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Lionel Messi

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(Redirecionado de Messi)
Lionel Messi
Lionel Messi
Messi pelo Inter Miami em 2025.
Informações pessoais
Nome completo Lionel Andrés Messi Cuccittini[1]
Data de nascimento 24 de junho de 1987 (38 anos)
Local de nascimento Rosário, Santa Fé, Argentina
Nacionalidade argentino
espanhol
italiano[nota 1]
Altura 1,70 m[4]
canhoto
Apelido Leo
La Pulga Atómica
ET
Anão
Gênio
D10S
El Mesías
Mágico
Informações profissionais
Atividade 2004–presente
Posição atacante
Clube atual Inter Miami
Número 10
Categoria de base
Período Clube
1995–2000 Newell's Old Boys
2000–2003 Barcelona
Profissional1
Período Clube Jogos Gol(o)s
2004–2021 Barcelona 778 672
2021–2023 Paris Saint-Germain 75 32
2023– Inter Miami 88 77
Total 941 781
Seleção2
Período País Jogos Gol(o)s
2004–2005 Argentina Sub-20 18 14
2007–2008 Argentina Sub-23 5 2
2005– Argentina 196 115
Assinatura
Assinatura de Lionel Messi
Medalhas
Competidor da Argentina
Copa do Mundo FIFA
Ouro Catar 2022 Jogador
Prata Brasil 2014 Jogador
Copa América
Ouro Brasil 2021 Jogador
Ouro Estados Unidos 2024 Jogador
Prata Venezuela 2007 Jogador
Prata Chile 2015 Jogador
Prata Estados Unidos 2016 Jogador
Bronze Brasil 2019 Jogador
Copa dos Campeões CONMEBOL–UEFA
Ouro Inglaterra 2022 Jogador
Jogos Olímpicos
Ouro Pequim 2008 Equipe
Copa do Mundo FIFA Sub-20
Ouro Países Baixos 2005 Jogador
Campeonato Sul-Americano de Futebol Sub-20
Bronze Colômbia 2005 Jogador
1 Partidas e gol(o)s totais pelos clubes, atualizadas até 6 de dezembro de 2025.
2 Partidas e gol(o)s pela seleção estão atualizadas até 14 de novembro de 2025.

Lionel Andrés Messi Cuccittini (Rosário, 24 de junho de 1987) é um futebolista argentino que atua como atacante pelo Inter Miami. Como capitão da Seleção Argentina, venceu a Copa do Mundo de 2022. Possui oito prêmios Bola de Ouro da France Football, oito títulos de Melhor Jogador do Mundo pela FIFA, dois Prêmios Laureus de Melhor Esportista, seis Chuteiras de Ouro da Europa e, com 48 conquistas coletivas, é o jogador com mais títulos oficiais da história do futebol.[5]

Considerado um dos melhores jogadores de todos os tempos,[6] passou a maior parte de sua carreira profissional no Barcelona, onde se tornou o maior artilheiro por um único clube,[7][8] com 672 gols oficiais[nota 2] e o maior vencedor da história do clube catalão, com 35 troféus.[9][10] Entre suas conquistas, destacam-se os dez títulos do Campeonato Espanhol e as quatro Ligas dos Campeões da Europa. Teve ainda passagens por outros clubes, como o Paris Saint-Germain,[11] onde conquistou o Campeonato Francês duas vezes, e pelo Inter Miami, com o qual ajudou na conquista dos primeiros títulos e contribuiu para o crescimento da liga dos Estados Unidos.[12][13]

Pela Seleção Argentina, é o maior goleador de todos os tempos.[14] Seu estilo de jogo e seus dribles com o pé esquerdo geram comparações com seu compatriota Diego Maradona, que descreveu Lionel Messi como seu sucessor.[15] Após ser nomeado capitão da seleção em junho de 2010,[16] conduziu a Argentina a três finais consecutivas: a Copa do Mundo de 2014 e as Copas América de 2015 e 2016. Após se frustrar com três derrotas, chegou a anunciar sua aposentadoria internacional,[17] mas reverteu sua decisão. Conquistou seu primeiro título com a seleção principal ao vencer a Copa América de 2021, sendo eleito melhor jogador e artilheiro.[18] Em 2022, sagrou-se campeão da Copa do Mundo, recebendo também o prêmio de melhor jogador do torneio.[19][20]

Messi figurou entre as cem pessoas mais influentes da revista Time em 2011, 2012 e 2023,[21][22][23] em razão de suas realizações esportivas e de sua influência global. Por meio da Leo Messi Foundation, que apoia projetos voltados à saúde e à educação infantil, e de seu trabalho como Embaixador da Boa Vontade da UNICEF, tem participado de iniciativas para melhorar a vida de pessoas em situação de vulnerabilidade social.[24][25] Em sua vida pessoal, está em um relacionamento com Antonela Roccuzzo, com quem se casou em 30 de junho de 2017,[26] e juntos têm três filhos: Ciro, Mateo e Thiago.[27]

Infância e juventude

Vida pregressa

Nascido e criado em Rosário, na Argentina, filho de Jorge Messi e Celia Cuccittini,[28] Messi demonstrava grande apego à bola desde criança, a ponto de se recusar a ir às compras com a família se não o deixassem levar uma bola.[29] Crescendo em uma família unida e apaixonada por futebol, "Leo" desenvolveu uma paixão pelo esporte desde cedo, jogando constantemente com seus irmãos mais velhos, Rodrigo e Matías, e seus primos, Maximiliano e Emanuel Biancucchi, que também se tornaram jogadores de futebol profissionais.

Deu seus primeiros passos nas categorias menores do Abanderado Grandoli, um pequeno clube onde os outros membros da família já haviam jogado.[29] Messi ingressou na equipe após ser chamado pelo treinador para completar o time em uma partida, quando tinha apenas quatro anos. Uma influência precoce veio de sua avó materna, Celia, que o acompanhava aos treinos e jogos. Ele foi profundamente afetado por sua morte, pouco antes de seu aniversário de dez anos. Desde então, como católico devoto, ele comemora seus gols olhando para cima e apontando para o céu em homenagem à sua avó.[30]

Posteriormente, seu pai, Jorge, seria seu treinador na categoria baby do Grandoli.[29] Lionel conseguia se sobressair entre garotos de até sete anos.[29] No entanto, o garoto não duraria muito tempo na equipe: os pais o tiraram do clube após não os deixarem acompanhar um jogo do filho por falta de dinheiro para pagar os ingressos.[29] Quando completou sete anos, ingressou então nas divisões menores do clube do coração, o Newell's Old Boys.[29]

“Ele sempre jogou por diversão e ficávamos felizes em vê-lo jogar, não porque achávamos que ele seria um grande sucesso, mas simplesmente porque ele gostava e jogava bem.”

— Jorge Messi[31]

Carreira juvenil

Durante os seis anos em que jogou pelo Newell's, foi membro da "Máquina de '87", um time juvenil quase imbatível, cujo nome fazia referência ao ano de nascimento de seus integrantes. Messi costumava entreter a torcida com dribles e jogadas de efeito durante o intervalo dos jogos em casa do time principal do Newell's.

“Ao vê-lo, você pensaria: esse garoto não sabe jogar bola. Ele é um anão, muito frágil, muito pequeno. Mas imediatamente você perceberia que ele nasceu diferente, que era um fenômeno e que se tornaria alguém impressionante.”

— Adrián Coria, treinador das categorias de base do Newell's Old Boys[32]
Casa e bairro de infância de Lionel Messi em Rosário, Santa Fé.

Porém, com onze anos, detectou-se um problema hormonal que retardava o desenvolvimento ósseo de Messi e, consequentemente, seu crescimento.[29][33] Por um ano e meio, o tratamento de 900 dólares mensais,[29] que consistia em injeções alternadas em cada perna toda noite, foi custeado pela fundação onde seu pai trabalhava, até que a fonte secou.[29] Como o Newell's não quis custear a continuação do tratamento, o pai ofereceu o filho ao River Plate.[29][34] O interesse do clube da capital fez com que o Newell's voltasse atrás, mas de forma insuficiente, oferecendo duzentos pesos ao mês.[29]

O pai, então, decidiu apostar a sorte no exterior, também com o objetivo de poupar a família dos efeitos da crise econômica que atingia a Argentina. Uma prima da mãe de Jorge Messi residia em Lérida, na Catalunha, e acolheu a família Messi durante o período inicial. Nesse contexto, Lionel passou a ser observado por um olheiro do Barcelona, que o recomendou para realizar testes no clube. Com treze anos e medindo cerca de 1,40 metro, conseguiu se sair bem contra garotos até dois anos mais velhos, chamando a atenção dos avaliadores.[28]

Recebeu o apoio de Josep María Minguella, o mesmo homem que trouxera Diego Maradona ao Barça, mas o presidente Joan Gaspart e o diretor desportivo Carles Rexach hesitavam em adquirir o jovem, uma vez que teriam de custear as despesas não só do tratamento, mas também da mudança familiar.[28] O Barcelona só se convenceu após Rexach observar Messi, que estava no Infantil B, jogar pelo Infantil A contra uma equipe de jogadores bem mais velhos. Além de pagar pelo tratamento e pela mudança da família de Messi, o Barcelona também contrataria Jorge para ser informante.[28]

“Eu o contratei em 30 segundos! Ele me chamou muita atenção. Em meus 40 anos de futebol, jamais havia visto coisa semelhante. De cinco situações de gol, converteu quatro. E tem uma habilidade excepcional. Me lembrou o melhor Maradona. Seu primeiro contrato eu assinei, simbolicamente, em um guardanapo. Queria contratá-lo o quanto antes. Não podia deixá-lo escapar.”

— Carles Rexach, sobre Messi[33]
Messi ingressou na academia de jovens do Barcelona, ​​La Masia , aos 13 anos.

Em fevereiro de 2001, a família se mudou para Barcelona, ​​onde se instalou em um apartamento perto do estádio do clube, o Camp Nou.[35] Durante seu primeiro ano na Espanha, Messi raramente jogou pelos Infantiles devido a um conflito de transferência com o Newell's; como estrangeiro, ele só podia ser escalado em amistosos e no campeonato catalão. Sem futebol, ele teve dificuldades para se integrar ao time. Ele era reservado por natureza e tão quieto que alguns de seus companheiros de equipe inicialmente pensaram que ele era mudo. Em casa, ele sofreu de saudades de casa depois que sua mãe voltou para Rosário com seus irmãos e sua irmã mais nova, María Sol, enquanto ele ficou em Barcelona com seu pai. Esse período de adaptação foi crucial para a formação de seu caráter e resiliência, forjando a determinação que o acompanharia ao longo de sua brilhante carreira no futebol. A distância da família e as dificuldades iniciais no clube, embora dolorosas, serviram como um catalisador para seu foco e dedicação, impulsionando-o a superar os obstáculos e a se firmar como um dos maiores talentos do esporte mundial.[36]

Carreira

Barcelona

Início como profissional (2004–2008)

Messi, com 18 anos, jogando contra o Málaga em 2005.

Messi foi integrado ao time principal na temporada 2003–04, com apenas dezesseis anos, debutando em um amistoso contra o Porto, na inauguração do Estádio do Dragão, em 16 de novembro de 2003.[37] O primeiro jogo oficial, porém, viria quase um ano depois, no clássico contra o Espanyol, em 16 de outubro de 2004.[38] Seu primeiro gol viria na temporada seguinte, em 1º de maio de 2005, contra o Albacete, com assistência de Ronaldinho Gaúcho.[39]

Após se destacar como artilheiro, melhor jogador e campeão da Copa do Mundo FIFA Sub-20 de 2005, passou a ter mais espaço no Barcelona e maior visibilidade na Argentina. Na temporada 2005–06, conseguiu lugar cativo entre os titulares da campanha que resultaria no bicampeonato espanhol e na primeira Liga dos Campeões da carreira. Todavia, não pôde atuar na decisão continental em virtude de uma lesão sofrida nas oitavas de final, contra o Chelsea.[28][40]

De estrela coadjuvante de Ronaldinho, Messi foi gradualmente assumindo seu lugar à medida que o brasileiro entrava em declínio, após ter sido eleito Melhor Jogador do Mundo pela FIFA.[41][42] Na temporada 2006–07, no dia 10 de março de 2007, aos 19 anos, marcou o primeiro hat-trick da carreira em pleno El Clásico, no empate por 3–3 contra o Real Madrid pelo Campeonato Espanhol.[43][44]

O início da Era Guardiola (2008–09)

Messi com a camisa número 10 do Barcelona.

Na temporada 2008–09, Messi herdou a camisa 10 após a saída de Ronaldinho Gaúcho e consolidou-se como o principal astro dos blaugranas sob o comando do novo treinador Josep Guardiola.[45][46] A equipe, que tinha nomes como Xavi Hernández, Andrés Iniesta, Thierry Henry e Eto'o, conquistou a triplice coroa, vencendo o Campeonato Espanhol, a Copa do Rei e a Liga dos Campeões da UEFA.[47]

Messi no El Clásico de 2009, Real Madrid 2–6 Barcelona.

Um momento tático crucial ocorreu no El Clásico de 2 de maio de 2009, quando Guardiola utilizou Messi na posição de "falso 9". O Barcelona venceu o Real Madrid por 6–2 no Santiago Bernabéu.[48] Nessa partida, Leo atraía os zagueiros para fora de posição, abrindo espaço para Eto'o e Henry atacarem pelos lados. O argentino marcou dois gols no confronto contra o time madrilenho.[49]

A Final da Liga dos Campeões da UEFA de 2008–09 foi disputada em 27 de maio de 2009, no Estádio Olímpico de Roma, na Itália, entre Manchester United e Barcelona.[50] O confronto também marcou o primeiro grande duelo entre Lionel Messi e Cristiano Ronaldo em uma decisão continental, simbolizando o início da rivalidade entre ambos os jogadores.[51]

Messi marcou o segundo gol da final aos 70 minutos. Após uma troca de passes no campo ofensivo, Xavi Hernández recebeu pela direita e cruzou com precisão para a área. Messi, posicionando-se entre os zagueiros, saltou para cabecear a bola em direção ao canto esquerdo de Edwin van der Sar, encobrindo o goleiro e selando a vitória blaugrana por 2–0. Ele encerrou a competição como artilheiro, com nove gols, e foi eleito o melhor jogador do torneio.[52]

O Sextete e a consolidação individual (2009–10)

Leo durante a Copa do Mundo de Clubes da FIFA de 2009.

A temporada 2009–2010 começou com a conquista dos três títulos restantes, completando o inédito Sextete (seis títulos em um ano) na história do futebol.[53] Em 19 de dezembro de 2009, o Barcelona venceu a Copa do Mundo de Clubes da FIFA contra o Estudiantes, com um gol de peito de Messi na prorrogação, garantindo o título mundial.[54]

No campo individual, Messi venceu o prêmio Bola de Ouro pela primeira vez por uma margem então recorde — 240 pontos à frente do vencedor de 2008, Cristiano Ronaldo — e, pouco depois, foi eleito pela primeira vez o Melhor Jogador do Mundo pela FIFA, superando Cristiano Ronaldo e Kaká.[55][56]

O bicampeonato europeu e a Bola de Ouro (2010–11)

Messi ao lado de Pepe, em 2011, durante a semifinal da Liga dos Campeões.

Em 10 de janeiro de 2011, Messi foi eleito o melhor jogador do mundo pela segunda vez consecutiva, com o prêmio já unificado como a Bola de Ouro da FIFA, superando os companheiros Xavi e Andrés Iniesta.[57] A edição marcou um feito inédito, já que pela primeira vez os três finalistas eram colegas de clube formados na mesma categoria de base: a tradicional La Masia.

Messi 2010–11.

Pela fase decisiva da Liga dos Campeões, em 16 de fevereiro de 2011, Messi distribuiu uma assistência para David Villa na derrota por 2–1 para o Arsenal, no Emirates Stadium, pelo jogo de ida das oitavas de final.[58] No jogo de volta, marcou dois gols na vitória catalã por 3–1, eliminando o clube londrino do torneio.[59] No jogo de ida das quartas de final, distribuiu uma assistência e iniciou a jogada do primeiro gol da equipe na goleada por 5–1 sobre o Shakhtar Donetsk.[60] Na volta, marcou o gol que garantiu a vitória do Barcelona por 1–0.[61] No jogo de ida da semifinal, Messi marcou dois gols contra o Real Madrid em pleno Santiago Bernabéu, um escorando a bola entre as pernas do goleiro Iker Casillas após cruzamento de Ibrahim Afellay e outro após uma espetacular arrancada desde o meio-de-campo, passando por quatro marcadores e finalizando com a perna direita, decretando a vitória por 2–0 dentro do estádio do maior rival do clube.[62] No jogo de volta, no Camp Nou, o simples empate por 1-1 garantiu a vaga dos catalães na decisão da competição continental.[63]

A final da Liga dos Campeões da UEFA de 2010-11 foi disputada no Estádio de Wembley, em Londres, Inglaterra, em 28 de Maio de 2011.[64] Nessa partida, Messi marcou o segundo gol na vitória por 3–1, após passe de Andrés Iniesta, em um chute forte e rasteiro, sem possibilidades de defesa para Edwin van der Sar. Ademais, foi o responsável por iniciar a jogada que resultou no terceiro gol. Com o triunfo, Messi conquistou a terceira Liga dos Campeões de sua trajetória, após as campanhas de 2005–06 e 2008–09.[65] Ao término do confronto, foi eleito o homem do jogo, melhor jogador do torneio e artilheiro da edição.[66]

“Estamos muito contentes por voltarmos a vencer. Foi uma temporada difícil, mas mostramos quem somos. Fomos a melhor equipe. Ser eleito o melhor em campo é o menos importante, porque foi incrível a maneira como jogamos. Fomos muito bons em todos os aspectos da partida.”

— Lionel Messi[67]

Recordes e o fim da era (2011–12)

Messi e Neymar na final do Mundial de Clubes.

A temporada 2011–2012 começou com a conquista da Supercopa da Espanha e da Supercopa da UEFA. Em dezembro de 2011, o Barcelona venceu a Mundial de Clubes da FIFA contra o Santos de Neymar por 4–0, com dois gols de Messi, que foi eleito o melhor jogador do torneio.[68]

A temporada foi marcada por diversos recordes alcançados por Lionel Messi. Em janeiro de 2012, Messi conquistou a Bola de Ouro da FIFA de 2011, tornando-se o primeiro jogador a vencer o prêmio por três anos consecutivos (2009, 2010 e 2011) desde Michel Platini.[69] Em março de 2012, na Liga dos Campeões da UEFA de 2011–12, Messi marcou cinco gols na vitória por 7–1 sobre o Bayer Leverkusen, estabelecendo um novo recorde na competição.[70]

Elenco do Barcelona comemorando, junto com Guardiola, o título do Mundial de Clubes de 2011.

Apesar dos recordes individuais, a temporada terminou com a perda do Campeonato Espanhol para o Real Madrid e com a eliminação na semifinal da Liga dos Campeões para o Chelsea, em partida na qual Messi desperdiçou um pênalti. Mesmo após a derrota contra o Chelsea, Guardiola afirmou que sua admiração por Messi é insuperável.[71]

“Se chegamos até aqui foi graças a ele (Messi). Minha admiração sobre ele é insuperável. É um exemplo para todos nós. Ele se sentirá mal em algumas horas pela sua competitividade, mas esse esporte tem dessas coisas. Temos que aceitar que há outro time que irá a Munique (Final) e nos prepararmos para o ano que vem.”

Em 27 de abril de 2012, Josep Guardiola anunciou sua saída do clube, citando o desgaste.[72] O legado da Era Guardiola, com 14 títulos conquistados, foi a imposição de uma filosofia de jogo inovadora, baseada na posse de bola e pressão alta, que transformou o futebol moderno e elevou Lionel Messi ao status de superestrela global.[73]

91 Gols em um ano (2012–13)

Messi contra Almería em 2014.

Sob o comando de Tito Vilanova (2012–13), Messi alcançou o marco histórico de 91 gols em um único ano calendário (2012), superando o recorde anterior de Gerd Müller.[74][75][76] Em janeiro de 2013, ele conquistou sua quarta Bola de Ouro consecutiva, um feito inédito.[77] A temporada 2012–13 culminou com o título da La Liga de 2012–13 e a terceira Chuteira de Ouro da UEFA para Messi, que marcou 46 gols no campeonato.[78]

Dificuldades físicas e rendimento irregular (2013–14)

A temporada 2013–14, sob Tata Martino, foi marcada por lesões e pela chegada de Neymar.[79][80] Na temporada, Messi se tornou o maior artilheiro da história do Barcelona (371 gols) e o maior artilheiro da história do El Clásico.[81][82] Coletivamente, o Barcelona encerrou a temporada sem grandes títulos. Os blaugranas perderam a final da Copa do Rei para o Real Madrid,[83] além disso, ficaram na segunda colocação do Campeonato Espanhol e viram o Atlético de Madrid sagrar-se campeão dentro do Camp Nou.[84] Meses após o fim dessa temporada, o próprio Messi falou sobre seu rendimento e reconheceu que teve uma temporada irregular, afirmando que "foi um ano ruim que quis esquecer rapidamente".[85]

MSN e a Tríplice Coroa (2014–15)

Messi contra Granada.

Após Tata Martino deixar o cargo, ficando apenas uma temporada no clube, Luis Enrique assumiu a equipe no dia 19 de maio.[86] Com a contratação de Luis Alberto Suárez, vindo do Liverpool, o Barcelona formou ao lado de Neymar e do próprio Messi um dos ataques mais letais da história, o célebre trio sul-americano MSN.[87] Diferente das temporadas anteriores, Messi permaneceu um longo período sem lesões na temporada, o que, aliado ao novo trio de ataque, lhe permitiu viver uma das campanhas mais vitoriosas de sua carreira.[88]

Outras marcas históricas foram superadas por Leo ainda em 2014, ele ultrapassou Telmo Zarra e se tornou o maior artilheiro do Campeonato Espanhol, com 353 gols, em partida contra o Sevilla, em que o Barcelona venceu por 5–1 e Messi realizou um hat-trick.[89] Três dias depois, superou Raúl González Blanco como maior goleador da história da Liga dos Campeões da UEFA, com 74 gols, em partida contra o APOEL, em que o Barcelona venceu por 4–0 com Messi registrando outro hat-trick.[90]

Torcedores eufóricos com enormes imagens de Messi, Suárez e Neymar.

Pela fase decisiva da Liga dos Campeões, deu o passe inicial para os dois gols de Suárez na vitória blaugrana por 2–1 sobre o Manchester City na Inglaterra.[91][92] No jogo de ida das quartas de final, Messi deu uma assistência para Neymar, após ver Suárez marcar mais dois. Os culés venceram o Paris Saint-Germain por 3–1 em pleno Parc des Princes.[93] Na semifinal realizou uma grande atuação no jogo de ida contra o Bayern de Munique de Pep Guardiola. A partida estava 0–0 até os 30 minutos do segundo tempo, quando Messi marcou dois gols em um espaço de quatro minutos: no primeiro, finalizou repentinamente de fora da área; no segundo, aplicou um drible desconcertante em Boateng e encobriu Neuer com um toque sutil. Ele ainda daria uma assistência para Neymar definir o placar nos acréscimos, sacramentando a vitória do Barcelona por 3–0 no Camp Nou.[94][95]

Messi ao lado de Patrice Evra durante a final da Liga dos Campeões.

Na Final da Liga dos Campeões da UEFA de 2014–15 contra a Juventus, no Estádio Olímpico de Berlim, ocorreu a despedida do ídolo Xavi Hernández, um dos maiores companheiros de Messi ao longo de sua trajetória no Barcelona, e também de Andrea Pirlo, lenda da Juventus e da Seleção Italiana. Rakitić abriu o placar, Morata empatou para os italianos, Suárez fez o segundo do Barça e Neymar anotou o terceiro gol, que definiu o placar. Leo participou ativamente da partida, iniciando as jogadas que culminaram no segundo e no terceiro gol da equipe. O Barcelona venceu por 3–1, sagrando-se pentacampeão europeu, sendo este o quarto título continental do argentino.[96] Messi também terminou como artilheiro da competição, ao lado de Cristiano Ronaldo e Neymar, com dez gols.[97]

Quinta Bola de Ouro e mais títulos (2015–16)

Barcelona foi o vencedor da Supercopa da UEFA de 2015.

Começou a temporada 2015–16 marcando dois gols de falta na épica vitória do Barcelona sobre o Sevilla por 5–4 na decisão da Supercopa da UEFA.[98] Marcou também no segundo jogo da decisão da Supercopa da Espanha contra o Athletic Bilbao, que sagrou-se campeão da competição por haver vencido a primeira partida por 4–0.[99]

Messi com 5 Bolas de Ouro.

No dia 28 de agosto de 2015, recebeu o prêmio de Melhor Jogador da Europa da temporada passada, ficando a frente de Cristiano Ronaldo e Luis Suárez.[100] No dia 11 de janeiro, Lionel Messi venceu a eleição de Melhor Jogador do Mundo por ter sido campeão de praticamente tudo no ano de 2015, e ainda vice-campeão da Copa América com a Argentina.[101] Essa foi a quinta vez em sua carreira que Messi venceu a Bola de Ouro da FIFA; a última vez havia sido em 2012. Além disso, o argentino também fez parte do time ideal da FIFA de 2015, ao lado de seus companheiros Daniel Alves, Andrés Iniesta e Neymar.[102]

Quarta Chuteira de Ouro (2016–17)

Messi com cabelos loiros em 2016.

Com um novo visual, com os cabelos completamente loiros, Lionel Messi destacou-se numa partida contra a Sampdoria no Camp Nou pelo Taça Juan Gamper. Logo no início do jogo o argentino deu um passe genial de bicicleta para o uruguaio Luis Suárez abrir o placar. Depois Messi faria dois gols, o primeiro após driblar o goleiro, e o segundo acertando uma bela cobrança de falta, ajudando o Barça a vencer a partida por 3–2.[103]

Messi na histórica vitória por 6–1 contra o PSG.

Pelas oitavas de final da Liga dos Campeões, Messi foi bem marcado e teve uma atuação apagada no jogo de ida contra o Paris Saint-Germain, os parisienses aparentavam ter encaminhado a classificação ao golearem por 4–0 no Parc des Princes, igualando a maior derrota em taças internacionais da carreira de Leo.[104] No jogo de volta, ocorreu uma das maiores viradas da história da Liga dos Campeões, Messi marcou um dos gols e ajudou na vitória por 6–1 no Camp Nou, a mesma contou com grande atuação de Neymar. Sendo assim, o Barcelona avançou para as quartas com o placar agregado em 6–5.[105]

Nas quartas de final, o jogo de ida contou com grande atuação do goleiro Gianluigi Buffon e terminou em vitória da Juventus pelo placar de 3–0.[106] O jogo de volta foi marcado por uma ótima atuação defensiva dos italianos e terminou em 0 a 0 na Catalunha, o Barcelona foi eliminado nas quartas pela segunda vez consecutiva.[107] Ao fim da temporada, conquistou sua quarta Chuteira de Ouro da Europa.[108][109] O argentino também foi selecionado para a FIFPro World XI — a equipe do ano eleita pela Federação Internacional de Jogadores Profissionais de Futebol — e para a Equipe do Ano da UEFA, escolhida pela União das Associações Europeias de Futebol. Foi eleito o segundo melhor jogador do mundo na disputa pela Ballon d'Or 2017, ficando atrás de Cristiano Ronaldo; o mesmo resultado repetiu-se no The Best FIFA Football Awards 2017.[110][111]

Doblete nacional e quinta Chuteira de Ouro (2017–18)

Chuteira de Ouro vencida por Lionel Messi.

A temporada teve início em meio à crise provocada pela transferência de Neymar para o Paris Saint-Germain, que gerou instabilidade institucional, forte repercussão midiática e impacto esportivo no planejamento do clube.[112] Em contraste com a saída do atacante brasileiro, em 5 de julho de 2017, Messi renovou seu contrato com o Barcelona até 2021.[113]

Em sua primeira partida oficial na temporada, marcou o único gol do Barcelona, na derrota por 3–1 para o Real Madrid, no Camp Nou, pela partida de ida da Supercopa da Espanha.[114] Pela segunda rodada da La Liga de 2017–18, perdeu um pênalti, mas marcou os dois gols da vitória sobre o Alavés por 2–0.[115] Na rodada seguinte, no clássico contra o Espanyol, marcou seu primeiro hat trick na temporada, na vitória por 5–0.[116] Em 19 de setembro, marcou quatro gols na goleada sobre o Eibar por 6–1.[117] Em 4 de novembro, em partida contra o Sevilla, completou 600 jogos com a camisa do Barcelona, passando em branco na vitória por 2–0.[118]

Capitão do Barcelona e sexta Chuteira de Ouro (2018–19)

Messi cobrando falta contra o Real Valladolid em 2018.

Com a saída do então capitão Andrés Iniesta em maio de 2018, Messi foi nomeado o novo capitão da equipe na temporada seguinte.[119] Em 12 de agosto de 2018, ele conquistou seu primeiro título como capitão do Barcelona, ​​a Supercopa da Espanha de 2018,[120] após uma vitória por 2–1 sobre o Sevilla; com seu 33º título para o clube, ele também se tornou o jogador com mais títulos da história do time.[121]

Pela fase de grupos da Liga dos Campeões, Messi marcou seu primeiro hat-trick na temporada na estreia catalã contra o PSV Eindhoven, o Barcelona venceu por 4–0.[122] Jogando fora de casa na segunda rodada, o argentino marcou dois gols contra o Tottenham na vitória blaugrana por 4–2.[123]

Lionel Messi pela temporada 2018–19.

Pela fase decisiva, na partida contra o Lyon, no estádio Parc Olympique Lyonnais, Leo Messi foi decisivo e ajudou o Barça com dois gols e duas assistências, os catalães golearam os franceses por 5–1.[124] No jogo das quartas de final, o Barcelona venceu o Manchester United, com o argentino marcando duas vezes na vitória por 3–0 dentro de casa.[125] Messi balançou as redes duas vezes sobre o Liverpool[126] pelo jogo de ida, ajudando o clube a vencer por 3–0, sendo um deles um gol de falta improvável no ângulo do goleiro Alisson; este gol foi o de número 600 com a camisa do Barcelona, o tento foi eleito o gol da temporada da UEFA.[127][128]

Apesar da grande vitória por 3–0 no jogo de ida, o Barcelona perdeu o jogo de volta por 4–0 e foi eliminado no Anfield em uma das grandes viradas da história do torneio.[129] O clube teve a oportunidade de fechar a temporada com o título da Copa do Rei, contudo, foram derrotados pelo Valencia por 2–1.[130] No entanto, no dia 27 de abril, o futebolista conquistou com o Barcelona sua 10ª La Liga, sendo a sua primeira como o capitão da equipe, contra o Levante em pleno Camp Nou.[131][132]

Sexta Bola de Ouro e a temporada marcada pela pandemia de COVID-19 (2019–20)

Camp Nou vazio em 2020, em meio às restrições da pandemia.

Em agosto de 2019, Messi sofreu uma lesão na panturrilha direita e ficou afastado da pré-temporada e do inicio de temporada do Barcelona, voltando aos treinos apenas em setembro.[133][134][135] Em 2 de setembro, o futebolista foi selecionado como um dos três finalistas do Prêmio FIFA Puskás de 2019 e do Prêmio Melhor Jogador Masculino da FIFA de 2019, com Messi vencendo o último pela sexta vez em 23 de setembro.[136]

Em 11 de março de 2020, a COVID-19 foi declarada pandemia pela OMS, afetando todas as atividades públicas, incluindo o futebol.[137] Após três meses sem jogos devido à pandemia, o Barcelona voltou aos jogos em 13 de junho contra o Mallorca. Em sua volta, La Pulga marcou um gol e deu duas assistências, sendo esse o seu 20° gol na La Liga, estabelecendo o recorde de o único jogador da história da La Liga a marcar 20 gols, ou mais, em 12 temporadas consecutivas.[138]

Desejo de sair do Barcelona (Agosto de 2020)

“Eu não estava feliz e queria ir embora. Isso não me foi permitido de forma alguma então ficarei no clube para não entrar na justiça. A gestão do clube liderada por Bartomeu é um desastre. Meu amor pelo Barça nunca mudará.”

– Messi fala sobre sua decisão de ficar no Barcelona em uma entrevista para Goal em 4 de setembro de 2020.[139]

Após a crescente insatisfação de Messi com a direção do Barcelona dentro e fora de campo, o clube anunciou que o argentino havia enviado ao clube um documento expressando seu desejo de sair em 25 de agosto de 2020.[140]

Em 4 de setembro, Jorge Messi, empresário e pai de Lionel, divulgou um comunicado em resposta à La Liga alegando que a cláusula de rescisão "não é válida quando a rescisão do contrato é por decisão unilateral do jogador no final da temporada de 2019–20", conforme estabelecido no contrato de Messi com o Barcelona;[141] momentos depois, La Liga emitiu uma resposta reiterando sua declaração de 30 de agosto.[142] Mais tarde naquela noite, Messi anunciou em uma entrevista para o Goal que ele continuaria no Barcelona até o final de seu contrato. Na entrevista, Messi afirmou ter informado o Barcelona várias vezes sobre seu desejo de sair e que o presidente do clube, Josep Bartomeu, lhe deu a palavra de que ele poderia decidir no final de cada temporada se queria ou não sair, palavra que ele não cumpriu.[143]

Jogador com mais gols marcados por um clube (2020–21)

Elenco do Barcelona em 2020–21.

Em 27 de setembro de 2020, pelo primeiro jogo da temporada, Messi marcou um gol de pênalti na vitória por 4–0, em casa, contra o Villarreal, pela estreia da La Liga.[144] Dois dias antes da partida, havia novamente criticado o clube, desta vez pela forma como Luis Suárez saiu, afirmando: "a esta altura nada mais me surpreende".[145] Em 23 de dezembro, Messi marcou seu 644º gol pelo Barcelona contra o Real Valladolid, fora de casa, pela La Liga e superou o recorde de Pelé pelo Santos de mais gols marcados por um único clube, contando apenas gols oficiais.[146]

O Barcelona chegou à final da Copa do Rei, disputada em meio à pandemia de COVID-19 na Espanha, que resultou na proibição de público nos estádios. A campanha foi marcada por vitórias apertadas e viradas dramáticas, incluindo a semifinal contra o Sevilla: após perder por 2–0 no jogo de ida, o Barça venceu por 3–0 no Camp Nou. A final, disputada no Estádio de La Cartuja, foi contra o Athletic Bilbao e terminou com vitória do Barcelona por 4–0, com dois gols de Lionel Messi, eleito o melhor em campo. Leo celebrou ao lado dos companheiros sem saber que aquele seria seu último troféu pelo clube.[147]

Paris Saint-Germain

Primeira temporada no PSG (2021–22)

Messi com o Paris Saint-Germain em 2021, formando o trio de ataque ao lado de Neymar e Kylian Mbappé.

O Barcelona não conseguiu renovar o contrato de Messi em razão da grave crise financeira enfrentada pelo clube e das restrições impostas pelas normas de fair play financeiro da La Liga.[148] Em decorrência desse contexto, o jogador deixou o clube sem realizar uma despedida oficial diante da torcida, em razão das limitações impostas pela pandemia de COVID-19. Após mais de uma semana de especulações sobre seu futuro, Messi foi anunciado oficialmente como reforço do Paris Saint-Germain em 10 de agosto. O argentino assinou contrato até o final de 2023, com opção de renovação por mais uma temporada.[149]

“Não deixo para trás tudo que vivi no Barcelona, tudo não some de um dia para o outro. Mas estou muito feliz por estar aqui, começar essa nova etapa. E agradeço à minha família por estar comigo. A minha semana foi de altos e baixos, muitos sentimentos. A gente foi assimilando isso da maneira possível.”

— Lionel Messi, em entrevista coletiva.[150]

Em sua primeira temporada Messi demorou a se adaptar ao PSG. Assim anotando apenas onze gols, o menor número desde suas primeiras temporadas como jogador profissional, em 2005–06. Com quatorze assistências, somou 25 participações diretas em gols, seu pior desempenho em 14 anos. Não conseguiu o tão sonhado título da Champions League parou nas oitavas de final, contudo conseguiu vencer o Campeonato Francês.[151]

Última temporada no clube francês (2022–23)

Messi, Neymar e Mbappé.

No dia 13 de maio de 2023, Lionel Messi foi vaiado pela torcida do Paris Saint‑Germain ao retornar ao time para uma partida no Parque dos Príncipes contra o Ajaccio, pela 35ª rodada do Campeonato Francês. O argentino havia cumprido uma suspensão de duas semanas depois de viajar sem a autorização do clube para a Arábia Saudita, o que gerou críticas internas e externas — ele inclusive se desculpou publicamente com o clube.[152]

Messi fez sua última partida com a camisa do PSG contra o Clermont em 3 de junho, na última rodada do Campeonato Francês. Ele encerrou sua passagem por Paris com 74 jogos, 32 gols e 34 assistências. Messi conquistou duas vezes o Campeonato Francês e levantou também um troféu da Supercopa da França.[153]

Lionel Messi terminou a temporada com 41 jogos pelo PSG, em todas as competições. Ele marcou 21 gols e deu 20 assistências. Analisando só os números no Campeonato Francês, foram 32 partidas (todas como titular), 16 gols marcados e mais 16 assistências. Assim Messi foi o segundo jogador com mais contribuições para golos ficando somente atrás de Mbappé (29 gols e 5 assistências).[154]

Inter Miami

Messi nos Estados Unidos (2023–presente)

Messi na MLS em 2025.

Em 7 de junho de 2023, o Inter Miami anunciou a contratação de Messi, o que lhe garante um salário anual de 50 a 60 milhões de euros, participação nos lucros dos dois maiores parceiros comerciais da liga, Apple e Adidas, além de oportunidades em negócios imobiliários em Miami.[155] Lionel Messi estreou pelo Inter Miami com uma vitória por 2–1 contra o Cruz Azul do México, na primeira rodada da Leagues Cup. A partida contou com o primeiro gol de Messi pela equipe, marcado de falta aos 90+5 minutos.[156]

Em 19 de agosto de 2023, levou o Inter Miami à sua primeira conquista, com o clube vencendo a Leagues Cup. Messi anotou seu 10º gol em sete partidas pelo clube e ergueu o troféu de campeão após vitória nos pênaltis sobre o Nashville, após empate por 1–1. Marcou gols em todos os jogos, encerrou o torneio como artilheiro e foi eleito o melhor jogador da competição.[157] Conquistou seu primeiro título da Major League Soccer em 6 de dezembro de 2025, com a vitória por 3–1 sobre o Vancouver Whitecaps na final da MLS Cup; foi o artilheiro da competição e eleito o MVP pela segunda vez consecutiva, feito inédito no torneio.[158]

Em 15 de janeiro de 2024, a FIFA anunciou a seleção do ano de 2023 no prêmio Fifa The Best e Messi foi escolhido um dos atacantes, além ser escolhido o melhor do mundo pela oitava vez.[159]

Seleção Argentina

Ascensão Internacional (2005–2008)

Copa do Mundo Sub-20

Messi foi convocado para ser o principal destaque da Seleção Argentina Sub-20 na Copa do Mundo FIFA Sub-20 de 2005, disputada nos Países Baixos. Nas oitavas de final, marcou o gol de empate contra a Colômbia; nas quartas de final, anotou um dos gols da vitória sobre a Espanha; e voltou a balançar as redes na semifinal diante da Seleção Brasileira. Na final, contra a Nigéria, converteu duas cobranças de pênalti, assegurando o título para a Argentina. Ao término do torneio, foi eleito o melhor jogador da competição, além de receber a Chuteira de Ouro, como artilheiro do campeonato.[160]

Estreias na Copa do Mundo e na Copa América

Messi na Copa América de 2007.

Sua estreia em Copas do Mundo da FIFA ocorreu em 2006, na edição disputada na Alemanha, país-sede do torneio. Com 18 anos e 357 dias, tornou-se o quinto jogador mais jovem a marcar um gol na história do torneio ao anotar o último tento da goleada por 6–0 sobre a Sérvia e Montenegro.[161] Apesar do destaque individual e da boa campanha inicial, a Seleção Argentina foi eliminada nas quartas de final pela Seleção Alemã, em uma partida decidida nos pênaltis. No ano seguinte, na Copa América de 2007, realizada na Venezuela, marcou nas quartas de final contra a Peru e novamente na semifinal diante da México. A Argentina avançou até a final da competição, na qual foi derrotada pela Seleção Brasileira por 3–0, encerrando o torneio como vice-campeã.[162]

Olímpiadas de 2008

Messi sendo marcado por Marcelo nas Olímpiadas de 2008.

No torneio masculino de futebol dos Jogos Olímpicos de Pequim (2008), Messi integrou a Seleção Argentina e assumiu papel de destaque no setor ofensivo. Marcou na fase de grupos contra a Costa do Marfim e voltou a balançar as redes nas quartas de final frente à Holanda, contribuindo diretamente para a classificação da equipe. Foi igualmente determinante na semifinal contra o Brasil, confronto que terminou com vitória argentina por 3–0. Na final, disputada contra a Seleção Nigeriana, a Argentina sagrou-se campeã olímpica ao vencer por 1–0, com gol de Ángel Di María aos 58 minutos, conquistando a medalha de ouro e encerrando o torneio com uma campanha invicta.[163]

Diego Maradona como treinador e Copa América na Argentina (2008–2012)

Maradona assumiu o comando da Seleção Argentina em outubro de 2008, após a saída de Alfio Basile.[164] Em 2009, o período foi marcado por fortes críticas à Seleção Argentina, em razão de uma série de resultados negativos nas Eliminatórias da Copa do Mundo. Entre eles, destacou-se a derrota por 6–1 para a Bolívia em La Paz. Outro revés significativo foi a derrota por 3–1 para a Seleção Brasileira em Rosário. Em decorrência desses resultados, a Argentina chegou à última rodada ameaçada de não se classificar, assegurando apenas de forma dramática a última vaga direta para a Copa do Mundo ao vencer a Seleção Uruguaia no confronto decisivo, disputado em Montevidéu.[165][166]

Copa do Mundo de 2010

Messi em jogo contra a Alemanha na Copa do Mundo de 2010.

Messi foi convocado para integrar a Seleção Argentina na Copa do Mundo FIFA de 2010, realizada na África do Sul. Apesar de chegar ao torneio após uma temporada de grande destaque pelo Barcelona, teve uma atuação abaixo das expectativas no Mundial.[167] O jogador não marcou gols ao longo da competição, embora tenha contribuído com uma assistência na vitória sobre a Seleção Mexicana.[168] A Argentina obteve um desempenho positivo na fase de grupos, com três vitórias em três partidas, contra Nigéria, Coreia do Sul e Grécia. Nas fases eliminatórias, avançou às quartas de final após vencer o México, mas foi eliminada ao sofrer uma derrota por 4–0 diante da Alemanha. Em 28 de julho de 2010, a Associação do Futebol Argentino (AFA) confirmou oficialmente que Diego Maradona não permaneceria no comando técnico da Seleção Argentina.[169]

Copa América de 2011

Messi na Copa América contra a Bolívia.

Passados os eventos do Mundial, Messi teve a responsabilidade de ser o grande astro da Argentina na Copa América de 2011, que seria realizada no próprio país. Recém campeão da Liga dos Campeões com o Barcelona, Messi ganhou a camisa 10 do treinador Sergio Batista e fez trio de ataque com Ezequiel Lavezzi e Kun Agüero. Com um desempenho muito abaixo do esperado, a equipe de Messi acabou ficando em segundo lugar, atrás da Colômbia. Na fase de grupos, empatou com a Bolívia de Marcelo Moreno em 1–1, após sair perdendo de 1–0.[170] Logo em seguida, empate em 0–0 com a Colômbia de Radamel Falcao García.[171] Os primeiros três pontos de sua equipe na competição foi uma vitória sobre a Costa Rica por 3–0.[172] Nas quartas de final, contra o Uruguai, acabou sendo eliminado nos pênaltis. Ao fim do torneio, Messi terminou sem fazer um gol sequer.[173]

Três finais e a busca frustrada pelo título (2012–2016)

Messi com Sergio Agüero num amistoso contra a Suíça.

Em razão do desempenho considerado inferior apresentado pela Seleção Argentina nos anos anteriores, quando comparado àquele exibido por Messi no Barcelona, o treinador Alejandro Sabella, contratado em meados de 2011 após a eliminação da equipe na Copa América, declarou à imprensa que o jogador passaria a exercer a função de capitão. Segundo o técnico, a medida visava atribuir-lhe maior responsabilidade e ampliar sua experiência no comando da equipe.[174][175]

Em sua primeira partida pela seleção em 2012, Messi marcou, pela primeira vez em sua carreira internacional, um hat-trick. O feito ocorreu na vitória sobre a Suíça em 1.º de março, no Stade de Suisse, Wankdorf.[176] Em amistoso contra o Brasil, disputado em 9 de junho de 2012, no MetLife Stadium, voltou a marcar três gols e foi eleito o melhor jogador da partida na vitória argentina por 4–3.[177]

Copa do Mundo de 2014

Messi no jogo contra o Irã na Copa do Mundo de 2014.

Na Copa do Mundo FIFA de 2014, que ocorreu no Brasil, a Argentina foi sorteada no Grupo F juntamente com Bósnia e Herzegovina, Irã e Nigéria.[178] Na estreia marcou um gol aos 19 minutos do segundo tempo, garantindo a vitória sobre a Bósnia por 2–1 no Maracanã.[179] Na segunda rodada marcou o único gol da vitória sobre o Irã nos minutos finais da partida.[180] Na terceira rodada da fase de grupos, marcou dois gols, sendo um deles de falta, na vitória sobre a Nigéria por 3–2 que classificou os argentinos para as oitavas de final como primeiro colocado de seu grupo.[181]

Messi comemorando gol na Copa do Mundo.

Na fase eliminatória da Copa do Mundo FIFA de 2014, Messi desempenhou um papel importante em momentos decisivos para a Seleção Argentina. Nas oitavas de final, a Argentina enfrentou a Suíça e Messi participou ativamente ao fornecer a assistência para o gol de Ángel Di María, que garantiu a vitória por 1–0 e a classificação para a próxima fase.[182] Nas quartas de final, a equipe argentina se encontrou com a Bélgica. A Argentina conseguiu superar os belgas por 1–0, avançando para as semifinais.[183] Na partida contra a Holanda, que terminou empatada em 0–0 após os 120 minutos de jogo, Messi foi um dos responsáveis por converter sua cobrança de pênalti nas disputas da marca da cal, ajudando a garantir a classificação argentina para a final do torneio.[184]

Alemanha comemorando o título da Copa do Mundo FIFA de 2014.

Disputou a final da Copa do Mundo FIFA 2014 contra a Alemanha. Na partida, Gonzalo Higuaín perdeu uma chance de marcar para a Argentina no primeiro tempo, quando ficou cara a cara com o goleiro alemão Manuel Neuer. Lionel Messi teve uma oportunidade de marcar quando ficou cara a cara com Neuer logo após o intervalo, mas seu chute rasteiro passou ao lado do gol. Com o jogo empatado em 0–0 após os 90 minutos regulamentares, a partida foi para a prorrogação, na qual a Alemanha abriu o placar. Mario Götze, que entrou em campo pouco antes do final do tempo regulamentar, recebeu no peito o cruzamento de Schürrle pela esquerda e, de voleio com o pé esquerdo, mandou a bola para o fundo da rede, garantindo a vitória da Alemanha por 1–0. Messi foi eleito o melhor jogador da competição pela FIFA, com quatro gols e uma assistência.[185] [186]

Copas América de 2015 e 2016

Messi cobrando falta contra o Paraguai na Copa América de 2015.

No ano seguinte foi vice-campeão da Copa América de 2015 com a Argentina. Messi foi peça importante para a campanha argentina, tendo marcado um gol na estreia contra o Paraguai. Na final, os hermanos foram batidos pelo Chile nos pênaltis, onde somente Messi converteu para os argentinos. Dessa forma, o título ficou com os anfitriões do torneio.[187] Na edição de 2016, Messi estreou pela Copa América Centenário na partida contra o Panamá pela segunda rodada da fase de grupos. O camisa 10 argentino entrou no segundo tempo e precisou de apenas vinte minutos em campo para marcar um hat-trick.[188] Na partida pela semifinal, em 21 de junho, marcou o segundo gol da vitória de 4–0 contra os Estados Unidos, numa cobrança de falta espetacular, e ultrapassou a marca de Gabriel Batistuta como maior artilheiro da história da Seleção Argentina, com 55 gols marcados.[189]

Na final da competição, assim como na edição anterior, a Argentina foi derrotada pelo Chile. Após um empate em 0-0, a equipe foi derrotada por 2–4 nos pênaltis e Messi acabou desperdiçando sua cobrança.[190] Esse foi o quarto vice-campeonato de Messi com a seleção. Ao final da partida, ele afirmou ter encerrado seu ciclo com a camisa da Argentina. Ele justificou com as seguintes palavras:[191]

“É incrível, mas não dá. Não passamos outra vez nos pênaltis. É a terceira final seguida. Nós buscamos, tentamos. É difícil, o momento é duro para qualquer análise. No vestiário pensei que acabou para mim a seleção, não é para mim. É o que sinto agora, é uma tristeza grande que volto a sentir. Foram quatro finais, infelizmente não consegui. Era o que mais desejava. É para o bem de todos. Por mim e por todos. Muitos desejam isso. Não se conformam com chegar a final, nós também não nos conformamos. Perdemos outra vez nos pênaltis.”

— Messi, após a final da Copa América Centenário

Fase de instabilidade e reconstrução (2016–2019)

Entretanto, em 12 de agosto, anunciou seu retorno a seleção, sendo convocado pelo novo treinador da Seleção Argentina Edgardo Bauza para os jogos contra Uruguai e Venezuela pelas Eliminatórias.[192] Em seu retorno, marcou o único gol da vitória sobre o Uruguai por 1–0, colocando a Argentina na liderança das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2018.[193]

Com três gols de Messi contra o Equador, Argentina espanta os fantasmas da eliminação.

Seus gols mandaram a Argentina para a Copa do Mundo FIFA de 2018 na Rússia.[194] A participação da Argentina na Copa do Mundo de 2018 estava em risco[195] para a última partida de qualificação, sendo a sexta colocada no grupo, fora dos cinco possíveis classificados da CONMEBOL na Copa do Mundo, o que significa que não pode se classificar para a Copa pela primeira vez desde 1970. Em 10 de outubro de 2017, Messi levou seu país para a classificação da Copa do Mundo ao marcar um hat-trick,[196] enquanto a Argentina vinha de desvantagem para derrotar o Equador por 3–1 fora; A Argentina não derrotou o Equador em Quito desde 2001. Os três gols de Messi fizeram com que ele se tornasse o maior artilheiro de todos os tempos nas eliminatórias da Copa do Mundo CONMEBOL, com 21 gols, ao lado do uruguaio Luis Suárez,[197] superando o recorde anterior que foi defendido pelo compatriota Hernán Crespo.

Copa do Mundo de 2018

Na sequência da campanha de qualificação, recuperada por Messi, as expectativas não foram elevadas para a Copa do Mundo FIFA de 2018, disputada na Rússia. Em um amistoso preparatório realizado em março de 2018, sem a presença do então lesionado Messi, a Seleção Argentina sofreu uma derrota por 6–1 para a Espanha.[198] Após o confronto, Messi afirmou que a Argentina não figurava entre as principais candidatas ao título.[199]

Lionel Messi comemorando seu gol contra a Nigéria.

Na estreia da Argentina, em 16 de junho na Lukoil Arena, contra a Islândia, Messi desperdiçou uma cobrança de pênalti no empate por 1–1.[200] No segundo jogo da fase de grupos, em 21 de junho, a equipe foi derrotada por 3–0 pela Croácia.[201] Após a partida, o técnico Jorge Sampaoli destacou a dificuldade da equipe em fornecer condições ofensivas adequadas a Messi, que teve participação limitada durante o confronto.[202] O croata Luka Modrić também afirmou que Messi não poderia decidir sozinho a partida.[203] No último jogo da fase de grupos, disputado em 26 de junho contra a Nigéria, no Estádio Krestovsky, em São Petersburgo, Messi marcou o primeiro gol da vitória por 2–1, resultado que garantiu a classificação argentina para as oitavas de final.[204] Com o gol, tornou-se o terceiro argentino, após Diego Maradona e Gabriel Batistuta, a marcar em três Copas do Mundo distintas.

Partida da Copa do Mundo FIFA de 2018 entre França e Argentina.

Nas oitavas de final, disputadas em 30 de junho, a Argentina foi derrotada por 4–3 pela França e eliminada da competição. Messi contribuiu com duas assistências no segundo tempo, mas sem marcar gols.[205] Após o torneio, Messi anunciou que não participaria dos amistosos da Argentina contra a Guatemala e a Colômbia, disputados em setembro de 2018, indicando também que sua presença na seleção ao longo do restante do ano era improvável.[206] A ausência do jogador e a falta de títulos internacionais pela seleção voltaram a alimentar especulações na imprensa sobre uma possível aposentadoria do futebol internacional.

Depois de ser auxiliar técnico no Sevilla e na Seleção Argentina, Lionel Scaloni assumiu o comando da Albiceleste após a saída de Jorge Sampaoli, em 2018, depois da eliminação para a França na Copa do Mundo realizada na Rússia.[207]

Copa América de 2019

Brasil e Argentina na Copa América de 2019.

A participação de Lionel Messi e da Seleção Argentina de Futebol na Copa América de 2019, realizada no Brasil, foi marcada por um desempenho irregular e controvérsias. A Argentina foi sorteada no Grupo B, estreando com uma derrota por 2–0 para a Colômbia em 15 de junho de 2019.[208][209]

No segundo jogo, em 19 de junho, Messi marcou seu único gol no torneio, de pênalti, no empate em 1–1 contra o Paraguai. O resultado levou Messi a expressar frustração, afirmando que seria "uma loucura não se classificar" e que "hoje não se ganha mais com a camisa".[210][211] A classificação para a fase eliminatória foi assegurada com uma vitória por 2–0 sobre o Catar.[212]

Após vencer a Venezuela nas quartas de final por 2–0, a Argentina foi eliminada nas semifinais pelo Brasil, sendo derrotada por 2–0. O atacante Gabriel Jesus marcou o primeiro gol aos 18 minutos da etapa inicial, após participação direta do lateral-direito Daniel Alves na construção da jogada. No segundo tempo, aos 25 minutos, Gabriel Jesus voltou a participar dando o passe que resultou no gol de Roberto Firmino, consolidando o resultado.[213][214]

A disputa pelo terceiro lugar contra o Chile resultou em uma vitória argentina por 2–1, mas foi marcada pela expulsão de Messi e Gary Medel aos 37 minutos do primeiro tempo, após um desentendimento.[215] Após a partida, Messi recusou-se a receber a medalha de bronze e criticou publicamente a arbitragem, alegando "corrupção".[216] Como consequência de seus comentários, a CONMEBOL impôs a Messi uma multa de 50 mil dólares e uma suspensão de três meses da Seleção.[217]

A consagração com a camisa albiceleste (2019–2022)

Copa América de 2021

Troféu da Copa América.

A Copa América de 2021 iniciou-se para a Argentina em 14 de junho de 2021. Na partida de abertura, Lionel Messi marcou de falta no empate em 1–1 contra o Chile no Estádio Nilton Santos. Este gol, o 57º de falta em sua carreira, superou a marca de Cristiano Ronaldo e o estabeleceu como o jogador em atividade com mais gols de falta.[218] Além disso, Messi ultrapassou o recorde de Gabriel Batistuta de 38 gols em jogos oficiais pela Argentina.

Na fase de grupos, Messi foi fundamental. Na segunda partida, ele deu a assistência para o gol de Guido Rodríguez na vitória por 1–0 contra o Uruguai.[219] Na vitória por 1–0 sobre o Paraguai, Messi igualou o recorde de Javier Mascherano de 147 partidas pela Argentina, quebrando-o na partida seguinte, a goleada por 4–1 sobre a Bolívia, na qual marcou dois gols e deu uma assistência.[220][221]

Na fase eliminatória, Messi continuou decisivo. Nas quartas de final, marcou de falta e deu duas assistências na vitória por 3–0 sobre o Equador. Nas semifinais, contra a Colômbia, ele fez sua 150ª aparição pela seleção e registrou sua quinta assistência no torneio, igualando seu recorde de contribuições de gols em uma única competição. A Argentina avançou para a final após vencer a disputa de pênaltis por 3–2.[222]

Em 10 de julho, a Argentina derrotou o anfitrião Brasil por 1–0 na final, com gol de Ángel Di María. Esta vitória garantiu a Messi seu primeiro título internacional importante com a seleção principal e o primeiro da Argentina desde 1993, igualando o recorde de títulos da Copa América (15) para o país. Messi foi nomeado o Jogador do Torneio e terminou como artilheiro e líder em assistências, tendo participado diretamente em 9 dos 12 gols marcados pela Argentina.[223]

Copa do Mundo de 2022

Seleção Argentina na Copa do Mundo de 2022.

A Copa do Mundo FIFA de 2022 foi a vigésima segunda edição do torneio e a quinta disputada por Lionel Messi. Realizada no Catar entre 20 de novembro e 18 de dezembro de 2022, em sete cidades-sede, marcou a primeira Copa do Mundo realizada no Oriente Médio.[224]

Gol de Messi contra o México.

A Argentina integrou o grupo C, ao lado de Arábia Saudita, México e Polônia. A estreia, em 22 de novembro, no Estádio Nacional de Lusail, resultou em uma surpreendente derrota por 2–1 para a Seleção Saudita, apesar de Lionel Messi ter aberto o placar de pênalti.[225] A recuperação veio no segundo jogo, contra o México, em 26 de novembro. Messi marcou o primeiro gol da vitória por 2–0, sendo eleito o homem do jogo.[226] Na partida final do grupo, contra a Polônia, a Argentina venceu por 2–0, garantindo a liderança do grupo. Embora tenha tido um pênalti defendido, Messi foi novamente nomeado o homem do jogo.[227]

Torcedores assistindo à semifinal entre Argentina e Croácia.

Nas oitavas de final, em 3 de dezembro, contra a Austrália, Messi marcou o primeiro gol da vitória por 2–1, em sua milésima partida na carreira, sendo mais uma vez o melhor da partida.[228] O confronto das quartas de final, em 9 de dezembro, contra a Países Baixos, foi um dos mais tensos do torneio. Messi marcou um gol de pênalti e deu uma assistência para Nahuel Molina, mas a partida terminou empatada em 2–2, sendo decidida nos pênaltis, com vitória argentina. Messi foi eleito como o melhor jogador da partida.[229]

Na semifinal, em 13 de dezembro, a Argentina venceu a Croácia por 3–0. Messi abriu o placar de pênalti e deu uma assistência decisiva para Julián Álvarez, garantindo a vaga na final e sendo, pela quinta vez no torneio, o homem do jogo.[230]

Final entre Argentina e França

A decisão de 2022 foi disputada no Estádio Nacional de Lusail.

A final da Copa do Mundo FIFA de 2022 entre Argentina e França, disputada em 18 de dezembro, no Estádio Lusail, no Catar, entrou para a história como uma das decisões mais marcantes do futebol mundial. De um lado estava Lionel Messi, ainda marcado pela lembrança da derrota da Argentina para a Alemanha na final da Copa do Mundo de 2014; do outro, Kylian Mbappé, principal destaque da seleção francesa e uma das figuras centrais do futebol mundial. Diante de mais de 88 mil espectadores e de uma audiência global estimada em 1,42 bilhão de telespectadores, as duas seleções, lideradas por Messi e Mbappé, protagonizaram um confronto caracterizado por sucessivas reviravoltas, atuações individuais de destaque e um desfecho amplamente descrito como dramático.[231]

O pênalti decisivo de Gonzalo Montiel na disputa de pênaltis.

A equipe comandada por Lionel Scaloni dominou o primeiro tempo. Aos 23 minutos, Lionel Messi abriu o placar ao converter um pênalti, após falta cometida sobre Ángel Di María. Aos 36 minutos Di María concluiu um rápido contra-ataque iniciado por Messi, fazendo 2–0 ainda antes do intervalo. No entanto, no segundo tempo, a partida mudou drasticamente nos minutos finais do tempo regulamentar. Aos 80 minutos, o atacante francês Kylian Mbappé converteu o pênalti assinalado a favor da Seleção Francesa. Apenas um minuto depois, Mbappé voltou a balançar as redes com um chute de primeira na entrada da área, empatando o confronto em 2–2 e levando a decisão para a prorrogação. Na prorrogação, Messi voltou a colocar a Argentina em vantagem aos 108 minutos, ao aproveitar o rebote de uma finalização de Lautaro Martínez. Contudo, aos 118 minutos, Kylian Mbappé completou seu hat-trick ao converter mais um pênalti. Após o empate por 3–3, na decisão por penalidades máximas, a Argentina sagrou-se campeã do mundo após a cobrança de Gonzalo Montiel.[232]

Argentina campeã do Mundo em 2022.

Messi foi premiado com a Bola de Ouro do torneio, distinção concedida ao melhor jogador da competição, e encerrou a Copa do Mundo como o segundo maior artilheiro do campeonato, com sete gols e três assistências distribuídas ao longo de sete partidas, desempenhando papel decisivo na campanha da seleção argentina ao longo de todo o torneio.[233] Afirmou, após a final, que acredita que Deus tinha esse momento reservado para ele.[234]

“É uma loucura que tenha acontecido desta maneira. É impressionante que minha carreira possa terminar assim. Eu sabia que Deus me daria esse presente e sentia que poderia ser desta forma.”

— Lionel Messi

Perfil do jogador

Estilo de jogo

Messi se prepara para chutar durante a final da Copa do Mundo da FIFA de 2014.

Devido à sua baixa estatura, Leo possui um centro de massa mais baixo, o que lhe confere maior agilidade e capacidade de mudar de direção rapidamente, levando a mídia espanhola a chamá-lo de "La Pulga Atómica".[235][236] Essa característica, combinada com sua força na parte superior do corpo e equilíbrio, o auxilia a suportar os desafios físicos dos oponentes. Suas pernas curtas e fortes permitem que ele se destaque em curtos períodos de aceleração, enquanto seus pés rápidos mantêm o controle da bola ao driblar em velocidade. Seu ex-treinador do Barcelona, ​​Pep Guardiola, observou que "Messi é o único jogador que corre mais rápido com a bola do que sem ela".[237] Apesar de ter melhorado a capacidade com o pé mais fraco, Messi é predominantemente um jogador de pé esquerdo.

Messi na final da Supercopa da Espanha de 2011.

Como um típico goleador, Messi é conhecido por sua finalização, posicionamento, reações rápidas e habilidade de fazer corridas de ataque para vencer a linha defensiva. Seu ritmo e capacidade técnica permitem-lhe realizar avanços individuais em direção ao gol, especialmente em contra-ataques. Além das qualidades individuais, ele é um jogador de equipe conhecido por suas combinações criativas, em particular com os ex-meio-campistas do Barcelona Xavi e Andrés Iniesta, e os laterais Daniel Alves e Jordi Alba. Ele também é um grande construtor de jogadas, tendo sido considerado o melhor criador de jogadas pela IFFHS por três anos seguidos (2015, 2016 e 2017). Para o ex-jogador Tostão, nem Pelé tinha um repertório de passes para gol tão precisos como o de Messi.[238] Considerado um dos melhores dribladores de todos os tempos, Diego Maradona afirmou que nunca viu ninguém como Messi.[239]

“A bola fica colada ao pé dele; já vi grandes jogadores na minha carreira, mas nunca vi ninguém com o controle de bola de Messi.”

Taticamente, Messi atua como um atacante livre e versátil, capaz de atacar em qualquer área do campo. Sua posição favorita na infância era a de armador (enganche), mas iniciou sua carreira na Espanha como ponta-esquerda ou meia. Sob Frank Rijkaard, foi movido para a ponta-direita, permitindo-lhe cortar para o meio e chutar com o pé esquerdo. Com Guardiola, ele frequentemente jogou como um falso 9, recuando para o meio-campo para atrair defensores e criar espaço para Xavi e Iniesta. Sua versatilidade tática continuou sob Luis Enrique e Ernesto Valverde, atuando em diversas funções, como ponta-direita, falso nove, ou como segundo atacante em uma formação 4-4-2, onde recuava para orquestrar o ataque e criar chances para Luis Suárez. Com a Seleção Argentina, ele também desempenhou papéis variados, incluindo ponta-direita, falso nove, artilheiro, segundo atacante, ou um papel criativo mais livre, como um clássico número 10.[240]

“Messi é o melhor 9, melhor 10, melhor 11, melhor 7, melhor 6, melhor 5, melhor 4...”

Comparações com Maradona

Messi durante a jogada do gol contra o Getafe, muito semelhante ao de Diego Maradona.

Têm sido cada vez mais frequentes as comparações com o que é considerado uma das maiores lendas do futebol argentino, não só pela forma explosiva de jogar, mas também pelos gols parecidos com os de Maradona. Um deles, contra o Getafe, em jogada frequentemente comparada ao gol de Maradona diante da Inglaterra na Copa do Mundo FIFA de 1986, na qual ambos driblaram diversos adversários, inclusive o goleiro.[242] Messi também faria o seu gol de mão contra o Espanyol, da mesma forma que Maradona fizera também contra os ingleses.[243] Assim como Maradona, Messi também tem baixa estatura e chuta com a perna esquerda (os dois escrevem com a direita), além de ambos terem passado pelo Newell's Old Boys e pelo Barcelona ao longo de suas carreiras.

No dia 22 de fevereiro de 2012, Diego Maradona revelou estar cansado de suas comparações com Lionel Messi. Segundo Maradona, ele suplicaria para deixar o jogador do Barcelona em paz até que ele encerre sua carreira como jogador de futebol.[244]

“Lionel Messi está fazendo as coisas muito bem como para que o comparem comigo. Mas vejam que eu fiz minha carreira, e ele está fazendo a sua. Ao final de uma carreira um pode dizer 'este foi melhor' ou 'gostei mais desse'. Eu rio quando dizem 'é melhor que Maradona'. Deixemo-lo escrever sua própria história, e ao final de sua carreira um pode decidir quem é o melhor.”

Rivalidade com Cristiano Ronaldo

Messi ao lado de Cristiano Ronaldo num duelo entre Portugal e Argentina.

A partir de 2007, quando Messi foi indicado pela primeira vez entre os finalistas ao prêmio de melhor jogador do mundo, teve início a rivalidade esportiva com o português Cristiano Ronaldo, então principal destaque do Manchester United. Naquele ano, ambos ficaram atrás do brasileiro Kaká, do Milan, vencedor da premiação. Messi terminou em segundo lugar, em um episódio marcado por um equívoco na cerimônia, quando o troféu chegou a ser entregue a Cristiano Ronaldo, terceiro colocado, por Pelé.[245] Em 2008, o prêmio foi conquistado por Cristiano Ronaldo, impulsionado pela vitória na Liga dos Campeões da UEFA, enquanto Messi ficou novamente na segunda posição. Já em 2009, a rivalidade ganhou maior projeção quando Barcelona e Manchester United se enfrentaram na final da Liga dos Campeões. O clube catalão venceu por 2–0, com Messi marcando o segundo gol da partida. Naquele ano, Leo terminou em primeiro lugar na votação da Bola de Ouro.[246]

Meses após a derrota na final europeia de 2009, Cristiano Ronaldo anunciou sua transferência ao Real Madrid. A partir de então, ambos passaram a disputar artilharias e premiações individuais nos principais campeonatos do continente. Em uma entrevista, Cristiano chegou a afirmar que Messi e ele são impossíveis de comparar.[247]

“Messi e eu somos como uma Ferrari e um Porsche: impossíveis de comparar.”

Vida pessoal

Personalidade

Interessado pela íntima e pouco divulgada vida pessoal de Messi, o jornalista e escritor Leonardo Faccio, conterrâneo do jogador e que também reside em Barcelona, escreveu "Messi, El chico que siempre llegaba tarde" ("Messi, o menino que sempre chegava atrasado", em espanhol), livro publicado pela editora Debate. Por incumbência de sua editora, Faccio tentou se aproximar de Messi durante muito tempo, conhecendo a personalidade do jogador. Na obra, o escritor apresenta Messi como um garoto tímido e aparentemente simples, diferente da grande maioria dos garotos de sua idade e seu poder aquisitivo, mas que ao mesmo tempo é uma pessoa complexa.[248] No total, Leonardo conseguiu apenas uma entrevista de 15 minutos com Lionel no ano de 2008, o suficiente para saber que "suas palavras limitam mais do que explicam" e, portanto, optou por se aproximar dele através de "mais de cem" pessoas do seu círculo social, dentre eles jogadores, treinadores e amigos próximos ao jogador.

Relacionamentos

Messi e sua esposa Antonela Roccuzzo.

Lionel Messi e Antonela Roccuzzo se conheceram ainda na infância, quando tinham cerca de nove anos de idade, em razão da proximidade entre suas famílias. O contato inicial ocorreu por meio de um primo de Antonela, que atuava nas categorias de base do Newell’s Old Boys ao lado de Leo, clube tradicional da cidade de Rosário. À época, os pais de Antonela eram proprietários de um mercado local, estabelecimento frequentado pela família de Messi.[249]

No início de 2011, Messi colocou um fim num relacionamento de longa data que mantinha com Antonela.[250] Pouco tempo depois, em agosto do mesmo ano, os dois demonstraram publicamente ter reatado o romance ao serem fotografados juntos na ilha de Ibiza, leste da Espanha, durante as férias do jogador.[251] Em novembro de 2012 Lionel e Antonela tiveram o seu primeiro filho, Thiago, nascido em Barcelona.[252] O segundo filho do casal, Mateo, nasceu em 2015.[253]

Em 30 de junho de 2017, Lionel Messi e Antonela Roccuzzo oficializaram sua união em uma cerimônia realizada em Rosário, no complexo Pullman Rosario City Center, reunindo cerca de 260 convidados, entre familiares e amigos.[254] Quatro meses depois, no dia 15 de outubro, sua esposa Antonela anunciou que estava grávida do terceiro filho com o craque argentino.[255] O garoto, Ciro, nasceu no dia 10 de março de 2018.[256]

Mídia

Além de seu desempenho esportivo, Messi consolidou-se como uma das figuras mais valiosas do esporte em termos de imagem e marketing. Foi classificado como o atleta mais comercializável do mundo pela revista britânica SportsPro em 2020 e 2023. O ranking avalia fatores como desempenho esportivo, relevância global, apelo midiático e potencial comercial.[257][258]

Jogo Winning Eleven 2011 da Konami na Tokyo Game Show.

O tamanho do sucesso dentro de campo fez com que Messi se tornasse garoto-propaganda de jogos de futebol eletrônico da Konami, figurando nas capas das franquias Pro Evolution Soccer e Winning Eleven (no Japão), nas edições de 2009 e 2011. Marcou presença na capa do jogo no ano de 2010, embora dessa vez ao lado de Fernando Torres, então atacante do Liverpool. Messi é um dos embaixadores do jogo EFootball, antigo PES.[259]

Também marcou presença na capa da franquia de jogos de futebol eletrônico FIFA, da Electronic Arts (EA), permanecendo como principal rosto da série por quatro edições consecutivas: FIFA 13, FIFA 14, FIFA 15 e FIFA 16.[260]

A parceria entre Lionel Messi e a Adidas teve início em 2006, quando o jogador encerrou seu vínculo com a Nike e assinou contrato com a empresa alemã. A mudança ocorreu ainda no início de sua carreira profissional e foi influenciada, segundo a imprensa, por fatores como a relação de confiança estabelecida com representantes da Adidas, o envolvimento direto da marca em seu desenvolvimento esportivo e o apoio oferecido à sua família. Desde então, Messi passou a utilizar exclusivamente produtos da Adidas em competições oficiais e tornou-se um dos principais atletas associados à marca, participando de campanhas publicitárias e do desenvolvimento de linhas de chuteiras ao longo dos anos.[261][262]

Filantropia

Messi em 2007.

Ao longo de sua carreira, Messi participou de ações beneficentes voltadas a crianças em situação de vulnerabilidade social. Desde 2004, tem dedicado tempo e recursos ao Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), organização com a qual o Barcelona também mantém ligação.[263][264]

Messi atua como Embaixador da Boa Vontade da UNICEF desde sua nomeação em março de 2010, realizando sua primeira missão de campo quatro meses depois, ao viajar ao Haiti para dar visibilidade à situação das crianças do país após o terremoto de 2010. Participou, desde então, de campanhas da organização voltadas à prevenção do HIV, à educação e à inclusão social de crianças com deficiência.[265][266]

Estatísticas

Atualizadas até seis de dezembro de 2025.[267][268][269]

Clubes

Clube Temporada Campeonato Nacional
Partidas Gols
Barcelona C 2003–04 10 5
Barcelona B 2003–04 5 0
2004–05 17 6
Total 22 6
Equipe Temporada Campeonato
nacional
Copa
nacional
Liga dos Campeões da UEFA/
Competições Continentais
Supercopa
nacional
Supercopa da UEFA Mundial de Clubes Total
Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist.
Barcelona 2004–05 7 1 0 1 0 0 1 0 0 9 1 0
2005–06 17 6 2 2 1 0 6 1 2 25 8 3
2006–07 26 14 2 2 2 1 5 1 0 2 0 0 1 0 0 36 17 3
2007–08 28 10 12 3 0 0 9 6 2 40 16 13
2008–09 31 23 11 8 6 1 12 9 5 51 38 17
2009–10 35 34 10 3 1 0 11 8 0 1 2 0 1 0 1 2 2 0 53 47 11
2010–11 33 31 18 7 7 2 13 12 3 2 3 0 55 53 23
2011–12 37 50 16 7 3 6 11 14 7 2 3 2 1 1 1 2 2 1 60 73 30
2012–13 32 46 12 5 4 1 11 8 2 2 2 0 50 60 15
2013–14 31 28 11 6 5 3 7 8 0 2 0 0 46 41 14
2014–15 38 43 18 6 5 4 13 10 6 57 58 27
2015–16 33 26 16 5 5 6 7 6 1 2 1 0 1 2 1 1 1 0 49 41 23
2016–17 34 37 9 7 5 5 9 11 2 2 1 2 52 54 16
2017–18 36 34 12 6 4 4 10 6 2 2 1 0 54 45 18
2018–19 34 36 13 5 3 3 10 12 3 1 0 1 50 51 19
2019–20 33 25 21 2 2 1 8 3 4 1 1 0 44 31 25
2020–21 35 30 9 5 3 1 6 5 2 1 0 0 47 38 12
Total 520 474 192 80 56 33 149 120 36 20 14 5 4 3 2 5 5 1 778 672 269
Paris Saint-Germain 2021–22 26 6 14 1 0 0 7 5 0 34 11 14
2022–23 32 16 16 1 0 0 7 4 4 1 1 0 41 21 20
Total 58 22 31 2 0 0 14 9 4 1 1 0 75 32 34
Inter Miami 2023 6 1 2 1 0 2 7 10 1 14 11 5
2024 22 21 11 0 0 0 3 2 2 25 23 13
2025 34 35 23 0 0 0 11 7 2 4 1 0 49 43 25
Total 62 57 36 1 0 2 21 19 5 4 1 0 88 77 43
Total na carreira 631 546 250 83 56 35 184 141 45 21 15 5 4 3 2 9 6 1 941 781 346

Seleção

Gols pela seleção

Títulos

Messi com seis Bolas de Ouro expostas no Museu do FC Barcelona, em julho de 2021.
Coletivos
Barcelona[270]
Paris Saint-Germain[272]
Inter Miami[273]
Argentina[274]
Individuais
Condecorações

Ver também

Notas

  1. Messi tem cidadania argentina de nascimento e espanhola e italiana por moradia.[2][3]
  2. Sem contar os gols pelo Barcelona B e C.

Referências

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