Eleição presidencial no Brasil em 2014

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Eleição atual
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Eleição presidencial brasileira de 2014
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26 de outubro de 2014
Segundo Turno
Dilma Aécio
Candidato Dilma Rousseff Aécio Neves
Partido PT PSDB
Natural de Minas Gerais Minas Gerais
Companheiro de chapa Michel Temer (PMDB) Aloysio Nunes (PSDB)

O primeiro turno da eleição para o novo Presidente do Brasil foi realizada em 5 de outubro de 2014.[1] Nenhum dos candidatos atingiu mais de 50% dos votos válidos mais um, portanto um segundo turno será realizado em 26 de outubro,[2] entre a atual presidente da República, Dilma Rousseff, que concorre à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e o senador Aécio Neves do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

Esta eleição foi marcada pela morte de Eduardo Campos, que era o candidato do PSB,[3] em um acidente aéreo no dia 13 de agosto de 2014.[4] Ele foi substituido por Marina Silva, do mesmo partido, que ficou em 3º lugar na eleição.[5]

Contexto

Eleição de 2010

Dilma Rousseff sendo empossada como a primeira mulher presidente do Brasil.

Em 31 de outubro de 2010, no segundo turno das eleições de 2010, Dilma Rousseff do PT, ex-ministra-chefe da Casa Civil do governo Lula, se tornou a primeira mulher eleita para a presidência da República do Brasil após derrotar o então candidato do PSDB José Serra.[6] A campanha foi dominada por temas morais e religiosos, sendo a candidata petista vítima de panfletos apócrifos distribuídos por grupos religiosos conservadores onde era acusada de apoiar o terrorismo, o aborto e a corrupção.[7] A abstenção foi alta, superando a marca de 20 milhões de eleitores.[6] No primeiro turno, a polarização entre PT e PSDB presente na política nacional desde 1994[8] se viu ameaçada pela votação expressiva em Marina Silva, ex-ministra do meio ambiente do governo Lula, então no Partido Verde,[9] que obteve cerca de 19,6 milhões de votos.[10] De qualquer forma, Dilma foi eleita com 56,1% dos votos válidos, devido sobretudo à aprovação do Governo Lula. Em dezembro de 2010, a aprovação ao governo federal era de 80%, enquanto a aprovação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva era de 87%.[11]

Primeiros anos do governo Dilma

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a presidente do Brasil, Dilma Rousseff, durante declaração conjunta, no Palácio do Planalto.

O crescimento da economia nos dois primeiros anos do Governo Dilma ficou aquém do esperado, devido aos reflexos da crise mundial inicada em 2008, com 2,7% de crescimento em 2011 e 1% em 2012.[12] Em 2013, a economia brasileira cresceu 2,5%, índice puxado principalmente pela agropecuária e pelo aumento da taxa de investimento.[13] [14]

A inflação foi mantida dentro dos limites previstos, mas sempre acima do centro da meta,[12] o que tem gerado críticas à política econômica da presidente.[15] No entanto, deve-se notar que a inflação média anual obtida pelo governo Dilma foi a mais baixa desde o início do Plano Real.[16] O Governo Dilma conseguiu reduzir ainda mais a taxa de desemprego, atingindo nas principais capitais a condição de pleno emprego.[12] A taxa de desemprego em 2013 caiu a 5,4%, menor patamar histórico.[17] A renda dos trabalhadores também manteve forte expansão desde o início do governo Dilma.[12]

Apesar dos avanços no combate à miséria, com o Plano Brasil Sem Miséria, e ao desmatamento, o governo Dilma encontrou dificuldades em áreas como reforma agrária, reforma política, reforma tributária, e no diálogo com as centrais sindicais, todas bandeiras históricas do PT, o que geraram críticas à presidente dentro do seu próprio partido.[18] Na área educacional, apesar do ritmo lento de expansão de creches, institutos federais de tecnologia e universidades federais, o governo logrou êxito com o programa Ciência sem Fronteiras, que já ofereceu milhares de bolsas de estudo para universitários em alguns dos principais centros de pesquisa do mundo.[12] O Pronatec, criado em 2011, atingiu em meados de 2014 a marca de 7,3 milhões de matrículas.[19] Outros êxitos do governo incluem a aprovação do Vale Cultura, um benefício destinado aos trabalhadores com carteira assinada para estimular o acesso à cultura através do consumo de bens, serviços e atividades culturais, e a ampliação do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida e dos programas Farmácia Popular e Brasil Sorridente.[12] Teve destaque ainda a implantação da Comissão Nacional da Verdade, que tem por finalidade apurar graves violações de direitos humanos ocorridas entre 18 de setembro de 1946 e 5 de outubro de 1988, o que inclui o período da ditadura militar.

Protestos de junho de 2013

Manifestantes no Congresso Nacional em 17 de junho de 2013.
Pronunciamento de Dilma Rousseff em 21 de junho de 2013, quando apresentou os cinco pactos.
Dilma Rousseff recebe a Seleção Brasileira de Futebol com a Taça da Copa das Confederações 2013.

No final de junho de 2013, os governos municipais, estaduais e federal enfrentaram uma das maiores manifestações populares da história do Brasil.[20] Motivados inicialmente pelo aumento do preço das passagens do transporte coletivo nas capitais, os manifestantes posteriormente voltaram sua pauta de reivindicações para outros temas após o cancelamento do aumento dos preços das passagens em várias cidades.[21] Os protestos se voltaram em especial contra a Copa das Confederações FIFA de 2013, cuja realização coincidiu com as manifestações.[21] Os protestos chegaram a reunir mais de um milhão de pessoas simultaneamente nas ruas de 80 cidades e se transformaram nas maiores manifestações de rua do país em mais de duas décadas. Segundo o pesquisador francês Frédéric Louault, o governo Dilma foi pego de surpresa pelos protestos, pois não percebeu o distanciamento que estava tomando dos movimentos sociais, tradicionais aliados do PT.[22] Segundo Louault, "concentrado nos indicadores macroeconômicos, o governo pensava que o apoio dos setores sociais estava garantido. Este foi um erro importante do governo de Dilma Rousseff".[22]

À época, Dilma possuía altos índices de popularidade - 79% de aprovação pessoal - e segundo o jornalista Paulo Moreira Leite "a oposição parecia ajoelhada", uma vez que a população dava a impressão de estar satisfeita com seu governo.[20] Durante e após os protestos, a popularidade da presidenta caiu acentuadamente, assim como a de boa parte dos governadores e prefeitos.[20] Dilma chegou a empatar com Marina Silva em uma das simulações de segundo turno.[23] No entanto, ao contrário de governadores e prefeitos, que preferiram manter distância das reivindicações para evitar maiores desgastes, Dilma "saiu da defensiva", segundo o comentarista político Kennedy Alencar,[24] e apresentou na televisão um plano de cinco pactos em resposta às principais reivindicações das ruas – a defesa de uma maior responsabilidade fiscal para evitar o avanço da inflação, a proposta de criar uma assembleia constituinte para promover a reforma política, maiores investimentos em mobilidade urbana, a destinação de 100% dos royalties do pré-sal para a educação e ações voltadas para a melhoria da saúde pública.[25]

Segundo avaliação do secretário-geral da presidência da República, Gilberto Carvalho, os protestos tiveram origem na insatisfação da "grande camada de brasileiros que emergiu da exclusão e passou a consumir" com os serviços públicos medianos que lhe são ofertados.[21] Visão semelhante foi expressa pelo cientista político francês Olivier Dabène,[22] pelo correspondente do El País Juan Arias e pelo ex-presidente Lula em sua coluna no New York Times.[26] [27] Segundo a AFP, os protestos também foram motivados pelo "período de crescimento econômico magro e de inflação em alta" e foram organizados por jovens apolíticos de classe média,[21] visão da qual tanto Lula quanto Arias discordam; segundo eles, os protestos ocorreram justamente devido ao fato de que as pessoas estão mais atentas à política nacional.[26] [27] Para Louault, os protestos de junho deixaram claro que o PT se distanciou da juventude, o que pode futuramente lhe trazer problemas de renovação interna do partido.[22] Conforme as manifestações foram se tornando cada vez mais violentas a partir de julho, a participação popular nos protestos acabou se arrefecendo.[24] [28] Segundo Marcia Cavallari, diretora do Ibope Inteligência, o foco das manifestações "se perdeu quando começaram a ação dos black blocs, do vandalismo, do quebra-quebra e isso fez com que a grande maioria das pessoas, as que querem se manifestar por causas legítimas se inibissem".[29]

Após os protestos

A proposta de Dilma de convocar uma nova constituinte, segundo Leite, "não sobreviveu a 30 minutos de conversa".[20] Segundo o pesquisador francês Frédéric Louault, ao tentar apresentar uma resposta à população, os petistas se viram bloqueados pelos partidos que sustentam a base aliada do governo no Congresso.[22] Por outro lado, o pacto pela responsabilidade fiscal foi celebrado,[30] assim como a destinação dos royalties do pré-sal para a educação (com mudanças da Câmara dos Deputados para favorecer também a saúde pública)[24] [31] e o anúncio de novos investimentos em Mobilidade Urbana.[32] Os programas de Mobilidade Urbana do PAC 2 têm investidos recursos em metrôs, Bus Rapid Transit (BRTs), corredores de ônibus, veículos leves sobre trilhos, entre outros.[33] Quanto à saúde, o governo implantou o programa Mais Médicos,[24] que consiste na vinda de médicos estrangeiros para o país para suprir a carência de profissionais nos municípios do interior e nas periferias das grandes cidades. Apoiado por 84,3% da população,[34] o programa é considerado o principal trunfo do governo Dilma e o principal fator que impulsionou a recuperação de sua popularidade após os protestos.[20] Também teria contribuído para a recuperação da popularidade da presidente sua postura incisiva após as denúncias de que o governo dos Estados Unidos teria espionado o governo brasileiro.[20]

No início de outubro de 2013, Marina Silva, que teria sido a candidata mais beneficiada pelos protestos de junho segundo as pesquisas de intenção de voto,[35] teve o registro de seu partido, o Rede Sustentabilidade, negado pelo Tribunal Superior Eleitoral por não ter apresentado o número mínimo de assinaturas exigido pela legislação até o prazo de 5 de outubro de 2013 (um ano antes da eleição), ficando assim impossibilitada de concorrer à presidência em 2014 pela agremiação.[8] [36] Após reuniões com representantes do Partido Popular Socialista (PPS) e do Partido Socialista Brasileiro, sendo que este último havia rompido com o governo em 18 de setembro para lançar a candidatura do então governador de Pernambuco Eduardo Campos à presidência,[37] Marina decidiu filiar-se ao PSB.[38] Especulava-se que ela pudesse ser candidata a vice-presidente numa chapa encabeçada por Campos,[39] [40] o que mais tarde veio a se concretizar de fato.

Em 15 de novembro de 2013, foram presos os condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da ação penal do mensalão.[41] O julgamento começou em 2 de agosto de 2012 e foi concluído em 17 de dezembro do mesmo ano.[41] Figuravam entre os 25 réus condenados figuras históricas do PT como José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares.[41] Dilma evitou fazer comentários sobre as prisões dos colegas de partido, afirmando que não analisar as sentenças do STF é um procedimento exigido dos presidentes.[42] Segundo os cientistas políticos Pedro Fassoni Arruda e Luciano Dias, o mensalão não deve impactar a campanha de reeleição da presidente.[43] De fato, a popularidade de Dilma cresceu após as prisões dos condenados ao mesmo tempo em que grande maioria dos eleitores do PT (87%)[44] declararam apoio às prisões.[45] Um fato novo que especulava-se que poderia surgir do julgamento era a candidatura do relator da ação penal, o juiz Joaquim Barbosa, à presidência ou vice-presidência; como magistrado, ele tinha um prazo maior para se desincompatibilizar e disputar a eleição.[46] [47] No entanto, Barbosa preferiu não se lançar a cargo eletivo algum.

No jogo de abertura da Copa do Mundo, Dilma foi xingada pelos torcedores presentes na Arena Corinthians. A FIFA havia decidido suspender os tradicionais discursos do chefe de Estado da nação sede e do presidente da federação após as vaias à presidente Dilma e a Joseph Blatter na cerimônia de abertura da Copa das Confederações FIFA. Pesquisa divulgada em 3 de julho de 2014, no entanto, revelou que a maioria dos brasileiros (76%) acharam que os torcedores que xingaram a presidente agiram mal. A pesquisa também mostrou que a proporção de eleitores favoráveis à Copa no Brasil subiu de 51% para 63% em um mês e que o orgulho com a realização do Mundial saltou de 45% para 60%.[48] No entanto, o que poderia ser utilizado pela campanha de Dilma como um trunfo acabou maculado pela derrota do Brasil na fase semifinal do torneio. Naquilo que ficou conhecido como Mineiraço, a seleção brasileira perdeu de 7 a 1 para a Alemanha, sua pior derrota em quase um século de existência. Apesar das especulações, os cientistas políticos afirmam que o episódio não deverá ter impacto negativo sobre a campanha da presidente.

Morte de Eduardo Campos

Eduardo Campos e Marina Silva

Em 13 de agosto de 2014, o então candidato a presidência da República Eduardo Campos embarcou em um avião modelo Cessna Citation Excel que saiu do Rio de Janeiro em direção ao município de Guarujá para cumprir agenda de campanha. Por volta das 10h, o avião, após arremeter devido ao mau tempo, caiu em cima de um quintal em Santos, no bairro do Boqueirão, matando os sete ocupantes e ferindo 6 pessoas em solo. [49] [50] A morte do Eduardo Campos fez com que todo o rumo das eleições fosse alterado.

O PSB, partido ao qual Eduardo Campos pertencia, teve dez dias para apresentar um novo candidato à presidência.[51] A expectativa de um nome para suceder Campos gerou muitas especulações e repercutiu internacionalmente.[52] A coligação 'Unidos pelo Brasil' decidiu aguardar as cerimônias fúnebres e o enterro das vítimas para discutir se Marina Silva assumiria a cabeça de chapa ou se então um novo nome seria divulgado.[53] Entretanto, já no terceiro dia foi dito como certo a escolha de Marina.[54] O irmão de Eduardo, Antônio Campos, também defendeu que Marina devesse encabeçar a chapa de disputa à presidência.[55]

Marina Silva, que era vice de Eduardo Campos e passou a ser a presidenciável.[56]

Na primeira pesquisa de intenções de votos após a morte de Eduardo Campos, realizada pelo Datafolha durante os dias 14 e 15 de agosto, incluíram Marina como substituta de Campos, e ela obteve cerca de 21% dos votos, contra 8% que ele havia conseguido na última pesquisa; desse modo, superou o Aécio Neves e estaria válida para um segundo turno.[57] [58] Na simulação de primeiro turno, os demais candidatos não tiveram perdas de voto, porém o índice de indecisos e nulos foi bastante reduzido.[57] [58] Na simulação de segundo turno, houve empate técnico entre Marina e Dilma.[57] [58]

No dia 16 de agosto, o PSB escolheu a ex-senadora e candidata a vice de Campos para ser a nova candidata do partido à presidência.[59] Quando Marina Silva foi oficializada como substituta de Eduardo Campos, os partidos membros da coligação PSL e PHS expressaram crítica pela indicação dela, alegando a falta de diálogo e confiança se ela manteria as promessas firmadas com Campos.[60] O PSB já havia buscado evitar esses problemas, indicando como vice-presidente o Beto Albuquerque, um político de confiança de Campos.[56] Marina afirmou que as alianças serão mantidas, dizendo: "Essa foi a construção que fizemos e obviamente é a construção que está mantida", porém, irá se preservar, deixando de participar de palanques da qual discorda, sendo substituída pelo vice.[61]

No dia 22 de agosto, Marina Silva e Beto Albuquerque foram registrados no TSE, como candidata à presidência e vice, respectivamente.[54] Apesar dos atritos e ameaças, nenhum partido deixou a coligação.[54] Porém, o coordenador-geral da campanha deixou o cargo por desacordo com a escolha da Marina.[54]

Na segunda pesquisa de intenções de votos com Marina Silva como candidata à presidência, feita pelo Ibope entre os dias 23 e 25 de agosto, não houve empates.[62] [63] No primeiro turno, Dilma teria com 34% dos votos, Marina, 29%, e Aécio, 19%. No segundo turno, Marina ganharia de Dilma com uma diferença de 9%. Na pesquisa anterior foram feitas entrevistas apenas em São Paulo, o que difere desta, na qual foram feita pesquisas em diversos estados.[onde?][62] [63] Também fora constatado que a rejeição de Marina é muito menor do que a de Aécio e Dilma, sendo, respectivamente, 10%, 18% e 36%.[62]

Porém, com o passar do tempo e a cada nova pesquisa de opinião, o índice de votos dela se reduzia, chegando até a 21%, contra 23% do Aécio, na última pesquisa realizada pelo Ibope.[64]

A Marina ficou em 3° colocada nas eleições, com 21% dos votos, contra 35% de Aécio e 41% de Dilma.[5] Conseguiu a maioria de votos de dois estados: Acre, com 41%,[65] e Pernambuco, com 48%.[66]

Com a derrota, decidiu apoiar o candidato Aécio Neves.[67]

Pré-candidaturas

As candidaturas só serão oficializadas pelos partidos entre 10 e 30 de junho de 2014,[1] [47] mas os partidos políticos do país começaram a definir seus candidatos à presidência antes do período.

No 14º Encontro Nacional do PT, realizado no início de maio de 2014, o Partido dos Trabalhadores oficializou a pré-candidatura de Dilma Rousseff à reeleição, pondo fim às especulações de que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderia vir a disputar novamente a presidência da República.[68] Uma semana depois, dirigentes do PMDB se reuniram na capital federal e chegaram à conclusão de que o vice-presidente Michel Temer deveria continuar como companheiro de chapa de Dilma.

Em 10 de outubro de 2013, o Partido Socialista Brasileiro definiu que o ex-governador de Pernambuco, e ex-aliado do PT, Eduardo Campos seria o candidato à presidência pela legenda,[69] após ter entregue os cargos no governo federal em 18 de setembro daquele ano.[37] Em 28 de novembro, a ex-ministra do meio ambiente Marina Silva – que não conseguiu legalizar seu partido, a Rede Sustentabilidade, a tempo para as eleições de 2014 e acabou se filiando ao PSB[70] – anunciou que Campos seria o candidato do PSB à presidência, pondo fim às especulações de que ela poderia encabeçar a chapa do partido.[71] No dia 14 de abril de 2014, Marina foi confirmada como candidata a vice-presidente na chapa do ex-governador pernambucano.[72]

Em 19 de novembro de 2013, o Partido da Social Democracia Brasileira definiu que o senador por Minas Gerais, Aécio Neves, seria o candidato à presidência da sigla.[73] O ex-governador de São Paulo e candidato derrotado em 2010 José Serra tentou se firmar como candidato pelo partido mas não conseguiu apoio suficiente dentro do partido.[73] Em 16 de dezembro de 2013, Serra publicou um curto comunicado em sua conta no Facebook desistindo da indicação do partido.[74]

Em 1° de dezembro de 2013, o Partido Socialismo e Liberdade havia escolhido o senador pelo Amapá, Randolfe Rodrigues, como candidato do partido para a presidência.[75] Ele havia derrotado a pré-candidata Luciana Genro em votação promovida no 4° Congresso Nacional do partido.[75] Porém, em 13 de junho de 2014, o PSOL anunciou que o senador desistiu da candidatura a presidente pelo partido e que ele seria substituído por Genro. Na nota em que divulgou a desistência de Randolfe, o PSOL afirmou que o senador saiu da disputa para "construir uma alternativa política contra o retorno das forças conservadoras no estado do Amapá" e que a opção "representa um prejuízo na construção de uma alternativa de esquerda nestas eleições".[76]

Em 22 de março de 2014, o Partido Verde divulgou nota oficializando a candidatura de Eduardo Jorge à presidência da República pela sigla.[77] Durante evento realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo no mesmo dia, o pré-candidato apresentou o documento "Viver bem, viver verde", com as diretrizes para a elaboração de um programa do PV para uma eventual gestão à frente do Governo Federal.[77]

O deputado Pastor Everaldo do Partido Social Cristão também colocou seu nome como pré-candidato à presidência da República,[78] [79] assim como o ex-deputado federal e três vezes candidato a presidente José Maria Eymael do Partido Social Democrata Cristão[80] e o presidente do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro, Levy Fidelix, que disputou a presidência em 2010.[81] Outros candidatos de 2010 que anunciaram que concorrerão novamente foram José Maria de Almeida do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado[81] e Rui Costa Pimenta do Partido da Causa Operária.[82] Por fim, o Partido Comunista Brasileiro anunciou que escolheu Mauro Iasi para representar a sigla na disputa à presidência.[83]

A advogada Denise Abreu lançou sua pré-candidatura pelo recém-criado Partido Ecológico Nacional, porém encontrou resistência dentro do partido, dificuldades de estrutura de campanha e falta de planejamento. No último dia para a realização de convenções partidárias, o PEN comunicou ao PSDB seu apoio formal à candidatura de Aécio.[84]

Convenções partidárias

Legislação

O dia 30 de junho de 2014 é o marco final para os partidos políticos definirem seus candidatos e coligações para as eleições de 2014. A decisão é oficializada durante as convenções partidárias, que devem ocorrer de 10 a 30 de junho, período definido no artigo oitavo da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997). Válido para todos os partidos políticos, o prazo garante a isonomia entre as legendas.[85] É no período de convenções que os partidos decidem quais filiados podem pedir registro de candidatura e se as siglas disputarão o pleito coligadas ou não com outras legendas.[85] Ainda de acordo com o caput do artigo 8º da Lei nº 9.504/97, a ata com o registro dos candidatos e coligações escolhidos por cada partido deve ser lavrada em livro aberto e rubricado pela Justiça Eleitoral.[85]

Convenções

Nome e sigla do partido[86] Bancada
Federal [87]
Data da convenção Posicionamento oficial
Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)
73
10/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição. Candidatura de Michel Temer a vice-presidente.[88]
Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)
17
27/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[89]
Partido Democrático Trabalhista (PDT)
18
10/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[90]
Partido dos Trabalhadores (PT)
88
21/06/2014
Candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República.[91]
Democratas (DEM)
28
30/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[92]
Partido Comunista do Brasil (PCdoB)
15
27/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição. [93]
Partido Socialista Brasileiro (PSB)
25
28/06/2014
Candidatura de Eduardo Campos à Presidência da República e Marina Silva a vice-presidente.[94] Com a morte de Campos, formou-se a nova chapa composta por Marina Silva e Beto Albuquerque.[54]
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
44
14/06/2014
Candidatura de Aécio Neves à Presidência da República[95] e Aloysio Nunes a vice-presidente (decisão tomada no dia 30/06/14).[96]
Partido Trabalhista Cristão (PTC)
0
28/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[97]
Partido Social Cristão (PSC)
12
14/06/2014
Candidatura de Everaldo Pereira à Presidência da República[98] e Leonardo Gadelha a vice-presidente (decisão tomada no dia 30/06/14).[99]
Partido da Mobilização Nacional (PMN)
3
15/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[100]
Partido Republicano Progressista (PRP)
2
26/06/2014
Apoio formal à candidatura de Eduardo Campos (PSB).[101] Com a morte de Campos, então apoia a nova chapa formada por Marina Silva e Beto Albuquerque.
Partido Popular Socialista (PPS)
6
28/06/2014
Apoio formal à candidatura de Eduardo Campos (PSB).[94] Com a morte de Campos, então apoia a nova chapa formada por Marina Silva e Beto Albuquerque.
Partido Verde (PV)
8
14/06/2014
Candidatura de Eduardo Jorge à Presidência da República e Célia Sacramento a vice-presidente.[102]
Partido Trabalhista do Brasil (PTdoB)
3
10/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[103]
Partido Progressista (PP)
39
25/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[104]
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU)
0
14/06/2014
Candidatura de José Maria de Almeida à Presidência da República e Cláudia Durans à vice-presidente.[105]
Partido Comunista Brasileiro (PCB)
0
21/06/2014
Candidatura de Mauro Iasi à Presidência da República e Sofia Manzano a vice-presidente.[83]
Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB)
0
15/06/2014
Candidatura de Levy Fidelix à Presidência da República.[106]
Partido Humanista da Solidariedade (PHS)
0
27/06/2014
Apoio formal à candidatura de Eduardo Campos (PSB). Decisão referendada no dia 30/06/2014.[107] Com a morte de Campos, então apoia a nova chapa formada por Marina Silva e Beto Albuquerque.
Partido Social Democrata Cristão (PSDC)
1
29/06/2014
Candidatura de José Maria Eymael à Presidência da República e Roberto Lopes à vice-presidente.[108]
Partido da Causa Operária (PCO)
0
30/06/2014
Candidatura de Rui Costa Pimenta à Presidência da República e Ricardo Machado a vice-presidente.[82]
Partido Trabalhista Nacional (PTN)
0
15/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[109]
Partido Social Liberal (PSL)
0
29/06/2014
Apoio formal à candidatura de Eduardo Campos (PSB). Com a morte de Campos, então apoia a nova chapa formada por Marina Silva e Beto Albuquerque.
Partido Republicano Brasileiro (PRB)
10
30/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[110]
Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)
3
22/06/2014
Candidatura de Luciana Genro à Presidência da República e Jorge Paz a vice-presidente.[111]
Partido da República (PR)
32
21/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição. Decisão referendada no dia 30/06/2014. [112]
Partido Pátria Livre (PPL)
0
28/06/2014
Apoio formal à candidatura de Eduardo Campos (PSB).[94] Com a morte de Campos, então apoia a nova chapa formada por Marina Silva e Beto Albuquerque.
Partido Republicano da Ordem Social (PROS)
20
24/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[113]
Partido Social Democrático (PSD)
45
25/06/2014
Apoio formal à candidatura de Dilma Rousseff (PT) à reeleição.[114]
Partido Ecológico Nacional (PEN)
1
30/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB). [84]
Solidariedade (SD)
21
21/06/2014
Apoio formal à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[115]

Lista de candidatos e coligações

Coligação é o nome que se dá à união de dois ou mais partidos políticos que apresentam conjuntamente seus candidatos para determinada eleição. As coligações podem ser formadas para eleições majoritárias (escolha de prefeitos, governadores, senadores e presidente da república), proporcionais (vereadores, deputados estaduais, distritais e federais) ou ambas. Nas eleições majoritárias, a coligação é responsável por definir o tempo do horário eleitoral gratuito de cada candidato, já que o tamanho da bancada parlamentar na Câmara dos Deputados é utilizado como base do cálculo. Quanto mais deputados uma coligação tiver, maior o seu tempo na televisão.[116]

Candidato a presidente[117] Candidato a vice-presidente[117] Número Eleitoral[117] Coligação[117] Tempo de horário eleitoral[118]
Dilma Rousseff - foto oficial 2011-01-09.jpg
Dilma Rousseff
PT
Michel Temer 1fev2012 no stf.jpg
Michel Temer
PMDB
13
Com a Força do Povo
PT / PMDB / PSD / PP / PR / PDT / PRB / PROS / PCdoB
11 minutos e 24 segundos
Aécio Neves.jpg
Aécio Neves
PSDB
Aloysio nunes 2011.jpg
Aloysio Nunes
PSDB
45
Muda Brasil
PSDB / SD / PMN / PEN / PTN / PTC / DEM / PTdoB / PTB
4 minutos e 35 segundos
Marina Silva Seminario.jpg
Marina Silva
PSB
Beto Albuquerque - Wiki.jpg
Beto Albuquerque
PSB
40
Unidos pelo Brasil
PSB / PPS / PSL / PHS / PPL / PRP
2 minutos e 03 segundos
Pastor everaldo abr.jpg
Pastor Everaldo Pereira
PSC
Leonardo Gadelha
PSC
20
1 minuto 10 segundos
Eduardojorge pv abr.jpg
Eduardo Jorge
PV
Célia Sacramento.jpg
Célia Sacramento
PV
43
1 minuto e 04 segundos
Luciana genro 2007.jpg
Luciana Genro
PSOL
Jorge Paz
PSOL
50
51 segundos
Eymael.jpg
José Maria Eymael
PSDC
Roberto Lopes
PSDC
27
45 segundos
José Maria de Almeida
PSTU
Cláudia Durans
PSTU
16
45 segundos
Levyfidelix.jpg
José Levy Fidelix
PRTB
José Alves de Oliveira
PRTB
28
47 segundos
Mauro Luís Iasi
PCB
Sofia Manzano
PCB
21
45 segundos
Rui Costa Pimenta
PCO
Ricardo Machado
PCO
29
45 segundos

Programa eleitoral

De acordo com a lei eleitoral, todas as redes de acesso gratuito de televisão e rádio devem reservar dois programas de 50 minutos por dia. O tempo reservado a cada um dos candidatos é determinado com base no número de assentos ocupados pelos partidos que correspondem a sua coligação na Câmara dos Deputados. Apenas 1/3 do tempo é dividido de forma igualitária entre todos.[119] Os programas eleitorais são considerados uma ferramenta-chave de campanha no Brasil, onde a televisão e o rádio são as principais fontes de informação para muitos eleitores. O horário eleitoral gratuito também inclui candidatos concorrendo a cargos como Governador, Deputados Estadual e Federal, e Senador.[119]

Primeiro turno

A propaganda no rádio e na TV no primeiro turno vai de 19 de agosto a 2 de outubro e será dividida em dois blocos diários de 25 minutos cada. Para presidente da República, as propagandas serão transmitidas pelo rádio às terças, quintas e sábados das 7h25 às 7h50 e das 12h25 às 12h50. Na televisão, serão exibidas às terças, quintas e sábados das 13h às 13h25 e das 20h30 às 20h55. A divisão dos 25 minutos é feita com base nos critérios previstos na Lei das Eleições – um terço é dividido igualmente entre todos e o restante leva em conta o tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados. A propaganda para deputado federal também será às terças, quintas e aos sábados. Para senador, governador e deputado estadual ou distrital, a propaganda será exibida segundas, quartas e sextas.[118]

Segundo Turno

No segundo turno, as propagandas no rádio e na televisão irão ao ar de 9 à 24 de outubro, das 7h às 7h20 e das 12h às 12h20 (no rádio) e das 13h às 13h20 e das 20h30 às 20h50 (na televisão). Dilma e Aécio terão 10 minutos cada. [120]

Os estados que elegeram um governador logo no 1º turno (Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Piauí, Maranhão, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins) terão somente o horário político presidencial.[121] [122] Já os estados que não elegeram seu governador no 1º turno (Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia e Roraima) terão, além do tempo dos presidenciáveis, o tempo da propaganda eleitoral dos candidatos ao governo que foram ao 2º turno. Cada um terá 10 minutos, assim como os presidenciáveis. O horário político dos candidatos desses estados irá ao ar das 7h20 às 7h40 e das 12h20 às 12h40 (no rádio) e das 13h20 às 13h40 e das 20h50 às 21h10 (na televisão).[121] [122]

Pesquisas de opinião

Os institutos de pesquisa começaram a testar o cenário mais provável da eleição – com Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos como candidatos – a partir da segunda semana de outubro de 2013, após a decisão de Marina Silva de se filiar ao PSB depois do TSE ter negado o registro da Rede Sustentabilidade. Assim sendo, as pesquisas realizadas a partir de 11 de outubro de 2013 não podem ser comparadas com as anteriores, que apresentam Marina Silva e Eduardo Campos como adversários entre si.[123] Em todas as pesquisas divulgadas desde então Dilma Rousseff venceria a disputa no primeiro turno, uma vez que sempre obtém intenção de voto superior à soma das intenções de voto de seus adversários, embora essa margem tenha diminuído consideravelmente nos últimos meses.

Desde 1º de janeiro de 2014, os institutos de pesquisa são obrigados a registrar suas pesquisas perante a Justiça Eleitoral.[1]

Em 2014, a Rede Bandeirantes usará uma ferramenta especial para ajudar a entender como anda a evolução dos candidatos. O intitulado Índice Band vai mostrar semanalmente a evolução de votos na disputa presidencial com base nos dados de vários institutos de pesquisa. O responsável pelo Índice Band é o cientista político Antonio Lavareda, que analisa as pesquisas registradas e divulgadas, sempre fazendo uma média ponderada – ou seja, sintetizando todos os dados em um único índice, apenas com os votos que seriam válidos.[124]

Primeiro turno

Período da pesquisa Instituto Margem
de erro
Candidato Branco / Nulo NS / NR
Dilma Rousseff (PT) Marina Silva (PSB) Aécio Neves (PSDB) Pastor Everaldo (PSC) Luciana Genro (PSOL) Eduardo Jorge (PV) Eymael (PSDC) Levy Fidelix (PRTB) Mauro Iasi (PCB) José Maria (PSTU) Rui Costa (PCO)
03 a 04/10/2014 Ibope[125] ±2% 40% 21% 24% 1% 1% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 7% 5%
03 a 04/10/2014 Datafolha[126] ±2% 40% 22% 24% 1% 1% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 4% 5%
03 a 04/10/2014 Vox Populi[127] ±2% 41% 20% 23% 1% 2% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 6% 6%
02 a 03/10/2014 CNT/MDA[128] ±2,2% 40,6% 21,4% 24% 0,8% 1,1% 0% 0% 0,5% 0% 0% 0% 5,2% 5,8%
01 a 02/10/2014 Datafolha[129] ±2% 40% 24% 21% 1% 1% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 5% 5%
29/09 a 01/10/2014 Ibope[130] ±2% 40% 24% 19% 1% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 8% 7%
29 a 30/09/2014 Datafolha[131] ±2% 40% 25% 20% 1% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 5% 5%
27 a 29/09/2014 Ibope[132] ±2% 39% 25% 19% 1% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 7% 7%
27 a 28/09/2014 Vox Populi[133] ±2,2% 40% 24% 18% 1% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 6% 11%
27 a 28/09/2014 CNT/MDA[134] ±2,2% 40,4% 25,2% 19,8% 0,6% 1,2% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 5,9% 6,4%
25 a 26/09/2014 Datafolha[135] ±2% 40% 27% 18% 1% 1% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 5% 6%
23 a 24/09/2014 Vox Populi[136] ±2,2% 38% 25% 17% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 7% 11%
20 a 22/09/2014 Ibope[137] ±2% 38% 29% 19% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 7% 5%
20 a 21/09/2014 Vox Populi[138] ±2,2% 40% 22% 17% 1% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 6% 12%
20 a 21/09/2014 CNT/MDA[139] ±2,2% 36% 27,4% 17,6% 0,8% 0,9% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 7,2% 9,3%
17 a 18/09/2014 Datafolha[140] ±2% 37% 30% 17% 1% 1% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 6% 7%
13 a 15/09/2014 Ibope[141] ±2% 36% 30% 19% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 7% 6%
13 a 14/09/2014 Vox Populi[142] ±2,2% 36% 27% 15% 1% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 8% 12%
08 a 09/09/2014 Datafolha[143] ±2% 36% 33% 15% 1% 1% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 6% 7%
08 a 09/09/2014 Vox Populi[144] ±2,2% 36% 28% 15% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 7% 13%
05 a 08/09/2014 Ibope[145] ±2% 39% 31% 15% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 8% 5%
05 a 07/09/2014 CNT/MDA[146] ±2,2% 38,1% 33,5% 14,7% 1,0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 5,9% 5,7%
01 a 03/09/2014 Datafolha[147] ±2% 35% 34% 14% 1% 1% 1% 0% 0% 0% 1% 0% 6% 7%
01 a 03/09/2014 Ibope[148] ±2% 37% 33% 15% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 7% 5%
28 a 29/08/2014 Datafolha[149] ±2% 34% 34% 15% 2% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 8% 9%
23 a 25/08/2014 Ibope[150] ±2% 34% 29% 19% 1% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 0% 7% 8%
21 a 24/08/2014 CNT/MDA[151] ±2,2% 34,2% 28,2% 16,0% 1,3% 0,3% 0,4% 0,1% 0,2% 0% 0,1% 0,1% 8,7% 10,4%
14 a 15/08/2014 Datafolha[152] ±2% 36% 21% 20% 3% 0% 1% 0% 0% 0% 1% 0% 8% 9%
02 a 07/08/2014 Ibope[153] ±2% 38% - 23% 3% 1% 1% 0% 0% 0% 0% 0% 13% 11%
18 a 22/07/2014 Ibope[154] ±2% 38% - 22% 3% 1% 1% 0% 0% 0% 1% 0% 16% 9%
15 a 16/07/2014 Datafolha[155] ±2% 36% - 20% 3% 1% 1% 1% 0% 0% 1% 1% 13% 14%
01 a 02/07/2014 Datafolha[48] ±2% 38% - 20% 4% 1% 1% 0% 0% 1% 2% - 13% 11%
13 a 15/06/2014 Ibope[156] ±2% 39% - 21% 3% - 0% 0% 0% 0% 1% - 13% 8%
04 a 07/06/2014 Ibope[157] ±2% 38% - 22% 3% - 1% 0% 0% 0% 1% - 13% 7%
03 a 05/06/2014 Datafolha[158] ±2% 34% - 19% 4% - 1% 0% 0% 0% 1% - 17% 13%
31/05 a 01/06/2014 Vox Populi[159] ±2,2% 40% - 21% 2% - 0% 0% 0% 0% 1% - 14% 14%
15 a 19/05/2014 Ibope[160] ±2% 40% - 20% 3% - 1% 0% 0% 0% 1% - 14% 10%
07 a 08/05/2014 Datafolha[161] ±2% 37% - 20% 3% - 1% 0% 0% 0% 0% - 16% 8%
10 a 14/04/2014 Ibope[162] ±2% 37% - 14% 2% - 0% 0% 0% 0% - - 24% 13%
06 a 08/04/2014 Vox Populi[163] ±2,2% 40% - 16% 2% - - 0% 0% 0% - - 15% 18%
02 a 03/04/2014 Datafolha[164] ±2% 38% 27% 16% 2% - 1% 0% 1% 0% 1% - 20% 9%
13 a 17/03/2014 Ibope[165] ±2% 40% - 13% 3% - - 0% 0% 0% - - 24% 12%
19 a 20/02/2014 Datafolha[166] ±2% 43% 23% 15% 3% - 1% 0% 0% 0% 1% - 19% 7%
13 a 15/02/2014 Vox Populi[167] ±2,2% 41% - 17% 0% - - 0% 0% 0% - - 20% 15%

Segundo Turno

Período da pesquisa Instituto Margem de erro Candidato Branco / Nulo NS / NR
Dilma Rousseff (PT) Aécio Neves (PSDB)
14 a 15/10/2014 Datafolha[168] ± 2% 43% 45% 6% 6%
12 a 14/10/2014 Ibope[169] ± 2% 43% 45% 7% 5%
11 a 12/10/2014 Vox Populi[170] ± 2,2% 45% 44% 5% 5%
08 a 09/10/2014 Datafolha[171] ± 2% 44% 46% 4% 6%
07 a 08/10/2014 Ibope[172] ± 2% 44% 46% 6% 4%

Debates

Primeiro Turno

Data Organizadores Mediador Dilma Rousseff (PT) Marina Silva (PSB) Aécio Neves (PSDB) Pastor Everaldo (PSC) Luciana Genro (PSOL) Eduardo Jorge (PV) Levy Fidelix (PRTB) Eymael (PSDC) Zé Maria (PSTU) Mauro Iasi (PCB) Rui Pimenta (PCO)
26 de agosto de 2014[173] Rede Bandeirantes Ricardo Boechat Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Não convidado Não convidado Não convidado Não convidado
1 de setembro de 2014[174] SBT, Folha de S.Paulo,
Jovem Pan, UOL
Carlos Nascimento Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Não convidado Não convidado Não convidado Não convidado
16 de setembro de 2014[175] TV Aparecida, CNBB Rodolpho Gamberini Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Não convidado Não convidado Não convidado
28 de setembro de 2014[176] Rede Record, R7 Celso Freitas e Adriana Araújo Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Não convidado Não convidado Não convidado Não convidado
02 de outubro de 2014[177] Rede Globo, G1 William Bonner Presente Presente Presente Presente Presente Presente Presente Não convidado Não convidado Não convidado Não convidado

Segundo Turno

Data Organizadores Mediador Dilma Rousseff (PT) Aécio Neves (PSDB)
14 de outubro de 2014[178] Rede Bandeirantes Ricardo Boechat Presente Presente
16 de outubro de 2014[179] SBT, Jovem Pan e UOL Carlos Nascimento Presente Presente
19 de outubro de 2014[180] Record e R7 Celso Freitas e Adriana Araújo Presente Presente

Debates previstos

Data Organizadores Mediador
24 de outubro de 2014
[181]
Rede Globo, G1 William Bonner

Resultados

Primeiro turno

Candidato mais votado por unidade da federação no primeiro turno.
Candidato(a) Vice 1º Turno
5 de outubro de 2014
2º Turno
26 de outubro de 2014
Votação
Fonte: TSE
Total Percentagem Total Percentagem
Dilma Rousseff (PT) Michel Temer (PMDB) 43.267.668 41,59% 0 0,00%
Aécio Neves (PSDB) Aloysio Nunes (PSDB) 34.897.211 33,55% 0 0,00%
Marina Silva (PSB) Beto Albuquerque (PSB) 22.176.619 21,32%
Luciana Genro (PSOL) Jorge Paz (PSOL) 1.612.186 1,55%
Pastor Everaldo (PSC) Leonardo Gadelha (PSC) 780.513 0,75%
Eduardo Jorge (PV) Célia Sacramento (PV) 630.099 0,61%
Levy Fidélix (PRTB) José Alves de Oliveira (PRTB) 446.878 0,43%
José Maria de Almeida (PSTU) Cláudia Durans (PSTU) 91.209 0,09%
José Maria Eymael (PSDC) Roberto Lopes (PSDC) 61.250 0,06%
Mauro Iasi (PCB) Sofia Manzano (PCB) 47.845 0,05%
Rui Costa Pimenta (PCO) Ricardo Machado (PCO) 12.324 0,01%
Total de votos válidos 104.023.543 90,36% 0 0,00%
→ Votos em branco 6.678.580 5,80% 0 0,00%
→ Votos nulos 4.420.488 3,84% 0 0,00%
Total 115.122.611 80,61% 0 00,00%
Abstenções 27.699.435 19,39% 0 0,00%
Total de inscritos 142.822.046 100,00% 0 100,00%

Por Unidade federativa

Estados em que venceu Dilma Rousseff
Estados em que venceu Aécio Neves
Estados em que venceu Marina Silva
Estado Eleitorado Abstenção % Dilma % Aécio % Marina % Outros % Votos brancos % Votos nulos %
 Acre &0000000000506520.000000506 520 &0000000000087748.00000087 748 17,32% &0000000000111610.000000111 610 27,98% &0000000000116015.000000116 015 29,08% &0000000000167499.000000167 499 41,99% &0000000000003767.0000003 767 0,94% &0000000000004343.0000004 343 1,04% &0000000000015538.00000015 538 3,71%
 Alagoas &0000000001995153.0000001 995 153 &0000000000382657.000000382 657 19,18% &0000000000703674.000000703 674 49,94% &0000000000311576.000000311 576 22,11% &0000000000356632.000000356 632 25,31% &0000000000037071.00000037 071 2,62% &0000000000071609.00000071 609 4,44% &0000000000131934.000000131 934 8,18%
 Amapá &0000000000455368.000000455 368 &0000000000047522.00000047 522 10,44% &0000000000198939.000000198 939 51,10% &0000000000099046.00000099 046 25,44% &0000000000077702.00000077 702 19,96% &0000000000013651.00000013 651 3,51% &0000000000005042.0000005 042 1,24% &0000000000013466.00000013 466 3,30%
 Amazonas &0000000002225630.0000002 225 630 &0000000000433813.000000433 813 19,49% &0000000000915030.000000915 030 54,54% &0000000000325734.000000325 734 19,41% &0000000000361234.000000361 234 21,53% &0000000000075857.00000075 857 4,52% &0000000000036064.00000036 064 2,01% &0000000000077898.00000077 898 4,35%
 Bahia &0000000010179390.00000010 179 390 &0000000002360558.0000002 360 558 23,19% &0000000004292325.0000004 292 325 61,44% &0000000001276603.0000001 276 603 18,27% &0000000001284185.0000001 284 185 18,38% &0000000000132782.000000132 782 1,90% &0000000000252749.000000252 749 3,23% &0000000000580188.000000580 188 7,42%
 Ceará &0000000006268909.0000006 268 909 &0000000001261344.0000001 261 344 20,12% &0000000003087115.0000003 087 115 68,30% &0000000000676743.000000676 743 14,97% &0000000000638115.000000638 115 14,12% &0000000000118259.000000118 259 2,61% &0000000000158501.000000158 501 3,17% &0000000000328832.000000328 832 6,57%
 Distrito Federal &0000000001895697.0000001 895 697 &0000000000221189.000000221 189 11,67% &0000000000362511.000000362 511 23,02% &0000000000568371.000000568 371 36,10% &0000000000563830.000000563 830 35,81% &0000000000079802.00000079 802 5,07% &0000000000038439.00000038 439 2,30% &0000000000061555.00000061 555 3,68%
 Espírito Santo &0000000002651621.0000002 651 621 &0000000000501374.000000501 374 18,91% &0000000000653469.000000653 469 33,12% &0000000000692952.000000692 952 35,12% &0000000000567421.000000567 421 28,76% &0000000000059377.00000059 377 3,02% &0000000000081546.00000081 546 3,79% &0000000000095482.00000095 482 4,44%
 Goiás &0000000004329834.0000004 329 834 &0000000000815396.000000815 396 18,83% &0000000001035673.0000001 035 673 32,10% &0000000001340441.0000001 340 441 41,54% &0000000000771157.000000771 157 23,90% &0000000000079281.00000079 281 2,45% &0000000000116419.000000116 419 3,31% &0000000000171467.000000171 467 4,88%
 Maranhão &0000000004495864.0000004 495 864 &0000000001062192.0000001 062 192 23,63% &0000000002187668.0000002 187 668 69,56% &0000000000365443.000000365 443 11,62% &0000000000534824.000000534 824 17,01% &0000000000056994.00000056 994 1,82% &0000000000076761.00000076 761 2,24% &0000000000211982.000000211 982 6,17%
 Mato Grosso &0000000002188283.0000002 188 283 &0000000000501407.000000501 407 22,91% &0000000000616265.000000616 265 39,53% &0000000000693251.000000693 251 44,47% &0000000000219908.000000219 908 14,11% &0000000000029363.00000029 363 1,89% &0000000000045578.00000045 578 2,70% &0000000000082511.00000082 511 4,89%
 Mato Grosso do Sul &0000000001817511.0000001 817 511 &0000000000373191.000000373 191 20,53% &0000000000506951.000000506 951 37,51% &0000000000558331.000000558 331 41,31% &0000000000257805.000000257 805 19,08% &0000000000028318.00000028 318 2,10% &0000000000040124.00000040 124 2,78% &0000000000052791.00000052 791 3,66%
 Minas Gerais &0000000015236578.00000015 236 578 &0000000003050396.0000003 050 396 20,02% &0000000004829513.0000004 829 513 43,48% &0000000004414452.0000004 414 452 39,75% &0000000001554511.0000001 554 511 14,00% &0000000000308407.000000308 407 2,78% &0000000000467144.000000467 144 3,83% &0000000000612155.000000612 155 5,02%
Pará &0000000005185950.0000005 185 950 &0000000001094107.0000001 094 107 21,10% &0000000002040696.0000002 040 696 53,18% &0000000001057860.0000001 057 860 27,57% &0000000000627012.000000627 012 16,34% &0000000000112106.000000112 106 2,92% &0000000000084927.00000084 927 2,08% &0000000000169242.000000169 242 4,14%
 Paraíba &0000000002834782.0000002 834 782 &0000000000500260.000000500 260 17,65% &0000000001166632.0000001 166 632 55,61% &0000000000490516.000000490 516 23,38% &0000000000393390.000000393 390 18,75% &0000000000047274.00000047 274 2,25% &0000000000095337.00000095 337 4,08% &0000000000141373.000000141 373 6,06%
 Pernambuco &0000000006353859.0000006 353 859 &0000000001049479.0000001 049 479 16,52% &0000000002126491.0000002 126 491 44,22% &0000000000284771.000000284 771 5,92% &0000000002310700.0000002 310 700 48,05% &0000000000087002.00000087 002 1,83% &0000000000219837.000000219 837 4,14% &0000000000275579.000000275 579 5,20%
 Paraná &0000000007861171.0000007 861 171 &0000000001324960.0000001 324 960 16,85% &0000000001972761.0000001 972 761 32,54% &0000000003018548.0000003 018 548 49,79% &0000000000860685.000000860 685 14,20% &0000000000210318.000000210 318 3,47% &0000000000221614.000000221 614 3,39% &0000000000252325.000000252 325 3,86%
 Piauí &0000000002344476.0000002 344 476 &0000000000443062.000000443 062 18,90% &0000000001235203.0000001 235 203 70,61% &0000000000242069.000000242 069 13,84% &0000000000246121.000000246 121 14,07% &0000000000025989.00000025 989 1,48% &0000000000037303.00000037 303 1,96% &0000000000114729.000000114 729 6,03%
 Rio de Janeiro &0000000012134443.00000012 134 443 &0000000002440581.0000002 440 581 20,11% &0000000002970486.0000002 970 486 35,62% &0000000002242363.0000002 242 363 26,93% &0000000002590871.0000002 590 871 31,07% &0000000000532408.000000532 408 6,37% &0000000000466867.000000466 867 4,82% &0000000000886867.000000886 867 9,15%
 Rio Grande do Norte &0000000002326583.0000002 326 583 &0000000000391478.000000391 478 16,83% &0000000000999452.000000999 452 60,06% &0000000000329866.000000329 866 19,82% &0000000000286061.000000286 061 17,19% &0000000000048691.00000048 691 2,93% &0000000000084976.00000084 976 4,39% &0000000000186059.000000186 059 9,61%
 Rio Grande do Sul &0000000008385229.0000008 385 229 &0000000001408386.0000001 408 386 16,80% &0000000002751098.0000002 751 098 43,21% &0000000002637238.0000002 637 238 41,42% &0000000000732148.000000732 148 11,50% &0000000000246900.000000246 900 3,86% &0000000000313623.000000313 623 4,50% &0000000000295836.000000295 836 4,24%
 Rondônia &0000000001126502.0000001 126 502 &0000000000240573.000000240 573 21,36% &0000000000345167.000000345 167 41,70% &0000000000371692.000000371 692 44,91% &0000000000086148.00000086 148 10,41% &0000000000024675.00000024 675 2,99% &0000000000020624.00000020 624 2,33% &0000000000037623.00000037 623 4,25%
 Roraima &0000000000299411.000000299 411 &0000000000037217.00000037 217 12,43% &0000000000082857.00000082 857 33,20% &0000000000108903.000000108 903 43,63% &0000000000046936.00000046 936 18,81% &0000000000010894.00000010 894 4,37% &0000000000003749.0000003 749 1,43% &0000000000008855.0000008 855 3,38%
 Santa Catarina &0000000004855732.0000004 855 732 &0000000000796820.000000796 820 16,41% &0000000001140432.0000001 140 432 30,76% &0000000001961224.0000001 961 224 52,89% &0000000000475599.000000475 599 12,83% &0000000000130665.000000130 665 3,53% &0000000000150765.000000150 765 3,71% &0000000000200227.000000200 227 4,93%
 São Paulo &0000000031979717.00000031 979 717 &0000000006242936.0000006 242 936 19,52% &0000000005927503.0000005 927 503 25,82% &0000000010152688.00000010 152 688 44,22% &0000000005761174.0000005 761 174 25,09% &0000000001117145.0000001 117 145 4,86% &0000000001252960.0000001 252 960 4,87% &0000000001525311.0000001 525 311 5,93%
 Sergipe &0000000001453601.0000001 453 601 &0000000000213706.000000213 706 14,70% &0000000000601578.000000601 578 54,93% &0000000000248424.000000248 424 22,68% &0000000000203188.000000203 188 18,55% &0000000000042026.00000042 026 3,86% &0000000000054099.00000054 099 4,36% &0000000000090576.00000090 576 7,31%
 Tocantins &0000000000996379.000000996 379 &0000000000195295.000000195 295 19,60% &0000000000368348.000000368 348 50,23% &0000000000202882.000000202 882 27,67% &0000000000150568.000000150 568 20,53% &0000000000011462.00000011 462 1,57% &0000000000014279.00000014 279 1,78% &0000000000053545.00000053 545 6,68%
Total &0000000142822046.000000142 822 046 &0000000027699435.00000027 699 435 19,39% &0000000043267668.00000043 267 668 41,59% &0000000034897211.00000034 897 211 33,55% &0000000022176619.00000022 176 619 21,32% &0000000003682304.0000003 682 304 3,55% &0000000004420489.0000004 420 489 3,84% &0000000006678592.0000006 678 592 5,80%

Apoios no segundo turno

Com o resultado oficial do primeiro turno da Eleição, as figuras e partidos políticos já começaram a definir quem irão apoiar no segundo turno, optando entre Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB), ou pela neutralidade.

Logo após o resultado final do primeiro turno ser divulgado, a terceira colocada no primeiro turno, Marina Silva, sinalizou apoio a Aécio Neves[182] , mas nada foi oficializado, e dois dias depois, a candidata impôs condições para o apoio dela à Aécio, que não aceitou mudar seu Programa do Governo apenas para obter o apoio dela.[183] Aécio recebeu o apoio do responsável pela área econômica do programa de governo de Marina Silva, Eduardo Giannetti da Fonseca.[184] No dia 12 de outubro, a candidata Marina Silva declarou seu apoio à candidatura de Aécio Neves (PSDB).[185]

Os principais partidos da coligação de Marina Silva oficializaram apoio a Aécio Neves: O Partido Popular Socialista (PPS) formalizou o apoio à Aécio no dia 7 de outubro de 2014 por decisão unânime do Partido.[186] O Partido Socialista Brasileiro (PSB) definiu apoio a Aécio no dia 8 de outubro, em uma reunião da Executiva Nacional do partido, onde 21 integrantes votaram a favor do apoio à Aécio, enquanto 6 integrantes votaram pela liberação do partido.[187]

O Partido Verde (PV) e seu candidato a presidência, Eduardo Jorge, oficializaram no dia 8 de outubro, por 33 votos a 6, apoio a Aécio Neves,[188] e a mesma posição foi tomada no mesmo dia pelo Partido Social Cristão (PSC), e seu candidato a presidência, Pastor Everaldo.[189] O Partido Social Democrata Cristão (PSDC) também deverá anunciar apoio a Aécio.[190]

O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e sua candidata a presidência, Luciana Genro, optaram pela neutralidade, mas repudiou o voto a Aécio Neves, e sugeriu à militância votar branco, nulo, ou em Dilma Rousseff (PT).[191] O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) optou pela neutralidade, e recomendeu somente o voto nulo.[192] .

No dia 15 de outubro, Levy Fidelix anunciou o apoio dele e de seu partido, o PRTB, a Aécio Neves.[193]

Ver também

Referências

  1. a b c "TSE aprova calendário e divulga datas das eleições de 2014". Terra. 22 de maio de 2013. Página acessada em 2 de dezembro de 2013.
  2. http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2014/10/dilma-rousseff-e-aecio-neves-vao-disputar-segundo-turno-das-eleicoes.html
  3. "Datafolha: em cenário mais provável, Dilma venceria no 1º turno". Revista Fórum. 30 de novembro de 2013. Página acessada em 2 de dezembro de 2013.
  4. Eduardo Campos morre em Santos após queda do avião em que viajava G1 (13 de agosto de 2014). Visitado em 20 de agosto de 2014.
  5. a b Resultado para presidente Jornal Nacional. Visitado em 18 de outubro de 2014.
  6. a b Bencke, Carlos e Savarese, Maurício. "Dilma é eleita primeira mulher presidente do Brasil". UOL. 31 de outubro de 2010. Página acessada em 2 de dezembro de 2013.
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  8. a b "Marina se reúne com PPS e PSB neste sábado para discutir 2014". G1. 5 de outubro de 2013. Página acessada em 2 de dezembro de 2013.
  9. Fraga, Érica e Machado, Uirá. "Marina rompe a polarização PT-PSDB". Folha de S. Paulo. 4 de outubro de 2010. Página acessada em 2 de dezembro de 2013.
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  159. Carta Capital (11 de junho de 2014). Vox Populi: Aécio sobe, mas Dilma ainda venceria no primeiro turno. Visitado em 11 de junho de 2014.
  160. UOL (22 de maio de 2014). Ibope: Dilma tem 40%; Aécio, 20%; e Campos, 11%. Visitado em 22 de maio de 2014.
  161. Folha de S. Paulo (09 de maio de 2014). Aécio sobe, e chance de Dilma ser reeleita no 1º turno diminui. Visitado em 09 de maio de 2014.
  162. G1 (17 de abril de 2014). Dilma vai de 40% para 37% mas ainda ganha no primeiro turno, diz Ibope. Visitado em 17 de abril de 2014.
  163. Carta Capital (16 de abril de 2014). Em cenário estável, Dilma segue favorita para vencer no 1º turno. Visitado em 16 de abril de 2014.
  164. Folha de S. Paulo (05 de abril de 2014). Com pessimismo econômico, Dilma perde seis pontos, aponta Datafolha. Visitado em 05 de abril de 2014.
  165. Ibope (20 de março de 2014). Dilma Rousseff lidera pesquisa de intenção de voto para presidente. Visitado em 05 de abril de 2014.
  166. Datafolha (24 de fevereiro de 2014). Mesmo com desejo de mudança, Dilma Rousseff lidera corrida eleitoral. Visitado em 05 de abril de 2014.
  167. Carta Capital (24 de fevereiro de 2014). Dilma é favorita para se reeleger no 1º turno. Visitado em 05 de abril de 2014.
  168. a b G1 São Paulo (15 de outubro de 2014). Aécio tem 51%, e Dilma, 49% dos votos válidos, aponta Datafolha G1. Visitado em 15 de outubro de 2014.
  169. a b G1 São Paulo (15 de outubro de 2014). Aécio tem 51%, e Dilma, 49% dos votos válidos, aponta Ibope G1. Visitado em 15 de outubro de 2014.
  170. Carmen Munari (13 de outubro de 2014). Vox Populi mostra empate técnico entre Dilma e Aécio Valor. Visitado em 14 de outubro de 2014.
  171. Aécio tem 46% e Dilma, 44%, diz 1ª pesquisa Datafolha do 2º turno G1 (09 de outubro de 2014). Visitado em 09 de outubro de 2014.
  172. Aécio tem 46%, e Dilma, 44%, diz 1ª pesquisa Ibope do segundo turno G1 (09 de outubro de 2014). Visitado em 09 de outubro de 2014.
  173. Band realiza debate para presidente hoje Band.com.br (26 de agosto de 2014). Visitado em 1 de setembro de 2014.
  174. UOL, Folha, SBT e Jovem Pan fazem debate com presidenciáveis nesta segunda UOL (31 de agosto de 2014). Visitado em 1 de setembro de 2014.
  175. TV Aparecida realiza Hoje Debate Presidencial O Diário (16 de setembro de 2014). Visitado em 16 de setembro de 2014.
  176. R7 (28 de setembro de 2014). Acompanhe o debate ao vivo R7. Visitado em 28 de setembro de 2014.
  177. G1 (02 de outubro de 2014). Acompanhe o debate presidencial G!. Visitado em 02 de outubro de 2014.
  178. Íntegra do debate entre Aécio Neves e Dilma Rousseff Band.com.br (15 de Outubro de 2014). Visitado em 15 de Outubro de 2014.
  179. Dilma e Aécio transformam debate em troca-troca de "podres" e pontos fracos Uol (15 de Outubro de 2014). Visitado em 16 de Outubro de 2014.
  180. R7 (19 de Outubro de 2014). Acompanhe o minuto a minuto do debate da TV Record entre Aécio e Dilma R7. Visitado em 20 de Outubro de 2014.
  181. Veja as datas dos próximos debates que agitarão a campanha durante o 2º turno Infomoney (10 de Outubro de 2014). Visitado em 16 de Outubro de 2014.
  182. Gulherme Balza (5 de Outubro de 2014). Marina sinaliza apoio a Aécio, mas deixa decisão ao PSB e Rede Uol Eleições 2014. Visitado em 7 de Outubro de 2014.
  183. Aécio diz que não altera 'espinha' de programa por apoio de Marina G1 Eleições 2014 (10 de Outubro de 2014). Visitado em 10 de Outubro de 2014.
  184. Após derrota de Marina, Giannetti declara apoio a Aécio VEJA (5 de Outubro de 2014). Visitado em 7 de Outubro de 2014.
  185. Marina Silva (12/10/2014). Minha posição Marina Silva. Visitado em 12/10/2014.
  186. PPS anuncia apoio formal a Aécio Neves no segundo turno G1 (7 de Outubro de 2014). Visitado em 7 de Outubro de 2014.
  187. PSB define apoio a Aécio e abre caminho para Marina VEJA (8 de Outubro de 2014). Visitado em 8 de Outubro de 2014.
  188. PV e Eduardo Jorge anunciam apoio a Aécio Neves no segundo turno G1 Eleições 2014 (8 de Outubro de 2014). Visitado em 8 de Outubro de 2014.
  189. Pastor Everaldo anuncia apoio do PSC a Aécio Neves no segundo turno G1 Eleições 2014 (8 de Outubro de 2014). Visitado em 8 de Outubro de 2014.
  190. Assessoria diz que Eymael anunciará na próxima semana apoio a Aécio G1 Eleições 2014 (10 de Outubro de 2014). Visitado em 10 de Outubro de 2014.
  191. Luciana Genro diz que PSOL não apoiará ninguém no segundo turno G1 Eleições 2014 (8 de Outubro de 2014). Visitado em 8 de Outubro de 2014.
  192. Zé Maria anuncia que PSTU não apoiará nenhum partido no 2º turno G1 Eleições 2014 (10 de Outubro de 2014). Visitado em 10 de Outubro de 2014.
  193. Levy Fidelix anuncia apoio a Aécio Neves no segundo turno G1 (15 de Outubro de 2014). Visitado em 15 de outubro de 2014.