Paulo César Carpegiani

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Carpegiani
Informações pessoais
Nome completo Paulo César Carpegiani
Data de nasc. 7 de fevereiro de 1949 (68 anos)
Local de nasc. Erechim (RS), Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,75 m
Destro
Apelido Carpa, PCC
Informações profissionais
Período em atividade Como jogador:1969–1982 (13 anos)
Como treinador 1981–presente (36 anos)
Número 6
Posição ex-Volante
Função Treinador
Clubes de juventude
1964–1969 Internacional
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1969–1977
1977–1982
Total
Internacional
Flamengo
0119 000(15)
0223 000(12)
0342 000(27)
Seleção nacional
1974–1979 Brasil 0017 0000(0)
Times/Equipas que treinou
1981–1983
1983–1984
1985
1986
1986–1987
1989
1989
1991
1991–1992
1992
1992–1994
1995
1996–1998
1999
2000
2001
2001
2003–2004
2007
2009
2010
2010–2011
2012
2013
2016–2017
2017-
Flamengo
Al-Nassr
Internacional
Náutico
Bangu
Internacional
Náutico
Palmeiras
Cerro Porteño
Barcelona
Cerro Porteño
Coritiba
Paraguai
São Paulo
Flamengo
Atlético Paranaense
Cruzeiro
Kuwait
Corinthians
Vitória
Atlético Paranaense
São Paulo
Vitória
Ponte Preta
Coritiba
0116
000
000
000
000
000
000
00012
000
000
000
000
0008
000
0022
000
000
0002
0023
000
000
000
000
0012
000
Última atualização: 26 de fevereiro de 2017

Paulo César Carpegiani (Erechim, 7 de fevereiro de 1949) é um treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como volante.

Como jogador, atuou por Internacional e Flamengo, e também pela Seleção Brasileira. Como treinador, destacou-se ao comandar o Flamengo na série multicampeã de 1981 e 1982 e, mais tarde, também na Seleção Paraguaia de Futebol, durante a Copa do Mundo FIFA de 1998.

Considerado ídolo do Internacional, Carpegiani participou do bicampeonato brasileiro, em 1975 e 1976, e do octacampeonato gaúcho que o clube conquistou entre os anos 60 e 70. Ao lado de Paulo Roberto Falcão e Caçapava, formou nesse período um trio de meio-campo que entrou para a história do futebol brasileiro.

Por alguns anos, foi um dos proprietários do RS Futebol Clube (atual Pedrabranca), função que abandonou em 2007 para retormar a carreira de treinador.[1] O grande destaque do clube até hoje foi ter revelado o zagueiro Thiago Silva, titular e capitão da Seleção Brasileira de Futebol na Copa do Mundo de 2014.[2]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Internacional[editar | editar código-fonte]

Nascido no nordeste do Estado, Paulo César estava sendo esperado no Grêmio quando um carro abordou o seu na estrada e foi convidado para treinar no Internacional. Rapidamente, sob o olhar atento do técnico Daltro Menezes, o talentoso meio-campista foi guindado ao time principal.

Conhecido no Inter como Paulo César, começou a jogar na equipe principal em 1970. Adotou o nome Carpegiani na Copa de 1974, para não haver confusão com o outro famoso Paulo César, o Caju. Como não tinha vaga no meio, jogou de volante. Foi titular do time até 1976, sempre como um dos principais jogadores do time.

Ao lado de Paulo Roberto Falcão e Caçapava, formou no Internacional um trio de meio-campo que entrou para a história do futebol brasileiro. Carpegiani participou de sete dos oito títulos do Campeonato Gaúcho que o Inter faturou de 1969 a 1976 Além disso, foi bicampeão brasileiro nos anos de 1975 e 1976. Uma de suas melhores partidas pelo Internacional foi a vitória por 2 a 0, em pleno Maracanã, pelas semifinais do Campeonato Brasileiro de Futebol de 1975, sobre o Fluminense, que até então era conhecido como A Máquina Tricolor.

Flamengo[editar | editar código-fonte]

Em 1977, foi vendido por 5,7 milhões de cruzeiros para o Flamengo, ficando ao lado de Júnior, Zico, Adílio e Andrade, tornando-se campeão carioca de 1978 e 1979 e campeão brasileiro de 1980.

Uma contusão no joelho o obrigou a encerrar a carreira. Carpegiani já havia feito uma operação no menisco em 1975, e não conseguiu jogar mais após os 31 anos.

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Foi titular do Brasil na Copa do Mundo FIFA de 1974, substituindo Clodoaldo.

Estilo de jogo[editar | editar código-fonte]

Era um meia-armador de estilo clássico, com dribles curtos e objetivos, bom poder de marcação e, principalmente, com um passe longo de altíssima precisão.

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Flamengo[editar | editar código-fonte]

Em 1981, aposentado como atleta, começou a carreira de técnico.

Na final da Libertadores de 1981, ganhando com o Flamengo, Carpegiani foi muito criticado por admitir que havia mandado um jogador entrar em campo apenas para dar um soco no chileno Mario Soto, zagueiro do time adversário Cobreloa, e que já havia jogado no Brasil.

Seleção Paraguaia[editar | editar código-fonte]

No comando da Seleção Paraguaia, montou um time que ganhou respeito, principalmente pelo setor defensivo, que contava com o goleiro Chilavert, o lateral-direito Arce (que atuou por Grêmio e Palmeiras) e uma dupla de zaga com Ayala e Gamarra, este último no auge da forma, não cometeu uma falta sequer no Mundial, algo excepcional para um zagueiro.

São Paulo[editar | editar código-fonte]

A boa campanha com o Paraguai o credenciou a assumir como técnico do São Paulo, no ano de 1999. A passagem não foi muito bem sucedida pelo clube acabou marcada pelo afastamento do goleiro reserva Roger, por ter posado nu para uma revista.[3]

Retorno ao Flamengo[editar | editar código-fonte]

No ano de 2000, dezenove anos após a conquista do Mundial de 1981, Paulo César Carpegiani assumiu mais uma vez o comando do Flamengo. Uma campanha pautada na regularidade fez do time rubro-negro finalista da Taça Guanabara de 2000, contra o rival Vasco da Gama. No entanto, o time de São Januário contava com o recém-egresso do clube, Romário e o time de Paulo César, havia perdido de última hora a sua estrela principal, o polivalente Athirson.

O resultado daquele jogo foi desastroso, o Flamengo perdeu por cinco tentos á um, e Carpegiani foi responsabilizado pela escalação do zagueiro Fabão em lugar de Athirson. Com isso, a continuidade do trabalho de Carpegiani foi comprometida e o técnico foi demitido pela diretoria da gestão Edmundo dos Santos Silva.

Trabalhos posteriores[editar | editar código-fonte]

Nos anos seguintes, passou ainda por Atlético Paranaense e Cruzeiro, além de ter treinado também a modesta Seleção do Kuwait entre 2003 e 2004.

Corinthians[editar | editar código-fonte]

Carpegiani não exercia a função de treinador no futebol brasileiro desde 2001, quando passou pelo Cruzeiro, quando retomou a carreira de treinador, substituindo Emerson Leão no comando do Corinthians, em 2007. Carpegiani assumiu a equipe num momento em que o clube passava por uma grave crise política, que culminou no afastamento do então presidente Alberto Dualib, acusado de diversos crimes. Após 23 jogos e apenas 6 vitórias no comando do clube paulista, Carpegiani foi demitido por maus resultados, deixando o Corinthians em 13º no Campeonato Brasileiro.[4] Apenas meses depois, o Corinthians viria a ser rebaixado para a Série B do ano seguinte.

Vitória[editar | editar código-fonte]

No dia 10 de abril de 2009, após muita especulação, foi finalmente confirmado como novo treinador do Vitória,[5] que vinha sendo comandado por um técnico interino. Assumiu o time baiano nas fases finais do Baianão 2009 e na segunda fase da Copa do Brasil. Conseguiu o título estadual vencendo três das quatro partidas que comandou e chegou às quartas-de-final da Copa, perdendo para o Vasco da Gama, eliminação que gerou muitas críticas ao treinador devido às suas "invenções", pois improvisava jogadores naturalmente de outras funções em posições diferentes. Com o problema e as críticas superadas, Carpegiani conseguiu dar seguimento ao seu trabalho no Leão e começou o Brasileirão 2009 muito bem, se mantendo na parte de cima da tabela na maior parte do 1° turno.

O declínio do rubro-negro começou e, com ele, as críticas ao treinador, que novamente montava suas equipes com improvisos. No dia 10 de agosto, após a perda da invencibilidade em casa e uma série de maus resultados que deixaram o time de Salvador em 10° lugar no campeonato, Carpegiani foi demitido. No comando do Vitória, o treinador conseguiu 11 vitórias, 6 empates e 9 derrotas.

Retorno ao Atlético Paranaense[editar | editar código-fonte]

No dia 31 de maio de 2010, foi anunciado como novo treinador do Atlético-PR. Porém, apenas quatro meses depois, após ter levado do time do Paraná da zona de rebaixamento à briga por uma vaga na Libertadores de 2011, foi contratado pelo São Paulo, clube que já treinara onze anos antes.[6][7] Carpegiani deixou o Furacão com os seguintes números: 11 vitórias, 5 empates e 5 derrotas.

Retorno ao São Paulo[editar | editar código-fonte]

No dia 4 de outubro de 2010, Carpegiani foi contratado pelo Tricolor sucedendo Sérgio Baresi, técnico dos juniores do São Paulo que estava comandando interinamente a equipe profissional.

Com uma campanha irregular, Carpegiani assumiu a equipe, mudando radicalmente sua forma de atuar. Tanto com Baresi como com Ricardo Gomes, o treinador anterior, o São Paulo atuava de maneira mais defensiva. Já sob seu comando a equipe passou a apresentar um futebol com mais jogadas de ataque. Em 2011, com a eliminação contra o Santos pelo Paulistão e pelo Avaí na Copa do Brasil, quase foi demitido, mas a falta de opção fez com que a direção do São Paulo o mantivesse para a disputa do Campeonato Brasileiro.

Ainda no São Paulo, Carpegiani entrou para a história como o único técnico a conseguir 5 vitórias consecutivas no Brasileirão.

Após uma sequência de 3 derrotas no Campeonato Brasileiro, Carpegiani foi demitido do São Paulo.

Retorno ao Vitória[editar | editar código-fonte]

Em 28 de abril de 2012, foi confirmado oficialmente o seu retorno ao Vitória após cerca de três anos.[8] Inicialmente, a ideia era que Carpegiani assumisse o time a partir das duas partidas da final do Campeonato Baiano. Porém, alegando problemas familiares, primeiramente ele recusou a proposta.[9] Cerca de duas semanas depois, o treinador voltou atrás da decisão, e foi finalmente apresentado no rubro-negro baiano,[10] assumindo o comando do clube na Série B do Campeonato Brasileiro e na Copa do Brasil.

Nesta segunda passagem pelo Vitória, Carpegiani passou a usar um polêmico método de trabalho. Ao invés de comandar sua equipe à beira do gramado, como de costume, ele passou a assistir a maioria das partidas dos camarotes e tribunas dos estádios, enquanto passava instruções via rádio para os auxiliares Ricardo Silva, que há muitos anos trabalha no Vitória, e seu filho Rodrigo Carpegiani, que também passou a exercer esta função.[11] Carpegiani só comandou o Vitória a beira do campo em duas partidas durante toda esta passagem pelo clube: a estreia, com derrota por 4 a 1 frente ao Coritiba pela Copa do Brasil, que culminou na eliminação do rubro-negro baiano, e a marcante derrota de virada por 4 a 3 contra o Goiás, após estar vencendo por 3 a 0, partida válida pela Série B.

Mesmo sendo polêmico, na prática o método obteve bons resultados. O Vitória iniciou a disputa da Série B de forma destacada, com dez vitórias e um empate nos treze primeiros jogos, somando mais pontos do que o que havia conseguido em todo o primeiro turno de 2011,[12] além de manter-se invicto nos jogos realizados no Barradão.[13] No segundo turno, porém, Carpegiani viu sua equipe sofrer uma acentuada queda no desempenho, deixando escapar a liderança após perder e principalmente empatar jogos que pareciam fáceis. Aliado a isso, surgiram especulações de que o treinador havia discutido e criado inimizades dentro do elenco rubro-negro, e que isso teria influenciado nos resultados em campo.[14][15]

Em 21 de outubro, dia seguinte à derrota por 2 a 0 para o Atlético Paranaense em pleno Barradão e com um jogador a mais em campo, Carpegiani optou por reunir-se com a diretoria do clube baiano e pedir demissão do cargo. Após cinco meses no Vitória, em meio a polêmicas sobre o novo método de comandar o time a distância e especulações de rixa com o elenco, o treinador comandou a equipe em 32 jogos, obteve 19 vitórias, 7 empates e 6 derrotas. Esteve na liderança da Série B por 11 rodadas, mas após os maus resultados deixa o time na 3ª colocação do campeonato, com 63 pontos em 31 jogos.

Ponte Preta[editar | editar código-fonte]

No dia 15 de junho de 2013, foi anunciado como novo técnico da Ponte Preta de Campinas, substituindo Guto Ferreira.[16] Carpegiani pediu demissão, após derrota para o Cruzeiro no Estádio Moisés Lucarelli.[17]

Retorno ao Coritiba[editar | editar código-fonte]

No dia 5 de agosto de 2016, Paulo César Carpegiani acertou com o Coritiba com missão de tirar o Coxa do Z-4.

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Até 26 de fevereiro de 2017.

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Clubes[editar | editar código-fonte]

Clube Temporada Campeonato
nacional
Copa
nacional[a]
Competições
continentais[b]
Outros
torneios[c]
Total
Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist.
Internacional 1969 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1970 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1971 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1972 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1973 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1974 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1975 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1976 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
1977 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Total 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0
Flamengo 1977 0 0 0 0 0 0 41 5 0
1978 0 0 0 0 0 0 67 2 0
1979 0 0 0 0 0 0 53 4 0
1980 0 0 0 0 0 0 43 1 0
1981 9 0 0 9 0 0 18 0 0
1982 1 0 0 1 0 0
Total 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 223 12 0
Total na carreira 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 223 12 0

Seleção Brasileira[editar | editar código-fonte]

Abaixo estão listados todos jogos e gols do futebolista pela Seleção Brasileira. Abaixo da tabela, clique em expandir para ver a lista detalhada dos jogos de acordo com a categoria selecionada.

Seleção principal

Ano
Jogos Gols Assist. Média
1974 12 0 0 0
1979 5 0 0 0
Total 17 0 0 0

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Clubes[editar | editar código-fonte]

Clube Jogos Vitórias Empates Derrotas Aprov.
Palmeiras 12 3 6 3 41.6%
Flamengo 138 83 31 24 67,6%
Corinthians 23 6 9 8 45,5%
Vitória 58 30 13 15 54,8%
Atlético-PR 21 11 5 5 64,2%
São Paulo 114 70 13 31 65,2%
Ponte Preta 12 4 3 5 41,6%
Coritiba 127 61 38 28 50,8%

Seleção Paraguaia[editar | editar código-fonte]

Seleção principal

Ano
Jogos Vitórias Empates Derrotas Aprov.
1996 0 0 0 0 0
1997 4 1 1 2 33,3%
1998 4 1 2 1 41,6%
Total 8 2 3 3 37,5%

Seleção Kuwaitiana[editar | editar código-fonte]

Seleção principal

Ano
Jogos Vitórias Empates Derrotas Aprov.
2003 2 1 0 1 50,0%
2004 0 0 0 0 0
Total 2 1 0 1 50,0%

Títulos[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Internacional
Flamengo

¹ Neste ano a federação carioca organizou dois campeonatos de caráter oficial.

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Flamengo
Al Nassr
  • Copa da Arábia Saudita: 1984
Cerro Porteño
Atlético Paranaense
Vitória

Referências

  1. «Carpegiani fechou RS Futebol, mas pretende retomar projeto em Santa Catarina». olheiros.net. 7 de outubro de 2008. Consultado em 1 de agosto de 2012 
  2. «Thiago Silva: A trajetória do capitão da seleção brasileira - Infográficos». Consultado em 22 de setembro de 2016 
  3. «No São Paulo, Carpegiani enfrentou polêmica com goleiro nu e ano sem títulos». 3 de outubro de 2010. Consultado em 17 de setembro de 2012 
  4. «Carpegiani é demitido». 25 de agosto de 2007. Consultado em 26 de agosto de 2007 
  5. «Carpegiani é o novo técnico do Vitória». 10 abril de 2009. Consultado em 10 de abril de 2009 
  6. «Carpegiani não é mais o técnico do CAP». atleticoparanaense.com. 3 de outubro de 2010. Consultado em 3 de outubro de 2010 
  7. «Paulo César Carpegiani deixa o Atlético». parana-online.com.br. 3 de outubro de 2010. Consultado em 3 de outubro de 2010 
  8. «Paulo César Carpegiani é o novo técnico do Vitória». globoesporte.globo.com. 28 de abril de 2012. Consultado em 29 de abril de 2012 
  9. «Carpegiani volta atrás e desiste de comandar o Vitória». globoesporte.globo.com. 29 de abril de 2012. Consultado em 29 de abril de 2012 
  10. «Após recusa, Carpegiani viaja para Salvador para acertar com o Vitória». globoesporte.globo.com. 15 de maio de 2012. Consultado em 16 de maio de 2012 
  11. a b «Para evitar 'gritaria', Carpegiani seguirá comandando das tribunas». placar.abril.com.br. Consultado em 1 de agosto de 2012 
  12. «Em 12 rodadas, o Vitória pontuou mais do que em todo 1º turno da Série B de 2011». esporte.uol.com.br. 23 de julho de 2012. Consultado em 1 de agosto de 2012 
  13. «Com expectativa de casa cheia, Vitória recebe o CRB no Barradão». globoesporte.globo.com. 28 de julho de 2012. Consultado em 31 de julho de 2012 
  14. «Declarações de Uelliton irritam Carpegiani e presidente do Vitória». esportes.terra.com.br. 26 de setembro de 2012. Consultado em 21 de outubro de 2012 
  15. «Após polêmica com Carpegiani, Uelliton volta a figurar de titular». correio24horas.com.br. 4 de outubro de 2012. Consultado em 21 de outubro de 2012 
  16. «Carpegiani é oficializado como novo técnico da Ponte: 'Estou muito feliz'». globoesporte.com. 15 de junho de 2013. Consultado em 15 de junho de 2013 
  17. «Carpegiani não resiste à nova derrota em casa e pede demissão da Ponte». globoesporte.com. 24 de agosto de 2013. Consultado em 24 de agosto de 2013 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Precedido por
Dino Sani
Carlinhos
Treinador do Flamengo
1981–1983
2000
Sucedido por
Carlinhos
Carlos Cesar (interino)
Precedido por
Abel Braga
Treinador do Internacional
1989
Sucedido por
Cláudio Duarte
Precedido por
Mário Sérgio
Sérgio Baresi (interino)
Treinador do São Paulo
1999
2010–2011
Sucedido por
Milton Cruz (interino)
Adílson Batista
Precedido por
Luiz Felipe Scolari
Treinador do Cruzeiro
2001
Sucedido por
Ivo Wortmann
Precedido por
Antônio Lopes
Leandro Niehues
Treinador do Atlético Paranaense
2001
2010
Sucedido por
Flávio Lopes
Sérgio Soares
Precedido por
Ricardo Silva (interino)
Ricardo Silva (interino)
Treinador do Vitória
2009
2012
Sucedido por
Ricardo Silva (interino)
Paulo César Gusmão
Precedido por
Guto Ferreira
Treinador da Ponte Preta
2013
Sucedido por
Jorginho
Precedido por
Pachequinho
Técnico do Coritiba
2016–
Sucedido por
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