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Autódromo de Interlagos

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(Redirecionado de Autódromo José Carlos Pace)

Autódromo José Carlos Pace
Autódromo de Interlagos
Autódromo de Interlagos
Autódromo de Interlagos
Mapa atual do circuito
Informação geral
Localização São Paulo, São Paulo, Brasil
Fuso horário UTC−3
Coordenadas 23° 42′ 03″ S, 46° 41′ 48″ O
Capacidade 60 000
Licença FIA Grau 1
Inauguração 1938
Abertura 1940
Nome(s) anterior(es) Autódromo de Interlagos (1940–1985)
Eventos principais Fórmula 1
GP do Brasil
(1972–1977, 1979–1980, 1990–2019)
GP de São Paulo
(2021–presente)

WEC
6 Horas de São Paulo
(2012–2014, 2024–presente)

TCR World Tour
(2024–presente)

TCR South America
(2021–presente)

Mil Milhas Brasil
(1956–1961, 1965–1967 1970, 1973, 1981, 1983–1990, 1992–1999, 2001–2008, 2020–presente)

Stock Car Brasil
(1979–presente)

Copa Truck
(2017–presente)

Fórmula Truck
(até 2016)

TC 2000
(2007)

Fórmula 3 Sul-americana
(até 2013)

Fórmula 3 Brasil
(2014–presente)

Circuito atual (2000–presente)
Comprimento do circuito 4,309 km (2,677 mi)
Curvas 15
Volta mais rápida 1:10.540 (Valtteri Bottas, Mercedes, 2018, Fórmula 1)
4.ª variante (1997–1999)
Comprimento do circuito 4,292 km (2,667 mi)
Curvas 15
Volta mais rápida 1:18.397 (Jacques Villeneuve, Williams-Renault, 1997, Fórmula 1)
3.ª variante (1990–1996)
Comprimento do circuito 4,325 km (2,687 mi)
Curvas 15
Volta mais rápida 1:18.455 (Michael Schumacher, Benetton-Ford, 1994, Fórmula 1)
2.ª variante (1979–1989)
Comprimento do circuito 7,873 km (4,893 mi)
Curvas 26
Volta mais rápida 2:27.31 (René Arnoux, Renault, 1980, Fórmula 1)
Circuito original (1940–1978)
Comprimento do circuito 7,960 km (4,946 mi)
Curvas 26
Volta mais rápida 2:34.16 (Jean-Pierre Jarier, Shadow-Ford, 1975, Fórmula 1)

O Autódromo José Carlos Pace é um autódromo municipal localizado no distrito de Cidade Dutra, na cidade de São Paulo, Brasil. Pela proximidade com o bairro de Interlagos, situado no distrito vizinho do Socorro, é popularmente chamado de Autódromo de Interlagos. Foi inaugurado em 12 de maio de 1940, pelo interventor Ademar de Barros, que nos anos de 1972 a 1977, 1979 e 1980 e de 1990 a 2019 sediou o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 e, desde 2021 sedia o Grande Prêmio de São Paulo.

O nome tradicional do bairro (e consequentemente do circuito) vem do fato da localização em uma região entre dois lagos artificiais, Guarapiranga e Billings, que foram construídos no começo do século XX para suprir a cidade com água e energia elétrica. O nome foi sugerido pelo arquiteto e urbanista francês Alfred Agache devido a semelhança da região com a cidade de Interlaken (literalmente "entre lagos"), na Suíça.[1] Em 1985, foi renomeado para homenagear o piloto de Fórmula 1 José Carlos Pace, falecido em 1977. Anexo à sua construção, há o Kartódromo Municipal Ayrton Senna.

O circuito tem sentido anti-horário. Nesse autódromo são realizadas as principais competições de Automobilismo do Brasil. É conhecido internacionalmente por sediar a etapa do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 e os festivais de música Lollapalooza e The Town.

História

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Fotografia aérea do Autódromo de Interlagos

No fim da década de 1920, o engenheiro britânico Luiz Romero Sanson idealizou uma região de lazer entre as represas Billings e Guarapiranga, sendo que sua filha escolheu o nome Interlagos para o local. A ideia era atender a população mais rica da cidade, que se interessava pelo automobilismo. A construção do circuito também foi incentivada por um acidente acontecido em 1936, quando foi realizada a primeira prova internacional de São Paulo nas ruas da cidade. A francesa Hellé-Nice sofreu um acidente que causou seis mortes e deixou mais de 30 pessoas feridas.[2][3] A iniciativa da construção foi de Sanson e do Automóvel Clube do Brasil. O traçado foi inspirado nas pistas de Indianapolis, nos Estados Unidos, Brooklands, na Inglaterra e Monthony, na França.[2]

Em abril de 1939, com o autódromo ainda em obras, um grupo de pilotos liderado por Manoel de Teffé deu as primeiras voltas na pista. Um ano após houve a grande inauguração no dia 12 de maio de 1940, quando o autódromo abriu suas portas. Tinha, à época, uma extensão total de 7 960 m.[2] Neste dia o autódromo recebeu 15 mil pessoas para duas corridas: uma de motos, com 96 km (12 voltas) e o Grande Prêmio São Paulo, com 200 km (25 voltas).[3] O vencedor foi o piloto Artur Nascimento Júnior, que percorreu 25 voltas da prova no tempo de 1 hora, 46 minutos e 44 segundos. A estrutura ainda não estava pronta, e ainda não haviam arquibancadas, boxes, lanchonetes, banheiros, torre de cronometragem e de transmissão.[2]

Fechado para reformas em 1967, só foi reaberto em 1 de março de 1970, para a realização de uma prova do campeonato internacional de Fórmula Ford. Em 1971, o autódromo passou novamente por reformas para abrigar no ano seguinte, pela primeira vez, um Grande Prêmio de Fórmula 1. Em 1972 houve o primeiro Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 sem contar pontos para o campeonato, sendo vencido pelo argentino Carlos Reutemann, piloto da equipe Brabham. Em 1973, a prova já era válida pelo campeonato mundial de equipes e pilotos, sendo vencida pelo brasileiro Emerson Fittipaldi, da Lotus. Em 1975, o autódromo foi palco da primeira dobradinha de brasileiros na Fórmula 1: José Carlos Pace foi o vencedor, seguido de Fittipaldi.[2] Até 1980, o autódromo recebeu o Grande Prêmio sucessivamente, com exceção de 1978 que foi no Autódromo de Jacarepaguá devido à reformas no circuito. Devido às condições precárias e poucas manutenções, Interlagos ficou impossibilitada de realizar corridas de Fórmula 1 e, consequentemente, o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 passou a ser realizado no Rio de Janeiro em Jacarepaguá de 1981 até 1989.[3] Em 29 de junho de 1988, o Autódromo de Interlagos recebeu o 1° Hanabi Matsuri, em comemoração aos 80 anos da Imigração japonesa no Brasil.

Torre de controle do Autódromo de Interlagos

Em 1989, a Prefeitura de São Paulo, com o apoio da Confederação Brasileira de Automobilismo, iniciou negociações para trazer de volta a Interlagos o Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1. Iniciou-se, assim, uma grande reforma que mudaria completamente o traçado original do circuito e, em 1990, o evento voltou para São Paulo, onde continua até o presente momento de forma ininterrupta. A extensão foi diminuída pela metade, chegando a 4 325 m. Atualmente, o percurso é de 4 309 m.[2]

Segundo o músico Luigi Carneiro, então motorista da International Promotions (empresa que organizaria o Grande Prêmio), quando se definiu junto à Prefeitura de São Paulo que o autódromo clássico seria reformado e modificado pra poder voltar a receber a elite do automobilismo mundial, alguns pilotos e autoridades foram rever a pista in loco a bordo de carros. Em uma dessas voltas, estavam no mesmo carro os pilotos profissionais Ayrton Senna e Chico Serra.[carece de fontes?]

Até então, a reta dos boxes e a reta oposta eram praticamente unidas numa curva de altíssima velocidade colada às arquibancadas. Ao passar neste trecho, Senna teria comentado que seria preciso fazer uma curva em "S" ali, pois, com a velocidade extrema dos carros da época, em caso de acidente, eles poderiam até atingir as casas atrás do circuito. Ao que Chico teria respondido: "sim, o S do Senna", algo levado como mera brincadeira por todos presentes no momento. Porem, teria saído daí a ideia pela icônica curva "S do Senna", e batizada acidentalmente por Serra, como uma mera piada, mas que acabou sendo adotado por todos. Porém, ao contrário de certas histórias relatadas ao longo do tempo, Ayrton Senna não desenhou a curva e, além disso, chegou a declarar que não gostava do traçado dela.[carece de fontes?]

O autódromo hospedou apresentações do KISS em 1999,[4] do Iron Maiden em 2009[5] e do System of a Down em 2025,[6] e desde 2014 é sede da edição brasileira do festival Lollapalooza.[7] Em 2023 se tornou sede de outro evento musical, o The Town Festival.[8] Também foi palco do Electric Zoo Brasil em 2017[9] e do Primavera Sound Brasil em 2023,[10] sendo que este voltará a ser realizado em 2026 após dois anos de hiato, tomando lugar, novamente, no Autódromo de Interlagos.[11]

No fim de 2019, a prefeitura de São Paulo apresentou duas vezes um edital para concessão do autódromo à iniciativa privada. Porém, o leilão está suspenso desde abril de 2020 pelo Tribunal de Contas do Município.[3]

No ano de 2020, devido a pandemia de COVID-19, o Grande Prêmio do Brasil, que estava em seu último ano de contrato com a Fórmula 1, foi cancelado. Em razão disso, surgiu uma série de incertezas sobre a permanência do evento em Interlagos, com a realização da corrida no Brasil para os anos seguintes, sendo disputada entre o Autódromo de Interlagos e a Rio Motorsports, uma empresa que almejava construir o Autódromo de Deodoro e levar o Grande Prêmio do Brasil de volta para o Rio de Janeiro. Porém, devido a problemas com liberação ambiental, o autódromo foi inviabilizado, garantindo assim que Interlagos assinasse um novo contrato com a Fórmula 1 para receber uma etapa da categoria até 2025, mas com o evento passando a se chamar Grande Prêmio de São Paulo.[12][13][14]

Em novembro de 2023 o chefe executivo da F1, Stefano Domenicali, disse: “Tenho o prazer de anunciar que ficaremos em Interlagos até 2030, e mal posso esperar por muitos anos mais da maravilhosa atmosfera que os torcedores brasileiros trazem”.[15]

Homenagem a José Carlos Pace

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Em agosto de 2024, o corpo de José Carlos Pace foi transferido de seu mausoléu vandalizado para o autódromo, onde foi sepultado no autódromo que leva seu nome. A ideia para isso surgiu de uma iniciativa do presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), Paulo "Loco" Figueiredo, do presidente da Comissão Nacional de Carros Clássicos e do jornalista Ricardo Caruso.[carece de fontes?]

O corpo de Pace chegou a Interlagos, onde foi sepultado ao lado do busto que ali se ergue em sua homenagem. A cerimônia emocionante contou com a presença da família de Pace (sua viúva Elda, seus filhos Patrícia e Rodrigo, e seus netos), amigos, outros pilotos, jornalistas e admiradores de "Moco". José Carlos Pace deu uma última volta na pista, onde Rodrigo, filho de "Moco", pilotou um carro de corrida Karmann-Ghia 1967, usado por seu pai, da antiga equipe Dacon, onde Pace formava um trio com ninguém menos que os irmãos Fittipaldi, Emerson e Wilson Fittipaldi Júnior, na época. Isso faz de Pace o primeiro piloto falecido a ser sepultado em um circuito de corrida.[16]

Melhorias

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No ano de 2007, o autódromo foi fechado por quatro meses para ser trocado todo o asfalto do circuito, além da construção de mais uma arquibancada na reta dos boxes e alteração da entrada dos boxes.[carece de fontes?]

Para o Grande Prêmio do Brasil de 2007, foram realizados os reparos de maior escala dos últimos 35 anos do circuito, para resolver fundamentalmente problemas com a superfície da pista.[17][18] O asfalto existente foi totalmente substituído,[19] resultando em uma superfície da pista muito lisa. Ao mesmo tempo, a entrada do pit lane foi reforçada para melhorar a segurança e foi construído um novo e maior stand fixo.[20] Para facilitar o trabalho, o circuito foi fechado e não foram realizados eventos nos cinco meses imediatamente anteriores à corrida.[21]

Em 17 de outubro de 2007, começou a operar a nova Estação Autódromo da Linha 9 do Trem Metropolitano de São Paulo, situada perto do circuito.[22][23][24][25] A linha foi prolongada para melhorar o acesso entre o centro de São Paulo e a região sul da capital, incluindo o circuito.[26][27][28] A estação, que fez parte dos planos de extensão da linha, localiza-se a 600 metros do portão do Setor G do autódromo.

Em dias de grandes eventos, mais notavelmente Lollapalooza, The Town e Fórmula 1, é disponibilizado um serviço de trens expressos até a região do autódromo com partidas da Estação Pinheiros (integrada à Linha 4 do Metrô), fazendo parada única na Estação Morumbi, visando proporcionar viagens mais rápidas para o público que se desloca a esses eventos.[29][30][31] No caso do The Town, também é disponibilizado um serviço expresso de trens que partem da Estação Barueri da Linha 8, com parada única na própria Estação Pinheiros.[32]

Panorâmica da reta principal do autódromo, tirada da arquibancada M, durante o treino de sexta-feira para o Grande Prêmio Petrobras do Brasil de Fórmula Um 2009

Interlagos sofreu reformas a serem entregues em 2015 ao custo de 130 milhões de reais para atender novas exigências da FIA. A pista foi inteiramente recapeada para o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 de 2014, assim como foram refeitas a entrada dos boxes e a área de escape da segunda perna do S do Senna. Para 2015, o paddock existente foi inteiramente remodelado. O então prefeito Fernando Haddad estudou construir novos boxes na reta oposta, porém a ideia foi abandonada.[33]

Em 2024 o autódromo foi interditado após a etapa da WEC para uma reforma orçada em 275 milhões de reais[34] para a corrida da Fórmula 1 em novembro, com renovação completa do asfalto após 10 anos.[35] Após este recapeamento, os tempos de volta caíram consideravelmente em diversas categorias; como exemplo, nas provas de carros turismo e GT que correram no mesmo ano em Interlagos, a queda foi de cerca de 1,5 a 2 segundos para a Porsche Cup e StockCar Pro Series.[36][37]

Traçados

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Interlagos no Grande Prêmio do Brasil, em 2006
Curva "S" do Senna
  • Curvas 1 e 2: estas curvas do traçado original são identificadas por números, mas dizia-se que, por serem curvas contornadas em alta velocidade, separavam os meninos dos homens, pois os pilotos mais corajosos contornavam-as "pé embaixo", ainda mais sabendo-se que nas áreas de escape das curvas havia enormes eucaliptos que literalmente "abraçavam" os carros que saíam da pista.
  • Curva 3: curva de alta velocidade que determinava o ritmo da primeira parte do miolo de Interlagos.
  • Curva "S" do Senna ou Curva Chico Landi: durante a reforma que mudou completamente o traçado de Interlagos, Ayrton Senna propôs que fosse feito um S ligando a reta dos boxes à curva do sol, melhorando o traçado que estava proposto. O nome verdadeiro dessa curva é Curva Chico Landi, em homenagem ao primeiro piloto brasileiro a correr na Fórmula 1.
  • Curva do Sol: passou a ter esse nome pois toda vez que se entrava nela o sol atrapalhava a visão do piloto. Esta situação já não ocorre devido a mudança no sentido da corrida, agora anti-horário, mas o nome foi mantido.
  • Curva do Sargento: este nome foi atribuído devido a um sargento da Força Pública que estava de serviço no dia de um evento e que, entusiasmado com a corrida, entrou na pista com a sua viatura. Ao chegar nesta curva perdeu o controle do carro e rodou. Ele tentou mais uma vez e rodou de novo. Após isso a curva foi batizada como a "Curva do Sargento".
  • Curva do Laranjinha: devido à dificuldade em contornar a curva por falta de visão total, os pilotos inexperientes, que eram tratados por laranjas, sempre erravam a sua tangência.
  • Curva da Ferradura: tem esse nome por ter um formato muito parecido com o de uma ferradura.
  • Curva do Pinheirinho: por haver um pinheiro na área de escape da curva, que era sempre atingido quando um piloto perdia o controle do carro e saía da pista, foi dado este nome à curva.
  • Curva Bico de Pato: uma curva muito fechada que tem a forma de um bico de um pato.
  • Mergulho: curva que antecede a junção. Esta curva além de ter uma difícil visão, apresenta queda para o lado de fora da pista.
  • Curva da Junção: esta curva ligava o circuito externo ao miolo da pista no traçado original. Atualmente, é a junção da parte mista da pista com a subida dos boxes.
  • Curva do Café: curva que antecede a reta chamada Subida dos Boxes. Ganhou esse nome porque, nos primeiros anos do autódromo, os locutores e jornalistas que cobriam as corridas num barranco naquele ponto do circuito preparavam e bebiam café. O cheiro da bebida era tão forte que os pilotos, ao contornarem aquela curva, o sentiam de longe, e a batizaram assim. Foi nesta curva que aconteceram os acidentes fatais de Rafael Sperafico em 2007 e de Gustavo Sondermann em 2011.

Comparação

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Comparação das voltas mais rápidas por categorias.

Categoria Tempo Piloto Equipe / Fabricante Data
F1 1:07.281 Lewis Hamilton Mercedes / W09 EQ Power+ Grande Prêmio do Brasil de 2018
FIA WEC-LMP1 1:17.442 Timo Bernhard / Mark Webber / Brendon Hartley Porsche 919 Hybrid / Porsche Motorsport LMP1 6 Horas de São Paulo de 2014
Le Mans Series-LMP1 1:18.787 Pedro Lamy / Stéphane Sarrazin Peugeot 908 HDi FAP / Peugeot Sport Total Mil Milhas Brasil de 2007
FIA WEC-LMDh 1:22.570 Alex Lynn / Norman Nato /Will Stevens Cadillac V-Series.R/ Hertz Team Jota 6 Horas de São Paulo de 2025
FIA WEC-LMH 1:23.140 Mike Conway / Kamui Kobayashi /Nyck de Vries Toyota GR010 Hybrid / Toyota Gazoo Racing 6 Horas de São Paulo de 2024
Le Mans Series-LMP2 1:23.449 Juan Barazi / Michael Vergers / Karim Ojjeh Zytek 07S Mil Milhas Brasil de 2007[38]
World Series by Nissan 1:25.480 Ricardo Zonta Dallara SN01-Nissan VQ / Gabord Competicion 8 de dezembro de 2002
Imperio Endurance Brasil 1:26.022 Fernando Ohashi / Emilio Padron / William Freire AJR Metalmoro / Motorcar Motorsports Treino classificatório Etapa de Interlagos. William Freire
20 de maio de 2022
FIA Formula 3000 International Championship 1:26.060 Sebastien Bourdais Lola B02 / 50-Zytek / Super Nova Racing 30 de março de 2002
F3 Brasil 1:28.129 Matheus Iorio Dallara F-309-Berta 2.3L / Cesário Fórmula 10 de dezembro de 2016
FIA WEC-LMGTE PRO GT2 1:29.858 Stefan Mücke / Darren Turner Aston Martin Vantage V8 / Aston Martin Racing 6 Horas de São Paulo de 2014
Endurance Brasil-GTP1 1:30.247 Paulo Roberto Bonifácio / Felipe Giaffone / Vitor Meira Prototótipo ZF01 / Scuderia 111 Mil Milhas Brasil de 2006
Endurance Brasil-GT1 1:31.570 Xandy Negrão / Guto Negrão Audi TTR DTM / Medley Genéricos 500 km de Interlagos de 2004
FIA GT1 Championship 1:32.060 Enrique Bernoldi / Xandinho Negrão Maserati MC12 / Vitaphone Racing 27 de novembro de 2010
Endurance Brasil-GT3 1:34.646 Max Wilson / Raul Boesel / Marcel Visconde Porsche 911 GT3 RSR / Stuttgart Sportcar-Dener Motorsport Mil Milhas Brasil de 2008
Brasil GT3 Championship 1:34.997 Daniel Serra / Chico Longo Lamborghini LP 560 7 de agosto de 2008
SuperBike Brasil 1:35.380 Eric Granado Honda CBR 1000 RR / Honda Racing 24 de junho de 2017
Fórmula Renault 2.0 Brasil 1:35.809 Nelson Merlo Tatuus FR2000-F4R 2.0L / Bassani Racing 6 de novembro de 2005
Stock Car V8 Brasil 1:37.032 Daniel Serra / João Paulo de Oliveira Eurofarma RC 9 de março de 2018
Porsche GT3 Cup Challenge Brasil 1:37.331 Alan Hellmeister / Nelsinho Piquet Porsche 911 (Type 991 Cup) GT3-Cup / FS Hero 500 km de Interlagos Porsche Cup 2016
Stock Car Pro Series 1:38.693 Enzo Elias Crown Race Treino Livre 2. 12ª Etapa
13 de dezembro de 2024
Endurance Brasil-GT1 1:42.088 Lucas Molo / Nelson Silva Júnior Ferrari 550 Maranello / Tekpron 300 Milhas de Interlagos de 2005
Stock Series (antigo Stock Car Light) 1:42.628 Arthur Gama JLG12 V8 TL3, 6ª etapa
13 de dezembro de 2024
TC2000 1:43.425 Cacá Bueno Honda Civic/ Honda Lubrax 16 de junho de 2007
Spyder Race 1:43.496 Sergio Pistili AT Autosport 2008
Top Race V6 1:44.352 Agustin Canapino Mercedes-Benz C203 24 de julho de 2010
Copa Chevrolet Montana 1:44.557 Rafael Daniel Gramacho Racing 2 de abril de 2011
Stock Car Light 1:44.841 Gustavo Sondermann FTS Competições 8 de dezembro de 2007
Pick-up Racing 1:46.740 Rodrigo Navarro Chevrolet / Gramacho Racing 5 de julho de 2009
Troféu Maserati 1:47.655 Guto Negrão Maserati Coupé Cambiocorsa / Medley 25 de março de 2006
Formula Inter 1:45:296 Gabriel Salomão Fórmula Inter / Fórmula Inter 14 de julho de 2019
Copa Brasil de Marcas 1:48.252 Guilherme Salas Renault Fluence / Greco 9 de setembro de 2016
Sprint Race 1:48.948 Yuri / Yago Cesário Sprint Race Pro 11 de maio de 2017
Mercedes-Benz Grand Challenge 1:50.436 Fernando Fortes CLA AMG-Cup / Mottin Racing 10 de dezembro de 2016
Campeonato Brasileiro de Turismo 1:55.846 Felipe Guimarães W2 Racing 12 de dezembro de 2015
AUDI DTCC 1:57.526 Felipe Gama MC Tubarão 13 de novembro de 2012
Fórmula 1600 1:58.523 Emilio Padron Della Barba Racing 30 de julho de 2016
Stock Jr 1:58.614 Eduardo Leite JL Racing-Yamaha 2006
Campeonato Paulista de Marcas e Pilotos 1.59.660 Faio Ebrahim VW Gol/ EGB Valorem 2006
Copa Renault Clio 1:59.981 Rodolfo Pousa M2 Competições 28 de novembro de 2009
Copa Truck 2:00.542 Felipe Giaffone Volkswagen / RM Competições 2 de julho de 2011[39]

Fórmula 1

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A pista paulista marcou a última corrida de Michael Schumacher (antes do abandono da aposentadoria)
Grande Prêmio do Brasil de 2007

O Autódromo de Interlagos foi palco do Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 nos anos de: 1972 a 1977, 1979, 1980 e de 1990 até 2019. E, desde 2021 sedia o Grande Prêmio de São Paulo.

Provas disputadas e vencedores:

O fundo rosa indica que a prova não fez parte do campeonato mundial da Fórmula 1.

Ano Piloto Equipe Detalhes
1972 Argentina Carlos Reutemann Brabham-Ford Detalhes
1973 Brasil Emerson Fittipaldi Lotus-Ford Detalhes
1974 McLaren-Ford Detalhes
1975 Brasil José Carlos Pace Brabham-Ford Detalhes
1976 Áustria Niki Lauda Ferrari Detalhes
1977 Argentina Carlos Reutemann Ferrari Detalhes
Não houve em 1978
1979 França Jacques Laffite Ligier-Ford Detalhes
1980 França René Arnoux Renault Detalhes
Não houve de 1981 a 1989
1990 França Alain Prost Ferrari Detalhes
1991 Brasil Ayrton Senna McLaren-Honda Detalhes
1992 Reino Unido Nigel Mansell Williams-Renault Detalhes
1993 Brasil Ayrton Senna McLaren-Ford Detalhes
1994 Alemanha Michael Schumacher Benetton-Ford Detalhes
1995 Benetton-Renault Detalhes
1996 Reino Unido Damon Hill Williams-Renault Detalhes
1997 Canadá Jacques Villeneuve Detalhes
1998 Finlândia Mika Häkkinen McLaren-Mercedes Detalhes
1999 Detalhes
2000 Alemanha Michael Schumacher Ferrari Detalhes
2001 Reino Unido David Coulthard McLaren-Mercedes Detalhes
2002 Alemanha Michael Schumacher Ferrari Detalhes
2003 Itália Giancarlo Fisichella Jordan-Ford Detalhes
2004 Colômbia Juan Pablo Montoya Williams-BMW Detalhes
2005 McLaren-Mercedes Detalhes
2006 Brasil Felipe Massa Ferrari Detalhes
2007 Finlândia Kimi Räikkönen Detalhes
2008 Brasil Felipe Massa Detalhes
2009 Austrália Mark Webber Red Bull Racing-Renault Detalhes
2010 Alemanha Sebastian Vettel Detalhes
2011 Austrália Mark Webber Detalhes
2012 Reino Unido Jenson Button McLaren-Mercedes Detalhes
2013 Alemanha Sebastian Vettel Red Bull Racing-Renault Detalhes
2014 Alemanha Nico Rosberg Mercedes Detalhes
2015 Detalhes
2016 Reino Unido Lewis Hamilton Detalhes
2017 Alemanha Sebastian Vettel Ferrari Detalhes
2018 Reino Unido Lewis Hamilton Mercedes Detalhes
2019 Países Baixos Max Verstappen Red Bull Racing-Honda Detalhes
Não houve em 2020 devido à pandemia de COVID-19
2021 Reino Unido Lewis Hamilton Mercedes Detalhes
2022 Reino Unido George Russell Detalhes
2023 Países Baixos Max Verstappen Red Bull Racing-Honda RBPT Detalhes
2024 Detalhes
2025 Reino Unido Lando Norris McLaren-Mercedes Detalhes

Por pilotos, equipes e países que venceram1

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Pilotos
Vitórias Pilotos Edições
4 Alemanha Michael Schumacher 1994, 1995, 2000, 2002
3 Alemanha Sebastian Vettel 2010, 2013, 2017
Reino Unido Lewis Hamilton 2016, 2018, 2021
Países Baixos Max Verstappen 2019, 2023, 2024
2 Brasil Emerson Fittipaldi 1973, 1974
Brasil Ayrton Senna 1991, 1993
Finlândia Mika Häkkinen 1998, 1999
Colômbia Juan Pablo Montoya 2004, 2005
Brasil Felipe Massa 2006, 2008
Austrália Mark Webber 2009, 2011
Alemanha Nico Rosberg 2014, 2015
1 Brasil José Carlos Pace 1975
Áustria Niki Lauda 1976
Argentina Carlos Reutemann 1977
França Jacques Laffite 1979
França René Arnoux 1980
França Alain Prost 1990
Reino Unido Nigel Mansell 1992
Reino Unido Damon Hill 1996
Canadá Jacques Villeneuve 1997
Reino Unido David Coulthard 2001
Itália Giancarlo Fisichella 2003
Finlândia Kimi Räikkönen 2007
Reino Unido Jenson Button 2012
Reino Unido George Russell 2022
Reino Unido Lando Norris 2025
Equipes
Vitórias Construtor Edições
9 Itália Ferrari 1976, 1977, 1990, 2000, 2002, 2006, 2007, 2008, 2017
Reino Unido McLaren 1974, 1991, 1993, 1998, 1999, 2001, 2005, 2012, 2025
7 Áustria Red Bull 2009, 2010, 2011, 2013, 2019, 2023, 2024
6 Alemanha Mercedes 2014, 2015, 2016, 2018, 2021, 2022
4 Reino Unido Williams 1992, 1996, 1997, 2004
2 Reino Unido Benetton 1994, 1995
1 Reino Unido Brabham 1975
França Renault 1980
Reino Unido Lotus 1973
França Ligier 1979
República da Irlanda Jordan 2003
Países
Vitórias País Edições
9  Alemanha 1994, 1995, 2000, 2002, 2010, 2013, 2014, 2015, 2017
 Reino Unido 1992, 1996, 2001, 2012, 2016, 2018, 2021, 2022, 2025
7  Brasil 1973, 1974, 1975, 1991, 1993, 2006, 2008
3  França 1979, 1980, 1990
 Finlândia 1998, 1999, 2007
 Países Baixos 2019, 2023, 2024
2  Colômbia 2004, 2005
 Austrália 2009, 2011
1  Áustria 1976
 Argentina 1977
 Canadá 1997
 Itália 2003

↑1 (Última atualização: Grande Prêmio de São Paulo de 2025)
Contabilizados somente os resultados válidos pelo Mundial de Fórmula 1.

Recordes em Interlagos

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Piloto Chassi/Motor Tempo Extensão Ano
Pole Position Reino Unido Lewis Hamilton Mercedes V6 Turbo Híbrido 1min 07s 281 4 309 km 2018
Melhor Volta na Prova Finlândia Valtteri Bottas Mercedes V6 Turbo Híbrido 1min 10s 540 4 309 km 2018

Desafio "50 mil quilômetros"

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Para promover o Renault Dauphine - Gordini e com o slogan "40 hp de emoção", em 1964, o jornalista e publicitário Mauro Salles propôs um desafio de resistência para o carro. Com a aprovação de William Max Pearce, o presidente da Willys, o Autódromo de Interlagos foi preparado. Um veículo da marca, escolhido aleatoriamente na linha de produção e sem qualquer preparo especial, foi escolhido para percorrer, dentro do autódromo, a marca de 50 mil quilômetros em menos de um mês. Paul Massonet, representante da Federação Internacional do Automóvel, foi convocado para homologar a marca e a prova de resistência foi iniciada em 26 de outubro de 1964. Para a tarefa, os pilotos Bird Clemente, Luiz Pereira Bueno, José Carlos Pace, Chiquinho Lameirão, Wilson Fittipaldi Júnior, Carol Figueiredo, Geraldo Meirelles, Luís Antônio Greco, o chefe da escuderia, além do convidados Vladimir Costa, Danilo de Lemos e Vitório Andreatta, foram escolhidos para o desafio. No oitavo dia ocorreu um acidente, quando Bird Clemente entrou rápido demais na "Curva 3" e capotou. O carro rolou e parou sobre as quatro rodas. Depois de desvirado, desamassado e sem para-brisas (deste momento, os pilotos só usaram capacete com viseiras), a prova continuou. A cada reabastecimento, ocorria a troca de piloto. Após 22 dias, em 17 de novembro, a Willys deu a maratona por terminada. O carro foi batizado de "teimoso" e depois da prova, desapareceu. Como homenagem, a empresa lançou uma versão, em 1965, denominada de Teimoso.[40]

Referências

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  39. «F Truck: Felipe Giaffone coloca Volkswagen na pole position da etapa de Interlagos». Blog do Caminhoneiro. 3 de julho de 2011 
  40. «AMASSADO E SEM VIDROS - o incrível desafio de rodar 50 mil km em 22 dias». Revista Motor 1. Consultado em 6 de agosto de 2022 

Ligações externas

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