Exército Brasileiro
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| Exército Brasileiro | |
|---|---|
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| País | |
| Força | Terrestre |
| Efetivo | 190,000 homens 82 aeronaves |
| Estrutura | Ministério da Defesa |
| Centro de Comando | Brasília, DF |
| Patrono | Luís Alves de Lima e Silva |
| Hino | Canção do Exército |
| Batalhas | Guerra da Independência Guerra da Cisplatina Guerra dos Farrapos Guerra do Paraguai Guerra de Canudos Guerra do Contestado Revolução Constitucionalista de 1932 Primeira Guerra Mundial Segunda Guerra Mundial |
| Comandantes | |
| Comandante-Supremo | Presidente Luiz Inácio Lula da Silva |
| Comandante | General-de-exército Enzo Martins Peri |
| Outras informações | |
| Bandeira | {{{bandeira}}} |
| Insígnia | |
| Website | exercito.gov.br |
O Exército Brasileiro (EB) é uma das três Forças Armadas responsável, no plano externo, pela defesa do país em operações eminentemente terrestres, e, no interno, pela garantia da lei, da ordem e dos poderes constitucionais.
O seu comandante supremo é o presidente da República.
Na estrutura do Governo do Brasil, o Exército está enquadrado no Ministério da Defesa, ao lado da Marinha e da Força Aérea.
Em tempos de paz, as tropas do Exército estão continuamente preparando-se para atuar em situações de conflito ou guerra. Além disso, são empregadas para a defesa da faixa de fronteira (tarefa conjunta com a força aérea) e para levar alimentos e serviços médicos a pontos isolados do território, participação e coordenação de campanhas sociais e pesquisas científicas (como as desenvolvidas no Centro Tecnológico do Exército (CTEx).
Na área da educação, cita-se como exemplo o Instituto Militar de Engenharia (IME), um dos mais proeminentes estabelecimentos de ensino superior do Brasil na linha científico-tecnológica.
Índice |
[editar] História
[editar] Antecedentes
No período colonial o rei D. Manuel I, mandou organizar expedições militares com a finalidade de proteger os domínios portugueses na América, então recém-descobertos.
À medida em que colonização avançou em Pernambuco e São Vicente, as autoridades militares nativas e bases da organização defensiva da colônia começaram a ser construídas para fazer frente às ambições dos franceses, ingleses e holandeses.
Basicamente a História do exército brasileiro se iniciou em 1548 quando D. João III resolveu criar um governo-geral com sede na Bahia.
As primeiras intervenções de vulto ocorridas foram a expulsão dos franceses do Rio de Janeiro, no século do descobrimento, e do Maranhão, em 1615. À medida em que avançou a interiorização através do amplo movimento de expansão territorial no século XVII e do início do século XVIII, as Entradas e Bandeiras forçaram a organização da defesa do território recém conquistado. As forças expedicionárias de caráter eminentemente militar iniciaram a utilização da população local, particularmente de São Paulo, pelos capitães-mór, em busca de riquezas ou da escravização dos índios.
A guerra contra os holandeses, no século XVII, pela primeira vez mobilizou grandes efetivos no país, e particularmente começou a haver um sentimento de defesa nacional, independentemente da influência da coroa. A primeira Batalha de Guararapes (19 de abril de 1648) marca o início da organização do exército como força genuinamente brasileira formada por brancos locais, liderados por André Vidal de Negreiros, índios, liderados por Felipe Camarão e negros/mulatos, liderados por Henrique Dias. Esta data é comemorada como o aniversário do exército brasileiro.
Ao longo do século XVIII o Brasil-colônia teve sérios problemas de fronteira principalmente no extremo sul. Naquela época, eram freqüentes os choques entre luso-brasileiros e hispano-platinos, além disso, a força terrestre enfrentou a ameaça das rebeliões de índios e negros.
O marquês de Pombal tentou organizar de forma mais profissional o exército colonial, contratando para esse fim o conde Wilhelm Schaumburg-Lippe, militar alemão, que trouxe para auxiliá-lo vários oficiais estrangeiros.
Na reorganização promovida por Böhm construíram-se quartéis, casas de armas, fortificações e hospitais. A guarnição do Rio de Janeiro passou a ser centro de preparação para as tropas que demandavam o sul.
[editar] A Independência
Com a invasão de Portugal pelas tropas de Napoleão houve a fuga da corte para o Brasil. Utilizando as instalações e o corpo docente da Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho (raiz histórica do Instituto Militar de Engenharia), foi instaurada em 4 de dezembro de 1810 a Academia Real Militar, no Rio de Janeiro. O curso, tinha a duração de sete anos. A Academia Real Militar mudou diversas vezes de nome e formava na mesma escola engenheiros militares/civis e oficiais combatentes, permanecendo assim até 1874 (1). Foram organizados os hospitais militares e os arsenais de guerra.
Foram construídas indústrias de armas e fábricas de pólvora. A estrutura militar se organizou e se modernizou. As tropas de primeira linha começaram a admitir brasileiros. Estes passaram a integrar os regimentos de cavalaria do Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, os corpos de artilharia de Santos, Santa Catarina e capitanias do norte e os batalhões de caçadores do Rio Grande do Sul.
Em 1815, com a elevação da colônia à categoria de reino muitas tropas regulares de Portugal desembarcaram no Brasil. A primeira era a divisão do Visconde da Laguna, Carlos Frederico Lecor. Esta época foi de importância extrema para a organização do sistema militar brasileiro. Começou a haver maior autonomia em relação a Portugal culminando com a criação do Ministério da Guerra e a centralização de todas as forças militares de terra.
Logo após a independência, em decreto mandado redigir por D. Pedro I, em 1º de dezembro de 1824, foram organizadas as forças militares brasileiras.
(1) http://www.ime.eb.br/arquivos/Noticia/historicoIME.pdf)
[editar] O Segundo Reinado
O exército imperial brasileiro foi reorganizado em 1831, em seguida, foi criada a Guarda Nacional, foram extintos os antigos corpos de milícias e ordenanças e as guardas municipais. Desde 1837 começou a haver a tentativa do serviço militar obrigatório no Brasil. A legislação tentou em vão em 1822, 1837, 1841, 1848 e 1852, a resolver o problema do recrutamento obrigatório. Porém, mais por razões políticas do que militares, não foi resolvido.
Em 1865, ao eclodir a Guerra do Paraguai, o Brasil não estava em condições de enfrentar o inimigo. Isso ocorreu devido ao fato de o Império negligenciar o preparo de suas forças armadas.
O exército imperial contava com apenas 16.834 oficiais e praças, disseminados pelas províncias num território de tamanho continental. Foi o Duque de Caxias que reorganizou o exército de forma eficiente, mesmo assim só após cinco anos de luta.
[editar] Republica Velha
No ano seguinte à Proclamação da República, em 1890, o ensino militar no Brasil foi reformado. Isto ocorreu por inspiração pelos ideais positivistas dos líderes republicanos. Nas escolas militares e nas casernas pregava-se a idéia de uma paz universal duradoura (o que não impediu o envolvimento em várias situações de combate dentro do país, como a Revolta da Armada). O marechal Hermes da Fonseca, ao assumir a pasta da Guerra em 1906, deu vigoroso impulso à reforma da estrutura militar do país. Estabeleceu o serviço militar obrigatório, por sorteio, e reorganizou o exército em bases modernas, reequipando-o. A lei do sorteio teve muitos protestos, porém, foi efetivamente aplicada em 1916, por contingência da Primeira Guerra Mundial.
Em 1919, o exército brasileiro foi reorganizado por uma missão militar francesa, chefiada pelo general Maurice-Gustave Gamelin. O movimento modernizante continuou após 1930, como resultado do processo revolucionário que alterou a vida nacional.
[editar] Estado Novo
O Estado Novo transferiu em 1938 para o ministro da Guerra as funções efetivas de comando, passando o Estado-Maior a órgão assessor, sem as prerrogativas e responsabilidades deferidas pela legislação anterior.
Com a declaração de guerra ao Nazismo em 1942, acabou por se constituir por imposição da política internacional, o alinhamento do Brasil aos Estados Unidos, através da Comissão Mista Brasil-Estados Unidos. O país colaborou no esforço de guerra aliado, enviando para o teatro de operações da Itália a Força Expedicionária Brasileira (FEB), cuja organização e treinamento obedeciam aos padrões das grandes unidades norte-americanas. Em 1944, o País enviou para o teatro de operações europeu uma força expedicionária organizada em curto espaço de tempo, sob o comando do General Mascarenhas de Moraes. Designada para operar na Itália, durante o tempo em que esteve em combate, compondo o V Exército dos Estados Unidos da América, a Divisão brasileira sofreu mais de 400 baixas por morte em ação. Antes que o conflito terminasse, havia feito mais de 15.000 prisioneiros de guerra e capturado duas divisões inimigas. Na Itália, a FEB cobriu-se de glórias, combatendo tropas aguerridas, ao lado de soldados calejados por anos de campanha. Com o término da Segunda Guerra Mundial o Exército entrou em processo de assimilação da doutrina militar norte-americana, mais moderna que a francesa.
[editar] Volta a Democracia, Ditadura Militar, Democracia Novamente
A partir de 1960, passou a estudar e desenvolver uma doutrina própria, adaptada às condições e à realidade brasileiras.
Após o golpe de 1964 e durante todo o período dos governos militares, o Exército participou de operações de repressão a movimentos guerrilheiros e de subversão. Com a promulgação da constituição, em 1988, o Exército e as demais Forças Armadas se afastaram do núcleo político brasileiro, voltando-se para suas missões constitucionais.
Com o novo cenário internacional após o fim da bipolaridade Estados Unidos da América - União Soviética, o Exército foi chamado a respaldar a política externa brasileira, passando a atuar em diversas missões de paz patrocinadas pela ONU, tais como em Angola, Moçambique e Timor-Leste, além de enviar diversos observadores militares para várias regiões do mundo em conflito. No ano de 2004, o Exército Brasileiro passou a comandar as forças de paz que se encontram no Haiti.
[editar] Organização
Os maiores escalões organizacionais do Exército são o Estado-Maior do Exército (órgão de direção geral) e os orgãos de direção setorial: Comando de Operações Terrestres, Departamento-Geral do Pessoal, Departamento de Ensino e Pesquisa, Departamento de Ciência e Tecnologia, Departamento Logístico, Departamento de Engenharia e Construção e Secretaria de Economia e Finanças.
O braço operacional do Exército é denominado Força Terrestre e é constituído pelas divisões de exército, brigadas, unidades de combate e de apoio ao combate.
O Exército está organizado em vários Grandes Comandos, unidades e subunidades espalhadas por todo o Brasil. O território nacional é dividido, conforme a área de atuação de cada uma, em:
- Comandos Militares do Brasil
- Comando Militar da Amazônia - CMA - com sede na cidade de Manaus - AM e jurisdição sobre os territórios das 8ª e 12ª Regiões Militares;
- Comando Militar do Nordeste - CMNE - com sede na cidade do Recife - PE e jurisdição sobre os territórios das 6ª, 7ª e 10ª Regiões Militares;
- Comando Militar do Oeste - CMO - com sede na cidade de Campo Grande - MS e jurisdição sobre o território da 9ª Região Militar;
- Comando Militar do Planalto - CMP - com sede na cidade de Brasília - DF e jurisdição sobre o território da 11ª Região Militar;
- Comando Militar do Leste - CML - com sede na cidade do Rio de Janeiro - RJ e jurisdição sobre os territórios das 1ª e 4ª Regiões Militares;
- Comando Militar do Sudeste - CMSE - com sede na cidade de São Paulo - SP e jurisdição sobre o território da 2ª Região Militar; e
- Comando Militar do Sul - CMS - com sede na cidade de Porto Alegre - RS e jurisdição sobre os territórios das 3ª e 5ª Regiões Militares.
- Regiões Militares do Brasil
- 1ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, e sede do Comando na cidade do Rio de Janeiro - RJ;
- 2ª Região Militar - com jurisdição sobre o Estado de São Paulo, e sede do Comando na cidade de São Paulo - SP;
- 3ª Região Militar - com jurisdição sobre o Estado do Rio Grande do Sul, e sede do Comando na cidade de Porto Alegre - RS;
- 4ª Região Militar - com jurisdição sobre o Estado de Minas Gerais, exceto a área do Triângulo Mineiro, e sede do Comando na cidade de Belo Horizonte – MG;
- 5ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados do Paraná e de Santa Catarina, e sede do Comando na cidade de Curitiba - PR;
- 6ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados da Bahia e de Sergipe, e sede do Comando na cidade de Salvador - BA;
- 7ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados do Rio Grande do Norte, da Paraíba, de Pernambuco e de Alagoas, e sede do Comando na cidade do Recife - PE;
- 8ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados do Pará e do Amapá, a área do Estado do Tocantins limitada ao Sul pelos municípios de Wanderlândia, Babaçulândia e Xambioá (estes inclusive) e as áreas dos Municípios de Açailândia, João Lisboa, Imperatriz, Amarante do Maranhão, Montes Altos, Sítio Novo, Porto Franco, Estreito e Carolina, todos no Estado do Maranhão, e sede do Comando na cidade de Belém - PA;
- 9ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados do Mato Grosso do Sul e do Mato Grosso, e sede do Comando na cidade de Campo Grande - MS;
- 10ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados do Ceará, do Piauí e do Maranhão (exceto a área sob jurisdição da 8ª RM), e sede do Comando na cidade de Fortaleza - CE;
- 11ª Região Militar - com jurisdição sobre o Distrito Federal, os Estados de Goiás e do Tocantins (exceto a área sob jurisdição da 8ª Região Militar) e a área do Triângulo Mineiro, e sede do Comando na cidade de Brasília - DF; e
- 12ª Região Militar - com jurisdição sobre os Estados do Amazonas, do Acre, de Roraima e de Rondônia, e sede do Comando na cidade de Manaus - AM.
[editar] Armas, quadros e serviços do Exército
Os oficiais do Exército Brasileiro estão divididos em Armas, Quadros e Serviços, de acordo com a especialidade e a área de atuação.
- Armas:
- Quadros:
- Serviços:
Os subtenentes e sargentos do Exército Brasileiro estão divididos em Armas, Quadros e Serviços, da mesma forma dos oficiais, contudo com qualificações militares (QMS) mais específicas às atividades da Força.
-
- Infantaria (INF)
- Cavalaria (CAV)
- Artilharia (ART)
- Engenharia (ENG)
- Comunicações (COM)
- Intendência (INT)
- Manutenção de Comunicações (MNT COM)
- Manutenção de Armamento (MNT ARMT)
- Mecânico Operador (MEC OP)
- Mecânico de Viatura Auto (MEC VTR AUTO)
- Aviação Apoio (AV AP)
- Aviação Manutenção (AV MNT)
- Auxiliar de Saúde (AUX SAU)
- Auxiliar de Enfermagem (AUX ENF)
- Saúde Apoio (SAU AP)
- Topógrafo (TOPO)
- Músico (MUS)
- Corneteiro/Clarim (CORN/CLA)
[editar] Educação
O Exército Brasileiro mantém uma das mais fortes estruturas educacionais superiores do Brasil, atuando nos mais diversos ramos.
Entre suas principais instituições de Ensino Superior, estão:
- AMAN - Academia Militar das Agulhas Negras
- EsAO - Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais
- ECEME - Escola de Comando e Estado-Maior do Exército
- IME - Instituto Militar de Engenharia
- EsAEx - Escola de Administração do Exército
- EsSEx - Escola de Saúde do Exército
Além dessas, possui importantes centros de formação, como a EsSA - Escola de Sargentos das Armas, a EsPCEx - Escola Preparatória de Cadetes do Exército, a EsIE - Escola de Instrução Especializada, o CIAvEx - Centro de Instrução de Aviação do Exército,a EsACosAAe - Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea, os CPOR - Centro de Preparação de Oficiais da Reserva e os NPOR - Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva.
Desde 1991 as mulheres obtiveram o direito de ingressar no exército brasileiro. A primeira turma feminina formou-se na Escola de Administração do Exército, em 1992.
[editar] Haiti
No ano de 2001, Jean-Bertrand Aristide venceu as eleições presidenciais do Haiti, sendo que menos de 10% da população votou[5]. A oposição negava-se a aceitar o resultado, criando um impasse[6]. No ano de 2004, por meio de negociações mediadas pela comunidade internacional, em especial a OEA e o CARICOM, Aristide aceitou dissolver seu gabinete ministerial. No entanto, a oposição continuou insatisfeita, e a violência que surgiu no início do mês de fevereiro na cidade de Gonaïves se espalhou pelo país[7].
As forças rebeldes começaram a ocupar todas as cidades importantes do país, quase sem nenhuma resistência[8]. França e Estados Unidos[9] culpavam Aristide pela onda de violência, enquanto os países do CARICOM pediam pela manutenção da democracia no país, em uma tentativa de criar precedentes de golpes contra governos democraticamente constituídos na região.
Com a renúncia de Aristide[10] e seu quase imediato exílio na República Centro-Africana[11], o Conselho de Segurança das Nações Unidas cria a resolução 1592 de 2004, que solicita a criação de uma força internacional para assegurar a ordem e a paz no Haiti. No entanto, Aristide denuncia que fora seqüestrado por fuzileiros norte-americanos, sendo então forçado a renunciar por um grupo de haitianos e civis norte-americanos[12], informação negada pelos Estados Unidos[13]. Esta ação também teria tido o apoio do governo francês.
Após negociações, e por ter o maior contingente, o Brasil assumiu o cargo de coordenação da recém-formada Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti, ou simplesmente Minustah.
[editar] Amazônia
O Exército, presente na Amazônia desde o início do século XVII, vem ampliando seu dispositivo pela instalação de diversas unidades de fronteira. Tais unidades representam pólos de crescimento, em torno dos quais, como ocorreu no passado, crescem núcleos habitacionais. Atualmente, a Força dispõe de cerca de 25.000 militares servindo na região amazônica.
[editar] Arsenal Bélico
[editar] Pistolas
- Pistola 9mm M973 IMBEL
- Calibre: 9 mm Parabelum
- Peso s/carregador: 1.100 kg
- Tipo: de porte
- Emprego: Individual
- Funcionamento: Semi-automático
- Capacidade do carregador: 07 tiros
- Origem: Brasil
- Pistola 9mm Beretta/Taurus M975
- Calibre: 9 mm Parabelum
- Peso c/carregador vazio: 0,950 kg (aproximadamente)
- Tipo: de porte
- Emprego: Individual
- Funcionamento: Semi-automático
- Capacidade do carregador: 15 tiros
- Origem: Brasil
[editar] Metralhadoras
- Sub-Metralhadora M9 M972 (Beretta/Taurus):
- Calibre: 9 mm;
- Peso sem o carregador: 3 kg (aproximadamente);
- Tipo: Portátil;
- Funcionamento: Automático;
- Emprego: Individual;
- Capacidade do carregador: 30 ou 40 cartuchos;
- Origem: Brasil.
- Metralhadora .50 M2 HB "BROWNING":
- Calibre: .50 (12,7 mm);
- Peso: 38,150 kg;
- Tipo: Pesada;
- Funcionamento: Automático;
- Emprego: Coletivo, Contra Pessoal, Blindados, Aviões e Barcos;
- Alcance de utilização: 1.800m (aproximadamente);
- Alcance máximo: 6.800m (aproximadamente);
- Cadência de tiro: 450/550 tpm;
- Capacidade do carregador: Fita com elos metálicos; normal 100 cartuchos;
- Origem: EUA.
- Metralhadora 7.62 M971 MAG:
- Calibre: 7.62 mm;
- Peso: 10,8 kg;
- Tipo: Portátil;
- Emprego: Coletivo;
- Funcionamento: Automático;
- Alcance máximo: 3.800 metros;
- Utilização:
- Sobre bipé: 800 metros;
- Sobre reparo: 1.800 metros;
- Cadência de tiro:
- Máximo: 1.000 tpm;
- Mínimo: 600 tpm;
- Origem: Bélgica.
[editar] Fuzis
Fuzil 7,62mm M964 - FAL (Fuzil Automático Leve)
- Calibre: 7,62 mm
- Peso s/carregador: 4,200 kg
- Tipo: Portátil
- Alcance máximo: 3800 m
- Alcance de utilização: 600 m
- Emprego: Individual
- Funcionamento: Automático
- Capacidade do carregador: 20 tiros
- Origem: Brasil
Fuzil 7,62mm M964 A1 (PARAFAL)
- Calibre: 7,62 mm
- Peso s/carregador: 4 kg
- Tipo: Portátil
- Alcance máximo: 3800 m
- Alcance de utilização: 600 m
- Emprego: Individual
- Funcionamento: Automático
- Capacidade do carregador: 20 tiros
- Origem: Brasil
Fuzil Metralhadora 7,62mm M964 (FAP)
- Calibre: 7,62 mm
- Peso: 6 kg
- Tipo: Portátil
- Alcance máximo: 3800 m
- Alcance de utilização: 600 m
- Emprego: Coletivo
- Funcionamento: Automático
- Capacidade do carregador: 20 tiros
- Origem: Brasil
Fuzil de Assalto 5,56mm MD 97 L (Modelo 97 Leve) (1)
- Calibre: 5,56 mm
- Peso: 3,71 kg (sem carregador e acessórios)
- Tipo: Portátil
- Alcance máximo: 3800 m
- Alcance de utilização: 600 m
- Emprego: Coletivo
- Funcionamento: Automático
- Capacidade do carregador: 30 tiros
- Origem: Brasil
(1)http://www.imbel.gov.br/index.php?centro=verproduto&id_produto=83&id_categoria=2&lang=pt
[editar] Canhões
Canhão AC SR 84 mm M3 - Carl Gustaf
- Calibre: 84 mm
- Peso: completo 10 kg
- Tipo: Portátil
- Emprego: Coletivo anticarro
- Funcionamento: Tiro simples
- Origem: Suécia
Can Gem 35 Au AAe OERLIKON
- Calibre: 35 mm
- Peso Total: 6.650 kg
- Tipo: Auto-rebocado
- Cadência de tiro: 1100 tpm
- Emprego: Coletivo antiaéreo
- Funcionamento: Automático
- Origem: Ítalo-Suiço
Can 40 mm M947 AAe Au Bofors
- Calibre: 40 mm
- Peso: 2.100 kg
- Tipo: Auto-rebocado
- Emprego: Coletivo antiaéreo
- Funcionamento: Automático
- Origem: Suécia
Can 40 mm M985 AAe Au Bofors
- Calibre: 40 mm
- Peso Total: 5.250 kg
- Cadência de tiro: 300 tiros/min
- Tipo: Auto-rebocado
- Emprego: Coletivo antiaéreo
- Funcionamento: Automático
- Origem: Suécia
Can SR 106mm M40 A1
- Calibre: 106mm
- Tubo Canhão: 114 kg
- Subcalibre .50: 11,350 kg
- Reparo M79: 81,720 kg
- Tipo: Autotransportado
- Emprego: Coletivo anticarro
- Funcionamento: Tiro simples
- Alcance de utilização: 1100m
- Alcance máximo: 7700m
- Origem: EUA
[editar] Obuseiros
Obuseiro Leve 105 L118 Light Gun
- Calibre: 105 mm
- Peso Total: 1.860 kg
- Tipo: Auto-rebocado
- Emprego: Coletivo
- Funcionamento: Tiro simples
- Alcance útil: 11,5 km (c/carga super)
- Alcance máximo: 17,2 km (c/carga super)
- Origem: Inglaterra
Obuseiro Leve 105 M101 AR
- Calibre: 105 mm
- Peso: 2.030 kg
- Tipo: Auto-rebocado
- Emprego: Coletivo
- Funcionamento: Tiro simples
- Alcance máximo: 10,1 km
- Origem: EUA
Obuseiro 105 mm M56 Oto Melara
- Calibre: 105 mm
- Peso Total: 1.290 kg
- Tipo: Auto-rebocado
- Emprego: Coletivo
- Funcionamento: Tiro simples
- Alcance máximo: 10,22 km
- Origem: Itália
Obuseiro 155 mm M114 AR
- Calibre: 155 mm
- Peso: 5.700 kg (aproximadamente)
- Tipo: Auto-rebocado
- Emprego: Coletivo
- Funcionamento: Tiro simples
- Alcance máximo: 19,5 km
- Origem: EUA
[editar] Lança Granadas
- Calibre: 40 mm
- Peso Total: 5.95 kg
- Tipo: Portátil
- Emprego: Individual
- Funcionamento: Tiro simples
- Origem: EUA
Lança Granada 40mm Mod GL6
- Calibre: 40 mm
- Peso: 5.3 kg
- Tipo: Portátil
- Alcance mínimo:
- Em combate: 30m
- Em treinamento: 80m
- Alcance máximo: 400m
- Emprego: Individual
- Funcionamento: Repetição
- Origem: EUA
[editar] Lança Rojão
- Lança Rojão AT-4
- Calibre: 84 mm
- Peso: 6,7 quilogramas
- Emprego: Individual anticarro
- Funcionamento: Tiro simples e tubo descartável
- Tipo: Portátil
- Velocidade inicial: 250 m/s
- Alcance eficaz: 300 metros
- Alcance máximo: 2100 metros
- Empresa: FFV ORDNANCE
- Origem: Suécia
[editar] Aviação
O Exército opera cerca de 82 helicópteros:
- Eurocopter Cougar (HM-3) - 8 - transporte
- Eurocopter Fennec (HA-1) - 20 - ligação, observação e ataque
- Eurocopter Panther (HM-1) - 34 - transporte, manobra e ataque
- Helibras HB 350 (HA-1) - 16 - utilitário, ataque
- Sikorsky UH-60L (HM-2) - 4 - transporte, manobra, ataque
[editar] Ligações externas
- Página oficial do Exército Brasileiro
- Página oficial do Comando da Aviação do Exército
- Página que simula o desenvolvimento do exército brasileiro
- Base Militar Web Magazine - Banco de Dados de Aeronaves Militares Brasileiras
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Marinha - Exército - Força Aérea |
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