Usuário:Ixocactus/Evolução: o sentido da vida (2015-2)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
O Programa Wikipedia na Universidade apoia professores e alunos interessados em colaborar com a Wikipédia.
Hermanos e hermanas explicam o que é a Wikipédia
(Clique aqui para assistir)

O objetivo desta disciplina é explicitar a Teoria da Evolução na Wikipédia, melhorando artigos do Portal Biologia com referências bibliográficas que contextualizem evolutivamente os artigos. O desenvolvimento de habilidades de redação, a alfabetização em mídia e informações, o pensamento crítico e as habilidades de pesquisa e colaboração são objetivos de aprendizagem a serem atingidos. Além disso, o trabalho na Wikipédia facilita o desenvolvimento de habilidades técnicas e de comunicação. Será disponibilizada uma lista de artigos que necessitam de melhorias (essencialmente artigos sem referências e rascunhos). A lista também conterá sugestões dos professores do Curso de Ciências Biológicas da Universidade Estadual de Santa Cruz. Os alunos escolherão artigos desta lista ou poderão escolher outros de seu interesse na Wikipédia, sempre justificando a escolha. Os alunos também poderão criar novos artigos e contribuir nos artigos sobre espécies endêmicas da Mata Atlântica do Sul da Bahia, também contextualizando-as evolutivamente. A disciplina será oferecida de forma optativa para alunos avançados dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Ciências Biológicas. Permitirá que sejam revistos e consolidados os fundamentos evolutivos dos conteúdos abordados nas disciplinas do curso, enriquecendo a Wikipédia com suas experiências e competências adquiridas na participação em atividades de ensino, pesquisa, extensão e extra-acadêmicas.[nota 1]

Editar é Legal! É divertido! Eu posso fazer diferença!
(Clique aqui para assistir)
O impacto da Wikipédia. Relato de alguns editores sobre essa emocionante experiência.
(Clique aqui para assistir)

Objetivos das atividades online[editar | editar código-fonte]

  • Substituir o trabalho tradicional cuja existência se limita ao período entre a escrita pelo estudante e a leitura pelo professor
  • Incentivar o aluno a consolidar seus conhecimentos através da pesquisa e escrita de texto
  • Permitir que o estudante trabalhe assuntos de seu interesse sobre biologia e evolução que não tenham sido abordados nas disciplinas
  • Constatar que mesmo os assuntos bem consolidados apresentam resultados recentes de pesquisa
  • Desenvolver a habilidade de buscar e produzir informações em meios digitais
  • Realizar atividades colaborativas

Avaliação[editar | editar código-fonte]

  • 20 % - Participação nas discussões dos textos em sala de aula
  • 10 % - Histórico de contribuições
  • 70 % - Texto do artigo - Mínimo: 1 página impressa com:[1]
    • No mínimo 8 referências acrescentadas
    • Acréscimo ou melhoria de no mínimo 3 seções
    • Acréscimo de no mínimo 1 figura que facilite o entendimento do assunto
    • Links para outros projetos Wikimedia
    • Ligações internas para outros verbetes relacionados ao assunto
    • Introdução compreensível para ampla audiência
Ao final do semestre deverá ser entregue um dossiê impresso com: página de usuário, página de discussão, histórico de contribuições e o artigo trabalhado.

Os 5 Pilares da Wikipédia[editar | editar código-fonte]

  1. Escopo enciclopédico: a Wikipédia não é um mangue!
  2. Princípio da imparcialidade
  3. Conteúdo livre
  4. Normas de conduta
  5. Não há regras fixas

Trabalho colaborativo: votações, discussões e ações administrativas[editar | editar código-fonte]

Equipe de Wikipedistas protegendo a Wikipédia dos vândalos.
O que é VANDALISMO?
NUNCA chame um editor-colega-usuário de vândalo. Na Wikipédia isso é muito ofensivo!

Como para fazer boas contribuições[editar | editar código-fonte]

Um manifestante Wikipedista

Verbetes sugeridos[editar | editar código-fonte]

Como ler uma infocaixa de taxonomiaOnychophora
Ocorrência: Eoceno - Recente: 40–0 Ma
Espécie não identificada da família Peripatidae
Espécie não identificada da família Peripatidae
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Onychophora
Grube, 1853
Distribuição geográfica
Distribuição das famílias Peripatidae e Peripatopsidae
Distribuição das famílias Peripatidae e Peripatopsidae
Ordens
Como ler uma infocaixa de taxonomiaOnça-pintada
Ocorrência: Pleistoceno - Recente, 0.51–0 Ma
Onça-pintada no Zoológico de Belize.
Onça-pintada no Zoológico de Belize.
Estado de conservação
Quase ameaçada
Quase ameaçada (IUCN 3.1)
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Felidae
Subfamília: Pantherinae
Género: Panthera
Espécie: P. onca
Nome binomial
Panthera onca
(Linnaeus, 1758)
Distribuição geográfica
  Atual   Original Apesar do espaço "vazio" em parte da Amazônia brasileira, sua presença foi confirmada na região: isso se deu por conta do desconhecimento do status de conservação da espécie.
  Atual   Original
Apesar do espaço "vazio" em parte da Amazônia brasileira, sua presença foi confirmada na região: isso se deu por conta do desconhecimento do status de conservação da espécie.
Richard Dawkins
Clinton Richard Dawkins
Richard Dawkins em Nova Iorque, 2010
Conhecido(a) por Publicar o O Gene Egoísta
Introduzir o conceito de meme
Defender o ateísmo, o racionalismo e o secularismo
Críticas à religião
Nascimento 26 de março de 1941 (78 anos)
Nairóbi,
Flag of Kenya (1921–1963).svg Colônia Britânica do Quênia
Residência Oxford,
 Reino Unido
Nacionalidade Britânica
Cônjuge Marian Stamp Dawkins
(1967–1984)
Eve Barham (1984–?)
Lalla Ward (1992–presente)
Alma mater Balliol College
Prêmios Medalha de prata da Sociedade Zoológica de Londres (1989), Prêmio Michael Faraday (1990)
Prêmio Kistler (2001)
Assinatura
Richard Dawkins signature.svg
Orientador(es) Nikolaas Tinbergen
Instituições Universidade da Califórnia em Berkeley
Universidade de Oxford
New College, Oxford
Campo(s) Etólogo e biólogo evolutivo

Alguns verbetes a melhorar[editar | editar código-fonte]

  1. Esboços sobre biologia
  2. Artigos mínimos sobre biologia
  3. Portal:Anfíbios e répteis
  4. Portal:Botânica
  5. Portal:Ciência/O que você pode fazer
  6. Portal:Ecologia
  7. Portal:Evolução
  8. Portal:Extinção
  9. Portal:Felinos
  10. Portal:Genética
  11. Portal:Primatas/Coisas a fazer
  12. Portal:Sociobiologia
  13. Portal:Zoologia/Colabore
  14. Wikipédia:Projetos/Árvore da vida
  15. Bahia no Wiki Loves Earth 2014
  16. Estação Ecológica Estadual de Nova Esperança
  17. Parque Estadual da Serra do Conduru
  18. Parque Estadual das Sete Passagens
  19. Parque Estadual do Morro do Chapéu
  20. Parque Nacional de Boa Nova
  21. Parque Nacional de Serra das Lontras
  22. Parque Nacional do Descobrimento
  23. Parque Nacional do Pau-brasil
  24. Parque Nacional e Histórico do Monte Pascoal
  25. Parque Nacional Marinho dos Abrolhos
  26. Reserva Biológica de Una
  27. Acrobatornis fonsecai
  28. Adaptação (biologia)
  29. Altruísmo recíproco
  30. Andreadoxa flava
  31. Arara-azul-de-lear
  32. Aratinga
  33. Autoimunidade
  34. Autorreplicação
  35. Bentos
  36. Biogeografia evolutiva
  37. Biologia evolutiva
  38. Biologia pesqueira
  39. Biofísica celular
  40. Biorremediação
  41. Bromélia-tanque
  42. Campo Sujo
  43. Capitonidae
  44. Cascavel
  45. Ciência forense
  46. Ciclo de Krebs
  47. Citologia
  48. Cladosporium
  49. Cloroplasto
  50. Complexo principal de histocompatibilidade
  51. Convergência evolutiva
  52. Corrida armamentista evolutiva
  53. Cromossomas hemiomólogos
  54. Coevolução
  55. Deriva genética
  56. Detritívoro
  57. Diálise
  58. Digitígrado
  59. Disco intercalar
  60. Ducto deferente
  61. Duplo-cego
  62. Echimyidae
  63. Ecologia médica
  64. Efeito fundador
  65. Eleoscytalopus psychopompus (Bahia tapaculo (em inglês))
  66. Eletrólito
  67. Embrião
  68. Entomologia
  69. Erva
  70. Eschweilera
  71. Esclerito (botânica)
  72. Especiação alopátrica
  73. Estratégia evolucionariamente estável
  74. Estrutura vestigial
  75. Estudo clínico randomizado controlado
  76. Estudo da Sífilis não Tratada de Tuskegee
  77. Etnomiriapodologia
  78. Evolução da fotossíntese
  79. Evolução divergente
  80. Experimento do João Bobo de Bandura
  81. Experimento mental
  82. Fenômeno natural
  83. Fitorremediação
  84. Floresta tropical pluvial
  85. Fluxo gênico
  86. Formiga-correição
  87. Fraude científica
  88. Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia
  89. Gene FTO
  90. Glaucis dohrnii
  91. Gónada
  92. Gradualismo
  93. Guatteria
  94. Hexoquinase
  95. Histologia vegetal
  96. História natural
  97. Hyracodon
  98. Ictioplâncton
  99. Imunofenotipagem
  100. Indricotherium
  101. Interstício (histologia)
  102. Isópodos
  103. Jacarandá-da-bahia
  104. Kuru
  105. Lei de Liebig
  106. Literacia científica
  107. Lista de anfíbios do Brasil
  108. Lista de aves do Brasil
  109. Lista de espécies endêmicas da flora da Mata Atlântica
  110. Lista de mamíferos do Brasil
  111. Lista de peixes do Brasil
  112. Lista de répteis do Brasil
  113. Marsdenia amorimii
  114. Mesênquima
  115. Microevolução
  116. Neuropatia autonômica
  117. Nocicepção
  118. Nothing in Biology Makes Sense Except in the Light of Evolution
  119. Neritina virginea
  120. Nyctibiiformes
  121. Osmolaridade
  122. Osteoblasto
  123. Ovarite
  124. Panyptila cayennensis
  125. Parasitismo
  126. Partenocárpico
  127. Phylloscartes beckeri (Bahia tyrannulet (em inglês))
  128. Picumnus
  129. Planta anual
  130. Plasticidade fenotípica
  131. Pneumotórax espontâneo secundário
  132. Polioxietilamina
  133. Potencial hídrico
  134. Potimirim
  135. Programa de Pesquisa em Biodiversidade
  136. Radiação adaptativa
  137. Recurso não renovável
  138. Relação ecológica
  139. Relógio molecular
  140. Reprodutibilidade
  141. Resposta farmacológica
  142. Saltacionismo
  143. Seleção direcional
  144. Seleção de grupo
  145. Seleção natural
  146. Seriema
  147. Síndrome de Dressler
  148. Síntese evolutiva moderna
  149. Sistema craniossacral
  150. Sobrevivência do mais apto
  151. Spondias
  152. Synallaxis whitneyi (Bahia spinetail (em inglês))
  153. Tardigrada
  154. Tegumento
  155. Terapia genética
  156. Teoria neutralista da evolução
  157. Teoria da recapitulação
  158. Toxinologia
  159. Trabalho de campo
  160. Trade-off
  161. Tubarão-duende
  162. Turbellaria
  163. Unidade de seleção
  164. Vicariância
  165. Vilosidade

Biografias[editar | editar código-fonte]

Conteúdos e cronograma de atividades[editar | editar código-fonte]

Conteúdo Atividade Recursos Tarefas
20/10
27/10
  1. Conteúdo enciclopédico: a Wikipédia não é um mangue!
  2. Princípio da imparcialidade
  3. Conteúdo livre
  4. Normas de conduta
  5. Não há regras fixas
  • Discussão: Prefácio e Cap. 1
  • Leitura: Cap. 2 (O cão, a vaca e a couve)
10/11
  • Aula expositiva e dialogada:
  1. Página de Discussão
  2. Página de Usuário
  3. Página de Discussão de Usuário
  • Discussão: Cap. 2
  • Tudo que é indispensável para fazer boas contribuições
  • Guia básico de edição
  • Leitura: Cap. 3 (Sedução para apresentar a macroevolução)
  • Redação: Elaborar 2 ou 3 frases sobre você e a sua participação na Wikipédia em sua Página de Usuário
17/11
  • Entendendo Wikipédia
  • Macroevolução e as previsões da Teoria da evolução
  • Discussão: Escolha da melhor mensagem para representar a turma
  • Discussão: Cap. 3
  1. Argumentação
  2. Consenso
  3. Votação
  • Leitura: Cap. 4 (Relógios)
24/11
  • Discussão: Cap. 4
  • Aula expositiva e dialogada: A diferença entre editar no domínio principal e na página de testes pessoal
  • Atividade prática: Escolher 1-3 artigos de interesse, apresentando-os e justificando a escolha na página de testes pessoal
01/12
  • Evolução de bactérias e lagartos atuais
  • Editando a Wikipédia
  • Aula expositiva e dialogada: A qualidade dos artigos da Wikipédia
  • Discussão: Cap. 5
  • Atividade prática: Análise de um artigo aparentemente de boa qualidade
  • Leitura: Cap. 6 (Elo perdido? Como assim, "perdido"?)
  • Escrever 1 ou 2 frases em algum artigo relacionado à biologia, fazendo as citações adequadas
  • Avaliar criticamente qualquer artigo da Wikipédia e deixar sugestões para melhoria na página de discussão do artigo
08/12
  • Discussão: Cap. 6
  • Discussão e atividade prática: Análise das contribuições e citações
  • Leitura: Cap. 7 (Pessoas perdidas? Foram encontradas!)
15/12
  • Discussão: Cap. 7
  • Discussão dos artigos e colaboração
  • Leitura: Cap. 8 (Você fez isso em nove meses)
22/12
  • Discussão: Cap. 8
  • Discussão dos artigos e colaboração
  • Escolher o artigo preferido dentre os 3 listados
  • Explicar na página de testes pessoal a razão da escolha
  • Leitura: Cap. 9 (A arca dos continentes)
05/01
  • Atividade prática: Na página de testes pessoal, explicar como o artigo escolhido ficará depois das melhoras previstas
  • Discussão: Cap. 9
  • Leitura: Cap. 10 (A árvore de parentesco)
12/01
  • Discussão dos artigos e colaboração
  • Discussão: Cap. 10
  • Leitura: Cap. 11 (A história escrita em todo o nosso corpo)
19/01
  • Discussão dos artigos e colaboração
  • Discussão: Cap. 11
  • Leitura: Cap. 12 (Corridas armamentistas e teodiceia evolucionária)
26/01
  • Discussão dos artigos e colaboração
  • Discussão: Cap. 12
  • Leitura: Cap. 13 (Há grandeza nessa visão da vida)
02/02
  • Evolução é melhor que criacionismo
  • Discussão dos artigos e colaboração
  • Discussão: Cap. 13
  • Leitura: Apêndice (Os negadores da história)
16/02
  • Evolução, divulgação científica e os perigos do criacionismo
  • Discussão: Negacionismo
  • Auto-avaliações
  • Questionário de avaliação (optativo)
  • Entrega do dossiê

Livro texto[editar | editar código-fonte]

Dawkins, R. O Maior Espetáculo da Terra - As Evidências da Evolução. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  1. ALLABY, M. A Dictionary of Ecology. Nova Iorque: Oxford University Press, 2010.
  2. BEZERRA, D.; ORSI, C. Pura Picaretagem: Como Livros de Esoterismo e Autoajuda Distorcem a Ciência para Te Enganar. Saiba Como Não Cair em Armadilhas! São Paulo: Leya, 2013.
  3. BERNSTEIN, H. Dinâmicas de Classe da Mudança Agrária. São Paulo: UNESP, 2011.
  4. CHAZDON, R.L.; WHITMORE, T.C. (eds.) Foundations of Tropical Forest Biology: Classic Papers with Commentaries. Chicago: University of Chicago Press, 2001.
  5. COYNE, J.A. Por Que A Evolução É Uma Verdade. São Paulo: JSN, 2014.
  6. CREASE, R.P. Os Dez Mais Belos Experimentos Científicos. Rio de Janeiro: Zahar, 2006.
  7. DARWIN, C. Origem das Espécies. Belo Horizonte: Villa Rica Editoras Reunidas Ltda., 1994.
  8. DAWKINS, R. Deus, Um Delírio. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
  9. DAWKINS, R. O Maior Espetáculo da Terra: As Evidências da Evolução. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
  10. DEAN, W. A Ferro e Fogo: A História e a Devastação da Mata Atlântica Brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
  11. DIAS, M.H. Farinha, Madeiras e Cabotagem: A Capitania de Ilhéus no Antigo Sistema Colonial. Ilhéus: EDITUS, 2011.
  12. DIAS, M.H.; CARRARA, A.A.C. (orgs.) Um Lugar na História: A Capitania e Comarca de Ilhéus Antes do Cacau. Ilhéus: EDITUS, 2007.
  13. FERRI, M.G.; MOTOYAMA, S. História das Ciências no Brasil. (3 vol.) São Paulo: EDUSP-EPU-CNPq, 1979-1981.
  14. FILHO, A. Sul da Bahia: Chão de Cacau (Uma Civilização Regional). Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2007.
  15. GARDNER, M. (ed.) Great Essays in Science. Nova Iorque: Pocket Books, 1957.
  16. GARDNER, M. Manias e Crendices Em Nome da Ciência: As Curiosas Teorias da Falsa Ciência; Apaixonante Estudo da Credulidade Humana. São Paulo: IBRASA, Institução Brasileira de Difusão Cultural, 1960.
  17. GARDNER, M. Science: Good, Bad and Bogus. Nova Iorque: Prometheus, 1989.
  18. GARDNER, M.The New Age: Notes of a Fringe-Watcher. Nova Iorque: Prometheus, 1991.
  19. GARDNER, M. O Umbigo de Adão. Rio de Janeiro: Ediouro, 2002.
  20. GUIMARÃES, L.M.P. Memórias partilhadas: os relatos dos viajantes oitocentistas e a ideia de “civilização do cacau” História, Ciências, Saúde-Manguinhos, v. 8, p. 1059-1070. 2001.
  21. HABSBURG, F.M. von. Mato Virgem. Ilhéus: EDITUS, 2010.
  22. HANSSON, S.O. Science and Pseudo-Science. In: ZALTA, E. N. (Ed.). The Stanford Encyclopedia of Philosophy. Spring 201 ed. Stanford: Center for the Study of Language and Information (CSLI), Stanford University, 2014. p. 1–13. (Disponível em Stanford Encyclopedia of Philosophy)
  23. HARDY, I. ID: Intelligent Darwin. Trends in Ecology & Evolution, v. 22, n. 7, p. 336–337, 2007.
  24. HINE, R.S.; MARTIN, E. A Dictionary of Biology. Oxford: Oxford University Press, 2004.
  25. HITCHENS, C. Deus Não é Grande: Como a Religião Envenena Tudo. Rio de Janeiro: Ediouro, 2007.
  26. HITCHENS, C. Cartas a um Jovem Contestador. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
  27. ISHIKAWA, K.; KABAWATA, K.; VERTE CORP. Guia Mangá: Universo. São Paulo: Novatec, 2012.
  28. KRAUSS, L.M. Um Universo que Veio do Nada: Porque Há Criação Sem Criador. São Paulo: Paz & Terra, 2013.
  29. KRUSZELNICKI, K. Grandes Mitos da Ciência. São Paulo: Fundamento Educacional, 2013.
  30. KURY, L. Viajantes-naturalistas no Brasil oitocentista: experiência, relato e imagem. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, v. 8, suplemment, p. 863–880, 2001.
  31. LA CATARDIÈRE, P. História das Ciências: Da Antiguidade aos Nossos Dias (Volume III: Ciências da Terra e Ciências da Vida). Lisboa: Edições Texto & Grafia, 2011.
  32. LAKATOS, I. Science and pseudoscience. In: LAKATOS, I. (Ed.). Philosophical Papers. Cambridge: Cambridge University Press, 1977. p.1–7.
  33. LOPES, R.J. Além de Darwin. Evolução: O que Sabemos sobre a História e o Destino da Vida. São Paulo: Globo, 2009.
  34. MAHONY, M.A. Um passado para justificar o presente: memória coletiva, representação histórica e dominação política na região cacaueira da Bahia. Especiaria, v. 10, n. 18, p. 737–793, 2007.
  35. MARTINS, A.P.; VANDELLI, D.; SAMPAIO, F.A.; CÂMARA, M.A.; CASTRIOTO, F.A.; Financiadora de Estudos e Projetos-FINEP (eds.) O Gabinete de Curiosidades de Domenico Vandelli. Rio de Janeiro: Dantes Editora, 2008.
  36. MATOS, E.M.; QUEIROZ, L.P. Árvores Para Cidades. Salvador: Ministério Público do Estado da Bahia-Solisluna, 2009.
  37. MAYR, E. O desenvolvimento do pensamento biológico. Brasília: Editora UnB, 1998.
  38. MAYR, E. Biologia, ciência única. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
  39. MAYR, E. O Que É Evolução. Rio de Janeiro: Rocco, 2009.
  40. MORTON, F. The royal timber in late colonial Bahia. Hispanic American Historical Review, v. 58, n. 1, p. 41–61, 1978.
  41. MOTA, R.; FLORES, R.Z.; SEPEL, L.; LORETO, E. Método Científico & Fronteiras do Conhecimento. Santa Maria: CESMA, 2003.
  42. PANG, E.; SECKINGER, R. The mandarins of imperial Brazil. Comparative studies in society and History, v. 14, n. 2, p. 215–244, 1972.
  43. PARENTONI-MARTINS, R.; COUTINHO, F.A. Conhecimento Científico. Natureza & Conservação, v. 08, n. 02, p. 187–189, 2010.
  44. PIGLIUCCI, M. Nonsense on stilts: How to tell science from bunk. Chicago: University of Chicago Press, 2010.
  45. PIGLIUCCI, M.; BOUDRY, M. Philosophy of pseudoscience: reconsidering the demarcation problem. Chicago: The University of Chicago Press, 2013.
  46. PRACONTAL, M. A Impostura Científica Em Dez Lições. São Paulo: UNESP, 2004.
  47. PRICE, G. Science and the supernatural. Science, v. 122, n. 3165, p. 359–367, 1955.
  48. PRICE, G. Where is the definitive experiment? Science, v. 123, n. 3184, p. 17–18, 1956.
  49. REAL, L.A.; BROWN, J.H. Foundations of Ecology: Classic Papers with Commentaries. Chicago: University of Chicago Press, 1991.
  50. SAMBUICHI, R.H.R.; MIELKE, M.S.; PEREIRA, C.E. Nossas Árvores: Conservação, Uso e Manejo de Árvores Nativas no Sul da Bahia. Ilhéus: EDITUS, 2009.
  51. SAGAN, C. O Mundo Assombrado Pelos Demônios. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
  52. SANTOS, B.S. Se Deus fosse um ativista dos direitos humanos. São Paulo: Cortez Editora, 2013. p. 168
  53. SHERMER, M. Por Que As Pessoas Acreditam em Coisas Estranhas: Pseudociência, Superstição e Outras Confusões dos Nossos Tempos. São Paulo: JSN Editora, 2011.
  54. SMITH, J. M. Roleta Genética: Riscos Documentados dos Alimentos Transgênicos sobre a Saúde. São Paulo: João de Barro Editora, 2009.
  55. SPIX, J.B.; MARTIUS, C.F.P. Viagem pelo Brasil: 1817-1820. Belo Horizonte: Editora Itatiaia-EDUSP, 1981.
  56. TAUNAY, A.E. Zoologia Fantástica do Brasil (Séculos XVI e XVII). São Paulo: EDUSP-Museu Paulista da USP, 1999.
  57. VANDELLI, D.; LINEU, C. De Vandelli para Lineu. De Lineu para Vandelli: correspondência entre naturalistas. Rio de Janeiro: Dantes Editora, 2008.
  58. VANZOLINI, P.E. Episódios da Zoologia Brasilica. São Paulo: HUCITEC, 2004.
  59. VERMA, S. Ideias geniais controversas. Belo Horizonte: Editora Gutenberg, 2014.
  60. WIED, M. (Príncipe de Wied-Neuwied) Viagem ao Brasil. Belo Horizonte-São Paulo: Itatiaia-EDUSP, 1989.
  61. WILSON, E.O. A Conquista Social da Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.

Recursos necessários[editar | editar código-fonte]

  • Bibliografia
  • Sala de aula com microcomputadores e livre acesso à internet.

EXTRAS[editar | editar código-fonte]

Por que a Wikipédia?[editar | editar código-fonte]

Posso confiar na Wikipédia?[editar | editar código-fonte]

A Wikipédia é confiável? Suas alunas copiaram tudo da Wikipédia? Esta enfurecida professora esclarece.
(Clique aqui para assistir)

Análises[editar | editar código-fonte]

  1. Análise de verbetes sobre aquecimento global constatou que a visão científica prevaleceu na polêmica com os negadores do aquecimento global antrópico.[2]
  2. A Wikipédia está revolucionando a economia do conhecimento e a divulgação científica.[5]
  3. Um edit-a-thon recente (8 de junho de 2015 - em inglês)[6] sobre o Dia Mundial dos Oceanos promoveu significativas melhoras em verbetes sobre o assunto, permitindo também a colaboração de editores iniciantes e a desmistificação da Wikipédia.[7]
  4. A Wikipédia vem sendo usada como ferramenta de ensino por professores das várias áreas do conhecimento.[8][9] Professores de universidades brasileiras também relatam experiências positivas com a utilização da Wikipédia em sala de aula.[10][11]
  5. Os verbetes sobre ornitologia precisam ser melhorados. A Wikipédia é o primeiro resultado em buscas por nome científico no Google, por isso é uma boa ferramenta para a divulgação científica. Estudantes que sintetizem o conhecimento científico também se beneficiam através dos exercícios de leitura e redação. Em última análise a Wikipédia é uma excelente ferramenta para solucionar um dos principais desafios da comunidade científica, a síntese e comunicação dos resultados das pesquisas tanto para o grade público quanto para seus pares. "A Wikpédia oferece uma saída única para o ensino, a pesquisa e a extensão - os pilares das instituições de ensino superior que recebem menos atenção do que deveriam".[12]

Páginas úteis[editar | editar código-fonte]

Brochuras[editar | editar código-fonte]

Tutoriais em vídeo[editar | editar código-fonte]

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Notas

  1. Livremente adaptado e copiado à partir do Programa Wikipédia na Universidade

Referências

  1. Moy, Cheryl L.; Jonas R. Locke, Brian P. Coppola, Anne J. McNeil (2010). «Improving Science Education and Understanding through Editing Wikipedia». Journal of Chemical Education (em inglês). 87 (11): 1159-1162. ISSN 0021-9584. doi:10.1021/ed100367v 
  2. a b Costa, Bernardo Esteves Gonçalves da (2014). As controvérsias da ciência na Wikipédia em português: o caso do aquecimento global (PDF) (Tese de Doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia). UFRJ. Consultado em 4 de outubro de 2015 
  3. Willis, E. O. (1979). «The composition of avian communities in remanescent woodlots in southern Brazil». Papéis Avulsos de Zoologia (São Paulo) (em inglês). 33: 1-25. ISSN 0031-1049 
  4. Willis, E.O. (1974) (2002). Robin L. Chazdon, Timothy Charles Whitmore (eds.) Foundations of Tropical Forest Biology: Classic Paper With Commentaries, ed. Populations and Local Extinctions of Birds on Barro Colorado Island, Panamá. Ecological Monographs 44:153-169 (em inglês). Chicago: University of Chicago Press. p. 727-743. ISBN 9780226102252 
  5. Emerging Technology From the arXiv (2 de julho de 2015). «Why Wikipedia + Open Access = Revolution». MIT Technology Review (em inglês). MIT. Consultado em 17 de Julho de 2015. The results make for interesting reading. “The odds that an open access journal is referenced on the English Wikipedia are 47% higher compared to closed access journals,” say Teplitskiy and co. But this doesn’t imply that Wikipedia editors are blindly choosing open access articles at the expense of more important papers. The team says that a journal’s high impact status also significantly increases the chances that it will be referenced, regardless of whether it is open or closed access. So Wikipedia generally provides links to high quality scientific articles, even though open access ones are disproportionately represented. 
  6. Ayana Elizabeth Johnson (5 de junho de 2015). «Why Ocean Conservationists ShoulWhy Ocean Conservationists ShoulWhy Ocean Conservationists Should Pay More Attention to Wikipediad Pay More Attention to Wikipediad Pay More Attention to Wikipedia». National Geographic (em inglês). Consultado em 14 de junho de 2015 
  7. Ayana Elizabeth Johnson (12 de junho de 2015). «How Hosting an Edit-A-Thon Made Me Trust Wikipedia». National Geographic (em inglês). Consultado em 14 de junho de 2015 
  8. Callis, Kristine L.; Christ LR, Resasco J, Armitage DW, Ash JD, Caughlin TT, Clemmensen SF, Copeland SM, Fullman TJ, Lynch RL, Olson C, Pruner RA, Vieira-Neto EH, West-Singh R, Bruna EM. (2009). «Improving Wikipedia: educational opportunity and professional responsibility». Trends in Ecology & Evolution (em English). 24 (4): 177-179. ISSN 0169-5347. PMID 19269059. doi:10.1016/j.tree.2009.01.003 
  9. Moy, Cheryl L.; Jonas R. Locke, Brian P. Coppola, and Anne J. McNeil (2010). «Improving Science Education and Understanding through Editing Wikipedia». Journal of Chemical Education (em inglês). 87 (11): 1159-1162. ISSN 0021-9584. doi:10.1021/ed100367v 
  10. «Improving evolution articles on the Portuguese Wikipedia through class: Professor Yuri Leite « Wikimedia blog». Consultado em 7 de outubro de 2015 
  11. «Improving computer science articles on the Portuguese Wikipedia « Wikimedia blog». Consultado em 7 de outubro de 2015 
  12. Bond, Alexander L. (2011). «Why ornithologists should embrace and contribute to Wikipedia». Ibis (em inglês). 153 (3): 640-641. ISSN 1474-919X. doi:10.1111/j.1474-919X.2011.01135.x. Wikipedia therefore offers a unique outlet for science education, science communication and public service – three tenets of higher education institutions and government agencies that are often given less than their due. 



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