Salão do Automóvel de São Paulo

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Salão do Automóvel de São Paulo
Salão do Automóvel de São Paulo, em 2014.
Primeira edição 1960[1]
Período 11 dias
Local(is) 1960- Parque Ibirapuera, 1970- Parque Anhembi, 2016- São Paulo Expo
Patrocínio Petrobras, Caixa, Governo Federal do Brasil e ANFAVEA
Página oficial http://www.salaodoautomovel.com.br/
Renault Mégane exposto no Salão do Automóvel de 2006.
Renault Kwid concept, 2014
Robokia, feito a partir do Mohave.

O Salão do Automóvel de São Paulo é a maior exposições da indústria automobilística do Brasil e uma das maiores da América Latina. O evento ocorre a cada dois anos na cidade de São Paulo, com o objetivo de mostrar as novidades do mundo automobilístico, expondo carros, equipamentos e acessórios.

Entre sua primeira edição, em 1960, até 1969, o evento acontecia no Parque Ibirapuera. Foi a partir de 1970 que Anhembi Parque passou a recebê-lo, sendo que a edição de 2016 aconteceu no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center.[2] Cada edição, cerca de 600 mil pessoas comparecem para prestigiar o evento.[3]

História[editar | editar código-fonte]

A trajetória do Salão do Automóvel mostra a evolução na indústria e no mercado automobilístico brasileiro. O principal foco do evento, no início, era apagar a imagem negativa que o país tinha sobre o descrédito e desconfiança dos veículos nacionais, já que o mercado sempre dera mais importância aos modelos importados.[4]

Além disso, a história da indústria automobilística no Brasil e do Salão do Automóvel, se misturam facilmente[5]. Depois de quatro anos após a implantação da indústria automobilística no Brasil, Caio de Alcântara Machado percebeu que uma realidade irreversível para o brasileiro havia chegado: o automóvel. O evento foi idealizado em 1959 e montado oficialmente pela primeira vez em 1960 no parque do Ibirapuera, em São Paulo. Com 16 dias de duração, o Salão do Automóvel contou com 11 expositores e recebeu cerca de 400 mil visitantes que viram os diversos modelos de veículos entre caminhões, automóveis, jipes, peruas, ônibus e até mesmo tratores e para apreciar as grandes vedetes do momento: Fusca, Dauphine, Simca Chambord, Aero Willys, FNM 2000 JK, e o pioneiro e minúsculo Romi-Isetta, primeiro automóvel de passeio produzido no país.[6] Organizado pela empresa Alcântara Machado Feiras e Promoções[7], com patrocínio da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a realização do evento é considerada como uma manifestação da primeira fase de grande expansão da indústria automobilística no Brasil. Também, respondeu à necessidade de promoção efetiva dos produtos de um setor ainda insipiente e carente da confiança do país.

Já a segunda edição (novembro/dezembro de 1961) passou a incluir tratores e equipamentos agrícolas.O primeiro esportivo de série foi uma das atrações, o Willys Interlagos, o primeiro modelo de concepção totalmente brasileira, o Centaurus, o DKW Belcar, o utilitário DKW Candango e o VW 1.200 adaptado para táxi.

O 3º salão (novembro/dezembro de 1962) celebrou a marca de 97% de nacionalização da fabricação de veículos, registrando o lançamento do Aero Willys 2600, a perua Simca Jangada, o esportivo Karmann Ghia e o DKW-Vemag Fissore. A Toyota mostrou o jipe Bandeirante e a Mercedes, seu primeiro ônibus de turismo.

O Parque Anhembi, inaugurado em 1970, foi palco da realização da 7ª edição do Salão do Automóvel do mesmo ano. As novidades desta vez ficaram por conta do Ford Landay, Chevrolet Opala SS, Dodge Charger e Charger RT, VW 1500 Fuscão, VW Variant e VW Karmann-Ghia TC, além do carro especial Puma conversível.

Um dos fatos mais marcantes na história do Salão do Automóvel aconteceu em 1978, quando a edição daquele ano,11ª, celebrou dois milhões de veículos fabricados no Brasil e uma presença maciça de fabricantes de autopeças[8].

Foi no ano de 1990 que o evento tornou-se internacional, mostrando que a produção e indústria automobilística nacional estava apta para a concorrência do resto do mundo.[8]

Já no ano de 1992, o evento levou o nome de "Salão da Abertura" e foi quando a indústria automobilística brasileira colocou seus produtos lado a lado dos produtos importados.[9]

Os médios e o mercado externo[editar | editar código-fonte]

O 4º salão (novembro/dezembro de 1964) saudou o lançamento do milionésimo veículo fabricado no Brasil e o início da fase de realização bienal da feira. A indústria começava a mostrar melhoramentos mecânicos, como a caixa de câmbio com quatro marchas sincronizadas do Aero Willys 2600, o sistema Lubrimat (que realiza a mistura automática óleo-gasolina para motor 2 tempos) do DKW-Vemag e a suspensão pneumática para ônibus da linha FNM. A Brasinca fazia sucesso com seu GT-4200 Uirapuru e a GM exibia seu novo conceito de utilitário, a perua Veraneio.

O 6º salão (novembro/dezembro de 1968) marcou o lançamento de produtos em uma nova faixa de mercado até então ignorada: o carro médio. A Ford (que já absorvera a Willys) lança o Corcel, a Volkswagen o Sedan 1600 4 portas e a General Motors seu primeiro automóvel, o Opala. Nos carros de luxo, o destaque é para o Ford Galaxie LTD de câmbio automático. Há a estreia da Alfa Romeo (após comprar a FNM) coma a linha FNM 2150 e da Chrysler, que havia adquirido a Simca, lançando o Explanada GTX e anunciando o Dodge Dart. Entre os modelos especiais, destacam-se o Puma AC e o FEI X-1 (misto de automóvel, lancha e avião), projetado na Faculdade de Engenharia Industrial, de São Bernardo do Campo.

No Anhembi[editar | editar código-fonte]

Stand da Volkswagen no salão do automóvel 2010.
Lamborghini no Salão do Automóvel em São Paulo.

O 7º Salão do automóvel (novembro/dezembro de 1970) foi o qual inaugurou o Anhembi Parque, o primeiro espaço construído em São Paulo especialmente para abrigar mostras industriais. Dentre todos os automóveis, destacam-se o Ford Landau, o Chevrolet Opala SS, o Charger e Charger RT, o VW Fuscão, a Variant e o Karmann-Ghia TC. Já entre os carros especiais, tiveram sucesso o Puma conversível com carburação dupla (primeiro exportivo exportado, o Meta 20 de Chico Landi, o FEI X-3 (com motor Chrysler de 300 HP) e o primeiro carro elétrico brasileiro (fabricado pela Icovel), além de numerosos modelos de buggies).

Pelo 10º salão foi comemorado o 20º aniversário da indústria automobilística (novembro de 1976) dois aspectos importantes ganharam ênfaseno momento de crise do petróleo: a exportação e o transporte coletivo. O Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores), tornou-se um copratrocinador do salão adquirindo a denominação de Salão do Automóvel e Autopeças. A estrela foi a Fiat Automóveis, recém-instalada em Betim, MG, lançando seu Fiat 147. Esse carro dominou todo o salão, sendo utilizado para mostrar a participação dos componentes nacionais em quase todos os estandes desse setor (pneus, tintas, rodas, tapetes, equipamentos, etc.). Os demais fabricantes mostraram apenas modificações nos modelos de linha. Só a Alfa Romeo mostrou novos modelos para substituir os antigos FNM: Alfa 2300 B e Alfa 2300 TI.

O 11º Salão do automóvel e Autopeças (novembro de 1978) celebrou a marca dos 2 milhões de veículos fabricados no Brasil, o recorde de 980 mil visitantes e uma presença maciça de fabricantes de autopeças (17% da área ocupada, 37% das empresas expositoras) - o que valeu uma nova reorganização do espaço de exposição.

Em 1983, empenhados em apoiar o esforço governamental de implantação do uso do álcool automotivo e em alavancar o comércio de veículos, a Copersucar e a Abrave (Associação Brasileira dos Revendedores de Veículos Automotivos) patrocinaram uma edição especial do salão (12ªB), denominada Salão do Automóvel a Álcool (novembro de 1983) - com a característica inédita e específica de ter as grandes montadoras substituídas pelos seus revendedores autorizados realizando vendas diretas ao público no recinto da exposição.

Cronologia[editar | editar código-fonte]

  • 1960: Em 25 de novembro de 1960, Caio de Alcântara Machado realizou a primeira mostra. Por conta dessa ousadia nascia o Salão do Automóvel, responsável por alguns dos melhores momentos da nossa indústria automobilística. Esteve presente no evento 400 mil pessoas, sendo uma delas o atual presidente da época Juscelino Kubitschek[10], e 12 montadoras como Toyota, Ford, Volkswagen e Mercedes-Benz.[11]
  • 1964: O salão foi realizado sobre o governo militar. As grande vedetes da edição foram o protótipo esportivo Capeta e o Aero Willys - ambos da Wyllis Overland - e o 4200GT da Brasinca. Nesse ano o país tinha superado mais de um milhão de produção de veículos.[12]
  • 1968: Nessa edição foi o último ano que o evento foi sediado no Parque Ibirapuera. Teve alguns destaques como Chevrolet Opala e Ford Corcel.[13]
  • 1970: O Pavilhão de Exposições do Anhembi[14] havia proporções inimagináveis, era o que reservava Caio de Alcantara Machado para essa mostra: 62 mil m². Era a época do milagre econômico e Chrysler, Volkswagen e Ford haviam assumido a Simca, DKW, e Willys, respectivamente.
  • 1972: Desejavam atingir o mercado externo, chegou a ter 236 expositores e a produção de veículos no Brasil passava de 3,7 milhões.[15][16]
  • 1976: Os 20 anos da indústria automobilística mostraram a chegada da Fiat, com o 147, ao país. O mercado começava a ser redigido pelas "quatro grandes": Ford, General Motors, Volkswagen e a recém-chegada Fiat.
  • 1981: Em 1980, teve início uma série de salões com pouco brilho, em função da crise que se instalava no Brasil. O público precisou se contentar com uns poucos modelos fora de série, motocicletas, lanchas e veleiros.
  • 1983: O salão ficou conhecido como o salão do álcool devido a grande quantidade de veículos movidos a etanol.[17]
  • 1986: O Plano Cruzado ditou as regras dessa edição. Por sua conta, a indústria automobilística nacional resolveu não participar do evento. Mais uma vez venceu a criatividade de Caio de Alcantara Machado. Ele foi ao exterior e trouxe 59 carros de Primeiro Mundo. Sucesso, mesmo na crise. Foi mostrado também, o primeiro carro do Brasil a não utilizar o carburador (carros atuais não usam carburador).
  • 1988: No Salão teve as novidades eletrônicas como o sistema de injeção de combustível.[18]
  • 1990: Exposição de 300 veículos e um público de 711.000 pessoas.[19]
  • 1992: A abertura das importações procedida em 1990 permitiu que, finalmente, passássemos a conviver com o que de mais moderno havia no mundo. Audi, Jaguar, BMW, Mercedes e muitos outros modelos que encheram os olhos do público presente.
  • 1996: O destaque nesse ano foi a chegada[20] das coreanas Kia Motors, comercializando 387 unidades e Asia Motors, que juntando-se aos demais expositores foi pródigo em número de expositores, vendendo 293 unidades. O evento recebeu 575 mil pessoas e 250 expositores.[21]
  • 2000: Quarenta anos de salão. A frota nacional dos veículos em circulação pulou dos 700 mil iniciais para 20 milhões. A Peugeot mostrou o 206, modelo que ainda seria fabricado, a Ford trouxe o inusitado Focus, a Volkswagen o Bora e a Fiat apresentou a nova família Palio. A Kia mostrou o Besta na forma de um robô e causou filas imensas para ser visto.
  • 2004: A 23ª edição mostrou uma indústria consolidada. O público está mais informado e consciente e é clara a "invasão" de frequentadores de toda a América Latina. Com a estabilidade econômica, esse foi um dos momentos mais significativos do automobilismo nacional.
  • 2006: esta edição teve como principal atrativo os carros-conceito, como o elegante Fine-T. Também aconteceu a polêmica apreensão dos 6 carros da Lamborghini e estreia dos primeiros carros chineses da marca Chana Motors a desembarcar no Brasil. O público também foi recorde. Estima-se que 600 mil pessoas passaram no Pavilhão do Anhembi para apreciar as novidades do mundo automobilístico.
  • 2008: O maior salão da história. Inúmeros visitantes, vários carros-conceito. Nunca um evento como esse teve tanto prestígio no Brasil e no mundo. Com 170 expositores e 450 veículos.[22]
  • 2010: A chamada "invasão chinesa", quando várias marcas desse país expuseram seus carros. Havia cerca de 450 modelos de 42 fabricantes. Teve como destaque do evento o carro Veryon da Bugatti e o Pagani Zonda R no valor de 10 milhões de reais. O evento também homenageou o piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna, que faria 50 anos.O instituto expôs dois modelos do Lotus, que fora pilotado pelo Senna em 1985 e 1987.[23]
  • 2012: Com 750 mil visitantes, a edição de 2012 mostrou que 55% das pessoas pretendiam trocar de carro nos próximos seis meses daquele ano. Estreando também nas redes sociais, o Facebook da feira atingiu a marca de 170 mil fans, número que naquela época era superior aos grandes salões de carros mundiais, como o de Paris e o de Frankfurt. Além disso, durante o evento houve uma queda de energia que acabou prejudicando os estudantes das marcas como Volvo, Nissan e Pegeout.[24]
  • 2014: Na 28ª edição, o Salão Internacional do Automóvel de São Paulo ultrapassou a marca de 750 mil visitantes, graças a forte presença dos modelos SUVs compactos, uma grande novidade do mercado na época. Com 150 lançamentos e uma pista de test-drive realizada no estacionamento do Parque Anhembi com três montadoras, pela primeira vez durante todo o evento, que aconteceu de 30 de outubro a 9 de novembro de 2014.
  • 2016: A edição atual do evento inovou ao trocar, pela primeira vez, o pavilhão de realização que antigamente era no Anhembi.. De 10 novembro a 20 de novembro, a 29ª edição do evento aconteceu no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, localizado na Rodovia dos Imigrantes, na Zona Sul de São Paulo. A mudança do local do evento proporcionou maneiras diversas de poder chegar ao destino. Para quem foi de carro tinha três acessos fáceis, sendo els:pelo Centro(quilometro 1,5, de frente ao São Paulo Expo), pela Rua Getulio Vargas que, pelo sentido Imigrantes, dava acesso ao local e para a parte de trás do pavilhão(Valet Vip) era util a Avenida Estrucos. Também era possível chegar no SP Expo por meio dos transportes públicos como metrôs (Linha-Azul e Verde) e ônibus. O ingresso era cobrado nos dias da semana no valor de 70,00 reais[25]. Esta edição contou com a presença de 715 mil pessoas, e teve o melhor índice de aprovação desde o ano 2008, segundo a Reed Reed Exhibitions Alcantara Machado. [26] Nessa edição os visitantes também poderiam dirigir alguns carros em test drives promovidos do lado de fora do pavilhão. Porém teriam que passar no teste do bafômetro e possuir habilitação. Nos estandes foi possível experimentar a forma virtual, com simuladores e a realidade aumentada.[27] Outra novidade foi que o Salão do Automóvel contou com um aplicativo oficial para mais informações e a possibilidade de interação com as redes sociais. Quem tinha o aplicativo recebeu 10% de desconto nos ingressos.[28]Havia em média 30 marcas, tanto populares como as de luxo como a BMW e Mercedes-Benz.[29] Ainda na edição 2016, o Salão teve espaço para carros antigos. Entre os 540 modelos expostos, que visam mostras as novidades no mercado automobilístico, oito carros antigos foram expostos. Os carros, todos nacionais, fizeram parte de uma comemoração aos 60 anos da indústria automotiva brasileira. Fusca, Kombi, Fiat 147, Opala, Suzuki Jimmy 1975, Mitsubishi PX-33 1937, Wilis Interlagos e DKW Fissore estiveram expostos no Salão do Automóvel de São Paulo. [30]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. http://www1.folha.uol.com.br/folha/classificados/veiculos/historia.shtml
  2. «Salão do Automóvel 2016: tudo para aproveitar o evento». revistaautoesporte.globo.com 
  3. «Musas e carrões tomam conta do Salão do Automóvel em São Paulo - Veículos - Gazeta Online». Gazeta Online. 1 de maio de 2017 
  4. «Folha Online». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 1 de maio de 2017 
  5. «Salão de São Paulo: a história da indústria automobilística dentro do Anhembi | VEJA.com». VEJA.com. 24 de outubro de 2012 
  6. «Afinal, qual foi o primeiro carro produzido no Brasil? - FlatOut!». FlatOut!. 26 de janeiro de 2016 
  7. «História - Reed Exhibitions Alcantara Machado». www.reedalcantara.com.br. 7 de julho de 2015. Consultado em 1 de maio de 2017 
  8. a b «Salão do Automóvel». Salão Internacional do Automóvel. 10 de fevereiro de 2014. Consultado em 1 de maio de 2017 
  9. «Folha Online». www1.folha.uol.com.br. Consultado em 1 de maio de 2017 
  10. http://veja.abril.com.br/esporte/salao-de-sao-paulo-a-historia-da-industria-automobilistica-dentro-do-anhembi/
  11. https://gasparovmotorsport.wordpress.com/2012/10/19/salao-do-automovel-1a-edicao-1960/
  12. http://veja.abril.com.br/esporte/salao-de-sao-paulo-a-historia-da-industria-automobilistica-dentro-do-anhembi/
  13. http://veja.abril.com.br/esporte/salao-de-sao-paulo-a-historia-da-industria-automobilistica-dentro-do-anhembi/
  14. http://veja.abril.com.br/esporte/salao-de-sao-paulo-a-historia-da-industria-automobilistica-dentro-do-anhembi/
  15. http://veja.abril.com.br/esporte/salao-de-sao-paulo-a-historia-da-industria-automobilistica-dentro-do-anhembi/
  16. http://www1.folha.uol.com.br/folha/classificados/veiculos/historia.shtml
  17. http://veja.abril.com.br/esporte/salao-de-sao-paulo-a-historia-da-industria-automobilistica-dentro-do-anhembi/
  18. http://veja.abril.com.br/esporte/salao-de-sao-paulo-a-historia-da-industria-automobilistica-dentro-do-anhembi/
  19. http://veja.abril.com.br/esporte/salao-de-sao-paulo-a-historia-da-industria-automobilistica-dentro-do-anhembi/
  20. «Homenagem a Ayrton Senna - Salão do Automóvel 2014». www.fashionistasdeplantao.com. Consultado em 28 de abril de 2017 
  21. https://blogdirafale.wordpress.com/2010/10/21/salao-do-automovel-23-1996/
  22. http://bestcars.uol.com.br/bc/informe-se/noticias/salao-nissan-extrem-conceito-desenvolvido-para-o-evento/
  23. http://g1.globo.com/carros/noticia/2010/10/salao-do-automovel-de-sp-abre-para-o-publico-nesta-quarta-feira.html
  24. https://www.noticiasautomotivas.com.br/salao-do-automovel-2012-imagens-e-detalhes-do-evento-primeiro-dia-300-fotos/
  25. «Salão do Automóvel de SP termina hoje; entrada é até às 17h». Salão de São Paulo 2016. 20 de novembro de 2016 
  26. G1 (22 de novembro de 2016). «Salão tem público menor, mas aprovação recorde, diz organização». Auto Esporte. Consultado em 8 de abril de 2017 
  27. G1 (20 de novembro de 2016). «Salão do Automóvel de SP termina hoje; entrada é até às 17h.». Globo.com. Consultado em 24 de abril de 2017 
  28. UOL (9 de novembro de 2016). «Quer visitar o Salão do Automóvel? Veja preços, horário e como chegar.». UOL. Consultado em 24 de abril de 2017 
  29. «Salão do Automóvel de SP termina hoje; entrada é até às 17h». Salão de São Paulo 2016. 20 de novembro de 2016 
  30. «Salão do Automóvel tem carros clássicos; veja onde encontrar». Salão de São Paulo 2016. 17 de novembro de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]