Estádio Olímpico João Havelange

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Stadium Rio
Olímpico João Havelange
Stitched 003.jpg
Panorâmica durante a reinauguração, em 19 de setembro de 2007.
Nomes
Nome Estádio Olímpico João Havelange
Apelido Engenhão, Stadium Rio
Características
Local Rio de Janeiro, RJ
Gramado Natural (105 x 68 m)
Capacidade 46.931 pessoas[1]
Construção
Data 2003 a 2007
Custo R$ 380 milhões
Inauguração
Data 30 de junho de 2007
Partida inaugural Fluminense 1 - 2 Botafogo
Primeiro gol Alex Dias (Fluminense)
Recordes
Público recorde 43.810
Data recorde 30 de junho de 2007
Partida com mais público Fluminense 1-2 Botafogo
Outras informações
Expandido 2013 (previsão)
Fechado 2013 (interditado)
Proprietário Prefeitura do Rio de Janeiro
Administrador Botafogo
Arquiteto Carlos Porto
Mandante Botafogo

Conhecido popularmente por Engenhão devido à sua localização, no bairro Engenho de Dentro, o Estádio Olímpico João Havelange,[2] também denominado, a partir de 2010, Stadium Rio,[3] , é um estádio poliesportivo localizado no antigo terreno da Rede Ferroviária Federal, localizado no bairro do Engenho de Dentro, na cidade do Rio de Janeiro.

Construído no governo Cesar Maia e de propriedade municipal, mas arrendado pelo Botafogo F.R. [4] no ano de sua inauguração até 2027, com possibilidade de renovação de maneira unilateral por mais 20 anos, portanto até 2047, o local foi levantado para sediar as competições de atletismo e futebol dos Jogos Pan-americanos de 2007.

Atualmente, tem capacidade total para mais de 46 mil pessoas sentadas, porém, sofrerá ampliação para 60 mil espectadores visando a realização da Olimpíada de 2016.

Considerado o estádio mais moderno e o mais bonito da América Latina à época de sua construção,[5] seu gramado tem dimensões de 105 x 68m e o arrendatário do estádio é o Botafogo de Futebol e Regatas.

O Estádio está interditado desde fim do março de 2013 por problemas estruturais em sua cobertura.

Construção[editar | editar código-fonte]

Obras em fevereiro de 2006.

Inicialmente orçado em R$ 60 milhões,[6] o Estádio Olímpico João Havelange teve um custo final mais de seis vezes do esperado, R$ 380 milhões. O projeto do estádio foi elaborado pelos arquitetos Carlos Porto, Gilson Santos, Geraldo Lopes e José Raymundo Ferreira Gomes [7] que, desde 1995, vinham estudando projetos de estádios no mundo todo, para fazer um estádio moderno para o Pan 2007.

A pedra fundamental foi lançada em 16 de dezembro de 2003, sendo a primeira construção iniciada para os Jogos Pan-americanos de 2007, e a obra finalizada a pouco menos de um mês para o início do evento.[8] A data de conclusão da obra foi adiada cerca de quatro vezes, estava prevista para ser concluída em meados de 2006, passou para o final do mesmo ano, posteriormente para a metade do primeiro semestre de 2007, até a semana de inauguração.

As obras [9] foram administradas pelo Consórcio Odebrecht[10] e OAS, sob fiscalização da Riourbe, da Secretaria de Obras do Município do Rio de Janeiro. Cerca de quatro mil homens trabalharam na construção do Engenhão.[11] Durante as obras, foi registrada uma morte, a do operário Odair Dama da Silva, de 27 anos, que não resistiu aos ferimentos causados por uma queda de aproximadamente 14 metros de altura em fevereiro de 2007.[12] No mês seguinte, houve uma greve dos operários reivindicando melhores condições de serviços,[13] que logo foi contornada.

Obras em abril de 2007.

O anel de concreto do estádio foi fechado em setembro de 2006. O gramado do campo foi plantado em abril de 2007, foram 260 rolos de uma grama especial para o estádio.[14] As cadeiras da arquibancada foram instaladas após este processo. A iluminação foi testada pela primeira vez a duas semanas da inauguração oficial.

Para a partida de inauguração do estádio, Botafogo contra Fluminense, os goleiros dos clubes fizeram, três dias antes, a inspeção da iluminação e do gramado.[15] No dia do jogo, uma pequena porção das arquibancadas inferiores atrás do gol direito às cabines de televisão não tinham sido instaladas. Durante o Pan, o mesmo local ainda carecia das cadeiras, sendo corrigido apenas após o evento continental.

Manutenção e conservação[editar | editar código-fonte]

As arquibancadas possuem largos corredores de circulação.

Os reparos de manutenção do estádio foram orçados à época da licitação ao patamar de R$ 400 mil por mês.[16] Todavia, foram pontuais alguns gastos, como o feito em maio de 2008, quando foram duplicadas, em parceria com a empresa Telemática, as catracas dos alas Leste e Oeste, passando de dez para vinte, mantendo o número de dez catracas nas alas sul e norte.[17]

Benfeitorias voluptuárias também foram realizadas no setor Oeste inferior, de modo a comportar o setor VIP-Visa, administrado pela Outplan entre maio de 2008 a outubro de 2009. Foram instaladas fotos, bandeiras e adesivos ligados ao Botafogo, além de redecoradas as instalações, como as lanchonetes.[18]

Ademais, atos de vandalismo já causaram prejuízo ao local. Em setembro de 2008, torcedores do Fluminense quebraram duzentas cadeiras da ala Sul, setor destinado, geralmente, à torcida visitante.[19] O mesmo fato ocorreu a partir da torcida do Flamengo em março [20] e outubro de 2009, quando os banheiros também foram alvo de depredações.[21] Os consertos foram feitos em todos os casos, porém, restaram marcas nas cadeiras, que contrastam tons diferentes de azul em um mesmo setor.

Entre dezembro de 2009 e janeiro de 2010, serão realizadas obras no Stadium Rio para a implantação de novas lanchonetes e restaurantes, constituindo assim uma moderna praça de alimentação na arena.[22] Além disso, o gramado do estádio será substituído.[23]

Ampliação[editar | editar código-fonte]

Vista atrás do gol

Há um projeto de ampliação da capacidade do estádio para 60 mil espectadores.[24] Esta é uma exigência do Comitê Olímpico Internacional para a realização das Olimpíadas, pois os locais destinados às provas de atletismo devem apresentar o mínimo de 60 mil lugares. Seriam construídas arquibancadas superiores nas alas Norte e Sul, fechando o anel superior do Engenhão.

Com a confirmação do Rio de Janeiro como cidade sede dos Jogos Olímpicos de 2016, está em pauta a ampliação do estádio,[25] sendo o início das obras, que não interditariam o estádio, previsto para 2013.

O estádio será o primeiro na história olímpica como sede exclusiva do atletismo. Até Londres 2012 era comum, porém não obrigatória, a realização dos eventos do atletismo no Estádio Olímpico principal. No caso dos Jogos Olímpicos de 2016, a realização das Cerimônias inaugural e de encerramento será no Estádio do Maracanã, local que também sediará as partidas finais do futebol (masculino e feminino).

Fato quase similar ocorreu nos Jogos Olímpicos de Melbourne, na Austrália, no ano de 1956. Em tal ocasião, o cerimonial e as provas de atletismo de realizaram no Melbourne Cricket Ground, estádio este direcionado a prática do críquete (desporto muito popular entre os australianos).

Outros projetos[editar | editar código-fonte]

Além da extensão das arquibancadas pelas alas Norte e Sul, havia também a possibilidade de ampliação do estádio para 80 mil, ideia elaborada visando a realização de jogos da Copa do Mundo FIFA de 2014. Após a ampliação já prevista, novos setores com cadeiras seriam implantados abaixo das atuais arquibancadas inferiores. A pista de atletismo seria substituída pelo novo gramado, que seria rebaixado. Tratava-se de alterações temporárias, que seriam desfeitas após a Copa, para o estádio manter as características voltadas para a prática do atletismo. Este projeto, no entanto, já foi praticamente descartado uma vez que o Rio de Janeiro indicou apenas o Maracanã na sua candidatura à cidade-sede da Copa no Brasil.

Nome[editar | editar código-fonte]

Estátua de Nílton Santos, inaugurada em 2009, novo nome do estádio sugerido pelos alvinegros.

O estádio é conhecido popularmente pelo nome de "Engenhão", devido à sua localização, no bairro Engenho de Dentro. A denominação oficial de "Estádio Olímpico João Havelange" foi instituída pelo Decreto nº 23057 de 26 de junho de 2003 da prefeitura do Rio de Janeiro,[2] em homenagem ao brasileiro ex-presidente da FIFA João Havelange, porém desde 2013 existe um projeto de lei e uma mobilização da sociedade para mudar o nome do Estádio João Havelange para Estádio João Saldanha.[26] devido ao envolvimento do ex-presidente da FIFA em atos de corrupção.

O estádio é administrado pelo Botafogo. Pelo edital,[27] o concessionário pode alterar o nome fantasia do estádio. Desta forma, a diretoria do Botafogo, em parceria com algum grupo de exploração comercial, vem pretendendo negociar os naming rights com alguma empresa.[28]

Para tanto, passou a evitar o uso do nome popular, Engenhão, chamando-o apenas de "Estádio Olímpico" nos veículos de comunicação diretamente ligados ao clube. Em novembro de 2009, anunciou a modificação para Stadium Rio a partir do ano seguinte.[29] O nome escolhido é uma prévia, em latim,[30] no qual deverá receber, a sua frente, o nome de um patrocinador.

Existe também uma pressão popular, advinda, sobretudo, da torcida Alvinegra, para que o nome do estádio seja alterado para Estádio Olímpico Nilton Santos[31] , em homenagem ao ex-jogador do Botafogo e da Seleção Brasileira. Essa pressão aumentou consideravelmente após a morte do maior lateral-esquerdo de todos os tempos.

Localização[editar | editar código-fonte]

Representação do complexo.
Campo anexo de aquecimento.
Prédio anexo, localizado à ala oeste.

Localizado no bairro do Engenho de Dentro, o Estádio Olímpico João Havelange ocupa um terreno de 200 mil m² em 128 mil m² de área construída.[9] Possui quatro entradas, chamadas Sul, Leste, Norte e Oeste. Estes acessos localizam-se, respectivamente, nas ruas Arquias Cordeiro, Dr. Padilha, das Oficinas e José dos Reis. Em frente à ala Sul do estádio, localiza-se a estação de trem do Engenho de Dentro.

A Supervia, empresa que administra os trens, e a prefeitura firmaram acordo para a construção de uma passarela que liga a estação à entrada do estádio. Dentro da estação, foram instaladas escadas rolantes e catracas eletrônicas, além de terem sido construídas novas bilheterias da Supervia na direção da passarela. O total gasto com obras nos arredores do estádio chegou a R$ 20 milhões.

Há uma linha de trem direto da Estação Central do Brasil para o estádio. Saindo da estação Central, passam pelo estádio os ramais Japeri, Deodoro e Santa Cruz.

No Estádio Olímpico João Havelange, encontram-se um campo de futebol com grama natural de tamanho 105 por 68 metros, uma pista de atletismo com nove raias no padrão standard da IAAF, dois setores para salto triplo e em distância, um para salto com vara, outro para salto em altura e uma pista de dardo. Toda esta estrutura repete-se no campo anexo ao estádio, utilizado para alguns treinamentos.

Estrutura[editar | editar código-fonte]

A estrutura do Engenhão defende uma arquitetura desafiadora, destinada de inicio a acomodar 46.931 espectadores. Compreende a sustentação de quatro seções de arcos tubulares que por sua vez, apoiam dois mezaninos em forma de anéis os quais, segundo os cálculos de engenharia, são projetados para sustentar as acomodações (arquibancada) de 23.668 no anel inferior e no superior 21.549 onde incluiu-se mais 250 para cadeirantes.[1]

O estádio possui também 125 assentos em sua tribuna de honra e mais 78 camarotes com capacidade para 1.239 convidados. Possui 16 cabines de rádio e 4 para a televisão. Tem-se calculado, ao total, o tempo máximo de 10 minutos para o esvaziamento completo do estádio em caso de tumulto já para falência múltipla da estrutura que apoiam os anéis não foi levado em conta.

Sua cobertura, de 35.000 m² de área, recobre todos os assentos, servindo de proteção para chuvas e criando sombra ao sol. O Engenhão também apresenta quatro arcos em sua parte superior, remetendo grande semelhança ao Estádio da Luz, onde foi disputada a final da Eurocopa 2004, em Lisboa.[7]

Ao todo, são cinco níveis de corredores no Estádio Olímpico, sendo o primeiro destinado exclusivamente aos atletas e profissionais ligados aos eventos e os outros quatro, ao público.

Na entrada, o espectador encontra à sua disposição 72 bilheterias e 57 roletas eletrônicas distribuídas pelas quatro alas. Internamente, são 60 banheiros e 22 bares, além de uma área de 3.650 m² para exploração de lojas. Dois telões transmitem os eventos ao vivo e mais dois placares eletrônicos computam os resultados dos jogos.

O estacionamento do estádio, que passou a funcionar para todo o público apenas em 2008, possui 1660 vagas cobertas. O preço cobrado pela vaga por evento é variável de acordo com a importância do jogo. Encontram-se no local, também, 220 vagas para autoridades e convidados, dez para ônibus e sete caminhões e geradores de televisão, além de um setor para carga e descarga.

Existe um edifício anexo, localizado à ala Oeste do estádio. Sem finalidade administrativa no momento, porém, é o local onde se encontra um busto em homenagem a Garrincha, que fora transferido do casarão de General Severiano para o estádio.

Ainda nesta ala, mas ao lado de fora do Stadium Rio, localiza-se uma estátua de dois metros de altura feita em bronze do também ex-jogador alvinegro bicampeão mundial Nílton Santos, inaugurada em 2009 e custeada por aficionados do clube. Atualmente, um dos arcos tubulares apresentou uma trinca numa junção costurada eletronicamente, mostrando que não são resistentes a flexão. Fato que levou os órgãos ligados a Defesa Civil a interditá-lo até que seja periciado.

Inauguração[editar | editar código-fonte]

Ingresso da inauguração.

O estádio foi inaugurado no dia 30 de junho de 2007, com uma partida de futebol entre Botafogo e Fluminense pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro de 2007. O convite foi feito pelo prefeito Cesar Maia[32] duas semanas antes do clássico, pois o Maracanã, anteriormente definido como local do confronto, teria de ser fechado para os preparativos da abertura dos Jogos Pan-americanos.

Cada ingresso para o evento foi trocado por uma lata de leite em pó que ajudariam instituições carentes e as entradas, divididas 20 mil para cada time, esgotaram-se logo no primeiro dia de trocas, com os demais lugares tendo sido ocupados por servidores da Prefeitura do Rio de Janeiro, financiadores do estádio.[33]

Antes do início do Clássico Vovô, houve uma apresentação da Banda da Marinha e do Corpo de Bombeiros. O jogo foi vencido pelo Botafogo por 2 a 1,[34] e teve Alex Dias, do Fluminense, como autor do primeiro gol do estádio aos 27 minutos do primeiro tempo.

Pelo feito, Alex Dias recebeu o Troféu Valdir Pereira, que recebeu esse nome em homenagem ao jogador Didi, autor do primeiro gol do Estádio do Maracanã, pela Seleção Carioca. A virada do Botafogo aconteceu com 2 gols de Dodô, o primeiro em um pênalti, sofrido por André Lima, aos 6 minutos e o segundo de cabeça aos 32 minutos.

Com vitória, o clube alvinegro recebeu o Troféu João Havelange, dado em homenagem ao primeiro vencedor do novo estádio. O jogo teve um público de 43.810 espectadores, lotação recorde do estádio.[35]

Jogos Pan-americanos de 2007[editar | editar código-fonte]

O velocista Wendel Silva Soares na prova de 400 metros para cadeirantes.

Nos Jogos Pan-americanos de 2007, realizados no Rio de Janeiro, o Estádio Olímpico João Havelange sediou as competições de futebol e atletismo.

O primeiro jogo a ser realizado pelo Pan aconteceu no dia 12 de julho, um dia antes da cerimônia de abertura, válido pelo torneio feminino. A Brasil ganhou da Uruguai por 4 a 0. O torneio masculino só foi iniciado em 15 de julho, tendo novamente o Brasil, categoria sub-17, como estreante do palco. Vitória brasileira, por 3 a 0, sobre Honduras.

Atuaram no estádio as seleções sub-17 de futebol masculino de Brasil, Argentina, México, Costa Rica, Venezuela, Honduras e Haiti. Pelo torneio feminino, atuaram no estádio Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Jamaica, Argentina, Paraguai, Equador e Uruguai.

As competições de atletismo [36] no Engenhão iniciaram-se em 23 de julho, não tendo mais o futebol como concorrente no estádio,uma vez que a fase final do futebol foi disputada no Maracanã. A primeira prova realizada foi a disputa dos 100m do decatlo masculino. Neste mesmo dia, houve a entrega da primeira medalha no João Havelange. A cubana e campeã olímpica Yipsi Moreno foi a melhor no lançamento de martelo feminino, batendo o recorde pan-americano, com a marca de 75,20 metros.[37] As competições do atletismo no Engenhão estenderam-se até 28 de julho, penúltimo dia do Rio 2007.

O atletismo dos Jogos Parapan-americanos também foi disputado no Estádio Olímpico João Havelange. Cegos, cadeirantes, atletas com paralisia cerebral, amputados, entre outras deficiências competiram no estádio. Ao contrário,dos Jogos Panamericanos,o ingresso para assistir os eventos foi gratuito.

Licitação[editar | editar código-fonte]

Área externa do estádio.

O procedimento de licitação do estádio envolveu Botafogo de Futebol e Regatas, que estudava parcerias com a estadunidense AEG, com a portuguesa TBZ e com o banco também português BANIF, o Fluminense Football Club, junto com a patrocinadora Unimed, e a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. Além desses, o Clube de Regatas do Flamengo teve discreto interesse em ficar com o estádio, buscando parceria com um dos outros dois clubes.[38]

De acordo com o edital,[27] o vencedor seria aquele que fizesse a maior oferta e arrendaria o Engenhão por 20 anos improrrogáveis. O aluguel teve o preço mínimo de R$ 1.680 mensais mais o custo de manutenção.[39] A data marcada para o resultado do processo foi 1º de agosto de 2007.[40]

Um dia antes da apresentação dos documentos da licitação, o Fluminense pediu o adiamento da data alegando dúvidas em alguns pontos do edital.[41] Porém, o pedido foi negado pela prefeitura e o clube retirou-se da disputa. Chegada a data, apenas o Botafogo apresentou proposta pelo Engenhão.

No dia 3 de agosto de 2007, o Botafogo foi declarado o gestor oficial do estádio até 2027 pagando R$ 36 mil mensais, atualizado anualmente pelo índice de preços ao consumidor amplo e especial.[42] Dentre os acordos pré-definidos, o alvinegro cederá o estádio para a realização dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016 e, se necessário, da Copa do Mundo de 2014.

Era Botafogo[editar | editar código-fonte]

Panorâmica durante a reinaguração, em 19 de setembro de 2007, partida vencida pelo Botafogo por 1 a 0 frente ao River Plate.
Torcida recepciona o time.
Partida de futebol no estádio.

O Botafogo de Futebol e Regatas, como administrador do estádio, fez a sua reinauguração numa partida contra o River Plate, da Argentina, em 19 de setembro de 2007, em jogo válido pelas oitavas-de-final da Copa Sul-Americana 2007. O Glorioso, que recebeu um público de 39.500 pagantes, venceu a partida por 1 a 0, com gol marcado por Joílson aos 44 minutos do primeiro tempo, com um chute de fora da área que encobriu o goleiro Carrizo.[43]

A primeira derrota do alvinegro no estádio aconteceu no jogo seguinte, em 6 de outubro, contra o Santos por 2 a 1, pelo Campeonato Brasileiro de 2007.[44] Esta partida também ficou marcada por ter sido a primeira vez em que as arquibancadas superiores não ficaram à disposição dos espectadores, devido à baixa expectativa de público, 7.918 pagantes.

A primeira goleada botafoguense em seu estádio veio ainda naquele ano, a 1º de novembro, 4 a 1 sobre o Cruzeiro. Uma curiosidade desta partida é que foi a primeira no estádio a ocorrer sob chuva.[45] Apenas no último jogo do ano, o Botafogo veio a empatar em seu estádio, contra o Figueirense por 1 a 1 no dia 2 de dezembro.[46]

Neste seu primeiro ano de uso, o Botafogo fez o total de seis partidas, tendo recebido 125.054 pagantes, com média de 20.842 pagantes por jogo.[47]

Em 2008, um jogo da Copa Peregrino do Botafogo contra o Viking, vencido por 4 a 0, foi o compromisso inicial.[48] O título desta competição foi o primeiro conquistado pelo clube no estádio, havendo a entrega do troféu na partida seguinte, contra o Resende, válida pelo Campeonato Carioca, que era disputado pela primeira vez no Estádio Olímpico João Havelange. O alvinegro começou a personalizar o estádio com bandeiras e faixas do clube em março de 2008.[49] No mesmo mês, dia 23, um domingo de páscoa, o Botafogo aplicou sua maior goleada no estádio, 7 a 0 contra o Macaé Esporte,[50] com Wellington Paulista marcando o recorde de quatro tentos em um mesmo jogo, que era válido pela Taça Rio.

Com a posse da nova diretoria do Botafogo em 2009, cujo presidente é Maurício Assumpção, Miguel Ângelo da Luz, coordenador de esportes olímpicos do clube, iniciou conversas para a exploração de estádio no atletismo e em outros desportos,[51] sem ainda ter efetivado uma equipe para o desporto. No mês de abril, quando escudos do Botafogo foram pintados na parte externa do campo, registrou-se o seu menor público alvinegro no estádio, quando apenas 1.380 pessoas pagaram para assistir à vitória por 3 a 2 com o Madureira, pela Taça Rio.[52]

No feriado de 12 de outubro, o local recebeu um de seus maiores públicos na partida que terminou em empate por 2-2 contra o Avaí. Falhas na logística fizeram a diretoria alvinegra vender apenas 33.641 ingressos e ser obrigada abrir gratuitamente o setor oeste superior que estava fechado por motivos de segurança. O público presente estima que havia mais torcedores do que cadeiras no estádio, além de cerca de 15 mil pessoas do lado de fora, impossibilitadas de entrar por causa do grande tumulto causado.[53]

Comendatários, visitantes e clássicos[editar | editar código-fonte]

Botafogo em duelo contra o São Paulo, em 2009.

Além de ser utilizado pelo time arrendatário, o Stadium Rio também abriga partidas envolvendo outras equipes.

Após a cessão do estádio ao Botafogo, a primeira partida que não envolveu o clube mandante foi entre a Seleção Brasileira sub-23 e a Seleção de Craques do Brasileirão de 2007, vencida pela segunda por 3 a 0,[54] sendo este o último compromisso realizado no Engenhão no seu ano inaugural.

Partidas internacionais iniciaram 2008 com o amistoso entre a Seleção do Benin e o América-RJ. A partir de então, pouco a pouco, outros clubes do Rio de Janeiro passaram a utilizar o estádio, que também foi sede de clássicos. [55]

Duque de Caxias[editar | editar código-fonte]

O Duque de Caxias fez sua primeira partida com mando de campo contra a Portuguesa no dia 13 de julho de 2010 em jogo válido pela Série B, disputando assim a maioria dos jogos da Série B de 2010 e 2011[56] .

Flamengo[editar | editar código-fonte]

Aos 2 de fevereiro de 2008, o Flamengo fez seu primeiro jogo no Engenhão, vencendo o América por 4 a 0.[57] 4 dias depois. A equipe ainda mandou poucas partidas no local antes do primeiro confronto contra o Botafogo. A estreia deste clássico ocorreu em 25 de outubro de 2009, com derrota alvinegra por 1 a 0.[58]

Esta equipe a partir de 2010 e até o fim de 2012, exerceu mando de jogos no estádio, tendo em vista o fechamento do Maracanã para obras.

Fluminense[editar | editar código-fonte]

Embora o Fluminense não tenha participado da licitação do Engenhão, a ligação do estádio com o clube é inegável, já que o mesmo leva o nome de um ex-atleta e ex-dirigente tricolor: João Havelange; e foi um jogador da equipe do Fluminense que marcou o primeiro gol do estádio.

Pela partida de inauguração,o Fluminense disputou, um clássico em 2007 ,contra o Botafogo, vencido pelo time de General Severiano, 2 a 1, com gols de Dodô para o Botafogo, e Alex Dias, pelo Fluminense. O time voltou a fazer jogos no estádio pelo Estadual de 2009.

Em 2010, após o fechamento do Maracanã para as obras da Copa do Mundo, o Tricolor passou a disputar suas partidas como mandante no Campeonato Brasileiro 2010, em acordo com os dirigentes botafoguenses.

O Fluminense tornou-se o primeiro clube de futebol a conquistar um título oficial no estádio (o Botafogo, em 2008, conforme mencionado anteriormente neste artigo, conquistou um torneio amistoso), ao sagrar-se campeão brasileiro de 2010, conquistando neste estádio também o Campeonato Carioca de 2012 e nele disputando três edições da Copa Libertadores da América.[59]

Vasco[editar | editar código-fonte]

Uma das entradas do Engenhão durante o Rio 2007.

Na terceira rodada do Brasileirão de 2008, houve o primeiro clássico após a vitória alvinegra na licitação do estádio. O Botafogo empatou com o Vasco da Gama em 1 a 1. Essa também foi a primeira partida do time cruz-maltino no Engenhão, o que voltaria a se repetir apenas nos Campeonatos Carioca, a partir de 2009, para atender exigências contratuais relativas à transmissão dos jogos contra equipes pequenas.

Em 2010, em um clássico contra o Botafogo, o Vasco aplicou 6-0 em face ao mandante, sua maior goleada sofrida no estádio.[60]

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

A Seleção Brasileira de Futebol principal fez sua estreia no estádio em 10 de setembro de 2008, com um empate de 0 a 0 contra a Bolívia, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010.[61]

A partida foi marcada pelo baixo público com apenas 31.422 pessoas e pouco mais de 20 mil pagantes, sendo que 39.500 ingressos foram postos à venda.

Parcerias[editar | editar código-fonte]

Corredor personalizado do setor VIP-Visa.
Torcida, "em chamas", recebe o alvinegro carioca.

Até o término dos Jogos Pan-americanos, estavam instaladas no Estádio Olímpico João Havelange lanchonetes da rede Bob's, que, por questões de exclusividade, comercializaram produtos da Pepsi, ao contrário das demais lojas que comercializam produtos vinculados à Coca-Cola.

Após assinada a concessão do Engenhão, ao Botafogo, foram iniciadas negociações com diversas empresas para a exploração do estádio. Dentre as negociações fracassadas, a primeira foi com a portuguesa TBZ, que planejava investir cerca de R$ 180 milhões no estádio e atrair parceiros publicitários.[62]

Em janeiro de 2008, a EBN & Associados chegou a acertar com o Botafogo para controlar a venda de pacotes de ingressos para os acontecimentos no local,[63] mas o empreendimento não foi à frente, graças ao sucesso da concomitância à Telemática e à Ticketmaster.

Outra empresa que chegou a fechar, em meados de 2008, com o Botafogo foi a ADMA Eventos, voltada para shows e outras festas,[64] todavia, a inércia das operações levou à rescisão amigável do contrato.[65]

Neste interregno, parcerias que deram certo foram sobre a operação do estacionamento do Engenhão, iniciada com o suporte da AP Park a partir do início de 2008. À mesma época, a Golden Goal passou a gerenciar as operações de venda e controle dos camarotes desde então, inclusive, realizando leilão de camarotes ao fim de 2009.[66]

Ademais, por cerca de uma ano e meio, o Botafogo, juntamente à Outplan, operou o setor VIP-Visa, onde havia venda via internet através desta bandeira de cartões de crédito.[67] O serviço foi interrompido em outubro de 2009, já que, em meados deste ano, o Botafogo havia acertado com a Ingresso Mais para a distribuição e venda de ingressos para os eventos do estádio em mais de 36 pontos e pela web.[68] A fixação de placas de publicidade no estádio foi bem sucedida com a Liquigás, empresa patrocinadora do Botafogo que inseriu seus logotipos nas áreas interna e externa do local.

O Botafogo só chegou a acerto definitivo com uma empresa de exploração comercial em meados de 2009, quando foi assinado contrato com a Pepira Empreendimentos, do grupo InMont, para gerir a parte interna de serviços do estádio, bem como investir no seu exterior.

Sem prejuízo dos contratos em curso, as primeiras ações do grupo foram a criação de uma nova marca para a arena, denominada Stadium Rio, e a instalação de uma praça de alimentação com as seguintes franquias: Bob's, Patroni Pizza, Ville Café/Forno de Minas, Casa da Empada, Doggis, Frescatto, Ponto de Bala, Nestlé e Funny Pop. Além disso, estão sendo negociadas datas para concertos musicais e contratos de publicidade.

Eventos[editar | editar código-fonte]

Vista panorâmica a partir da ala Leste, em 2009.

Fora do prisma desportivo, o Engenhão começou a ser explorado para outros fins em 2008. Seu primeiro eventou deu-se quando serviu de cenário para as gravações do comercial "Corrida de Obstáculos", da Bradesco, desenvolvido pela agência Neogama/BBH, que retratava atletas numa prova de 110 metros com barreiras.[69] Estas eram representadas por uma série de itens passíveis de aquisição por um consumidor. O comercial foi ao ar pela primeira vez 1 de julho e tinha como alvo endossar a campanha das Olimpíadas de Pequim.

O primeiro concerto musical estava marcado para 23 de agosto, quando o Engenhão receberia o festival Rock Arena Rio. Estavam marcadas as presenças de quatro bandas de rock and roll: Capital Inicial, CPM 22, Pitty e Charlie Brown Jr., além da participação de DJs nos intervalos dos shows. Devido a possibilidade de tempestade, os organizadores cancelaram o evento..[70]

Somente foi em 2011 que o novo palco carioca recebeu um evento não-esportivo. Nos dias 22 e 23 de maio daquele ano, o estádio recebeu dois shows do ex-Beatle Paul McCartney, além de dois shows do cantor pop canadense Justin Bieber nos dias 5 e 6 de outubro do mesmo ano, e, no ano seguinte, no dia 29 de março de 2012, um show do inglês Roger Waters.

O estádio pode em 2014, sediar o Desfile das Escolas de samba dos Grupos C e D, que antes eram realizados na Estrada Intendente Magalhães, no Campinho. num projeto proposto pela AESCRJ, ainda a ser discutido com o Botafogo e o poder público[71]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

  • Em 2008, O projeto de cobertura metálica do Engenhao ganhou o Prêmio Destaque, na categoria Geração de Conhecimento[72] .

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b UOL Esporte - Engenhão passa de 'elefante branco' a salvação no Rio - acessado em 29 de junho de 2007
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