Bresser Pereira

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Luiz Carlos Bresser-Pereira
Luiz Carlos Bresser-Pereira
Ministro da Fazenda do
Período 29 de abril de 1987
a 21 de dezembro de 1987
Presidente José Sarney
Ministro da Administração e Reforma do Estado
Período 1 de janeiro de 1995
a 31 de dezembro de 1998
Presidente Fernando Henrique Cardoso
Ministro da Ciência e Tecnologia do
Período 1 de janeiro de 1999
a 21 de julho de 1999
Presidente Fernando Henrique Cardoso
Vida
Nome completo Luiz Carlos Bresser Gonçalves Pereira[1]
Nascimento 30 de junho de 1934 (82 anos)
São Paulo
Nacionalidade  brasileiro
Dados pessoais
Profissão Economista, cientista social brasileiro
Website http://www.bresserpereira.org.br

Luiz Carlos Bresser-Pereira[2] (São Paulo, 30 de junho de 1934) é economista, cientista político, cientista social brasileiro, administrador de empresas, e formado em direito. É professor da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, desde 1959, e edita a Revista de Economia Política desde 1981. Foi ministro da Fazenda do Brasil (1987) e, nessa condição, propôs uma solução geral para a grande crise da dívida externa dos anos 1980 na qual se baseou o Plano Brady, que resolveu a grande crise da dívida externa dos anos 80. [3] [4] Foi Ministro da Administração Federal e Reforma do Estado (1995-1998) e Ministro da Ciência e Tecnologia (1999). Seu trabalho como economista está atualmente focado, no lado teórico, no novo desenvolvimentismo, na macroeconomia desenvolvimentista, na crítica metodológica da economia neoclássica, na teoria do estado democrático, social e do desenvolvimentista, e na crítica do neoliberalismo. No plano aplicado, estuda principalmente a economia brasileira, a economia latino-americana, a crise econômica e a política da globalização.

Atividade acadêmica[editar | editar código-fonte]

No plano acadêmico, Bresser-Pereira é bacharel em Direito pela [Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo|Faculdade de Direito da]] USP (1957); MBA, pela Michigan State University (1960); PhD pelo Departamento de Economia da USP (1972), Livre Docência em Economia, pela Universidade de São Paulo (1984). É professor de economia e ciência política da Fundação Getúlio Vargas desde 1959 e, em 2005, foi o primeiro professor a receber o título de professor emérito da Fundação Getúlio Vargas. [5] Na Escola de Administração de Empresas de São Paulo (FGV-EAESP), foi coordenador da pós-graduação e, em 1965, criou o primeiro programa de mestrado em administração de empresas no Brasil; foi chefe do Departamento de Economia, e criou o Mestrado e o Doutorado em Economia de Empresas da EAESP. Em 2008, já na Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EESP) criou o Centro de Estudos do Novo Desenvolvimentismo. É presidente do Centro de Economia Política e editor da Revista de Economia Política desde 1981, quando a fundou.[6] É membro do conselho diretor do CEBRAP, de cuja fundação participou em 1970. Lecionou, em nível de pós-graduação, Desenvolvimento Econômico na Universidade de Paris I (Panthéon-Sorbonne) (1977) e na École des Hautes Études en Sciences Sociales (2003-2010). Ensinou Teoria da Democracia no Departamento de Ciência Política da USP (2002=03). Foi visitante do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (1989), e duas vezes do Centro de Estudos Brasileiros da Universidade de Oxford - Nuffield College (1999) e St. Anthony’s College (2001). É patrono da Associação Keynesiana Brasileira [7] desde sua fundação, em abril de 2008. É colaborador frequente dos jornais, sobretudo da Folha de S.Paulo.

Atividade administrativa[editar | editar código-fonte]

De 1963 a 1982, mantendo suas atividades acadêmicas, foi diretor administrativo do Grupo Pão de Açúcar; participou da abertura de sua segunda loja em 1963; em 1982 a empresa já se tornara a maior cadeia de varejo do Brasil; participou do conselho consultivo do Grupo Pão de Açúcar até 2014. Ainda na área empresarial, de 2008 a 2014 foi membro do conselho de administração da Restoque (Le Lis Blanc), e desde 2010, do conselho da Bresser Asset.[8] Participou dos conselhos da Cúria Diocesana enquanto Dom Paulo Evaristo Arns o dirigia, da Associação de Assistência à Criança Deficiente - AACD (2000 a 2015), e da Associação ABRALE desde outubro de 2012 .

Atívidade Política[editar | editar código-fonte]

Em 1983, quando o Brasil começou a democratizar, entrou para a vida pública, primeiro como presidente do Banco do Estado de São Paulo - BANESPA (1983-85). Em 1985 e 1987, foi chefe de gabinete do governador de São Paulo, Franco Montoro. Em 1987, tornou-se Ministro da Fazenda do Brasil no governo José Sarney. Depois de deixar o ministério, participou da fundação do Partido da Social Democracia Brasileira - PSDB. Entre 1995 e 1998, foi Ministro da Administração Federal e da Reforma do Estado e, em 1999, Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, ambos sob administração Fernando Henrique Cardoso. Desde 1999 é professor universitário em tempo integral. Em 2010, ele deixou o PSDB com o argumento de que o partido político se tornara conservador e sem um compromisso claro com os interesses nacionais.[9]

No Ministério da Fazenda (Brasil) (29/04/1987 – 18/12/1987)[editar | editar código-fonte]

Em 1987, durante o governo Sarney, assumiu o Ministério da Fazenda em um momento de profunda crise que se seguiu ao fracasso da bolha econômica que acabou por ser o Plano Cruzado: alta inflação reiniciada em 15% ao mês, empresas e estados federados falidos.[10] Naquele momento, a negociação com o FMI e ajuste fiscal foram vistas pelos políticos no poder como inaceitáveis. No entanto, Bresser elaborou um "Plano de Ajuste Macroeconômico", que propôs um ajuste fiscal entendido como uma condição para o controle da inflação. Em segundo lugar, ele preparou e adotou o que veio a ser chamado de "Plano Bresser" [11]- um congelamento de preços que incluiu o ajuste fiscal e a neutralização da inflação inercial, que afinal não funcionou. [12] [13] Em terceiro lugar, desenvolveu um plano baseado na securitização da dívida externa e na relativa desvinculação dos bancos comerciais com o FMI no processo de negociação, que seria rejeitado pelo secretário do Tesouro, James Baker, mas 18 meses mais tarde seria adotado pelo Plano Brady que levou a um fim a grande crise da dívida externa dos anos 1980.[14]

No Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado (MARE) (1995-98)[editar | editar código-fonte]

Com a eleição de Fernando Henrique Cardoso para a presidência do Brasil, Bresser-Pereira assumiu o Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado (Mare).[nota 1] Ele entendeu que a reforma da função pública brasileira já havia sido feita desde a década de 1930 e iniciou a reforma gerencial do Estado. Ele elaborou um Livro Branco, o "Plano Diretor da Reforma do Estado do Estado", no qual desenvolveu um marco teórico para essa reforma, que, na perspectiva gerencial, se baseou na gestão por resultados, na competição administrada por excelência, e no controle ou responsabilização social. No plano estrutural, obteve a aprovação de lei criando as "Organização social" - organizações privadas sem fins lucrativos às quais o Estado deve transferir seus grandes serviços sociais e científicos que não envolvem o uso de Poder estatal. Ele também propôs uma emenda ao capítulo sobre a administração pública da Constituição de 1988. Esta reforma gerencial do Estado está acontecendo no Brasil, principalmente nos níveis estadual e municipal, mas também no nível federal, enquanto um grande número de organizações sociais continuam sendo criadas. Por outro lado, Bresser mudou o sistema de concursos públicos, que eram eventuais e aprovativos, e passaram a ser anuais e seletivos em todas as carreiras de Estado. Em consequência disto e de maiores salários o número de escolas de administração e políticas publicas no Brasil aumentou fortemente. A reforma gerencial brasileira de 1999 se transformou em referência internacional.[15] Os livros e artigos que Bresser-Pereira escreveu sobre o tema [16] [17] [18] transformaram-se em principal subsídio para os cursos de administração pública oferecidos pelas universidades brasileiras. Várias dissertações de mestrado e doutorado foram escritas sobre a reforma.[19][20] Enquanto no MARE, Bresser-Pereira também foi presidente do CLAD (es:Centro Latinoamericano de Administración para el Desarrollo) (1995-97) e presidente do seu Conselho Científico (1998-2005). Em seu mandato, deu à reforma gerencial uma dimensão latino-americana. [21] Com o mesmo objetivo , enquanto presidente do CLAD, organizou seu primeiro congresso anual, que é hoje sua principal atividade.[nota 2]

No Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (01/01/1999 - 19/07/1999)[editar | editar código-fonte]

No Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Brasil), Bresser-Pereira definiu a política de transformar os fundos de pesquisa originados das empresas estatais, recentemente privatizadas em Fundos Setoriais vinculados ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Para conseguir uma melhor integração entre o Ministério e sua principal agência, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq, que também presidiu. Bresser-Pereira unificou os currículos acadêmicos que o Governo Federal dispõe para a avaliação de pesquisadores sob o nome de Plataforma Lattes. [nota 3]

Obra Acadêmica[editar | editar código-fonte]

A obra de Bresser-Pereira é ampla e grande parte dela está disponível em seu site pessoal. Dada a influência que Marx teve sobre ele, seus trabalhos integram considerações econômicas, políticas e sociais. E uma boa parte dela é teórica. Suas principais contribuições na teoria econômica são (1) sua crítica metodológica à economia neoclássica e aos modelos silogísticos axiomáticos; (2) o modelo histórico de crescimento e distribuição com três tipos de progresso técnico e sua aplicação ao entendimento das fases do desenvolvimento capitalista, (3) sua teoria da inflação inercial (en:inertial inflation), realizada em conjunto com Yoshiaki Nakano; (4) sua crítica ao crescimento com endividamento (“poupança”) externo a partir da existência de uma relação direta entre déficit em conta corrente e taxa de câmbio; (5) seu modelo de doença holandesa [22].; (6) seu modelo da tendência à sobreapreciação cíclica e crônica da taxa de câmbio nos países em desenvolvimento; (7) sua função investimento dependendo não apenas da taxa de lucro esperada mas também da taxa de câmbio na medida em que a moeda nacional fica apreciada por longos períodos (cronicamente); (8) sua teoria do valor da moeda estrangeira; (9) sua macroeconomia desenvolvimentista baseada nos itens 4 a 8 e nos cinco preços macroeconômicos que o mercado é incapaz de tornar certos ou equilibrados. Na teoria política e social, ele trabalhou (a) sobre a emergência da classe tecnoburocrática ou profissional, (b) sobre a teoria do Estado moderno; (c) sobre as razões que levaram a democracia a ser o sistema político preferido apenas a partir do início do século XX; (d) sobre a teoria do Estado gerencial. Desde 2001, ele está envolvido na definição do Novo Desenvolvimentismo – um sistema teórico formando por uma macroecomia novo-desenvolvimentista, já bastante avançado, por uma microeconomia apenas esboçada, e por uma economia política na qual a questão do Estado e das coalizões de classe desenvolvimentistas comparadas com o Estado e as coalizões de classe liberais é central. [23]. [24]

Em 2015, foi eleito, por unanimidade, Intelectual do Ano, tendo-lhe sido atribuído o Prêmio Juca Pato, da União Brasileira de Escritores – UBE . A nomeação de Bresser ao título deu-se no dia 19 de agosto de 2015,[25] em reunião realizada na sede da entidade.

Em 2017 recebeu o Título de Pesquisador Emérito do CNPq, da Menção Especial de Agradecimentos e do Prêmio Almirante Álvaro Alberto para a Ciência e Tecnologia, concedido ao Professor Samuel Goldenberg, do Instituto Carlos Chagas da Fundação Oswaldo Cruz, cerimônia que será realizada em 9 de maio de 2017.

Livros selecionados[editar | editar código-fonte]

Algumas de suas obras sobre política e economia.
  • Desenvolvimento e Crise no Brasil, Editora 34, 1968-2003. ISBN 0-86531-559-0.
  • As Revoluções Utópicas, Editora 34: 2006. 3a. edição com nova Introdudução. ISBN 85-7326-349-0
  • Estado e Subdesenvolvimento Industrializado, Editora Brasiliense, 1977.
  • A Sociedade Estatal e Tecnoburocracia, Editora Brasiliense, 1981.
  • Lucro, Acumulação e Crise, Editora Brasiliense, 1986. ISBN 8511090339.
  • A Teoria da Inércia Inflação, com Yoshiaki Nakano, Editora Brasiliense, 1984. ISBN 1-55587-007-4.
  • A Crise do Estado: Ensaios sobre a Economia Brasileira, Editora Nobel, 1992.
  • Reformas Econômicas nas Novas Democracias, com José María Maravall e Adam Przeworski, Editora Nobel, 1997. ISBN 1-55587-532-7.
  • Reforma do Estado para a Cidadania, (Edição: 1ª 1998) Editora: FGV; Edição: 7ª (1 de janeiro de 2007) ISBN: 85-225-0236-6
  • Macroeconomia da Estagnação, Editora 34, 2007. ISBN 978-1-58826-624-8.
  • Construindo o Estado Desenvolvimentista, Editora da FGV, 2008. ISBN 0-19-926118-0.
  • Globalização e Competição, Editora Elsevier, 2010. ISBN 978-0-521-19635-2 (capa dura) e ISBN 978-0-521-14453-7 (brochura).
  • Macroeconomia Desenvolvimentista, com Nelson Marconi e José Luis Oreiro, Editora Elsevier, 2016. ISBN 978-0-415-81778-3 (capa dura) e ISBN 978-0-203-58350-0 (e-book).
  • A Construção Política do Brasil, Editora 34, 2014-16. ISBN 978-8-573-26586-6 (capa dura), ISBN 978-8-573-26645-0 (capa comum).

Bresser-Pereira tem um grande número de publicações públicas em revistas e livros editados.

Artigos selecionados (não republicados nos livros)[editar | editar código-fonte]

  • Bresser-Pereira, Luiz Carlos (1982[1984]) "Six interpretations on the Brazilian social formation", Latin American Perspectives 11(1): 35-72, Winter 1984.
  • Bresser-Pereira, Luiz Carlos (2002) "Citizenship and res publica: the emergence of republican rights", Citizenship Studies 6(2) 2002: 145-164.
  • Bresser-Pereira, Luiz Carlos (2009) "The two methods and the hard core of economics", Journal of Post Keynesian Economics 31 (3) Spring: 493-522.
  • Bresser-Pereira, Luiz Carlos (2010) "The global financial crisis, neoclassical economics, and the neoliberal years of capitalism", Revue de la Régulation 7, Spring 2010: 1-29.
  • Bresser-Pereira (2011) "From the national-bourgeoisie to the dependency interpretation of Latin America", Latin American Perspectives 178, vol. 38 (3), May 2011: 40-58.
  • Bresser-Pereira, Luiz Carlos (2012) "Democracy and capitalist revolution", Économie Appliquée 65 (4): 111-139.

Livros sobre seu trabalho acadêmico[editar | editar código-fonte]

  • Em Busca do Novo, editado por Yoshiak Nakano, Furquim e José Marcio Rego, Rio de Janeiro: Editora da Fundação Getúlio Vargas, 2005. ISBN 85-225-0497-0. [26]
  • A Teoria Econômica na Obra de Bresser-Pereira, editada por José Luis Oreiro, Luiz Fernando de Paula e Nelson Marconi. Santa Maria, RS: Editora da UFSM, 2015. ISBN 9788573912296.
  • Citações no Google Scholar: 22161. [27]
  • Documentos adicionais sobre o trabalho acadêmico de Bresser-Pereira estão em seu site: http://www.bresserpereira.org.br.

Honras e distinções[editar | editar código-fonte]

  • 2005 - Professor Emérito, pela Fundação Getulio Vargas.
  • 2010 - Doutor Honoris Causa, pela Universidade de Buenos Aires.[28]
  • 2012 - James Street Scholar, pela Associação para a Economia Evolutiva.[29]
  • 2015 - Premio Juca Pato (pt: Prêmio Juca Pato), como o intelectual do ano de 2014, pela União Brasileira de Escritores - UBE. [30]
  • 2017 - Título de Pesquisador Emérito do CNPq (Ciências Sociais Aplicada). Entrega será realizada em 9 de maio de 2017.

Sites[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Referências

  1. http://www.fgv.br/eaesp/curriculo/dol_mini_curriculum.asp?num_func=218&cd_idioma=1
  2. https://en.wikipedia.org/wiki/Luiz_Carlos_Bresser-Pereira
  3. James Boughton (2001) The Silent Revolution: The International Monetary Fund 1979-1989. Washington: IMF: pp.479 and 526-29. Available at http://www.imf.org/external/pubs/ft/history/2001/.
  4. Referência ao fato que, como Ministro da Fazenda, Bresser-Pereira fez um plano que inspirou o Plano Brady (do secretário do Tesouro americano) que resolveu a crise da dívida externa. «"A turning point in the debt crisis"». Revista de Economia Política. Consultado em 9 de abril de 2015 
  5. http://eesp.fgv.br/professores/luiz-carlos-bresser-pereira/
  6. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=0101-3157&lng=en&nrm=iso/
  7. http://www.akb.org.br
  8. http://www.bresserasset.com/empresa/equipe
  9. Bresser-Pereira deixa o PSDB - Por uma ideia de nação. Entrevista de Bresser Pereira a Maria Inês Nassif. Originalmente publicada em Valor Econômico, 8 de abril de 2011.
  10. Bresser-Pereira, Luiz Carlos (1992) "Contra a Corrente: a experiência no ministério da fazenda", Revista Brasileira de Ciências Sociais, n°.19, julho 1992: 05-30. In French: "Experiences d'un Gouvernment", Problèmes d'Amérique Latine, n.93, third quarter 1989.
  11. en:Timeline of Brazilian economic stabilization plans.
  12. "Brazil's inflation and the Cruzado Plan, 1985-1988", FalkPamela S. (ed.), Inflation: Are We Next? Hyperinflation and Solutions in Argentina, Brazil, and Israel, Boulder and London: Lynne Rienner Publishers, 1990. pp 57-74. ISBN 9781555871505. https://books.google.com.br/books?id=Ts9zQgAACAAJ. (O titulo do artigo publicado em português é "Os dois congelamentos de preços no Brasil").
  13. "Os dois congelamentos de preços no Brasil", Revista de Economia Política, Vol.8, n.o4(32), outubro-dezembro 1988: pp 48-66.
  14. James Boughton (2001) The Silent Revolution: The International Monetary Fund 1979-1989. Washington: IMF: pp.479 and 526-29. Available at http://www.imf.org/external/pubs/ft/history/2001/.
  15. See Majeed, Rushda (2011) "Strengthening public administration", report on the researchseries, Innovations for Successful Societies, Princeton: The Bobst Center for Peace and Justice of Princeton University - http://successfulsocieties.princeton.edu/publications/strengthening-public-administration-brazil-1995-1998/
  16. Bresser-Pereira, Luiz Carlos (2004) Democracy and Public Management Reform Oxford: Oxford University Press. ISBN-13: 9780199261185. DOI:10.1093/0199261180.001.0001.
  17. Bresser-Pereira, Luiz Carlos (1998) Reforma do Estado para a Cidadania. São Paulo: Editora 34. ISBN 978-85-7326-114-1.
  18. Bresser-Pereira, Luiz Carlos e Peter Spink, eds. (1999) Reforming the State: Managerial Public Administration in Latin America. Boulder, Co.: Lynne Renner Publishers.ISBN 978-85-7326-114-1.
  19. Gaetani, Francisco (2005) Public Management Constitutional Reforms in Modern Brazil 1930-1998. PhD dissertation, London University - http://etheses.lse.ac.uk/2026/1/U505422.pdf/.
  20. LEITE, Leonardo Queiroz. Entrevista: Reflexões de um reformador contemporâneo do Estado brasileiro: entrevista com Luiz Carlos Bresser Pereira, por Leonardo Queiroz Leite. Rev. Adm. Pública,  Rio de Janeiro ,  v. 48, n. 4, p. 1051-1070,  Aug.  2014 http://dx.doi.org/10.1590/0034-76122043.
  21. http://www.campinas.sp.gov.br/arquivos/recursos-humanos/txt_apoio_documento_clad.pdf
  22. L. C. Bresser Pereira. "The Dutch disease and its neutralization: A Ricardian approach". Revista de Economia Política, 28:47–71 2008, apud Michele Polline Veríssimo et al. Taxa de Câmbio e Preços de Commodities: Uma Investigação sobre a Hipótese da Doença Holandesa no Brasil. Economia, Brasília(DF), v.13, n.1, p.93–130, jan/abr 2012
  23. Bresser-Pereira, Luiz Carlos (2015) "Reflecting on new developmentalism and classical developmentalism", Working Paper EESP-FGV 395, June 2015. http://hdl.handle.net/10438/13856/
  24. Bresser-Pereira, Luiz Carlos (2016) “Reflecting on new developmentalism and classical developmentalism”, Review of Keynesian Economics, 4 (3): 331-352. http://dx.doi.org/10.4337/roke.2016.03.07.
  25. Bresser Pereira vence Prêmio Intelectual do Ano - Troféu Juca Pato da UBE. Site da União Brasileira de Escritores, 31 de agosto de 2015.
  26. http://www.bresserpereira.org.br/books/embuscadonovo/16-O-Que-%C3%A9-a-Tecnoburocracia.pdf.
  27. https://scholar.google.fr/citations?hl=fr&user=8vPanUMAAAAJ.
  28. http://www.uba.ar/consejo_superior/comisiones_anteriores.php?c=1&id=61.
  29. http://afee.net/?page=veblencommons_award_street_ayres_scholars_2014&side=past_jh_street_scholars/
  30. Bresser Pereira vence Prêmio Intelectual do Ano - Troféu Juca Pato da UBE. Site da União Brasileira de Escritores, 31 de agosto de 2015.
  31. http://www.ehess.fr/fr/enseignement/enseignements/2008/ue/2432/
  32. http://www.iea.usp.br/pesquisa/professores/professores-visitantes/ex-professores-visitantes-nacionais/luiz-carlos-bresser-pereira

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. O MARE existiu entre 1995-1998. Depois deste período, suas funções foram transferidas para o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
  2. Quando Bresser-Pereira saiu da presidência do CLAD, seu comitê diretivo criou o Conselho Científico do CLAD, e convidou Bresser-Pereira para presidi-lo.
  3. Em 1999, quando Bresser-Pereira assumiu o Ministério da Ciência e Tecnologia, havia três currículos em uso: um no CNPq, outro em CAPEs e um terceiro em um programa financiado pelo Banco Mundial. Ele escolheu o mais desenvolvido naquele momento - o CNPq, mudou seu nome para Lattes, em homenagem a Cezar Lattes, e obteve o aggrement de CAPES. Mais tarde, as instituições de pesquisa a nível estadual também adotaram Lattes como seu currículo acadêmico oficial.



Precedido por
Dilson Funaro
Ministro da Fazenda do Brasil
1987
Sucedido por
Maílson da Nóbrega
Precedido por
{{{antes}}}
Ministro da Administração Federal e Reforma do Estado (MARE) 
1995-1999
Sucedido por
{{{depois}}}
Precedido por
José Israel Vargas
Ministro da Ciência e Tecnologia do Brasil
1999
Sucedido por
Ronaldo Mota Sardenberg