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Thiago Silva (futebolista)

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Thiago Silva
Thiago Silva
Thiago Silva pelo Chelsea em 2021
Informações pessoais
Nome completo Thiago Emiliano da Silva
Data de nascimento 22 de setembro de 1984 (39 anos)
Local de nascimento Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil
Nacionalidade brasileiro
francês[1]
Altura 1,81 m[2]
destro
Apelido Monstro[3]
Informações profissionais
Clube atual Fluminense
Número 3
Posição zagueiro
Clubes de juventude
1995–2003 Fluminense
Clubes profissionais2
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
2003
2004
2004–2005
2005
2006–2008
2009–2012
2012–2020
2020–2024
2024–
RS Futebol
Juventude
Porto B
Dínamo de Moscou (emp.)
Fluminense
Milan
Paris Saint-Germain
Chelsea
Fluminense
00025 0000(2)
00030 0000(3)
00014 0000(0)
00000 0000(0)
00146 000(14)
00119 0000(6)
00315 000(17)
00156 0000(9)
00002 0000(0)
Seleção nacional3
2008–2012
2008–2022
Brasil Sub-23
Brasil
00008 0000(1)
00113 0000(7)


2 Partidas e gols totais pelos
clubes, atualizadas até 19 de maio de 2024.
3 Partidas e gols pela seleção nacional estão atualizadas
até 5 de dezembro de 2022.

Medalhas
Competidor do Brasil
Copa das Confederações FIFA
Ouro Brasil 2013 Jogador
Copa América
Ouro Brasil 2019 Jogador
Jogos Olímpicos
Prata Londres 2012 Futebol
Bronze Pequim 2008 Futebol

Thiago Emiliano da Silva (Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1984) é um futebolista brasileiro que atua como zagueiro. Atualmente defende o Fluminense.

Começou sua carreira profissional em 2003, jogando como volante no RS Futebol; no ano seguinte, pelo Juventude, foi que passou a atuar como zagueiro. Em 2004, aos 19 anos, assinou com a equipe B do Porto, e em seguida foi para o Dínamo de Moscou por empréstimo, onde foi hospitalizado com um surto quase fatal de tuberculose. Depois de se recuperar, chegou ao Fluminense em 2006 e sagrou-se campeão da Copa do Brasil de 2007. Em dezembro de 2008 foi contratado pelo Milan por oito milhões de euros, ganhou destaque no futebol europeu e conquistou um título da Serie A pelo clube rossonero.

Em 2012, uma das transferências mais caras o levou a assinar com o Paris Saint-Germain em uma negociação de 42 milhões de euros, tornando-se, naquele momento, o zagueiro mais caro de todos os tempos. Por lá conquistou sete títulos da Ligue 1, seis Copas da Liga Francesa, cinco Copas da França, e foi finalista da Liga dos Campeões da UEFA. Logo após deixar o PSG, assinou com o Chelsea em 2020 e conquistou a Liga dos Campeões em sua primeira temporada no clube inglês.

Thiago Silva estreou pela Seleção Brasileira em 2008, aos 23 anos. No mesmo ano foi medalha de bronze nas Olímpiadas de Pequim, e em 2012 ficou com a prata nas Olimpíadas de Londres. Já em 2013, foi o capitão da equipe que conquistou a Copa das Confederações realizada no Brasil, e no ano seguinte esteve no grupo que terminou em 4º lugar na Copa do Mundo. Anos depois foi titular na conquista da Copa América de 2019, levantando mais um troféu em solo brasileiro. Com mais de 100 jogos pela Seleção, é o zagueiro que mais atuou pelo Brasil e o quinto atleta no total, atrás apenas de Cafu, Roberto Carlos, Daniel Alves e Neymar.[4] Na Copa do Mundo de 2022, realizada no Catar, Thiago Silva superou Cafu e Dunga e tornou-se o jogador que mais vezes foi capitão da Seleção Brasileira em Copas do Mundo, totalizando 12 envergaduras da faixa.[5]

Primeiros passos

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Thiago Silva começou a carreira jogando na várzea da Comunidade de Urucânia, no Rio de Janeiro. Nessa época, o jovem atuava descalço e tinha o apelido de Rato.[6] Apesar de estar atuando em campos varzeanos, buscava integrar uma base de um clube profissional, mas foi rejeitado na peneira de times como Flamengo, Botafogo, Olaria e Madureira.[6]

RS Futebol e Juventude

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O jogador fez toda a sua base no Fluminense, onde ficou dos 11 aos 18 anos. No entanto, estreou profissionalmente em 2003 pelo Pedrabranca, na época RS Futebol Clube.[7]

Disputou a Série A de 2004 pelo Juventude, onde atuou até setembro, antes de se transferir para o Porto.[8] O defensor destacou-se em sua única temporada no clube gaúcho, sendo considerado a revelação da temporada. Ele foi classificado pela revista Placar como o terceiro melhor zagueiro do brasil.[9]

Porto e Dínamo de Moscou

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Em setembro de 2004, Thiago Silva foi comprado pelo Porto por 2,5 milhões de euros.[10] Como sofreu para se adaptar ao futebol português, o defensor não atuou pela equipe principal dos Dragões e defendeu apenas o Porto B. Após diversos problemas respiratórios devido ao frio, além de sofrer com lesões, Thiago Silva teve poucas oportunidades e foi emprestado para o Dínamo de Moscou, da Rússia, em janeiro de 2005.[11]

Em Moscou, devido ao frio ainda mais intenso, os problemas de saúde se agravaram e o jogador teve uma séria tuberculose, ficando quatro meses internado e enfrentando seus momentos mais difíceis da carreira.[12]

Thiago pelo Fluminense em 2007

A volta para o Brasil aconteceu no início de 2006, para o Fluminense. Mesmo com as dificuldades enfrentadas pelo time naquele ano, o zagueiro se destacou e virou ídolo da torcida.[13]

Em 2007, consolidou seu bom momento e novamente se destacou por todo o ano, com o título da Copa do Brasil e a boa colocação no Campeonato Brasileiro. Foi nessa temporada que suas principais características começaram a aparecer: o bom posicionamento, os desarmes precisos, a calma na construção das jogadas e a velocidade pouco usual para zagueiros. Mostrando que a boa fase era realmente realidade na sua carreira, ajudou o Fluminense a chegar ao vice-campeonato da Libertadores de 2008.[14][15]

No dia 28 de maio de 2008, em jogo válido pela semifinal da Libertadores, Thiago Silva marcou um gol contra o Boca Juniors no empate em 2–2, fora de casa, no El Cilindro.[16]

Por conta de suas grandes performances dentro de campo, o jogador recebeu o seu apelido mais memorável: Monstro. Constantemente aclamado pela torcida, Thiago declarou em 2020 que se sentia muito grato pelo carinho dos torcedores tricolores.[6][17]

Apesar de ter deixado a equipe no final de 2008, o zagueiro afirmou que tinha a intenção de retornar ao time carioca.

No total pelo Fluminense, Thiago Silva atuou em 146 jogos e marcou 14 gols.[17]

O jogador foi contratado pelo Milan no dia 11 de dezembro de 2008.[18] Sua estreia pelo clube Rossonero aconteceu em 21 de janeiro de 2009, num amistoso contra o alemão Hannover 96, em que o Milan empatou por 2–2. Na ocasião, Thiago Silva atuou durante os 90 minutos.[19] Porém, o defensor só foi integrado ao elenco para partidas oficiais em julho, sete meses após sua contratação, isto porque o clube milanês já havia atingido o limite de jogadores sem passaporte da União Europeia durante a temporada 2008–09. Posteriormente o jogador consolidou-se, foi considerado o melhor zagueiro rossoneri, desbancando o ídolo Alessandro Nesta, além de ser citado como um dos melhores zagueiros do mundo.[20]

Thiago atuando pelo Milan em 2011

Sua estadia em solo italiano foi muito eficaz. Thiago Silva iniciou sua trajetória na Serie A vendo sua equipe terminar com uma 3ª colocação na temporada 2009–10,[21] seguiu com boas atuações na temporada seguinte e conquistou seu primeiro título do Campeonato Italiano. Em seu último ano, no entanto, o time careceu de bons resultados na reta final da Serie A. Coincidentemente, o Milan perdeu a liderança na 31ª rodada, e Thiago havia se ausentado desde a 30ª para tratar de problemas musculares.[22]

Seu segundo e último título em solo italiano ocorreu na Supercopa da Itália de 2011. Sob o comando de Massimiliano Allegri, os rubro-negros venceram a rival Internazionale por 2–1 e levantaram o troféu.[23] Mas nenhuma final foi vencida pelo Milan de Thiago Silva na Copa da Itália. Nas duas vezes em que disputou a competição, o brasileiro viu seu clube ser eliminado nas semifinais pelo Palermo[24] e pela Juventus, respectivamente.[25]

Thiago usou a camisa 33 no Milan, pois a 3 havia sido aposentada pela equipe após a grande passagem de Paolo Maldini.[26]

No dia 13 de setembro de 2011, na estreia do Milan na Liga dos Campeões da UEFA contra o Barcelona, no Camp Nou, o zagueiro brasileiro marcou o gol de empate Rossonero na partida, aos 47 minutos do segundo tempo. O jogo acabou em 2–2, e os outros gols foram marcados por Alexandre Pato, Pedro e David Villa.[27]

No dia 27 de novembro de 2011, Thiago Silva usou pela primeira vez a faixa de capitão na equipe Rossonera, marcando um gol contra o Chievo.[28] Sua participação como capitão foi algo que havia quebrado algumas barreiras, pois não era o jogador com mais partidas pelo clube e também pelo fato de ter sido um líder estrangeiro em uma equipe que normalmente foi liderada por italianos como Franco Baresi e Paolo Maldini.[29] Ao mesmo tempo, o brasileiro foi eleito capitão por conta das ausências de Massimo Ambrosini, Alessandro Nesta, Clarence Seedorf e o goleiro Christian Abbiati.[30]

Contudo, sua participação como capitão também foi motivada pelo interesse do atleta de estar no time. O brasileiro havia recusado uma grande proposta do Barcelona e optou por permanecer. Isso causou uma boa impressão nos diretores do time de Milão e o jogador foi condecorado como líder.[31][29] Posteriormente, em junho de 2012, o Milan recusaria a maior oferta do mundo já feita por um zagueiro até então: 46 milhões de euros, que veio do Paris Saint-Germain.[32]

Havia esperanças de que o jogador estivesse com o Milan na temporada seguinte,[33] no entanto, o interesse do PSG foi muito grande e o time retornou a desejá-lo, bem como o atacante Zlatan Ibrahimović. Futuramente, ambos deixariam a equipe.[34]

Sua saída não foi bem vista pelos torcedores do time de Milão. Os adeptos acusaram-no de ser um "mercenário", mas o brasileiro tratou de repelir isso:

A situação foi intensa. Uma semana antes de sua negociação ser selada, o jogador afirmou que ficaria na equipe,[36][35] mas, em entrevista, deixou a entender que os valores oferecidos pelo PSG ao time rossonero inviabilizaram a sua permanência e que a transferência foi praticamente imposta pelos italianos.[35]

Thiago deixou o Milan após 119 partidas, seis gols e dois títulos conquistados.[36]

Paris Saint-Germain

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Thiago Silva em 2013

Apesar de ter recusado a primeira investida dos franceses do Paris Saint-Germain, Silvio Berlusconi confirmou, em 13 de julho de 2012, a venda de Thiago à equipe francesa, por 44 milhões de euros, junto com o centroavante Zlatan Ibrahimović.[34][37]

Estreou no dia 18 de setembro, marcando um dos gols da vitória por 4–1 sobre o Dínamo de Kiev, em jogo realizado no Parc des Princes.[38] Realizou sua estreia na Ligue 1 no fim de semana seguinte, no dia 22 de setembro, jogando os 90 minutos em uma goleada por 4–0 sobre o Bastia.[39]

No clube francês, Thiago conquistou o status de ídolo, e também liderou o time desde sua primeira temporada.[29] A braçadeira veio após as decisão firme de Carlo Ancelotti de afirmar que ele era quem decidia o líder da equipe. A saída do também zagueiro Mamadou Sakho do PSG, rumando o Liverpool,[40] também incentivou a mudança de capitão. Tal decisão foi questionada pela mídia, pois o brasileiro tinha cerca de quatro meses em Paris naquela época. Contudo, seus momentos de liderança persistiram até o fim de sua longeva passagem no país da Torre Eiffel.[29]

Pela Ligue 1, Thiago Silva conquistou sete títulos. Curiosamente, a temporada em que fizera mais gols na liga (três, na temporada 2016–17) foi a única que o jogador não conquistou o troféu do Campeonato Francês.[41] Apesar disso, o clube continuou exercendo hegemonias nas demais competições francesas. O capitão brasileiro venceu todas as vezes que o clube disputou a Supercopa da França, e venceu todas as finais disputadas pela equipe na Copa da Liga Francesa.[42]

Já na Copa da França, Thiago teve algumas dificuldades em certas temporadas. O clube só conseguiu o seu primeiro título na temporada 2014–15, quando venceu o Auxerre.[43] Após isso, a equipe chegou na final durante todo o período que ele jogou e só perdeu a decisão uma vez contra o Rennes, enquanto o zagueiro estava lesionado.[44]

Thiago Silva e David Luiz em fevereiro de 2016

Contudo, apesar da hegemonia do PSG na França, o mesmo não acontecia em nível europeu. O clube sempre se classificou à fase de grupos da Liga dos Campeões quando Thiago estava em campo, mas raramente passavam das quartas de final.[45][46] O brasileiro fez parte de vários momentos de eliminação nessa fase específica da competição, mas foi em uma eliminação, nas oitavas, diante do Barcelona em 2017, que ele diz ter ficado "envergonhado". O clube havia vencido a primeira partida por 4–0 (na qual ele não esteve em campo), mas perdeu o jogo de volta sofrendo uma épica goleada por 6–1.[47]

Mas foi durante a Liga dos Campeões da UEFA de 2019–20 que o clube havia conquistado seu espaço para disputar a final. A edição havia sido encurtada por conta da pandemia de COVID-19 na Europa, e o time chegou na decisão fazendo apenas um jogo por eliminatória. Na partida decisiva, o PSG esteve escalado com seus grandes jogadores como Kylian Mbappé, Marco Verratti, e o ex-Barcelona (que esteve em campo na virada de 2017) Neymar. Porém, o Bayern de Munique venceu por 1–0, com gol do francês Kingsley Coman.[49]

Esse foi o último jogo de Thiago Silva pelo PSG. Em 9 de junho, ele já havia sido informado que não teria seu contrato renovado.[50] E isso era um pensamento recorrente durante suas partidas pela Liga dos Campeões.[51] Durante as quartas de final, contra o Atalanta, o clube de Paris venceu os italianos com demasiada dificuldade[46] e o zagueiro afirmou que pensava, durante a partida, que aquela poderia ser a última vez que vestiria a camisa de seu clube.[51]

O jogador tinha muito desejo de continuar no clube, mas afirmou que o mesmo interesse não existiu da parte dos diretores do clube:

Thiago Silva e Marquinhos em outubro de 2016

Em campo, Thiago Silva conquistou 25 títulos[42] em mais de 300 jogos pelo clube.[52][53] Enquanto esteve na equipe, o jogador foi uma das peças chaves na defesa parisiense e tornou-se, em 2013, o zagueiro mais caro do mundo.[54]

Com 315 partidas no time, Thiago também superou o número de partidas de diversos craques que marcaram época na equipe, como Neymar, Zlatan Ibrahimović, Nenê, Edinson Cavani e Ángel Di María.[53] Ele também tornou-se o atleta que mais vezes usou a braçadeira de capitão no PSG, sendo também o atleta que mais vezes venceu títulos com a equipe.[55] Por anos, foi o brasileiro que mais vezes havia vestido a camisa do clube.[56]

Ele começou, ainda que não intencionalmente, uma "tradição" dentro da equipe de Paris. Enquanto esteve no time, a equipe sempre buscou trazer zagueiros brasileiros para formar uma dupla na defesa central. Inicialmente, Silva dividiu a região com David Luiz. Com a saída dele,[57] Marquinhos consolidou-se na posição.[58][59] Futuramente, quando o capitão rumou a outro time,[60] Beraldo foi o atleta a ser contratado para consolidar-se como um membro da zaga, continuando um legado vindo de Thiago.[61]

No dia 28 de agosto de 2020, o Chelsea anunciou a contratação de Thiago Silva a custo zero, após o término do seu contrato com o Paris Saint-Germain. O defensor brasileiro assinou por uma temporada, com opção de renovação por mais um ano.[60] Realizou sua estreia no dia 23 de setembro, sendo titular em uma goleada por 6–0 contra o Barnsley, no Stamford Bridge.

Thiago teve um ano vitorioso em 2021, levantando os títulos da Liga dos Campeões e da Supercopa da UEFA. Após a conquista da Champions e o bom rendimento com a camisa dos Blues, em junho seu contrato com o clube inglês foi renovado até o final da temporada 2021–22.[62]

Thiago Silva e Jorginho em 2021, após o título do Mundial de Clubes

Voltou a faturar um título no dia 12 de fevereiro de 2022, depois do Chelsea vencer o Palmeiras por 2–1 na prorrogação e conquistar seu primeiro Mundial de Clubes da FIFA.[63] Durante o tempo normal, o zagueiro cometeu o pênalti que originou o gol de empate da equipe alviverde, marcado por Raphael Veiga.[64] Apesar disso, Thiago Silva foi escolhido como o melhor jogador da competição.[65]

Ainda como exemplo de sua carreira longeva, no dia 11 de outubro, na vitória de 2 a 0 fora de casa contra o Milan, Thiago Silva realizou sua centésima partida na Liga dos Campeões da UEFA. Ao todos, em 14 edições disputadas, o zagueiro foi o quinto brasileiro a chegar aos 100 jogos na competição.[66]

Apesar de ter uma campanha vitoriosa com o Chelsea nas competições continentais e mundiais, o clube de Thiago sofria com algumas passagens irregulares em solo inglês. Em suas quatro temporadas com os Blues, o zagueiro chegou à duas finais da Copa da Liga Inglesa, onde enfrentou o Liverpool de Jürgen Klopp. Contudo, os Reds venceram ambas as oportunidades, incluindo em 2023–24, no ano que o zagueiro deixou o time de Londres.[67]

Durante a final da Copa da Liga Inglesa na temporada 2021–22, o atleta participou diretamente de um gol na disputa por pênaltis, mas viu Kepa, o goleiro do Chelsea, desperdiçar sua cobrança, fazendo com que o time adversário conquistasse a competição.[68]

Já pela Copa da Inglaterra (FA Cup), o jogador também chegou a marca de duas finais conquistadas. Na primeira, na temporada 2020–21, o time foi derrotado na final diante do Leicester.[69] Em 2022, o time foi superado pelo Liverpool após um 0 a 0 tempo normal e uma derrota nos pênaltis.[70]

Thiago Silva pelo Chelsea em 2022

Aos 38 anos, Thiago Silva teve o seu contrato renovado no dia 10 de fevereiro de 2023, ampliando o vínculo com o Chelsea até o fim da temporada 2023–24.[71]

No dia 13 de março de 2024, o jogador foi comunicado de que seu contrato não seria mais renovado com a equipe inglesa.[72][73] Em abril, após a eliminação dos Blues na semifinal da Copa da Inglaterra para o Manchester City, o brasileiro desabou em lágrimas por saber que aquele era o único título que o clube podia conquistar na sua despedida.[74] A equipe estava tento uma temporada muito irregular na Premier League e não possuía chances de superar os três clubes que disputavam ativamente o troféu (Liverpool, Manchester City e Arsenal).[75]

Após a eliminação, Thiago falou sobre seu futuro no Chelsea. O zagueiro estava sendo cotado para reforçar o Fluminense a partir da metade de 2024 (pois não havia renovado com o time inglês), e comentou sobre o que faria na sequência de sua carreira:

Pela Premier League, Thiago foi uma figura constante na equipe que capitaneou em diversas oportunidades.[77] O zagueiro chegou a marca de mais de 100 jogos na liga inglesa e se provou ser um dos jogadores mais longevos de sua época, pois atingiu essa marca com quase 40 anos.[78] Apesar disso, o clube nunca brigou ativamente pelo título, tendo chegado mais perto disso na temporada 2021–22, quando alcançaram a terceira colocação.[79]

Thiago Silva realizou sua última partida pelos Blues no dia 19 de maio de 2024, numa vitória por 2 a 1 contra o Bournemouth, no Stamford Bridge. O zagueiro, que disputou 156 jogos com a camisa do Chelsea, marcou nove gols e deu quatro assistências, recebeu uma série de homenagens por parte da torcida. Thiago despediu-se com três títulos conquistados, todos em 2021: uma Liga dos Campeões, uma Supercopa da UEFA e um Mundial de Clubes.[80]

Retorno ao Fluminense

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No dia 7 de maio de 2024, o Fluminense anunciou o seu retorno nas redes sociais. Em live realizada no Instagram, o presidente Mário Bittencourt informou que o zagueiro chegaria ao Tricolor das Laranjeiras durante a primeira quinzena de junho, estando apto para fazer sua estreia após a abertura da janela de transferências internacionais no mês de julho.[81]

Thiago Silva desembarcou no Rio de Janeiro na manhã do dia 7 de junho, sendo recebido por centenas de torcedores no Aeroporto do Galeão. No mesmo dia foi devidamente apresentado à torcida, em um Maracanã com 55 mil presentes (um recorde para uma apresentação de jogador em estádios brasileiros), além de contar com um show de abertura do grupo Sorriso Maroto. O zagueiro, em meio a uma grande festa, disse em sua chegada:

Obrigado por vocês terem tirado um tempinho tão especial da vida de vocês para estarem comigo hoje. Vocês não sabem como é especial para mim voltar para casa. Eu tinha certeza que isso iria acontecer. Vocês sabem que minha família vai ficar em Londres. E isso é uma demonstração de carinho pela instituição, por vocês fãs e pelo futebol em si.[82]

Seleção Nacional

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Em 23 de maio de 2008, foi convocado pelo treinador Dunga para dois jogos da Seleção Brasileira pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2010.[83] Dois meses depois, foi convocado para participar das Olimpíadas de 2008 como um dos atletas acima de vinte e três anos.[84] O jogador se contundiu na preparação e acabou atuando em apenas dois jogos, sendo um como titular.

Após alguns meses sem ter sido chamado, voltou a ser convocado por Dunga em novembro de 2009, para os amistosos contra a Inglaterra, em 14 de novembro, e contra Omã, em 17 de novembro. No dia 9 de fevereiro de 2010, o defensor foi chamado novamente à Seleção para o último amistoso antes da Copa do Mundo, em que o Brasil venceu a Irlanda por 2–0.[85]

Copa do Mundo de 2010

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Esteve na lista dos 23 convocados pelo técnico Dunga para disputar a Copa do Mundo FIFA de 2010, na África do Sul.[86] No entanto, foi reserva de Lúcio e Juan e não atuou em nenhuma partida da competição.

Titularidade e faixa de capitão

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No dia 10 de agosto de 2010, foi chamado pelo técnico Mano Menezes para um amistoso contra os Estados Unidos, passando a formar a zaga titular ao lado de David Luiz.[87]

A partir do final de 2011 assumiu a capitania da Seleção Brasileira,[88] que exerceu nos Jogos Olímpicos de Londres 2012.[89] Thiago Silva marcou seu primeiro gol com a camisa do Brasil no dia 30 de maio de 2012, na vitória por 4–1 sobre os Estados Unidos, em jogo realizado na capital norte-americana.[90]

Na Copa das Confederações de 2013 realizada no Brasil, a Seleção sagrou-se campeã e Thiago, como capitão, recebeu a taça. Este gesto, realizado em solo brasileiro, não se repetia desde a Copa América de 1989 com Ricardo Gomes.[91]

Copa do Mundo de 2014

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Thiago Silva durante a Copa do Mundo de 2014

Durante a Copa do Mundo de 2014, foi bastante criticado pela atitude de isolar-se do restante do elenco, sentar em cima de uma bola e chorar antes da disputa de pênaltis nas oitavas de final contra o Chile.[92] Apesar disso, foi considerado um dos melhores jogadores do Brasil no torneio.[93] Marcou um gol no dia 4 de julho, na vitória por 2 a 1 contra a Colômbia, na Arena Castelão, quebrando um tabu de vinte anos em que um capitão brasileiro não marcava gols em mundiais.[94]

Não esteve em campo na semifinal contra a Alemanha, denominada Mineiraço, devido a suspensão por ter recebido seu segundo cartão amarelo na competição.[95] Esse cartão foi considerado injusto pela comissão técnica da seleção, o que levou a CBF a pedir a anulação do cartão junto à FIFA, mas sem sucesso.[96]

Copa América e Eliminatórias da Copa de 2018

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Após a Copa do Mundo, Dunga assumiu novamente o cargo de treinador da Seleção e retirou o encargo de capitão de Thiago e concedeu-o a Neymar.[97] Thiago demonstrou descontentamento por deixar de ser o capitão.[98]

Na Copa América de 2015, Thiago marcou um gol na partida contra a Venezuela, mas foi criticado por ter cometido um pênalti contra o Paraguai, quando o Brasil acabou sendo eliminado nas quartas de final.[99][100]

Depois que o técnico Tite assumiu o comando da Seleção, em 2016, Thiago voltou a ser convocado. O zagueiro foi chamado para as partidas contra Bolívia e Venezuela, em outubro, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018.[101]

Copa do Mundo de 2018

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Thiago Silva atuando contra a Sérvia na Copa do Mundo de 2018

Thiago atuou em todas as cinco partidas da campanha brasileira na Copa do Mundo FIFA de 2018, sendo capitão em duas delas, contra a Costa Rica e o México.[102]

Copa América de 2019

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Convocado por Tite no dia 17 de maio para a Copa América de 2019, Thiago Silva foi titular em todos os seis jogos da competição e sagrou-se campeão. Foi o primeiro título de Copa América do zagueiro, que já havia disputado a competição em 2011 e 2015.[103]

Eliminatórias da Copa de 2022

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Thiago completou 100 jogos pela Seleção Brasileira no dia 10 de setembro de 2021, após entrar no segundo tempo da partida contra a Colômbia, em jogo válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo.[104]

Copa do Mundo de 2022

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Presente na lista de 26 convocados por Tite no dia 7 de novembro, Thiago Silva foi chamado para a sua quarta Copa do Mundo consecutiva.[105]

Em 22 de novembro, dois dias antes da estreia brasileira na Copa do Mundo FIFA de 2022, o zagueiro foi escolhido para ser o capitão na partida contra a Sérvia.[106] Com boa atuação de Thiago Silva e dois gols de Richarlison, o Brasil venceu a Sérvia por 2 a 0 no Estádio Nacional de Lusail, em jogo válido pela primeira rodada do Grupo G.[107]

Após a eliminação para a Croácia nas quartas de final, Thiago Silva terminou a Copa do Mundo como o segundo jogador da Seleção Brasileira que mais atuou, atrás apenas de Marquinhos. No total, o zagueiro atuou em quatro partidas e somou 390 minutos em campo.[108]

Em abril de 2013, Thiago Silva envolveu-se em uma polêmica com o jogador inglês Joey Barton, que acusava Neymar de ser "cai-cai" e criticava o Brasil em declarações na mídia em seu perfil no Twitter: "Não existe país perfeito. Eu não aceito críticas contra o meu país, ainda mais envolvendo nosso futebol. Com todo respeito à Inglaterra, nós temos muito mais títulos que os ingleses. O Barton deveria ficar calado. Quem é ele pra falar da Seleção Brasileira?".[109]

Estatísticas

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Abaixo estão listados todos os jogos, gols e assistências do futebolista por clubes[110][111][112]

Clube Temporada Campeonato

nacional

Copa

nacional[a]

Competições

continentais[b]

Outros

torneios[c]

Total
Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist.
RS Futebol 2003 25 2 0 25 2 0
Total 25 2 0 25 2 0
Juventude 2004 28 3 0 1 0 0 1 0 0 30 3 0
Total 28 3 0 1 0 0 1 0 0 30 3 0
Porto B 2004–05 2 0 0 12 0 0 14 0 0
Total 2 0 0 12 0 0 14 0 0
Fluminense 2006 31 0 0 8 0 0 4 0 0 4 0 0 47 0 0
2007 30 5 0 12 3 0 11 0 0 53 8 0
2008 20 1 0 12 2 0 14 3 0 46 6 0
Total 81 6 0 20 2 0 16 2 0 29 3 0 146 14 0
Milan 2009–10 33 2 0 7 0 0 40 2 0
2010–11 33 1 0 3 0 0 6 0 0 42 1 0
2011–12 27 2 0 2 0 0 7 1 0 1 0 0 37 3 0
Total 93 5 0 5 0 0 20 1 0 1 0 0 119 6 0
Paris Saint-Germain 2012–13 22 0 0 3 1 0 9 2 0 34 3 0
2013–14 28 3 0 6 0 0 7 0 0 1 0 0 42 3 0
2014–15 26 1 0 8 0 1 6 1 0 40 2 1
2015–16 30 1 1 6 0 0 9 0 0 1 0 0 46 1 1
2016–17 27 3 2 6 3 0 7 0 0 40 6 2
2017–18 25 1 0 7 0 1 6 0 0 1 0 0 39 1 1
2018–19 25 0 1 6 0 0 7 0 0 1 0 0 39 0 1
2019–20 21 0 0 4 1 0 9 0 0 1 0 0 35 1 0
Total 204 9 4 46 5 2 60 3 0 5 0 0 315 17 6
Chelsea 2020–21 23 2 0 3 0 0 10 0 0 35 2 0
2021–22 32 3 0 6 0 0 9 0 1 48 3 1
2022–23 27 0 2 0 0 0 8 0 0 35 0 2
2023–24 31 3 1 7 1 0 38 4 1
Total 113 8 3 16 1 0 27 0 1 156 9 3
Fluminense 2024-25 2 0 0 2 0 0
Total 2 0 0 2 0 0
Total na carreira 523 31 7 88 1 2 123 6 1 73 5 0 807 51 9

Seleção Brasileira

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Abaixo estão listados todos jogos, gols e assistências do futebolista pela Seleção Brasileira, desde as categorias de base[112][113][114]

Sub–23

Ano Jogos Olímpicos
Jogos Gols Assist.
2008 2 0 0
2012 6 0 0
Total na carreira 8 0 0

Principal

Ano Copa do Mundo Copa América Copa das Confederações Qualificação Mundial Amistosos Total
Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist.
2008 2 0 0 1 0 0 3 0 0
2009 3 0 0 3 0 0
2010 5 0 0 5 0 0
2011 4 0 0 9 0 0 13 0 0
2012 8 1 0 8 1 0
2013 5 0 0 7 1 0 12 1 0
2014 6 1 1 3 0 1 9 1 2
2015 3 1 0 3 0 0 6 1 0
2016 1 0 0 1 0 0
2017 4 0 0 3 1 0 7 1 0
2018 5 1 0 5 0 1 10 1 1
2019 6 0 0 6 1 0 12 1 0
2020 4 0 0 4 0 0
2021 5 0 0 4 0 0 9 0 0
2022 5 0 1 3 0 0 4 0 0 12 0 1
Total na carreira 15 2 2 18 1 0 5 0 0 18 0 0 57 4 2 113 7 4
Thiago Silva, a ex-presidente Dilma Rousseff e José Maria Marin em 2014
Fluminense
Milan
Paris Saint-Germain
Chelsea
Thiago Silva recebendo a medalha de campeão da Copa América de 2019 do ex-presidente Jair Bolsonaro

Seleção Brasileira

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Prêmios individuais

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Referências

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Ligações externas

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