Militar do Estado do Rio de Janeiro - 1889
  • Força Pública do Estado do Rio de Janeiro - 1920
  • Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro - 1947

E doze diferentes nomes na área da atual capital fluminense:

  • Divisão Militar da Guarda Real de Polícia - 1809
  • Corpo de Guardas Municipais Permanentes - 1831
  • Corpo Municipal Permanente da Corte - 1842
  • Corpo Policial da Corte - 1858
  • Corpo Militar de Polícia da Corte - 1866
  • Corpo Militar de Polícia do Município Neutro - 1889
  • Regimento Policial da Capital Federal - 1890
  • Brigada Policial da Capital Federal - 1890
  • Força Policial do Distrito Federal - 1905
  • Brigada Policial do Distrito Federal - 1911
  • Polícia Militar do Distrito Federal - 1920
  • Polícia Militar do Estado da Guanabara - 1960

Hoje, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro tem mais de 49 500 homens espalhados pelo estado, em 42 batalhões que fazem o policiamento ostensivo ordinário e outras unidades operacionais especializadas sob 11 Comandos Intermediários (Cmdo Itrm), além de outras unidades médico-hospitalares, educacionais e administrativas.[carece de fontes?]

Cabe destacar o papel desempenhado por militares da PMERJ, ao longo da década de 1990 e neste início de século XXI, em operações sob as ordens das Nações Unidas, em cooperação com o Exército Brasileiro em Angola, Moçambique, Timor-Leste, Sudão e no Haiti, em forças de estabilização e de paz.[carece de fontes?]

Atribuições[editar | editar código-fonte]

As atribuições constitucionais da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro estão previstas no § 5º do artigo 144 da Constituição Federal: “às polícias militares cabem a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública”.[carece de fontes?]

Além disso, a PMERJ também atua efetivamente:

Radio-patrulha e cabine da PMERJ em 2015.
  • No combate ao crime organizado, através de operações para a captura de criminosos ou apreensão de armas, drogas ou contrabando;
  • No atendimento direto à população, ajudando no transporte de doentes, na orientação de pessoas em dificuldades, na intervenção de disputas domésticas, no encaminhamento da população carente aos órgãos responsáveis por problemas de saneamento, habitação;
  • No policiamento especializado em áreas turísticas, estádios, grandes eventos e festas populares.
  • No controle e orientação do trânsito, mediante convênios com as prefeituras;
  • Na fiscalização e controle da frota de veículos, em ações integradas com outros órgãos públicos;
  • Na preservação da flora, da fauna e do meio ambiente, através de batalhão especializado;
  • No serviço de segurança externo das unidades prisionais e na escolta de presos de alta periculosidade;
  • No serviço de segurança de Fóruns de Justiça em municípios de todo o Estado;
  • No apoio a oficiais de Justiça em situações de reintegração de posse e outras determinações judiciais com risco;
  • Na segurança de autoridades do Executivo, do Legislativo e do Judiciário;
  • Na segurança de testemunhas e pessoas sob ameaça;
  • No apoio a órgãos públicos, estaduais e municipais, em atividades como ações junto à população de rua e trato com crianças e adolescentes em situação de risco social;
  • na segurança dos estádios de futebol.

Comandos[editar | editar código-fonte]

Estrutura de comando e administração da PMERJ.
Estrutura de comando e operações da PMERJ.

O Quartel General da corporação está localizado no Centro da capital fluminense, onde se localizam grande parte dos órgãos responsáveis pela administração em nível estratégico, ou seja, o Comando Geral, o Estado-Maior Geral, subsecretarias, diretorias entre outros. Tal aquartelamento foi projetado em 1732 pelo engenheiro militar José Fernandes Pinto Alpoim, tornando-se o convento de Nossa Senhora da Oliveira e, em seguida, serviu aos frades franciscanos italianos, conhecidos como os "barbonos", e a frades carmelitas. Está em posse da PMERJ desde sua doação pelos carmelitas, em 1831, para a instalação de uma unidade policial que ficasse responsável pela segurança da região onde estava o Aqueduto da Carioca, bem como um dos locais de maior movimentação de pessoas na cidade do Rio de Janeiro, hoje conhecido como Largo da Carioca.[9]

Com o intuito de descentralizar as ações do Comando Geral da PMERJ existem comandos intermediários chamados de Comando de Policiamento de Área (CPA), que ficam responsáveis pela organização e mobilização do policiamento em cada região do estado do Rio de Janeiro, adaptando a ação da corporação às realidades locais.[carece de fontes?]

A exceção a essa regra fica com o Comando de Policiamento Pacificador (CPP), que tem sob seu controle as Unidades de Polícia Pacificadora que policiam áreas carentes da capital do estado, o Comando de Policiamento Especializado (CPE), ao qual estão subordinados as unidades de policiamento especializado, o Comando de Operações Especiais (COE), ao qual se subordinam as unidades de operações especiais, e o Comando de Policiamento Ambiental (CPAm), responsável pela coordenação do policiamento nas unidades de proteção ambiental fluminenses.[carece de fontes?]

A partir de 2009, os Comandos de Policiamento de Áreas passaram a representar as Regiões Integradas de Segurança Pública (RISP), em conjunto com os Departamentos de Polícia de Área da PCERJ, sob as quais se organizam as Áreas Integradas de Segurança Pública (AISP), com áreas que correspondem aos Batalhões de Polícia Militar. Essas estruturas visam a integração entre as companhias dos batalhões e as delegacias policiais, sendo que a área de atuação dessas formam as Circunscrições Integradas de Segurança Pública (CISP), cuja ideia é, ao fim, tornar mais eficiente o combate a criminalidade, com a integração operacional e administrativa entre as corporações policiais fluminenses, estabelecendo metas e premiações para aquelas que apresentem maior redução.[carece de fontes?]

Comandos Intermediários
1º CPA
2º CPA
3º CPA
4º CPA
5º CPA
6º CPA
7º CPA
CPP
CPE
COE
CPAm
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Mesquita
Niterói
Volta Redonda
Campos dos
Goytacazes
Teresópolis
Rio de Janeiro
Niterói
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro

Batalhões e unidades especiais[editar | editar código-fonte]

A PMERJ possui diversas unidades que fazem policiamento especializado e ostensivo ordinário.[carece de fontes?]

Batalhões de área[editar | editar código-fonte]

Estrutura Operacional

Policiamento comunitário (UPP)[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Unidade de Polícia Pacificadora
Cerimônia de troca de comando de 25 Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) das 34 unidades implantadas desde 2008.
Veículo blindado da PMERJ em operação no Complexo do Alemão.
Policial do BOPE

Unidades especializadas[editar | editar código-fonte]

Policial do Batalhão de Choque se preparando para agir em manifestação.

Subordinadas ao Comando de Operações Especiais (COE):

Subordinadas ao Comando de Policiamento Especializado (CPE):

  • Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv)
  • Batalhão de Policiamento de Vias Expressas (BPVE)
  • Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTur)
  • Regimento de Polícia Montada (RPMont)
  • Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidões (RECoM)
  • Batalhão Especializado em Policiamento de Estádios (BEPE)
  • Grupamento de Polícia Ferroviária (GPFer)

Subordinadas ao Comando de Policiamento Ambiental (CPAm):

Unidades correicionais[editar | editar código-fonte]

  • Unidade Prisional - UP
  • Centro de Criminalística - CCrim
  • 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar - 1ª DPJM (Zonas Central, Norte e Sul do Rio de Janeiro)
  • 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar - 2ª DPJM (Zona Oeste do Rio de Janeiro)
  • 3ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar - 3ª DPJM (Baixada Fluminense)
  • 4ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar - 4ª DPJM (Grande Niterói e Região dos Lagos)
  • 5ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar - 5ª DPJM (Sul Fluminense e Centro Sul Fluminense)
  • 6ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar - 6ª DPJM (Norte e Noroeste Fluminense)
  • 7ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar - 7ª DPJM (Serra Fluminense)
  • 8ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar - 8ª DPJM (Investigações Especiais)

Armamentos e equipamentos[editar | editar código-fonte]

Equipamento Tipo Origem Nota Foto
Mq M968 MosqueFAL Fuzil de ação de ferrolho  Brasil Treinamento básico. Mauser.jpg
FN FAL Fuzil de assalto  Bélgica Padrão. German FAL-G1.jpg
ParaFAL Fuzil de assalto  Bélgica/ Brasil Padrão. Un FN FAL version Para.jpg
IMBEL IA-2 Carabina de assalto  Brasil Padrão. Ia2 rebatido.jpg
Taurus T-4 Carabina de assalto  Brasil Padrão.
FN Minimi Metralhadora  Bélgica BOPE. M249 FN MINIMI DA-SC-85-11586 c1.jpg
Heckler & Koch PSG1 Fuzil de precisão  Alemanha BOPE. H&K PSG-1 Sniper Rifle.jpg
M16A2 Fuzil de assalto  Estados Unidos BPChq e BOPE. M16A1 brimob.jpg
AR-10 Fuzil de assalto  Estados Unidos BOPE.
IMBEL MD2 Fuzil de assalto  Brasil BAC e BOPE Imbel md2.jpg
M4 Carabina de assalto  Estados Unidos Padrão. CQBR-alone.jpg
AR15 Fuzil  Estados Unidos BOPE. AR-15 Sporter SP1 Carbine.JPG
Taurus CTT-40 Carabina  Brasil Padrão.
Remington Model 1100 Escopeta  Estados Unidos BPChq. Remington 1100 Tactical 8 Rounds.jpg
Pump CBC shotgun Escopeta  Brasil Padrão.
Mossberg 500 Escopeta  Estados Unidos BPChq e BOPE. PEO Mossberg 590A1.jpg
MP5 Sub-metralhadora  Alemanha BOPE. MP5A3.jpg
FN P90 Sub-metralhadora  Bélgica BOPE. FN-P90 2.jpg
Imbel MT-12 Sub-metralhadora  Brasil Padrão (em desuso). Beretta M12.jpg
TAURUS FAMAE in .40 Sub-metralhadora  Brasil BPChq. DCB Shooting FAMAE.jpg
Glock G22 Pistola  Austrália Padrão.
Taurus PT 100 Pistola  Brasil Padrão. TaurusPT92.jpg
Taurus PT 840 Pistola  Brasil Padrão. Taurus-PT24-p1030114.jpg
Pistola Taser Arma não letal  Brasil Padrão. M26 Taser.jpg
Granada explosiva com gás pimenta Arma não letal  Brasil BPChq.
Spray de pimenta Arma não letal  Brasil Padrão. Tipos.jpg
Gás lacrimogêneo Arma não letal  Brasil BPChq. Tear gas shells used in istanbul in 2013.jpg

Veículos[editar | editar código-fonte]

Modelo Montadora Tipo Nota Foto
Corolla Toyota Rádio patrulha Padrão
EAzyiybWkAEfsiD.jpg
Hillux Toyota Rádio patrulha Padrão
Hilux PMERJ.jpg
Versa Nissan Rádio patrulha Padrão
Versa PMERJ.jpg
Ka+ Ford Rádio patrulha Padrão
CMF-Viaturas-PM-11.jpg
Ranger Ford Patrulhamento tático Padrão
Pm-sg 00054100 0.jpg
Amarok Volkswagen Patrulhamento especializado BPChq Pick up da CORE.jpg
Master Renault Viatura de transporte tático BPChq e BPRv Rocinha depois de tiroteio 2 cropped.jpg
Daily Iveco Viatura de transporte tático BOPE e VPM Comando CIntPM (6538811665).jpg
Ducato FIAT Posto móvel Padrão BPTur (8068440577).jpg
XT660 Yamaha Moto patrulha Padrão PM Inicio Substituicao na Mare 1 cropped.jpg
CB600 Honda Moto tática de patrulhamento GTM-BPChq
Constellation Volkswagen Viatura antidistúrbio BPChq VW Constellation BRA.JPG
Steel Force - Viatura blindada antidistúrbio BPChq BPChoque (14489202261).jpg
Ford Cargo 815 Ford Motor Company Viatura Blindada de Transporte de Pessoal (VBTP) BPChq, BOPE e subunidades táticas Blindado-CORE.JPG
VW Cargo 1722 Volkswagen Viatura Blindada de Transporte de Pessoal (VBTP BPChq, BOPE e subunidades táticas) CORE (6556397179).jpg
Maverick Paramount Group Viatura Blindada de Transporte de Pessoal (VBTP BPChq e BOPE Blindados2.jpg

Aeronaves[editar | editar código-fonte]

Todas as aeronaves da PMERJ estão empregadas no Grupamento Aeromóvel.

Modelo Tipo Versão Quantidade Foto Notas
Schweizer 300 Treinamento Schweizer 300 CBi 1 Schweizer269C-G-BWAV.JPG Designado Fênix 06 (PR-LEI)
HB-350 Rádio Patrulha Aérea HB-350B3 4 Operação Rio de Janeiro Esquilo HB-350.jpg
  • Designados Fênix 01 (PP-EPN), 02 (PP-EMA), 07 (PP-OPE) e 10 (PP-RJJ)
  • Fênix 03 (PR-EPM) foi derrubado por narcotraficantes durante operação policial no Morro dos Macacos em Vila Isabel, cidade do Rio de Janeiro, em 2009[10]. Fênix 04 (PR-IDR) sofreu uma queda em novembro de 2016 devido a "perda de efetividade do rotor de cauda"[11]. Fênix 08 (PP-ECF) caiu na Baía de Guanabara em circunstâncias desconhecidas no dia 14 de janeiro de 2019; a Aeronáutica investiga o ocorrido[12].
Bell Huey II Operações Especiais e transporte de tropa. Huey II 1 Águia3.JPG Designado Fênix 05 (PR-COE)
Eurocopter EC 145 Rádio Patrulha Aérea/Socorro EC145 1 EC145 gam.jpg Designado Fênix 09 (PR-PMR)

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

Violência[editar | editar código-fonte]

Em 2008, a PMERJ chegou ser considerada a polícia mais letal do mundo, ao registrar 1 330 autos de resistência (quando o agente de segurança pública alega ter matado em confronto), número superior a todas as divisões policiais dos Estados Unidos (370 vítimas em ações policiais), da África do Sul (consideradas as mais violentas do mundo, com 681 vítimas) e da Argentina (288 mortes). Em relação a países europeus, duas pessoas foram mortas em confronto com a polícia da França em 2003, mesmo número registrado no Reino Unido, enquanto em Portugal apenas uma pessoa morreu no mesmo período.[13]

De acordo com dados do 9º Anuário de Segurança Pública, publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) em outubro de 2015, as forças policiais do Rio de Janeiro são as mais letais do Brasil. De acordo com estimativas de 2014, a cada 100 mil habitantes do estado, 3,5 pessoas morreram por conta de algum tipo de intervenção policial. Os estados de Amapá (3,3), Alagoas (2,3), São Paulo (2,1) e Pará (1,9) aparecem na sequência.[14] O Atlas da Violência 2016 também apontou a PMERJ como a mais violenta do país, apontamento feito anteriormente pela Anistia Internacional. Em 2015, 600 pessoas vítimas de homicídio decorrente de intervenção policial, especialmente em territórios de favelas e periferias.[15]

Cabe salientar que tais dados, em geral, omitem a situação em que a Polícia Militar atua nas comunidades carentes do estado, em especial da capital fluminense, onde narcotraficantes se entrincheiram fortemente armados, utilizando a população como escudo para sua proteção, situação similar a ocorrida em regiões da [{Colômbia]], nos anos 1980 a 2000.

Corrupção[editar | editar código-fonte]

De acordo com a Pesquisa Nacional de Vitimização de 2013, encomendada pelo Ministério da Justiça e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento ao instituto Datafolha, a PMERJ também é a polícia mais corrupta do país, sendo que do total de pessoas extorquidas por policiais militares no Brasil, 30,2% são do estado do Rio de Janeiro. Segundo o levantamento, o estado tem mais vítimas desse crime do que todos os demais estados da Região Sudeste somados, inclusive São Paulo, que tem a maior população. A amostra da pesquisa foi de 78 mil pessoas e foi preparada desde 2010.[16]

De acordo com uma pesquisa de 2014 feita pelo Instituto Gerp, a maior parcela dos cariocas (39%) identifica a corrupção como o principal problema da Corporação. O excesso de violência é o quarto quesito apontado (8%), além da falta de treinamento (20%) e a remuneração (13%).[17]

Em 2017, a Polícia Civil fluminense realizou a operação Calabar, em conjunto com a Corregedoria da Polícia Militar e o Ministério Público estadual, onde prenderam 96 policiais militares, acusados de recebimento de propina que renderiam cerca de R$ 1 milhão por mês.[18][19][20]

No ano de 2019, o comando da Polícia Militar transforma sua 8ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar, da Corregedoria Geral, anteriormente voltada para atuação em crimes ocorridos em áreas com Unidades de Polícia Pacificadora, em uma unidade de especializada em investigação de crimes complexos, como a investigações de mortes de policiais militares em serviço, formação de quadrilhas ou bandos armados, popularmente conhecidas como "milícias", entre outros.[21]

Viés político[editar | editar código-fonte]

Em julho de 2020, uma reportagem do UOL, feita com base na Lei de acesso à informação, mostrou que policiais da PM do Rio associava manifestantes de oposição do governo a vandalismo, mas elogiava bolsonaristas.[22]


Operações militares na pandemia[editar | editar código-fonte]

No dia 4 de fevereiro de 2021, a Defensoria Pública do Estado disse que vai cobrar explicações da PM do Rio sobre o alto número de operações militares feitas no Rio, indo contra o STF, que só permite que sejam realizadas "ações excepcionais".[23]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • História da Polícia Militar do Districto Federal Vol I (1809 a 1889)
  • História da Polícia Militar do Districto Federal Vol II (1890 a 1919)
  • História da Polícia Militar do Districto Federal Vol III (1920 a 1930)
  • Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro: Resumo Histórico - 1988
  • A República das Milícias: Dos Esquadrões da Morte à Era Bolsonaro, Bruno Paes Manso, Editora Todavia[24]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. História da Polícia Militar do Districto Federal, Vol I (1809-1889), pag 190
  2. História da polícia do Rio de Janeiro: aspectos da cidade e da vida carioca: 1565-1831 / Mello Barreto Filho e Hermeto Lima.
  3. História da polícia do Rio de Janeiro: aspectos da cidade e da vida carioca: 1565-1831 / Mello Barreto Filho e Hermeto Lima.
  4. História da polícia do Rio de Janeiro: aspectos da cidade e da vida carioca: 1565-1831 / Mello Barreto Filho e Hermeto Lima.
  5. História da polícia do Rio de Janeiro: aspectos da cidade e da vida carioca: 1565-1831 / Mello Barreto Filho e Hermeto Lima.
  6. História da Polícia Militar do Districto Federal, Vol 1 (1809-1889) pág. 127/128
  7. História da polícia do Rio de Janeiro: aspectos da cidade e da vida carioca: 1565-1831 / Mello Barreto Filho e Hermeto Lima.
  8. História da Polícia Militar do Districto Federal, Vol. 1 (1809-1889) pág. 128
  9. encontro2014.rj.anpuh.org - pdf - Polícia Militar do Distrito Federal - Guardiã da Primeira República?
  10. «MP denuncia quatro traficantes por queda de helicóptero». Extra Online. Consultado em 15 de janeiro de 2019 
  11. «Aeronáutica conclui investigação sobre queda de helicóptero da PM na Cidade de Deus». G1 
  12. «Helicóptero da Polícia Militar cai no mar, perto da Linha Vermelha». Extra Online. Consultado em 15 de janeiro de 2019 
  13. O Estado de S. Paulo, ed. (9 de julho de 2008). «Polícia do Rio de Janeiro é a que mais mata no mundo». Consultado em 5 de abril de 2016 
  14. UOL, ed. (1 de dezembro de 2015). «Rio de Janeiro tem a polícia mais letal do país». Consultado em 5 de abril de 2016 
  15. Thiago de Araújo (5 de abril de 2016). Revista Exame, ed. «Polícia mais violenta do Brasil mata sete pessoas em 2 dias» 
  16. Extra, ed. (6 de abril de 2013). «Polícia Militar do Rio é a mais corrupta do país, mostra pesquisa». Consultado em 6 de abril de 2016 
  17. Jornal O Dia, ed. (26 de maio de 2014). «Cariocas apontam corrupção como o maior problema da Polícia Militar». Consultado em 6 de abril de 2015 
  18. Cruz, Adriana; Magalhães, Maria Inez (29 de junho de 2017). «Polícia realiza megaoperação para prender 96 PMs». O Dia. Consultado em 29 de junho de 2017 
  19. Freire, Felipe; Leitão, Leslie; Satriano, Nicolás (29 de junho de 2017). «Polícia Civil do RJ deflagra megaoperação para prender 96 PMs e 70 traficantes». G1. Consultado em 29 de junho de 2017 
  20. «Megaoperação no Rio tenta prender 95 PMs suspeitos de corrupção». UOL. 29 de junho de 2017. Consultado em 29 de junho de 2017 
  21. «Apenas 16 de mais de 1,9 mil inquéritos que investigam policiais militares são sobre ligação com milícia». O Globo. 29 de novembro de 2019. Consultado em 07 de setembro de 2020  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  22. «PM do Rio associa partidos de oposição a vandalismo e elogia bolsonaristas em atos». UOL, RIO. Consultado em 12 de julho de 2020 
  23. «Rio teve 239 operações policiais em comunidades mesmo após STF ordenar "só ações excepcionais"». Metrópoles. 4 de fevereiro de 2021. Consultado em 5 de fevereiro de 2021 
  24. «Página Cinco - Livro aponta Jair Bolsonaro como capitão da "República das Milícias"». www.uol.com.br. Consultado em 26 de outubro de 2020 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro