Eleições estaduais em São Paulo em 2014

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2010 Brasil 2018
Eleições estaduais em São Paulo em 2014
5 de outubro de 2014
(Decisão em primeiro turno)
Governador Geraldo Alckmin Anuncia Duplicação da Euclides da Cunha em 2011 (cropped).jpg Paulo skaf.jpg Alexandre Padilha 2014.jpg
Candidato Geraldo Alckmin Paulo Skaf Alexandre Padilha
Partido PSDB PMDB PT
Vice Márcio França
(PSB)
José Roberto Batochio
(PDT)
Nivaldo Santana
(PCdoB)
Votos 12 230 807 4 594 708 3 888 584
Porcentagem 57,31% 21,53% 18,22%
Mapa do 1º turno da eleição para governador em São Paulo em 2014.svg
Candidato mais votado por município no 1º turno (645):
  Geraldo Alckmin (644)
  Padilha (1)

As eleições estaduais em São Paulo em 2014 ocorreram em 5 de outubro como parte das eleições gerais no Distrito Federal e em 26 estados. Foram eleitos o governador, o vice-governador, um senador, 70 deputados federais e 94 estaduais. Como o candidato mais votado superou a metade mais um dos votos válidos o pleito terminou em primeiro turno e conforme a Carta Magna a posse do governador e do vice-governador se daria em 1º de janeiro de 2015 para quatro anos de mandato.[1][2][3][nota 1]

O governador Geraldo Alckmin (PSDB), tendo como vice-governador Márcio França (PSB), foi reeleito com 57,3% dos votos válidos. Alckmin derrotou outros oito candidatos, sendo Paulo Skaf (PMDB) e Alexandre Padilha (PT) os mais votados. O ex-governador José Serra (PSDB) foi eleito para o Senado Federal, ganhando a cadeira que Eduardo Suplicy (PT) ocupava desde 1991.

O PSDB e o PT elegeram as maiores bancadas para a Câmara dos Deputados. Quatorze tucanos e dez petistas foram eleitos deputados federais. O PRB elegeu oito deputados federais, o PR elegeu seis, enquanto DEM, PSB e PSD elegeram quatro cada um, PSC, PP e PV elegeram três deputados cada, com as vagas restantes sendo preenchidas pelos demais partidos. Celso Russomanno (PRB) e Tiririca (PR) foram eleitos para a Câmara Baixa do Parlamento brasileiro com mais de um milhão de votos cada um, garantindo a eleição de outros seis deputados federais (quatro para o PRB e dois para o PR).

A nova composição da Assembleia Legislativa ficou formada por 22 assentos para o PSDB, quinze para o PT, oito para o DEM, seis para o PV, seis para o PSB, cinco para o PMDB, quatro para o PRB e quatro para o PSD. Os outros 21 deputados estaduais eleitos nesta eleição eram filiados a doze partidos.

Eleição para o governo estadual[editar | editar código-fonte]

Governador eleito[editar | editar código-fonte]

Geraldo Alckmin, reeleito governador em 2014.

Vitorioso na eleição para governador, o médico Geraldo Alckmin tornou-se recordista ao conquistar três mandatos à frente do Palácio dos Bandeirantes dentre os seis triunfos consecutivos obtidos pelo PSDB no estado mais rico e populoso da federação.[nota 2] Nascido em Pindamonhangaba, graduou-se pela Universidade de Taubaté e chefiou o Departamento de Anestesiologia da Santa Casa de Misericórdia da cidade. Como membro do MDB, elegeu-se vereador em 1972 e prefeito de sua cidade natal em 1976. Após ingressar no PMDB elegeu-se deputado estadual em 1982 e deputado federal em 1986.[4] A segunda fase de sua carreira política tem início com a criação do PSDB e posterior subscrição da Constituição de 1988, fatos que garantiram sua reeleição em 1990.[5][6] Eleito e reeleito vice-governador na chapa de Mário Covas em 1994 e 1998, perdeu a eleição à prefeitura de São Paulo no ano 2000. Em 6 de março de 2001 a morte de Covas fez de Alckmin o novo governador, cargo para o qual seria reeleito em 2002. Derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno da eleição presidencial de 2006, perdeu também a eleição para prefeito de São Paulo em 2008. Nomeado secretário de Desenvolvimento Econômico por José Serra no início do ano seguinte, foi eleito governador de São Paulo em 2010 e reeleito em 2014.[7][8][9][nota 3]

Vice-governador eleito[editar | editar código-fonte]

Márcio França, ao centro, foi eleito vice-governador.

Formado na Universidade Católica de Santos, o advogado Márcio França nasceu em São Vicente e iniciou sua atividade política ainda no movimento estudantil e antes de sua graduação trabalhou como oficial de justiça durante nove anos a partir de 1983. Sempre filiado ao PSB, foi eleito vereador em 1988 e 1992 e depois prefeito de São Vicente em 1996 e 2000, o que lhe permitiu assumir a presidência do Conselho de Desenvolvimento da Baixada Santista em seu último ano de mandato. Eleito deputado federal em 2006 e 2010, aproximou-se de Geraldo Alckmin, de quem foi secretário de Turismo. Companheiro de chapa do referido político, elegeu-se vice-governador em 2014 e, a convite de Alckmin, acumulou o mandato eletivo com o cargo de secretário de Desenvolvimento Econômico.[10]

Resultados[editar | editar código-fonte]

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral houve 21 341 222 votos nominais (82,92%), 2 020 613 votos em branco (7,85%) e 2 374 946 votos nulos (9,23%) resultando no comparecimento de 25 736 781 eleitores.[1][11]

Candidatos a governador do estado
Candidatos a vice-governador Número Coligação Votação Percentual
Geraldo Alckmin
PSDB
Márcio França
PSB
45
Aqui é São Paulo
(PSDB, PSB, DEM, PRB, SD, PPS, PSC, PSL, PEN, PMN, PSDC, PTC, PTN, PTdoB)
12 230 807
57,31%
Paulo Skaf
PMDB
José Roberto Batochio
PDT
15
São Paulo quer o Melhor
(PMDB, PDT, PSD, PP, PROS)
4 594 708
21,53%
Alexandre Padilha
PT
Nivaldo Santana
PCdoB
13
Pra Mudar de Verdade
(PT, PCdoB, PR)
3 888 584
18,22%
Gilberto Natalini
PV
Maria Lúcia Haidar
PV
43
260 696
1,22%
Gilberto Maringoni
PSOL
Hildete Nepomuceno
PSOL
50
Frente de Esquerda
(PSOL, PSTU)
187 487
0,88%
Laércio Benko
PHS
Sérgio Contente
PHS
31
Unidos por São Paulo
(PHS, PRP)
132 042
0,62%
Walter Ciglioni
PRTB
Marcelo Duarte
PRTB
28
22 822
0,11%
Wagner Farias
PCB
Ivan Hermine
PCB
21
12 958
0,06%
Raimundo Sena
PCO
Ulisses Coelho
PCO
29
11 118
0,05%
  Eleito

Eleição para o Senado Federal[editar | editar código-fonte]

Senador eleito[editar | editar código-fonte]

José Serra foi eleito para representar São Paulo no Senado.

Aluno da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, José Serra nasceu em São Paulo sendo eleito presidente da União Nacional dos Estudantes em 1963.[12] Partícipe do Comício das Reformas realizado na Central do Brasil em março de 1964, exilou-se na França com a instauração do Regime Militar de 1964. A seguir viveu em Santiago e fez o mestrado em Economia pela Universidade do Chile deixando o país rumo aos Estados Unidos tão logo houve a instalação de uma ditadura militar naquele país. Doutor em Economia na Universidade de Cornell em 1976, lecionou em Princeton durante um biênio até voltar ao Brasil como professor da Universidade Estadual de Campinas.[13] A convite de Franco Montoro foi secretário de Planejamento de São Paulo e em 1986 elegeu-se deputado federal pelo PMDB. Durante o mandato subscreveu a criação do PSDB e também a Constituição de 1988, além de ter se candidatado, sem sucesso, a prefeito de São Paulo no ano em questão.[nota 4][14][15] Reeleito deputado federal em 1990, conquistou um mandato de senador em 1994.[6][16] Nomeado ministro do Planejamento pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, renunciou para disputar a prefeitura paulistana em 1996, no entanto foi derrotado em primeiro turno. Em 1998 assumiu o cargo de ministro da Saúde e nele ficou até 2002 quando candidatou-se a presidente da República e foi derrotado por Lula.[17] Escolhido presidente nacional do PSDB no ano seguinte, venceu a eleição para prefeito de São Paulo em 2004 e para governador do estado em 2006. Derrotado por Dilma Rousseff na eleição presidencial de 2010, foi vencido ao almejar a prefeitura paulistana em 2012.[18] Ao ser eleito para o Senado em 2014, Serra derrotou o senador petista Eduardo Suplicy, que ocupava este assento desde 1991.[19]

Resultados[editar | editar código-fonte]

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral houve 18 988.081 votos nominais (73,78%), 2 895 289 votos em branco (11,25%) e 3 853 411 votos nulos (14,97%) resultando no comparecimento de 25 736 781 eleitores.[1][11][nota 5]

Candidatos a senador da República
Candidatos a suplente de senador Número Coligação Votação Percentual
José Serra
PSDB
José Aníbal
PSDB
Atílio Francisco
PRB
456
Aqui é São Paulo
(PSDB, PSB, DEM, PRB, SD, PPS, PSC, PSL, PEN, PMN, PSDC, PTC, PTN, PTdoB)
11 105 874
58,49%
Eduardo Suplicy
PT
Tadeu Candelária
PR
Rozane Sena
PT
131
Pra Mudar de Verdade
(PT, PCdoB, PR)
6 176 499
32,53%
Gilberto Kassab
PSD
Alda Marco Antônio
PSD
Alfredo Cotait Neto
PSD
555
São Paulo quer o Melhor
(PMDB, PDT, PSD, PP, PROS)
1 128 582
5,94%
Marlene Campos Machado
PTB
Antônio Alves da Silva[nota 6]
PTB
José Francisco Viddoto
PTB
140
330 302
1,74%
Fernando Lucas
PRP
José Roberto Ramires
PRP
João Duarte
PHS
441
Unidos por São Paulo
(PHS, PRP)
118 758
0,63%
Ana Luiza Gomes
PSTU
Anízio Batista
PSOL
Wilson Ribeiro
PSTU
161
Frente de Esquerda
(PSOL, PSTU)
101 131
0,53%
Ricardo Flaquer
PRTB
Felipe Flaquer
PRTB
Gilberto Carlos Ferreira
PRTB
281
14 833
0,08%
Edmilson Costa
PCB
Fernando Zingra
PCB
César Mangolin
PCB
210
12 102
0,06%
Juraci Baena Garcia
PCO
Afonso Teixeira Filho
PCO
Cláudio Roberto Vieira
PCO
290
Candidaturas indeferidas
Kaká Werá[nota 7]
PV
Jean Nascimento
PV
Luiz Carlos Bosio
PV
430
  Eleito

Pesquisas de opinião[editar | editar código-fonte]

Governador[editar | editar código-fonte]

Período da pesquisa Instituto Margem
de erro
Candidato Brancos ou Nulos Nenhum ou Não sabe
Geraldo Alckmin (PSDB) Paulo Skaf (PMDB) Alexandre Padilha (PT) Gilberto Natalini (PV) Gilberto Maringoni (PSOL) Laércio Benko (PHS) Raimundo de Jesus (PCO) Wagner Farias (PCB) Walter Ciglioni (PRTB)
06/06 a 07/06/2013 Datafolha[20] ±2% 52% 16% 3% 14% 5%
1º de julho de 2013 Datafolha[carece de fontes?] 40% 19% 4% 6%
28/11 a 29/11/2013 Datafolha[21] ±2% 43% 19% 4% 17% 9%
11 de março de 2014 Datafolha[carece de fontes?] 43% 19% 4% 17% 9%
03/06 a 05/06/2014 Datafolha[22] ±2% 44% 21% 3% 1% 1% 16% 10%
01/07 a 05/07/2014 Veritá[23] ±2,16% 56,4% 17,2% 4,5% 0,7% 0,5% 16,2% 4,6%
15/07 a 16/07/2014 Datafolha[24] ±2% 54% 16% 4% 1% 1% 1% 1% 13% 10%
26/07 a 28/07/2014 Ibope[25] ±3% 50% 11% 5% 1% 1% 1% 1% 1% 15% 14%
12/08 a 13/08/2014 Datafolha[26] ±2% 55% 16% 5% 1% 1% 1% 12% 7%
23/08 a 25/08/2014 Ibope[27] ±3% 50% 20% 5% 1% 1% 1% 10% 11%
30/08 a 01/09/2014 Ibope[28] ±2% 47% 23% 7% 1% 1% 1% 8% 11%
02/09 a 03/09/2014 Datafolha[29] ±2% 53% 22% 7% 1% 1% 1% 8% 7%
06/09 a 08/09/2014 Ibope[30] ±2% 48% 18% 8% 1% 1% 1% 11% 11%
08/09 a 09/09/2014 Datafolha[31] ±2% 49% 22% 9% 1% 1% 8% 9%
20/09 a 22/09/2014 Ibope[32] ±2% 49% 17% 8% 1% 12% 11%
25/09 a 26/09/2014 Datafolha[33] ±2% 51% 22% 9% 1% 1% 9% 7%
27/09 a 29/09/2014 Ibope[34] ±2% 45% 19% 11% 1% 13% 10%
29/09 a 30/09/2014 Datafolha[35] ±2% 49% 23% 10% 1% 1% 8% 6%
01/10 a 02/10/2014 Datafolha[36] ±2% 50% 22% 11% 1% 1% 1% 7% 7%
03/10 a 04/10/2014 Datafolha[37] ±2% 51% 21% 11% 1% 1% 1% 8% 7%
01/10 a 04/10/2014 Ibope[38] ±2% 45% 19% 11% 1% 1% 11% 10%

Senador[editar | editar código-fonte]

Período da pesquisa Instituto Margem de erro Candidato Brancos ou Nulos Nenhum ou Não sabe
José Serra (PSDB) Eduardo Suplicy (PT) Gilberto Kassab (PSD) Marlene Campos Machado (PTB) Kaká Werá (PV) Ana Luiza (PSTU) Fernando Lucas (PRP) Juraci Garcia (PCO) Edmilson Costa (PCB) Ricardo Fláquer (PRTB) Genildo Moreira (PSB)[nota 8]
7 de junho de 2014 Datafolha[22] 41% 32%
16% 6%
9 de julho de 2014 Veritá[23] 34,4% 24,7% 7,9% 2,5% 0,9% 2,7%
19,4% 7,4%
17 de julho de 2014 Datafolha[24] 34% 29% 7% 2%
4% 1%
1%
12% 10%
30 de julho de 2014 Ibope[25] 30% 23% 5% 1% 1% 3% 1% 1%
1%
14% 20%
16 de agosto de 2014 Datafolha[39] 33% 30% 7% 2% 1% 3% 1%
1%
1% 12% 9%
26 de agosto de 2014 Ibope[40] 33% 24% 7% 1% 1% 2% 1%
1% 12% 18%
30/08 a 01/09/2014 Ibope[41] 33% 28% 8% 1% 1% 2%
10% 15%
02/09 a 03/09/2014 Datafolha[42] 35% 32% 8% 1%
2% 1%
8% 11%
06/09 a 08/09/2014 Ibope[43] 33% 27% 7% 1%
1%
12% 17%
08/09 a 09/09/2014 Datafolha[44] 34% 31% 9% 2% 1% 2% 1%
9% 10%
20/09 a 22/09/2014 Ibope[45] 34% 25% 5% 1% 1% 2%
13% 17%
25/09 a 26/09/2014 Datafolha[46] 37% 30% 10% 2%
1%
9% 10%
29/09 a 30/09/2014 Datafolha[47] 39% 30% 9% 2%
1%
9% 9%
01/10 a 02/10/2014 Datafolha[48] ±2% 39% 33% 8% 2% 1% 1% 9% 8%
03/10 a 04/10/2014 Datafolha[49] ±2% 41% 30% 7% 1% 1% 1% 1% 9% 8%
01/10 a 04/10/2014 Ibope[50] ±2% 36% 27% 7% 1% 1% 2% 11% 13%

Debates na TV[editar | editar código-fonte]

Para governador[editar | editar código-fonte]

Em 22 de agosto de 2014, o candidato à reeleição Geraldo Alckmin foi internado no Incor devido a uma infecção intestinal aguda, e no dia do debate na Rede Bandeirantes continuava internado em tratamento.[51]

Data Organizadores Mediador Alckmin (PSDB) Skaf (PMDB) Padilha (PT) Natalini (PV) Maringoni (PSOL) Laércio (PHS) Raimundo (PCO) Wagner (PCB) Ciglioni (PRTB)
23 de agosto de 2014[52] Rede Bandeirantes Boris Casoy Ausente Presente Presente Presente Presente Presente Não convidado Não convidado Presente
25 de agosto de 2014[53] SBT, Folha de S.Paulo
Jovem Pan, UOL
Carlos Nascimento Presente Presente Presente Presente Presente Presente Não convidado Não convidado Presente
26 de setembro de 2014[54] Rede Record, R7 Eduardo Ribeiro Presente Presente Presente Presente Presente Presente Não convidado Não convidado Presente
30 de setembro de 2014[55] Rede Globo, G1 César Tralli Presente Presente Presente Presente Presente Presente Não convidado Não convidado Presente

Deputados federais eleitos[editar | editar código-fonte]

Composição da representação de São Paulo na Câmara dos Deputados eleita em 2014:
  PSDB: 14 assentos
  PT: 10 assentos
  PRB: 8 assentos
  PR: 6 assentos
  DEM: 4 assentos
  PSB: 4 assentos
  PSD: 4 assentos
  PSC: 3 assentos
  PP: 3 assentos
  PV: 3 assentos
  PPS: 2 assentos
  PMDB: 2 assentos
  PTB: 2 assentos
  Outros: 5 assentos

São relacionados os candidatos eleitos com informações complementares da Câmara dos Deputados.[3][11][56][57] O quociente eleitoral da eleição para deputado federal nesta eleição foi de 299 943 votos. Com isso, as votações obtidas por Celso Russomanno e Tiririca garantiram a eleição de outros seis deputados federais, sendo quatro do PRB e dois do PR.[58]

Deputados federais eleitos Partido Votação Percentual Cidade onde nasceu Unidade federativa
Celso Russomanno PRB 1 524 361 7,17% São Paulo  São Paulo
Tiririca PR 1 016 796 4,78% Itapipoca  Ceará
Marco Feliciano PSC 398 087 1,87% Orlândia  São Paulo
Bruno Covas[nota 9] PSDB 352 708 1,66% São Paulo  São Paulo
Rodrigo Garcia DEM 336 151 1,58% Tanabi  São Paulo
Carlos Sampaio PSDB 295 623 1,39% Campinas  São Paulo
Duarte Nogueira[nota 10] PSDB 254 051 1,19% Ribeirão Preto  São Paulo
Paulo Maluf[nota 11] PP 250 296 1,18% São Paulo  São Paulo
Ricardo Tripoli PSDB 233 806 1,10% São Paulo  São Paulo
Samuel Moreira PSDB 227 210 1,07% Governador Valadares  Minas Gerais
Paulinho da Força SD 227 186 1,07% Porecatu  Paraná
Baleia Rossi PMDB 208 352 0,98% São Paulo  São Paulo
Eduardo Cury PSDB 185 638 0,87% São José dos Campos  São Paulo
Márcio Alvino PR 179 950 0,85% São Paulo  São Paulo
Major Olímpio PDT 179 196 0,84% Presidente Venceslau  São Paulo
Jorge Tadeu Mudalen DEM 178 771 0,84% Guarulhos  São Paulo
Bruna Furlan PSDB 178 606 0,84% São Paulo  São Paulo
Luíza Erundina PSB 177 279 0,83% Uiraúna  Paraíba
Vítor Lippi PSDB 176 153 0,83% Sorocaba  São Paulo
Sílvio Torres PSDB 175 310 0,82% São José do Rio Pardo  São Paulo
Andrés Sanchez PT 169 834 0,80% Limeira  São Paulo
Ivan Valente PSOL 168 928 0,79% São Paulo  São Paulo
Miguel Haddad PSDB 168 278 0,79% Jundiaí  São Paulo
Alex Manente PPS 164 760 0,77% São Bernardo do Campo  São Paulo
Jefferson Campos PSD 161 790 0,76% Ourinhos  São Paulo
Guilherme Mussi PP 156 297 0,73% Curitiba  Paraná
Arnaldo Jardim PPS 155 278 0,73% Altinópolis  São Paulo
Mara Gabrilli PSDB 155 143 0,73% São Paulo  São Paulo
Missionário José Olímpio PP 154 597 0,73% São Paulo  São Paulo
Vanderlei Macris PSDB 148 449 0,70% Americana  São Paulo
Carlos Zarattini PT 138 286 0,65% São Paulo  São Paulo
Antônio Bulhões PRB 137 939 0,65% Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Arlindo Chinaglia PT 135 772 0,64% Serra Azul  São Paulo
Eli Corrêa Filho DEM 134 138 0,63% São Paulo  São Paulo
Roberto Alves PRB 130 516 0,61% Taubaté  São Paulo
Ana Perugini PT 121 681 0,58% Cariacica  Espírito Santo
Gilberto Nascimento PSC 120 044 0,57% São Paulo  São Paulo
Vicente Cândido PT 117 652 0,56% Bom Jesus do Galho  Minas Gerais
João Paulo Papa PSDB 117 590 0,56% Santos  São Paulo
Milton Monti PR 115 942 0,55% São Manuel  São Paulo
Floriano Pesaro PSDB 113 949 0,54% São Paulo  São Paulo
Ricardo Izar PSD 113 547 0,54% São Paulo  São Paulo
Arnaldo Faria de Sá PTB 112 940 0,54% São Paulo  São Paulo
Edinho Araújo[nota 12] PMDB 112 780 0,54% Santa Fé do Sul  São Paulo
Nelson Marquezelli PTB 112 711 0,54% Pirassununga  São Paulo
Paulo Teixeira PT 111 301 0,53% Águas da Prata  São Paulo
Paulo Freire Costa PR 111 300 0,53% São Paulo  São Paulo
Alexandre Leite DEM 109 708 0,52% São Paulo  São Paulo
Evandro Gussi PV 109 591 0,52% Presidente Prudente  São Paulo
Luiz Lauro Filho PSB 105 247 0,50% Campinas  São Paulo
Keiko Ota PSB 102 963 0,49% Olímpia  São Paulo
Nilto Tatto PT 101 196 0,48% Frederico Westphalen  Rio Grande do Sul
Herculano Passos PSD 92 583 0,44% Itu  São Paulo
Antônio Goulart PSD 92 546 0,44% Vargem Bonita  Minas Gerais
Orlando Silva PCdoB 90 641 0,43% Salvador Bahia Bahia
Flávio Augusto da Silva PSB 90 437 0,43% Guaratinguetá  São Paulo
Vicentinho PT 89 001 0,42% Santa Cruz  Rio Grande do Norte
Renata Abreu PTN 86 647 0,41% São Paulo  São Paulo
Valmir Prascidelli PT 84 419 0,40% Osasco  São Paulo
José Mentor PT 82 368 0,39% Santa Isabel  São Paulo
Eduardo Bolsonaro PSC 82 224 0,39% Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Vinicius Carvalho PRB 80 643 0,38% Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Roberto de Lucena PV 67 191 0,32% Santa Isabel  São Paulo
Sinval Malheiros PV 59 362 0,28% São Paulo  São Paulo
Capitão Augusto PR 46 905 0,22% Ourinhos  São Paulo
Sérgio Reis PRB 45 330 0,22% São Paulo  São Paulo
Miguel Lombardi PR 32 080 0,15% Limeira  São Paulo
Beto Mansur PRB 31 301 0,15% São Vicente  São Paulo
Marcelo Squassoni PRB 30 315 0,14% São Paulo  São Paulo
Fausto Pinato PRB 22 097 0,11% Fernandópolis  São Paulo

Deputados estaduais eleitos[editar | editar código-fonte]

Composição da Assembleia Legislativa de São Paulo eleita em 2014:
  PSDB: 22 assentos
  PT: 15 assentos
  DEM: 8 assentos
  PV: 6 assentos
  PSB: 6 assentos
  PMDB: 5 assentos
  PRB: 4 assentos
  PSD: 4 assentos
  PR: 3 assentos
  PSC: 3 assentos
  PPS: 3 assentos
  PP: 2 assentos
  PTB: 2 assentos
  PCdoB: 2 assentos
  PEN: 2 assentos
  PSOL: 2 assentos
  Outros: 5 assentos

Foram escolhidos 94 deputados estaduais para a Assembleia Legislativa de São Paulo.[1][3][11][nota 13]

Deputados estaduais eleitos Partido Votação Percentual Cidade onde nasceu Unidade federativa
Fernando Capez PSDB 306 268 1,47% São Paulo  São Paulo
Coronel Telhada PSDB 254 074 1,22% São Paulo  São Paulo
Orlando Morando[nota 14] PSDB 237 020 1,14% São Bernardo do Campo  São Paulo
Roberto Tripoli PV 232 467 1,12% São Paulo  São Paulo
Delegado Olim PP 195 932 0,94% São Paulo  São Paulo
Barros Munhoz PSDB 194 938 0,94% São Paulo  São Paulo
Campos Machado PTB 192 369 0,93% Cerqueira César  São Paulo
Feliciano Filho PEN 188 898 0,91% Campinas  São Paulo
Jorge Wilson PRB 180 419 0,86% Bauru  São Paulo
Mauro Bragato PSDB 175 839 0,84% Promissão  São Paulo
Edmir Chedid DEM 167 909 0,80% Campinas  São Paulo
Carlos Giannazi PSOL 164 929 0,79% São Paulo  São Paulo
André do Prado PR 164 589 0,79% Guararema  São Paulo
Pedro Tobias PSDB 164 261 0,79% Bekarzla Líbano
Rodrigo Moraes PSC 153 740 0,74% Itu  São Paulo
Analice Fernandes PSDB 151 407 0,73% Jales  São Paulo
Luiz Fernando Machado[nota 15] PSDB 148 614 0,71% Patos de Minas  Minas Gerais
Milton Leite Filho DEM 142 566 0,70% São Paulo  São Paulo
Hélio Nishimoto PSDB 137 249 0,67% Presidente Prudente  São Paulo
Roberto Morais PPS 133 578 0,65% Charqueada  São Paulo
Rogério Nogueira DEM 132 571 0,65% Indaiatuba  São Paulo
André Soares DEM 127 373 0,62% Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Carlos Bezerra Júnior PSDB 125 290 0,61% São Paulo  São Paulo
Caio França PSB 123 138 0,60% Santos  São Paulo
Reinaldo Alguz PV 122 900 0,60% Tupã  São Paulo
Roberto Engler PSDB 122 544 0,60% São Paulo  São Paulo
Cauê Macris PSDB 121 700 0,59% Americana  São Paulo
Rafael Silva PDT 121 271 0,59% Jardinópolis  São Paulo
Maria Lúcia Amary PSDB 120 308 0,59% São Paulo  São Paulo
Vaz de Lima PSDB 113 422 0,55% Fernandópolis  São Paulo
Carlos Cezar PSB 112 409 0,55% Maria Helena  Paraná
Enio Tatto PT 108 135 0,55% Frederico Westphalen  Rio Grande do Sul
Gil Lancaster DEM 107 841 0,53% Piracuruca  Piauí
Edson Giriboni PV 105 969 0,52% Itapetininga  São Paulo
Marcos Neves[nota 16] PV 105 849 0,52% São Paulo  São Paulo
Cezinha de Madureira DEM 105 521 0,51% Ipiaú Bahia Bahia
Jorge Luis Caruso PMDB 104 354 0,51% São Paulo  São Paulo
Alencar Santana PT 103 234 0,50% São Paulo  São Paulo
Gilmaci Santos PRB 103 127 0,50% Dourados  Mato Grosso do Sul
Luiz Fernando PT 102 905 0,50% Águas da Prata  São Paulo
Célia Leão PSDB 101 660 0,50% São Paulo  São Paulo
Marta Costa PSD 101 544 0,50% São Paulo  São Paulo
Itamar Borges PMDB 99 558 0,49% Santa Fé do Sul  São Paulo
Carlão Pignatari PSDB 97 444 0,48% Votuporanga  São Paulo
Sebastião Santos PRB 95 325 0,46% Santo André  São Paulo
Barba PT 95 156 0,46% Água Boa  Minas Gerais
Angelo Perugini[nota 17] PT 94 174 0,45% Jacutinga  Minas Gerais
Roberto Massafera PSDB 93 255 0,45% Araraquara  São Paulo
Milton Vieira[nota 18] PSD 92 987 0,45% São Paulo  São Paulo
Aldo Demarchi DEM 92 775 0,45% Rio Claro  São Paulo
Rita Passos PSD 92 390 0,45% Indaiatuba  São Paulo
Celino Cardoso PSDB 92 352 0,45% Terra Rica  Paraná
Luiz Carlos Gondim SD 88 703 0,43% Fortaleza  Ceará
Fernando Cury PPS 85 925 0,42% Botucatu  São Paulo
Marcos Martins PT 83 879 0,41% Mandaguari  Paraná
Wellington Moura PRB 83 479 0,41% Santos  São Paulo
José Afonso Lobato PV 81 837 0,40% Redenção da Serra  São Paulo
Davi Zaia PPS 80 951 0,39% Cordeirópolis  São Paulo
Welson Gasparini PSDB 80 567 0,39% Batatais  São Paulo
Ramalho da Construção PSDB 80 344 0,39% Conceição  Paraíba
Celso Nascimento PSC 79 447 0,39% Bauru  São Paulo
Abelardo Camarinha PSB 79 325 0,39% Santa Cruz do Rio Pardo  São Paulo
Estevam Galvão DEM 79 016 0,39% Garça  São Paulo
Luiz Turco PT 78 670 0,38% São Paulo  São Paulo
Orlando Bolçone PSB 76 909 0,38% Palestina  São Paulo
Marcos Zerbini PSDB 76 895 0,38% São Paulo  São Paulo
Celso Giglio PSDB 76 471 0,37% Campinas  São Paulo
Chico Sardelli PV 75 680 0,37% Americana  São Paulo
José Américo PT 74 726 0,36% Castilho  São Paulo
João Paulo Rillo PT 72 884 0,36% São José do Rio Preto  São Paulo
Roque Barbiere PTB 72 512 0,35% Coroados  São Paulo
Ana do Carmo PT 72 238 0,35% São Paulo  São Paulo
Léo Oliveira PMDB 72 154 0,35% Barrinha  São Paulo
Leci Brandão PCdoB 71 136 0,35% Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
Márcia Lia PT 70 945 0,35% Araraquara  São Paulo
Márcio Camargo PSC 69 624 0,34% Cotia  São Paulo
Jooji Hato PMDB 67 125 0,33% São Paulo  São Paulo
Coronel Camilo PSD 64 448 0,31% Ferraz de Vasconcelos  São Paulo
Ed Thomas PSB 64 164 0,31% Santo Anastácio  São Paulo
Beth Sahão PT 63 172 0,31% Urupês  São Paulo
Atila Jacomussi[nota 19] PCdoB 62 856 0,31% Mauá  São Paulo
Auriel Brito Leal PT 62 009 0,30% São Paulo  São Paulo
Geraldo Cruz PT 60 103 0,29% Olho d'Água  Paraíba
Carlos Neder PT 59 990 0,29% Campo Grande  Mato Grosso do Sul
Marcos Damásio PR 59 368 0,29% São Paulo  São Paulo
Antônio Salim Curiati PP 55 189 0,27% Avaré  São Paulo
Cássio Navarro PMDB 50 093 0,24% Mauá  São Paulo
Raul Marcelo PSOL 47 923 0,23% São Pedro do Turvo  São Paulo
Adilson Rossi PSB 47 428 0,23% Itatiba  São Paulo
Igor Soares[nota 20] PTN 46 785 0,23% Curitiba  Paraná
Ricardo Madalena PR 45 771 0,22% Santa Cruz do Rio Pardo  São Paulo
Paulo Corrêa Júnior PEN 38 489 0,19% Santos  São Paulo
Girlênio Oliveira PSL 34 953 0,17% São Paulo  São Paulo
Clélia Gomes PHS 25 306 0,12% São Paulo  São Paulo

Notas

  1. A posse dos parlamentares eleitos ocorreria em 1º de fevereiro de 2015 para os deputados federais e em 15 de março de 2015 para os estaduais.
  2. O recorde de seis vitórias consecutivas do PSDB é seguido de perto pelos cinco êxitos do PT no Acre sendo que Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão e Paraíba já foram governados por partidos que venceram ao menos quatro eleições consecutivas na luta pelo executivo estadual.
  3. Os únicos a superar três mandatos como governadores em seus estados são Siqueira Campos, Marconi Perillo e Amazonino Mendes, eleitos por quatro vezes cada respectivamente no Tocantins, Goiás e Amazonas.
  4. José Serra era candidato a vice-prefeito na chapa de Franco Montoro, mas como o titular renunciou por motivos de saúde o PSDB trocou o cabeça de chapa.
  5. Salvo indicação em contrário, os candidatos assinalados com a expressão "zero" tiveram o registro indeferido (negado) pelo juiz e recorreram à instância superior, mas esta confirmou a sentença antes proferida.
  6. Homônimo do Barão de Amaraji.
  7. Substituto de Hélio Amorim de Oliveira cuja candidatura também fora indeferida.
  8. Teve sua candidatura indeferida e deixou de aparecer nas pesquisas de intenções de voto em 26 de setembro.
  9. Eleito vice-prefeito de São Paulo em 2016, renunciou ao mandato parlamentar em prol de Mendes Thame.
  10. Eleito prefeito de Ribeirão Preto em 2016, renunciou ao mandato parlamentar em prol de Lobbe Neto.
  11. Condenado pela Justiça, Paulo Maluf assumiu graças a um veredicto do Tribunal Superior Eleitoral no qual a condenação por improbidade administrativa não se enquadra nas hipóteses de inelegibilidade da Lei da Ficha Limpa e assim Junji Abe foi realocado como suplente.
  12. Eleito prefeito de São José do Rio Preto em 2016, renunciou ao mandato parlamentar em prol de Walter Ihoshi.
  13. A relação dos noventa e quatro deputados estaduais de São Paulo aqui disponível é a mesma do TSE após o julgamento dos recursos impetrados à Justiça Eleitoral ao fim do pleito. Por isso não constam aqui os nomes de Edson Ferrarini e Alexandre Pereira da Silva, dados como eleitos num primeiro instante.
  14. Eleito Prefeito de São Bernardo do Campo em 2016, substituido por Gilmar Gimenes.
  15. Eleito Prefeito de Jundiaí em 2016, substituido por Marco Antonio Vinholi.
  16. Eleito Prefeito de Carapicuiba em 2016, substituido por Ulysses Tassinari.
  17. Eleito prefeito de Hortolândia em 2016, substituido por José Zico Prado.
  18. Homônimo do lutador Milton Vieira.
  19. Eleito Prefeito de Mauá em 2016, substituido por Jose Roberto Aprillanti Junior do Partido Socialista Brasileiro.
  20. Eleito Prefeito de Itapevi em 2016, substituido por Pedro Massami Kikudome.

Referências

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