Eleição presidencial no Brasil em 2014

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Este artigo ou seção é sobre uma eleição futura.
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Eleição presidencial brasileira de 2014
  2010 ← Brasil → 2018
5 de outubro de 2014
Rousseff. Aécio. Campos.
Candidato Dilma Rousseff Aécio Neves Eduardo Campos
Partido PT PSDB PSB
Natural de Minas Gerais Minas Gerais Pernambuco
Companheiro de chapa Michel Temer (PMDB) Aloysio Nunes (PSDB) Marina Silva (PSB)
Luciana. Everaldo Eduardo Jorge
Candidato Luciana Genro Everaldo Pereira Eduardo Jorge
Partido PSOL PSC PV
Natural de Rio Grande do Sul Rio de Janeiro Bahia
Vice Jorge Paz (PSOL) Leonardo Gadelha (PSC) Célia Sacramento (PV)

A eleição presidencial brasileira de 2014 será realizada em 5 de outubro de 2014.[1] Caso nenhum dos candidatos atinja mais de 50% dos votos válidos, um segundo turno será realizado em 26 de outubro. A atual presidente da República, Dilma Rousseff, deve concorrer à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Ela deve ter como principais adversários o senador Aécio Neves do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos do Partido Socialista Brasileiro (PSB).[2]

Contexto[editar | editar código-fonte]

Eleição de 2010[editar | editar código-fonte]

Dilma Rousseff sendo empossada como a primeira mulher presidente do Brasil.

Em 31 de outubro de 2010, no segundo turno das eleições de 2010, Dilma Rousseff do PT, ex-ministra-chefe da Casa Civil do governo Lula, se tornou a primeira mulher eleita para a presidência da República do Brasil após derrotar o então candidato do PSDB José Serra.[3] A campanha foi dominada por temas morais e religiosos, sendo a candidata petista vítima de panfletos apócrifos distribuídos por grupos religiosos conservadores onde era acusada de apoiar o terrorismo, o aborto e a corrupção.[4] Como consequência, a abstenção no segundo turno superou a marca de 20 milhões de eleitores.[3] Além disso, no primeiro turno a polarização entre PT e PSDB presente na política nacional desde 1994[5] se viu ameaçada pela votação expressiva em Marina Silva, ex-ministra do meio-ambiente do governo Lula, então no Partido Verde,[6] que obteve cerca de 19,6 milhões de votos.[7] De qualquer forma, Dilma foi eleita com 56,1% dos votos válidos, devido sobretudo a aprovação do Governo Lula e de sua atuação à frente do Ministério da Casa Civil. Em 2010, a aprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva atingiu um recorde mundial, num patamar acima de 80%. A aprovação pessoal de Lula atingiu 87% dos brasileiros o avaliando positivamente.[8]

Primeiros anos do governo Dilma[editar | editar código-fonte]

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, durante declaração conjunta, no Palácio do Planalto.

O crescimento da economia nos dois primeiros anos do Governo Dilma ficou aquém do esperado, devido aos reflexos da crise mundial inicada em 2008.[9] Com 2,7% de crescimento em 2011 e 1% em 2012. Em 2013, a economia brasileira cresceu 2,5%, índice puxado principalmente pela agropecuária e pelo aumento da taxa de investimento.[10] [11]

A inflação foi mantida dentro dos limites previstos, mas sempre acima do centro da meta,[9] o que tem gerado críticas à política econômica da presidente.[12] No entanto, deve-se notar que a inflação média anual obtida pelo governo Dilma foi a mais baixa desde o início do Plano Real.[13] O Governo Dilma conseguiu reduzir ainda mais a taxa de desemprego, atingindo nas principais capitais a condição de pleno emprego.[9] A taxa de desemprego em 2013 caiu a 5,4%, menor patamar histórico.[14] A renda dos trabalhadores também manteve forte expansão desde o início do governo Dilma.[9]

Apesar dos avanços no combate à miséria, com o Plano Brasil Sem Miséria, e ao desmatamento, o governo Dilma encontrou dificuldades em áreas como reforma agrária, reforma política, reforma tributária, e no diálogo com as centrais sindicais, todas bandeiras históricas do PT, o que geraram críticas à presidente dentro do seu próprio partido.[15] Na área educacional, apesar do ritmo lento de expansão de creches, institutos federais de tecnologia e universidades federais, o governo logrou êxito com o programa Ciência sem Fronteiras, que já ofereceu milhares de bolsas de estudo para universitários em alguns dos principais centros de pesquisa do mundo.[9] O Pronatec, criado em 2011, atingiu em meados de 2014 a marca de 7,3 milhões de matrículas.[16] Outros êxitos do governo incluem a aprovação do Vale Cultura, um benefício destinado aos trabalhadores de carteira assinada para estimular o acesso à cultura, com o consumo de bens, serviços e atividades culturais, e a ampliação do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e dos programas Farmácia Popular e Brasil Sorridente.[9] Deve-se destacar a implantação da Comissão Nacional da Verdade que tem por finalidade apurar graves violações de Direitos Humanos ocorridas entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988, o que inclui o período da Ditadura militar[17] .

Protestos de junho de 2013[editar | editar código-fonte]

Manifestantes no Congresso Nacional em 17 de junho de 2013.
Pronunciamento de Dilma Rousseff em 21 de junho de 2013, quando apresentou os cinco pactos.
Presidenta Dilma Rousseff recebe Seleção Brasileira de Futebol com a Taça da Copa das Confederações 2013.

No final de junho de 2013, os governos municipais, estaduais e federal enfrentaram uma das maiores manifestações populares da história do Brasil.[18] Motivados inicialmente pelo aumento do preço das passagens do transporte coletivo nas capitais, os manifestantes posteriormente voltaram sua pauta de reivindicações para outros temas após o cancelamento do aumento dos preços das passagens em várias cidades.[19] Os protestos se voltaram em especial contra a Copa das Confederações FIFA de 2013, cuja realização coincidiu com as manifestações.[19] Os protestos chegaram a reunir mais de um milhão de pessoas simultaneamente nas ruas de 80 cidades e se transformaram nas maiores manifestações de rua do país em mais de duas décadas. Segundo o pesquisador francês Frédéric Louault, o governo Dilma foi pego de surpresa pelos protestos, pois não percebeu o distanciamento que estava tomando dos movimentos sociais, tradicionais aliados do PT.[20] Segundo Louault, "concentrado nos indicadores macroeconômicos, o governo pensava que o apoio dos setores sociais estava garantido. Este foi um erro importante do governo de Dilma Rousseff".[20]

À época, Dilma possuía altos índices de popularidade - 79% de aprovação pessoal - e segundo o jornalista Paulo Moreira Leite "a oposição parecia ajoelhada", uma vez que a população dava a impressão de estar satisfeita com seu governo.[18] Durante e após os protestos, a popularidade da presidenta caiu acentuadamente, assim como a de boa parte dos governadores e prefeitos.[18] Dilma chegou a empatar com Marina Silva em uma das simulações de segundo turno.[21] No entanto, ao contrário de governadores e prefeitos, que preferiram manter distância das reivindicações para evitar maiores desgastes, Dilma "saiu da defensiva", segundo o comentarista político Kennedy Alencar,[22] e apresentou na televisão um plano de cinco pactos em resposta às principais reivindicações das ruas – a defesa de uma maior responsabilidade fiscal para evitar o avanço da inflação, a proposta de criar uma assembleia constituinte para promover a reforma política, maiores investimentos em mobilidade urbana, a destinação de 100% dos royalties do pré-sal para a educação e ações voltadas para a melhoria da saúde pública.[23]

Segundo avaliação do secretário-geral da presidência da República, Gilberto Carvalho, os protestos tiveram origem na insatisfação da "grande camada de brasileiros que emergiu da exclusão e passou a consumir" com os serviços públicos medianos que lhe são ofertados.[19] Visão semelhante foi expressa pelo cientista político francês Olivier Dabène,[20] pelo correspondente do El País Juan Arias e pelo ex-presidente Lula em sua coluna no New York Times.[24] [25] Segundo a AFP, os protestos também foram motivados pelo "período de crescimento econômico magro e de inflação em alta" e foram organizados por jovens apolíticos de classe média,[19] visão da qual tanto Lula quanto Arias discordam; segundo eles, os protestos ocorreram justamente devido ao fato de que as pessoas estão mais atentas à política nacional.[24] [25] Para Louault, os protestos de junho deixaram claro que o PT se distanciou da juventude, o que pode futuramente lhe trazer problemas de renovação interna do partido.[20] Conforme as manifestações foram se tornando cada vez mais violentas a partir de julho, a participação popular nos protestos acabou se arrefecendo.[22] [26] Segundo Marcia Cavallari, diretora do Ibope Inteligência, o foco das manifestações "se perdeu quando começaram a ação dos black blocs, do vandalismo, do quebra-quebra e isso fez com que a grande maioria das pessoas, as que querem se manifestar por causas legítimas se inibissem".[27]

Após os protestos[editar | editar código-fonte]

A proposta de Dilma de convocar uma nova constituinte, segundo Leite, "não sobreviveu a 30 minutos de conversa".[18] Segundo o pesquisador francês Frédéric Louault, ao tentar apresentar uma resposta à população, os petistas se viram bloqueados pelos partidos que sustentam a base aliada do governo no Congresso.[20] Por outro lado, o pacto pela responsabilidade fiscal foi celebrado,[28] assim como a destinação dos royalties do pré-sal para a educação (com mudanças da Câmara dos Deputados para favorecer também a saúde pública)[22] [29] e o anúncio de novos investimentos em Mobilidade Urbana.[30] Os programas de Mobilidade Urbana do PAC 2 têm investidos recursos em metrôs, Bus Rapid Transit (BRTs), corredores de ônibus, veículos leves sobre trilhos, aeromóvel, entre outros[31] . Quanto à saúde, o governo implantou o programa Mais Médicos,[22] que consiste na vinda de médicos estrangeiros para o país para suprir a carência de profissionais nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades. Apoiado por 84,3% da população,[32] o programa é considerado o principal trunfo do governo Dilma e o principal fator que impulsionou a recuperação de sua popularidade após os protestos.[18] Também teria contribuído para a recuperação da popularidade da presidente sua postura incisiva após as denúncias de que o governo dos Estados Unidos teria espionado o governo brasileiro.[18]

Marina Silva com Eduardo Campos durante o anúncio de sua filiação ao PSB.

No início de outubro de 2013, Marina Silva, que teria sido a candidata mais beneficiada pelos protestos de junho segundo as pesquisas de intenção de voto,[33] teve o registro de seu partido, o Rede Sustentabilidade, negado pelo Tribunal Superior Eleitoral por não ter apresentado o número mínimo de assinaturas exigido pela legislação até o prazo de 5 de outubro de 2013 (um ano antes da eleição), ficando assim impossibilitada de concorrer à presidência em 2014 pela agremiação.[5] [34] Após reuniões com representantes do Partido Popular Socialista (PPS) e do Partido Socialista Brasileiro, sendo que este último havia rompido com o governo em 18 de setembro para lançar a candidatura do governador de Pernambuco Eduardo Campos à presidência,[35] Marina decidiu filiar-se ao PSB.[36] Especula-se que ela pode ser candidata a vice-presidente numa chapa encabeçada por Campos.[37] [38]

Em 15 de novembro de 2013, foram presos os condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da ação penal do mensalão.[39] O julgamento começou em 2 de agosto de 2012 e foi concluído em 17 de dezembro do mesmo ano.[39] Figuravam entre os 25 réus condenados figuras históricas do PT como José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares.[39] Dilma evitou fazer comentários sobre as prisões dos colegas de partido, afirmando que não analisar as sentenças do STF é um procedimento exigido dos presidentes.[40] Segundo os cientistas políticos Pedro Fassoni Arruda e Luciano Dias, o mensalão não deve impactar a campanha de reeleição da presidente.[41] De fato, a popularidade de Dilma cresceu após as prisões dos condenados ao mesmo tempo em que grande maioria dos eleitores do PT (87%)[42] declararam apoio às prisões.[43] Um fato novo que poderia surgir do julgamento, no entanto, é a candidatura do relator da ação penal, o juiz Joaquim Barbosa à presidência ou vice-presidência; como magistrado, ele tem até 5 de abril de 2014 para se desincompatibilizar do STF e disputar a eleição.[44] [45]

Pesquisa do Datafolha divulgada no dia 03 de julho de 2014 na Folha de S.Paulo mostra que para 76% dos entrevistados os torcedores que xingaram a presidente no jogo de estreia da Copa do Mundo, em São Paulo, agiram mal e 17% consideram que agiram bem. A condenação é maior entre os favoráveis à realização da Copa: 82% avaliam que a torcida agiu mal. Mesmo entre os eleitores de seus principais adversários, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), a reprovação foi majoritária: 69% e 72%, nesta ordem. A pesquisa também mostrou que a proporção de eleitores favoráveis à Copa no Brasil subiu de 51% para 63% em um mês. O orgulho com a realização do Mundial saltou de 45% para 60%.[46]

Pré-candidaturas[editar | editar código-fonte]

As candidaturas só serão oficializadas pelos partidos entre 10 e 30 de junho de 2014,[1] [45] mas os partidos políticos do país já deram indicações de quem serão seus candidatos à presidência.

No 14º Encontro Nacional do PT, realizado no início de maio de 2014, o Partido dos Trabalhadores oficializou a pré-candidatura de Dilma Rousseff à reeleição, pondo fim às especulações de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderia vir a disputar novamente a presidência da República.[47] Uma semana depois, dirigentes do PMDB se reuniram na capital federal e chegaram à conclusão de que Michel Temer deverá ser mesmo o candidato a vice na chapa de Dilma.

O comando do PR, tendo à frente o presidente da legenda, senador Alfredo Nascimento, defende a reedição da coligação com a presidenta Dilma, mas um grupo capitaneado pelo diretório de Minas Gerais queria que o partido apoie o candidato tucano. Havia, além disso, a posição do senador capixaba Magno Malta, que fazia uma discurso pela candidatura própria — a dele — à Presidência da República.[48]

Em 10 de outubro de 2013, o Partido Socialista Brasileiro definiu que o ex-governador de Pernambuco, e ex-aliado do PT, Eduardo Campos será o candidato à presidência pela legenda,[49] após ter entregue os cargos no governo federal em 18 de setembro daquele ano.[35] Em 28 de novembro, a ex-ministra do meio-ambiente Marina Silva – que não conseguiu legalizar seu partido, a Rede Sustentabilidade, a tempo para as eleições de 2014 e acabou se filiando ao PSB[50] – anunciou que Campos seria o candidato do PSB à presidência, pondo fim às especulações de que ela poderia encabeçar a chapa do partido.[51] No dia 14 de abril de 2014, Marina foi confirmada como candidata a vice-presidente na chapa do ex-governador pernambucano.[52]

Em 19 de novembro de 2013, o Partido da Social Democracia Brasileira definiu que o senador por Minas Gerais, Aécio Neves, será o candidato à presidência da sigla.[53] O ex-governador de São Paulo e candidato derrotado em 2010 José Serra tentou se firmar como candidato pelo partido mas não conseguiu apoio suficiente dentro do partido.[53] Em 16 de dezembro de 2013, Serra publicou um curto comunicado em sua conta no Facebook desistindo da indicação do partido.[54]

Em 1° de dezembro de 2013, o Partido Socialismo e Liberdade havia escolhido o senador pelo Amapá, Randolfe Rodrigues, como candidato do partido para a presidência.[55] Randolfe tinha derrotado a pré-candidata Luciana Genro na votação promovida no 4° Congresso Nacional do partido.[55] Porém no dia 13 de junho de 2014, o PSOL anunciou que o senador Randolfe desistiu da candidatura a presidente pelo partido. A legenda afirma que ele deve ser substituído pela ex-deputada Luciana Genro. Na nota em que divulgou a desistência de Randolfe, o PSOL afirma que o senador saiu da disputa para "construir uma alternativa política contra o retorno das forças conservadoras no estado do Amapá", mas que a opção "representa um prejuízo na construção de uma alternativa de esquerda nestas eleições".[56]

Em 22 de março de 2014, o Partido Verde divulgou nota oficializando a candidatura de Eduardo Jorge à presidência da República pela sigla.[57] Durante evento realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo no mesmo dia, o pré-candidato apresentou o documento "Viver bem, viver verde", com as diretrizes para a elaboração de um programa do PV para uma eventual gestão à frente do Governo Federal.[57]

O deputado Pastor Everaldo do Partido Social Cristão também colocou seu nome como pré-candidato à presidência da República.[58] De acordo com o PSC, o lançamento da pré-candidatura foi um evento preparatório para a convenção do partido, em junho, quando a candidatura será confirmada.[59]

O ex-deputado federal constituinte e três vezes candidato a presidente José Maria Eymael confirmou sua pré-candidatura à presidência pelo Partido Social Democrata Cristão em entrevista concedida ao portal R7 no início de dezembro de 2013.[60]

A advogada Denise Abreu lançou sua pré-candidatura pelo recém-criado Partido Ecológico Nacional, porém encontrou resistência dentro do partido, dificuldades de estrutura de campanha e falta de planejamento. No último dia para a realização de convenções partidárias, o PEN comunicou ao PSDB apoio à candidatura de Aécio.[61]

O presidente do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro, Levy Fidélix, que disputou a presidência em 2010, pediu ao Ibope que inserisse seu nome nas pesquisas de intenção de voto.[62] José Maria de Almeida do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado, que já disputou a presidência três vezes, também afirmou que irá disputar o cargo novamente este ano.[62] O Partido Comunista Brasileiro lançara novamente um candidato à Presidência da República. Desta vez, Mauro Iasi foi escolhido como o representando da sigla para disputar o cargo.[63] Por fim o Partido da Causa Operária lançará pela quarta vez consecutiva o candidato Rui Costa Pimenta.[64]

Convenções Partidárias[editar | editar código-fonte]

Legislação[editar | editar código-fonte]

O dia 30 de junho de 2014 é o marco final para os partidos políticos definirem seus candidatos e coligações para as eleições de 2014. A decisão é oficializada durante as convenções partidárias, que devem ocorrer de 10 a 30 de junho, período definido no artigo oitavo da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Válido para todos os partidos políticos, o prazo garante a isonomia entre as legendas.[65] É no período de convenções que os partidos decidem quais filiados podem pedir registro de candidatura e se as siglas disputarão o pleito coligadas ou não com outras legendas.[65]

Portanto, até o dia 30 de junho o país conhecerá oficialmente os candidatos a presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e respectivos suplentes, deputado federal, deputado estadual e distrital dos partidos, bem como as coligações que disputarão as eleições gerais de 2014. Ainda de acordo com o caput do artigo 8º da Lei nº 9.504/97, a ata com o registro dos candidatos e coligações escolhidos por cada partido deve ser lavrada em livro aberto e rubricado pela Justiça Eleitoral.[65]

Convenções[editar | editar código-fonte]

Nome e sigla do partido[66] Bancada
Federal [67]
Data da convenção Posicionamento oficial
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)
73
10/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição. Candidatura de Michel Temer a vice-presidente.[68]
Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)
17
27/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[69]
Partido Democrático Trabalhista (PDT)
18
10/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[70]
Partido dos Trabalhadores (PT)
88
21/06/2014
Candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República.[71]
Democratas (DEM)
28
30/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[72]
Partido Comunista do Brasil (PCdoB)
15
27/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição. [73]
Partido Socialista Brasileiro (PSB)
25
28/06/2014
Candidatura de Eduardo Campos à Presidência da República e Marina Silva a vice-presidente.[74]
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
44
14/06/2014
Candidatura de Aécio Neves à Presidência da República[75] e Aloysio Nunes a vice-presidente (decisão tomada no dia 30/06/14).[76]
Partido Trabalhista Cristão (PTC)
0
28/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[77]
Partido Social Cristão (PSC)
12
14/06/2014
Candidatura de Everaldo Pereira à Presidência da República[78] e Leonardo Gadelha a vice-presidente (decisão tomada no dia 30/06/14).[79]
Partido da Mobilização Nacional (PMN)
3
15/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[80]
Partido Republicano Progressista (PRP)
2
26/06/2014
Apoio formal à candidatura de Eduardo Campos (PSB).[81]
Partido Popular Socialista (PPS)
6
28/06/2014
Apoio formal à candidatura de Eduardo Campos (PSB).[74]
Partido Verde (PV)
8
14/06/2014
Candidatura de Eduardo Jorge à Presidência da República e Célia Sacramento a vice-presidente.[82]
Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB)
3
10/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[83]
Partido Progressista (PP)
39
25/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[84]
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU)
0
14/06/2014
Candidatura de José Maria de Almeida à Presidência da República e Cláudia Durans à vice-presidente.[85]
Partido Comunista Brasileiro (PCB)
0
21/06/2014
Candidatura de Mauro Iasi à Presidência da República e Sofia Manzano a vice-presidente.[63]
Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB)
0
15/06/2014
Candidatura de Levy Fidelix à Presidência da República.[86]
Partido Humanista da Solidariedade (PHS)
0
27/06/2014
Apoio formal à candidatura de Eduardo Campos (PSB). Decisão referendada no dia 30/06/2014.[87]
Partido Social Democrata Cristão (PSDC)
1
29/06/2014
Candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República e Roberto Lopes à vice-presidente.[88]
Partido da Causa Operária (PCO)
0
30/06/2014
Candidatura de Rui Costa Pimenta à Presidência da República e Ricardo Machado a vice-presidente.[64]
Partido Trabalhista Nacional (PTN)
0
15/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[89]
Partido Social Liberal (PSL)
0
29/06/2014
Apoio formal à candidatura de Eduardo Campos (PSB).[90]
Partido Republicano Brasileiro (PRB)
10
30/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[91]
Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)
3
22/06/2014
Candidatura de Luciana Genro à Presidência da República e Jorge Paz a vice-presidente.[92]
Partido da República (PR)
32
21/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição. Decisão referendada no dia 30/06/2014. [93]
Partido Pátria Livre (PPL)
0
28/06/2014
Apoio formal à candidatura de Eduardo Campos (PSB).[74]
Partido Republicano da Ordem Social (PROS)
20
24/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[94]
Partido Social Democrático (PSD)
45
25/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[95]
Partido Ecológico Nacional (PEN)
0
30/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB). [61]
Solidariedade (SD)
21
21/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[96]

Lista de Candidatos e Coligações[editar | editar código-fonte]

Coligação é o nome que se dá à união de dois ou mais partidos políticos que apresentam conjuntamente seus candidatos para determinada eleição. As coligações podem ser formadas para eleições majoritárias (escolha de prefeitos, governadores, senadores e presidente da república), proporcionais (vereadores, deputados estaduais, distritais e federais) ou ambas. Nas eleições majoritárias, a coligação é responsável por definir o tempo do horário eleitoral gratuito de cada candidato, já que o tamanho da bancada parlamentar na Câmara dos Deputados é utilizado como base do cálculo. Quanto mais deputados uma coligação tiver, maior o seu tempo na televisão.[97]

Candidato a presidente[98] Candidato a vice-presidente[98] Número Eleitoral[98] Coligação[98] Tempo de horário eleitoral[99]
Dilma Rousseff - foto oficial 2011-01-09.jpg
Dilma
PT
Michel Temer 1fev2012 no stf.jpg
Michel Temer
PMDB
13
Com a Força do Povo
PT / PMDB / PSD / PP / PR / PROS / PDT / PCdoB / PRB
11 minutos e 48 segundos
Aécio Neves.jpg
Aécio Neves
PSDB
Aloysio nunes 2011.jpg
Aloysio Nunes
PSDB
45
Muda Brasil
PSDB / PMN / SD / DEM / PEN / PTN / PTB / PTC / PTdoB
4 minutos e 31 segundos
Eduardocampos31102006.jpg
Eduardo Campos
PSB
Marina Silva Seminario.jpg
Marina Silva
PSB
40
Unidos pelo Brasil
PSB / PHS / PRP / PPS / PPL / PSL
1 minuto e 49 segundos
Pastor everaldo abr.jpg
Pastor Everaldo
PSC
Leonardo Gadelha
PSC
20
1 minuto 8 segundos
Eduardojorge pv abr.jpg
Eduardo Jorge
PV
Célia Sacramento.jpg
Célia Sacramento
PV
43
1 minuto e 1 segundo
Luciana genro 2007.jpg
Luciana Genro
PSOL
Jorge Paz
PSOL
50
51 segundos
Eymael.jpg
Eymael
PSDC
Roberto Lopes
PSDC
27
47 segundos
Zé Maria
PSTU
Cláudia Durans
PSTU
16
45 segundos
Levyfidelix.jpg
Levy Fidelix
PRTB
José Alves de Oliveira
PRTB
28
45 segundos
Mauro Iasi
PCB
Sofia Manzano
PCB
21
45 segundos
Rui Costa Pimenta
PCO
Ricardo Machado
PCO
29
45 segundos

Programa eleitoral[editar | editar código-fonte]

De acordo com a lei eleitoral, todas as redes de acesso gratuito de televisão e rádio devem reservar dois programas de 50 minutos por dia. O tempo reservado a cada um dos candidatos é determinado com base no número de assentos ocupados pelos partidos que correspondem a sua coligação na Câmara dos Deputados.[100] Os programas eleitorais são considerados uma ferramenta-chave de campanha no Brasil, onde a televisão e o rádio são as principais fontes de informação para muitos eleitores. O horário eleitoral gratuito também inclui candidatos concorrendo a cargos como Governador, Deputados Estadual e Federal, e Senador.[100]

Primeiro turno[editar | editar código-fonte]

Pesquisas de opinião[editar | editar código-fonte]

Os institutos de pesquisa começaram a testar o cenário mais provável da eleição – com Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos como candidatos – a partir da segunda semana de outubro, após a decisão de Marina Silva de se filiar ao PSB depois do TSE ter negado o registro da Rede Sustentabilidade. Assim sendo, as pesquisas realizadas a partir de 11 de outubro de 2013 não podem ser comparadas com as anteriores, que apresentam Marina Silva e Eduardo Campos como adversários entre si.[101] Em todas as pesquisas divulgadas desde então Dilma Rousseff venceria a disputa no primeiro turno, uma vez que sempre obtém intenção de voto superior à soma das intenções de voto de seus adversários.

Desde 1º de janeiro de 2014, os institutos de pesquisa são obrigados a registrar suas pesquisas perante a Justiça Eleitoral.[1]

Somente serão considerados as pesquisas dos três principais institutos do Brasil: Datafolha, Ibope e Vox Populi.

A Rede Bandeirantes usará uma ferramenta especial em nas Eleições de 2014, para ajudar a entender como anda a evolução dos candidatos. O intitulado Índice Band vai mostrar semanalmente a evolução de votos na disputa presidencial com base nos dados de vários institutos de pesquisa. O responsável pelo Índice Band é o cientista político Antonio Lavareda, que analisa as pesquisas registradas e divulgadas, sempre fazendo uma média ponderada – ou seja, sintetizando todos os dados em um único índice, apenas com os votos que seriam válidos.[102]

Primeiro turno[editar | editar código-fonte]

Período da pesquisa Instituto Candidato Nenhum / Branco / Nulo NS / NR
Dilma Rousseff (PT) Aécio Neves (PSDB) Eduardo Campos (PSB) Pastor Everaldo (PSC) Luciana Genro (PSOL) Eduardo Jorge (PV) Eymael (PSDC) Levy Fidelix (PRTB) Mauro Iasi (PCB) José Maria (PSTU) Rui Costa (PCO)
18 a 22/07/2014 Ibope[103] 38% 22% 8% 3% 1% 1% 0% 0% 0% 1% 0% 16% 9%
15 a 16/07/2014 Datafolha[104] 36% 20% 8% 3% 1% 1% 1% 0% 0% 1% 1% 13% 14%
01 a 02/07/2014 Datafolha[46] 38% 20% 9% 4% 1% 1% 0% 0% 1% 2% - 13% 11%
13 a 15/06/2014 Ibope[105] 39% 21% 10% 3% - 0% 0% 0% 0% 1% - 13% 8%
04 a 07/06/2014 Ibope[106] 38% 22% 13% 3% - 1% 0% 0% 0% 1% - 13% 7%
03 a 05/06/2014 Datafolha[107] 34% 19% 7% 4% - 1% 0% 0% 0% 1% - 17% 13%
31/05 a 01/06/2014 Vox Populi[108] 40% 21% 8% 2% - 0% 0% 0% 0% 1% - 14% 14%
15 a 19/05/2014 Ibope[109] 40% 20% 11% 3% - 1% 0% 0% 0% 1% - 14% 10%
07 a 08/05/2014 Datafolha[110] 37% 20% 11% 3% - 1% 0% 0% 0% 0% - 16% 8%
10 a 14/04/2014 Ibope[111] 37% 14% 6% 2% - 0% 0% 0% 0% - - 24% 13%
06 a 08/04/2014 Vox Pouli[112] 40% 16% 8% 2% - - 0% 0% 0% - - 15% 18%
02 a 03/04/2014 Datafolha[113] 38% 16% 10% 2% - 1% 0% 1% 0% 1% - 20% 9%
13 a 17/03/2014 Ibope[114] 40% 13% 6% 3% - - 0% 0% 0% - - 24% 12%
19 a 20/02/2014 Datafolha[115] 44% 16% 9% 3% - 1% 0% 0% 0% 1% - 19% 7%
13 a 15/02/2014 Vox Populi[116] 41% 17% 6% 0% - - 0% 0% 0% - - 20% 15%
Intenção de Votos - Votos Válidos (21/07/2014)[102]
Dilma Rousseff
  
50%
Aécio Neves
  
27%
Eduardo Campos
  
11%
Pastor Everaldo
  
4%
Zé Maria
  
2%
Eduardo Jorge
  
1%
Luciana Genro
  
1%
Eymael
  
1%
Rui Costa
  
1%
Levy Fidélix
  
1%
Mauro Iasi
  
0%

Pesquisas nas unidades federativas[editar | editar código-fonte]

Unidade federativa Período da pesquisa Instituto Candidato Nenhum /
Branco / Nulo
NS / NR
Dilma Rousseff (PT) Aécio Neves (PSDB) Eduardo Campos (PSB) Outros
 Acre 08 a 11/06/2014 Vox Populi[117] 46% 17% 12% 5% 4% 16%
 Alagoas 22 a 25/05/2014 Ibope[118] 52% 8% 12% 6% 12% 10%
 Amapá
 Amazonas 23 a 28/03/2014 Ibope[119] 70% 10% 7% 3% 6% 4%
 Bahia 15 a 19/05/2014 Ibope[120] 50% 12% 7% 4% 14% 13%
 Ceará 31/05 a 05/06/2014 Ibope[121] 55% 8% 6% 7% 11% 13%
 Distrito Federal
 Espírito Santo 09 a 12/07/2014 Veritá[122] 20% 23% 8% 7% 14% 28%
 Goiás 11 a 15/07/2014 Veritá[123] 29% 25% 8% 8% 9% 19%
 Maranhão 17 a 20/06/2014 Exata[124] 57% 16% 8% 9% 6% 4%
 Minas Gerais 17 a 21/05/2014 Vox Populi[125] 31% 43% 5% 3% 10% 8%
 Mato Grosso do Sul 18 a 22/06/2014 Ibrape[126] 33% 30% 15% 3% 10% 9%
 Mato Grosso 11 a 15/07/2014 Vox Populi[127] 36% 24% 11% 6% 7% 16%
 Pará 17 a 21/06/2014 Alvo[128] 41% 19% 9% 5% 12% 14%
 Paraíba 19 a 23/06/2014 Souza Lopes[129] 44% 11% 13% 2% 16% 14%
 Pernambuco 26 a 29/05/2014 Ibope[130] 39% 3% 40% 3% 9% 6%
 Piauí 13 a 16/07/2014 Credibilidade[131] 61% 18% 7% 1% 5% 8%
 Paraná
 Rio de Janeiro 15 a 16/06/2014 Datafolha [132] 35% 17% 6% 9% 19% 13%
 Rio Grande do Norte 22 a 25/06/2014 Ibope[133] 51% 10% 8% 6% 19% 7%
 Rio Grande do Sul 13 a 16/07/2014 Ibope[134] 41% 23% 6% 7% 9% 13%
 Rondônia
 Roraima
 Santa Catarina 12 a 14/07/2014 Ibope[135] 31% 22% 8% 7% 16% 16%
 São Paulo 15 a 16/07/2014 Datafolha[132] 25% 25% 8% 12% 20% 11%
 Sergipe
 Tocantins

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

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  109. UOL (22 de maio de 2014). Ibope: Dilma tem 40%; Aécio, 20%; e Campos, 11%. Página visitada em 22 de maio de 2014.
  110. Folha de S. Paulo (09 de maio de 2014). Aécio sobe, e chance de Dilma ser reeleita no 1º turno diminui. Página visitada em 09 de maio de 2014.
  111. G1 (17 de abril de 2014). Dilma vai de 40% para 37% mas ainda ganha no primeiro turno, diz Ibope. Página visitada em 17 de abril de 2014.
  112. Carta Capital (16 de abril de 2014). Em cenário estável, Dilma segue favorita para vencer no 1º turno. Página visitada em 16 de abril de 2014.
  113. Folha de S. Paulo (05 de abril de 2014). Com pessimismo econômico, Dilma perde seis pontos, aponta Datafolha. Página visitada em 05 de abril de 2014.
  114. Ibope (20 de março de 2014). Dilma Rousseff lidera pesquisa de intenção de voto para presidente. Página visitada em 05 de abril de 2014.
  115. Datafolha (24 de fevereiro de 2014). Mesmo com desejo de mudança, Dilma Rousseff lidera corrida eleitoral. Página visitada em 05 de abril de 2014.
  116. Carta Capital (24 de fevereiro de 2014). Dilma é favorita para se reeleger no 1º turno. Página visitada em 05 de abril de 2014.
  117. "Com 54% das intenções de voto, pesquisa Vox Populi aponta vitória de Tião Viana no 1º turno". A Gazeta do Acre. 24 de junho de 2014. Página acessada em 24 de junho de 2014.
  118. "Renan Filho lidera disputa pelo governo de Alagoas". Ibope. 02 de maio de 2014. Página acessada em 04 de junho de 2014.
  119. "Neste momento, Eduardo Braga lidera as intenções de voto na disputa pelo governo do Amazonas". Ibope. 02 de abril de 2014. Página acessada em 02 de abril de 2014.
  120. "Oposição lidera disputa pelo governo da Bahia". Ibope. 28 de maio de 2014. Página acessada em 31 de maio de 2014.
  121. "Eunício Oliveira lidera todas as intenções de voto ao governo. Tasso Jereissati é o primeiro colocado na disputa pela vaga de senador". Ibope. 11 de junho de 2014. Página acessada em 11 de junho de 2014.
  122. Pesquisa revela Aécio e Dilma empatados no Estado (12 de julho de 2014). Página visitada em 19 de julho de 2014.
  123. Fabiana Pulcineli (06 de julho de 2014). Marconi tem 10,8 pontos de vantagem sobre peemedebista. Página visitada em 19 de julho de 2014.
  124. Pesquisa TVGuará/Exata para Presidente (17 de julho de 2014). Página visitada em 20 de julho de 2014.
  125. "Vox: Pimentel lidera para o Governo de Minas; e Anastasia para o Senado". Zolini, Helcio. R7. 26 de maio de 2014. Página acessada em 31 de maio de 2014.
  126. Dilma e Aécio estão tecnicamente empatados em MS, aponta pesquisa (25 de junho de 2014). Página visitada em 19 de julho de 2014.
  127. Dilma tem 36% dos votos em MT (20 de julho de 2014). Página visitada em 20 de julho de 2014.
  128. Helder tem 34,1% da preferência dos eleitores (28 de junho de 2014). Página visitada em 18 de julho de 2014.
  129. Daniel Silva (29 de junho de 2014). Pesquisa Souza Lopez/Correio aponta que Dilma tem 44,2% e Campos, 13,3%. Página visitada em 18 de julho de 2014.
  130. "Armando Monteiro e João Paulo lideram as intenções de voto para governador e senador em Pernambuco". Ibope. 02 de junho de 2014. Página acessada em 02 de junho de 2014.
  131. Daniel Silva (20 de julho de 2014). Para presidente,no PI: Dilma tem 61, Aécio 17 e Eduardo Campos tem 7%. Página visitada em 22 de julho de 2014.
  132. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas DataJul2
  133. Fernando Rodrigues (27 de junho de 2014). No RN, Henrique Alves (PMDB) tem 36% e Robison Faria (PSD), 21%, diz Ibope. Página visitada em 27 de junho de 2014.
  134. No RS, Dilma lidera com 41%, mostra pesquisa (21 de julho de 2014). Página visitada em 21 de julho de 2014.
  135. Raimundo Colombo lidera disputa ao governo de Santa Catarina (17 de julho de 2014). Página visitada em 20 de julho de 2014.