Guanhães

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Guanhães
  Município do Brasil  
Vista parcial de Guanhães
Vista parcial de Guanhães
Símbolos
Bandeira de Guanhães
Bandeira
Brasão de armas de Guanhães
Brasão de armas
Hino
Lema Labor omnia vincit
"Trabalho vence tudo"
Gentílico guanhanense[1]
Localização
Localização de Guanhães em Minas Gerais
Localização de Guanhães em Minas Gerais
Mapa de Guanhães
Coordenadas 18° 46' 30" S 42° 55' 58" O
País Brasil
Unidade federativa Minas Gerais
Região intermediária[2] Governador Valadares
Região imediata[2] Guanhães
Municípios limítrofes Sabinópolis, São João Evangelista, Peçanha, Virginópolis, Açucena, Braúnas, Dores de Guanhães e Senhora do Porto
Distância até a capital 240 km
História
Fundação 25 de outubro de 1875 (145 anos)[3]
Administração
Distritos
Prefeito(a) Doris Campos Coelho (PDT, 2021 – 2024)
Características geográficas
Área total [1] 1 075,124 km²
População total (estatísticas IBGE/2020[1]) 34 573 hab.
Densidade 32,2 hab./km²
Clima tropical de altitude (Cwa)
Altitude 778 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
CEP 39740-000 a 39744-999[4]
Indicadores
IDH (PNUD/2010[5]) 0,686 médio
PIB (IBGE/2016[6]) R$ 608 337,51 mil
PIB per capita (IBGE/2016[6]) R$ 17 990,17
Outras informações
Padroeiro(a) São Miguel Arcanjo[7]
Sítio www.guanhaes.mg.gov.br (Prefeitura)
www.guanhaes.mg.leg.br (Câmara)

Guanhães é um município brasileiro no interior do estado de Minas Gerais, Região Sudeste do país. Localiza-se no Vale do Rio Doce, no leste mineiro, e sua população estimada em 2020 era de 34 573 habitantes.[1]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O substantivo "Guanhães" deriva de Guanaãns, nome da tribo indígena que habitava a região, e se traduz como "aquele que corre". Os Guanaãns eram um grupo da nação Caingangues, do estado de Minas Gerais.

História[editar | editar código-fonte]

O primeiro agrupamento humano a ocupar a área onde hoje está o município de Guanhães foi o dos índios Guanaãns, de origem tapuia, que, por viver principalmente às margens de um rio caudaloso, foi a origem da nomeação desse curso d'água com o nome de Rio Guanhães.[8]

Em 1752, João de Azevedo Leme, partindo da Vila do Príncipe, (hoje cidade do Serro), encontra ouro nos "Descobertos do Graypú", nas imediações da atual cidade de Guanhães. Em 1810, a atual cidade de Guanhães era conhecida como "São Miguel e Almas do Aricanga". Aricanga é uma espécie de palmeira nativa da região, muito usada pelos índios para a fabricação de arcos, bodoques e aros de peneiras. Um dos primeiros povoados construídos na região foi o de São Miguel e Almas de Guanhães, estabelecido em torno de uma capela erguida em 1811 nos terrenos de Faustino Xavier Caldeira, José Coelho da Rocha, Francisco de Souza Ferreira, Antônio de Oliveira Rosa e José de Oliveira Rosa. Posteriormente, foram aos poucos sendo criados e emancipados os povoados que se tornaram as cidades de Ferros, Conceição do Mato Dentro, Paulistas e Peçanha, estando Figueira (atual Governador Valadares) subordinada a este último (atualmente ambos são municípios).[9]

Em 1821, foi criada a primeira capela, instituída canonicamente apenas em 1828. Em 14 de julho de 1832, por meio de Decreto Real, tornou-se paróquia de São Miguel dos Correntes (depois São Miguel e Almas dos Correntes), ligada à Vila do Príncipe,[8] tendo seu primeiro padre sido empossado em 1834.[10] A riqueza atraiu muita gente das redondezas e de longe, como os ingleses, que exploraram uma mina na 'Fazenda do Candonga' por meio da companhia "The Candonga Gold Mining Limited". Candonga é um termo africano, e surgiu logo depois da construção de um prostíbulo nas imediações da mineração. Seu significado é "intriga com carinhos fingidos".

Em 23 de março de 1840, passa a pertencer à recém criada Vila de Conceição, voltando ao município de Conceição em 1859, através da Lei 1.031. Em 25 de outubro de 1875 é finalmente desmembrada e elevada à categoria de Vila pela Lei n° 21.132, tornando-se sede do novo município, (emancipando-se em 9 de dezembro de 1879). Por fim, pela Lei Provincial nº 2766, de 13 de setembro de 1881, recebeu o nome atual e foi elevada a cidade.[10]

Contava então com os distritos de Divino(atual Divinolândia de Minas), Gonzaga, Nossa Senhora do Patrocínio(hoje Virginópolis), Braúnas, Travessão (atual Açucena), Jequitibá, Sapucaia, Farias e Correntinho(antigo Santo Antônio).[8] Hoje, pertencem ao município de Guanhães os distritos de Correntinho, Farias, Sapucaia de Guanhães e Taquaral.[8]

Geografia[editar | editar código-fonte]

De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE,[11] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária de Governador Valadares e Imediata de Guanhães.[2] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Guanhães, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Vale do Rio Doce.[12]

O município ocupa uma área de 1.075,124km²,[13][14] possui atualmente 4 distritos (Sapucaia, Correntinho, Taquaral, Farias) e sua população está em torno de 34 mil habitantes. O Morro do Quartel representa sua altitude máxima, 1260 m, e era usado pelos índios da região como torre de vigia ou "atalaia" contra o ataque dos ferozes índios Aimorés, mais conhecidos como Botocudos. Daí vem a denominação "Morro do Quartel" ou "Quartel dos Índios".

Outros pontos de elevada altitude são a Pedra da Gafurina,[15] próxima ao distrito de Farias, e a Pedra do Urubu, localizada no Parque Estadual Serra da Candonga. O relevo local, do domínio mares de morros,[16] com elevadas colinas, faz surgir diversas cachoeiras no leito dos córregos e rios que banham o município.

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima guanhanense é caracterizado como tropical de altitude[17] (tipo Cwa segundo Köppen), com temperatura média anual de 20 °C e pluviosidade média de cerca de 1 500 mm/ano, concentrados entre os meses de outubro e abril.[18] As precipitações caem principalmente sob a forma de chuva e, esporadicamente, de granizo, com registro desse fenômeno em 28 de outubro de 2016, provocando o destelhamento de casas e estabelecimentos e falta de energia em quase toda a cidade.[19] As chuvas podem ainda vir acompanhadas de descargas elétricas e fortes rajadas de vento.[20] De acordo com o Grupo de Eletricidade Atmosférica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (ELAT/INPE) em 2018, o município apresenta uma densidade de descargas de 2,107 raios por km²/ano, estando na 514ª posição a nível estadual e na 3 967ª a nível nacional.[21]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) coletados na estação meteorológica automática da cidade, instalada em 1º de junho de 2007, a menor temperatura registrada foi de 5,4 °C em 14 de junho de 2010, e a maior atingiu 38,3 °C em 7 de outubro de 2020. O menor índice de umidade relativa do ar foi de 10% no dia 13 de setembro de 2019. O maior acumulado de precipitação em 24 horas, por sua vez, foi de 189,4 mm em 20 de janeiro de 2016,[22][23][24] registrado pelo INMET e correspondente ao volume registrado das 10 horas da manhã do dia anterior às 10 horas do dia listado.[25] No entanto, da meia-noite às 23h59min de 20 de janeiro de 2016 choveram 239,6 mm no município, segundo o instituto.[22][26]

Dados climatológicos para Guanhães
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 35,2 35,6 33,7 33 30,1 31,2 30,3 32,7 37 38,3 36,5 35 38,3
Temperatura máxima média (°C) 28,3 28,2 27,2 25,8 24,3 23,6 23,6 24,9 25,9 26,5 26,5 26,7 26
Temperatura média (°C) 22,5 22,4 21,7 20,1 18,1 16,7 16,6 17,6 19,4 20,8 21,3 21,5 20
Temperatura mínima média (°C) 16,8 16,7 16,3 14,5 11,9 9,9 9,6 10,3 12,9 15,1 16,2 16,3 13,9
Temperatura mínima recorde (°C) 15,1 14,9 15 10,1 6,7 5,4 6 6,2 8,7 9,3 11,2 14,1 5,4
Precipitação (mm) 235 171 163 98 33 15 16 11 46 123 247 339 1 497
Fonte: Climate-Data.org — temperaturas e precipitações médias;[18] e Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) — recordes entre 01/06/2007 e 31/12/2020[22][23][24]

Política[editar | editar código-fonte]

Desde a época dos "coronéis" da República Velha, a cidade já vivenciou a passagem de diversas figuras políticas importantes, dentre as quais Juscelino Kubitschek e Antônio Anastasia, ex-governador do estado. Antes da década de 70, Guanhães tinha grande destaque regional e era um importante distrito eleitoral do estado. Contudo, após a emancipação de diversos distritos, como Dores de Guanhães e Braúnas, e a construção e asfaltamento da BR-381(antigas MG-31 e MG-4) ligando Belo Horizonte a Governador Valadares,[27] a população se fragmentou e outros municípios tomaram sua importância política.

Em outubro de 2015, após o surgimento de suspeitas quanto a fraudes no processo de licitação da festa de aniversário da cidade, foi decretada a prisão de alguns servidores municipais. O Ministério Público prosseguiu com investigações e descobriu uma dezena de fraudes e direcionamentos em licitações em outras áreas, como a do transporte escolar, e instituiu as operações "Cartas Marcadas"[28] e "Caminhos da Prisão".[29] Parte dos laudos e processos foi encaminhada a Belo Horizonte para investigações a respeito do envolvimento ou não do prefeito municipal nos esquemas.[30]

Em maio de 2016, foi rejeitado pela Câmara de Vereadores um pedido de impeachment do prefeito municipal, proposto em razão da suspeita de fraudes em licitações e pedaladas fiscais.[31][32]

Economia[editar | editar código-fonte]

A cidade atende diariamente a mais de 30 municípios da região por meio da prestação de serviços de hotelaria, comércio, trabalho, saúde, educação, bancários e de logística. Além disso, pertence ao circuito turístico Trilhas do Rio Doce. Possui 28 bairros e vários novos loteamentos e residenciais. Por situar-se no encontro das rodovias BR-120 e da BR-259, a cidade age como um corredor de acesso a vários municípios.

Segundo informações do IBGE (2005), os serviços (exclusivamente administração pública) constituíam o setor mais expressivo da economia municipal, seguidos da indústria. A relevância econômica do setor de serviços em Guanhães se manifesta por uma diversidade intermediária na oferta de atividades desse setor. A atividade agropecuária e comercial interna são relevantes, e as condições climáticas e topográficas do município possibilitam a produção de milho, feijão e mandioca. Além disso, o município se destaca como fornecedor de matéria-prima para a indústria de celulose.

Com base nos dados de 2005 do CEMPRE – Cadastro Central de Empresas, o município apresentava 42,02% dos grupos de serviços, distribuídos em 364 unidades locais. Considerando a divisão de setores da economia da CNAE – Cadastro Nacional de Atividades Econômicas, “Outras atividades de serviços” (que abrangem, entre outros, organizações associativas e manutenção de equipamentos domésticos, de informática e pessoais).[33]

A cidade possui uma pista de pouso, inaugurada em 1955 e localizada a cerca de 13 km do centro. O local conta com hangar e pista asfaltada.

Panorama parcial da cidade a partir do bairro Mangueiras II

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Água e esgoto[editar | editar código-fonte]

Guanhães conta com o SAAE Guanhães, Serviço Autônomo de Água e Esgoto, para tratar e distribuir a água que alimenta a vida do município. Além da Estação de Tratamento de Água, conta com uma Estação de Tratamento de Esgoto que ainda não atende todos os bairros.

Crescimento populacional
Censo Pop.
197022 426
198022 7781,6%
199125 17310,5%
200027 82810,5%
201031 26212,3%
Fonte: Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística
(IBGE)[34] [35]

Em 2015, após uma grave crise de racionamento e economia de água, foram anunciados estudos para a implantação de uma nova adutora no distrito de Cruzeiro do Aricanga, que levará água até a cidade e alimentará a ETA, reduzindo o estresse sobre a adutora construída há algumas décadas.

Educação[editar | editar código-fonte]

O município conta com 16 escolas municipais, 9 escolas estaduais, 2 particulares, além de faculdades, como a PUC Minas, a FACIG, pólos da UNIUBE, ULBRA, Faculdade Única de Ipatinga, um núcleo educacional e um instituto profissional. De acordo com dados do Censo demográfico de 2010,[36] a população residente alfabetizada está em torno de 26 mil pessoas.

PUC[editar | editar código-fonte]

A Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, mantém no município um campus amplo, oferecendo a partir do ano 2016 apenas cursos de pós-graduação nas áreas do Direito e Gestão, visto o grande poder econômico gerado por profissionais que em muitos casos não possuíam especializações específicas.

A unidade contava com três cursos de graduação: Administração e Sistemas de Informação, além dos cursos de tecnólogos virtual de Gestão Pública, Gestão de Processos e Gestão de Eventos.

É oferecido atualmente pela instituição o curso de graduação à distância de Ciências contábeis.

Principais escolas (por ordem alfabética)[editar | editar código-fonte]

  • Centro de Educação Infantil Lar dos Pequeninos
  • CMEI — Centro Municipal de Educação Infantil Guilherme Nunes Caldeira Petrucelli
  • Escola Estadual Altivo Coelho
  • Escola Estadual Fazenda São Sebastião
  • Escola Estadual Odilon Behrens
  • Escola Estadual Padre Café
  • Escola Estadual Alberto Caldeira
  • Escola Estadual Otávio Nunes Leite
  • Escola Estadual Senador Francisco Nunes Coelho
  • Escola Municipal Pingo de Luz
  • Escola Municipal Pio Nunes Coelho
  • Instituto Educacional Mara Prado - Colégio Vgotsky
  • Instituto Presbiteriano Gammon

Núcleos Educacionais/Institutos Profissionais[editar | editar código-fonte]

  • Instituto Mix de Profissões
  • Núcleo Educacional Educatrix

Cultura e lazer[editar | editar código-fonte]

Capela Nossa Senhora do Carmo em Guanhães

Guanhães faz parte dos Circuitos da Estrada Real e das Trilhas do Rio Doce. O município também se destaca pelas belas cachoeiras em áreas de mata atlântica, como a cachoeira do Sereno e a cachoeira dos Witú.

No dia 11 de maio de 2016, a chama olímpica passou pelas ruas de Guanhães em um revezamento com participação de cerca de 25 pessoas, a maioria das quais moradoras da cidade.[37] A primeira tocha saiu do coreto da Praça JK e o revezamento passou por alguns locais importantes, como a Avenida Governador Milton Campos, a Rodoviária Municipal, as Igrejas Catedral e Matriz e as Escolas Estaduais Altivo Coelho e Odilon Behrens.[38][39]

Culinária local[editar | editar código-fonte]

A tradicional comida mineira ganha alguns incrementos notáveis na culinária guanhanense. Alguns pratos típicos, certas vezes desconhecidos por pessoas de regiões vizinhas, incluem a bananinha-frita (ou banana-chips), a luminária,[40] doce típico local, feito com massa folhada e creme, e o coscorão,[41] doce feito de massa frita com formato que lembra as rodas dos antigos carros de boi. Há ainda uma iguaria salgada tradicional na cidade, as Empadas da Stael, feitas com uma receita secreta de família, vendidas nas ruas do centro da cidade em tabuleiros artesanais.[carece de fontes?]

Atrativos[editar | editar código-fonte]

Parque Estadual Serra da Candonga[editar | editar código-fonte]

O Parque Estadual Serra da Candonga foi criado pelo Decreto Estadual nº 40.170, de 17 de dezembro de 1998. Possuindo uma área de 3.302,66 hectares, o parque abriga diversos exemplares do bioma da Mata Atlântica.

Lagoa Grande[editar | editar código-fonte]

Localizada a 12 km de Guanhães, a Lagoa Grande foi, supostamente, formada por uma tromba d’água; sua cabeceira é alimentada por quatro nascentes.

Festas[editar | editar código-fonte]

Anualmente, comemora-se com shows e eventos, em 25 de outubro, o aniversário de Guanhães. Nessa data, em 1875, o distrito de "São Miguel y Almas de Guanhães" foi elevado à categoria de Vila, adquirindo autonomia administrativa e política e tornando-se sede do novo município.[42]

Todos os anos comemoram-se também as festas de São Miguel, padroeiro da cidade, no dia 29 de setembro, e a de Nossa Senhora Aparecida, padroeira da Paróquia de mesmo nome, no bairro Pito, no dia 12 de outubro, com novenas e quermesse.[42]

Referências

  1. a b c d Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Guanhães». Consultado em 8 de março de 2019. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2021 
  2. a b c Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Base de dados por municípios das Regiões Geográficas Imediatas e Intermediárias do Brasil». Consultado em 10 de fevereiro de 2018 
  3. a b Enciclopédia dos Municípios Brasileiros (2007). «Guanhães - Histórico» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 8 de maio de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 8 de maio de 2017 
  4. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 1 de fevereiro de 2019 
  5. Atlas do Desenvolvimento Humano (29 de julho de 2013). «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Consultado em 8 de julho de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 8 de julho de 2014 
  6. a b Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2016). «Produto Interno Bruto dos Municípios - 2016». Consultado em 8 de março de 2019. Cópia arquivada em 8 de março de 2019 
  7. Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). «Lista por santos padroeiros» (PDF). Descubra Minas. p. 14. Consultado em 14 de setembro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 14 de setembro de 2017 
  8. a b c d «História de Guanhães (IBGE)». Prefeitura Municipal de Guanhães. Consultado em 29 de fevereiro de 2016. Arquivado do original em 6 de março de 2016 
  9. Rocha, Roger. «A História de Guanhães». Prefeitura Municipal de Guanhães. Consultado em 29 de fevereiro de 2016. Arquivado do original em 6 de março de 2016 
  10. a b «E assim começou Guanhães...». Prefeitura Municipal de Guanhães. Consultado em 29 de fevereiro de 2016. Arquivado do original em 6 de março de 2016 
  11. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2017). «Divisão Regional do Brasil». Consultado em 31 de outubro de 2017. Cópia arquivada em 31 de outubro de 2017 
  12. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2016). «Divisão Territorial Brasileira 2016». Consultado em 31 de outubro de 2017 
  13. «IBGE | Cidades | Minas Gerais | Guanhães». cidades.ibge.gov.br. Consultado em 29 de fevereiro de 2016 
  14. «IBGE :: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística». www.ibge.gov.br. Consultado em 29 de fevereiro de 2016 
  15. «APA Pedra da Gafurina». Prefeitura Municipal de Guanhães. Consultado em 1 de maio de 2016. Arquivado do original em 7 de maio de 2016 
  16. AB'SABER, Aziz (2005). Os domínios de Natureza no Brasil. São Paulo: Ateliê Editorial 
  17. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). «Brasil - Climas». Biblioteca IBGE. Consultado em 9 de fevereiro de 2021. Arquivado do original em 12 de outubro de 2013 
  18. a b Climate-Data.org. «Clima: Guanhães». Consultado em 18 de fevereiro de 2016. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2021 
  19. G1 (29 de outubro de 2016). «Chuva de granizo derruba árvores e causa estragos em Guanhães, MG». Consultado em 9 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2021 
  20. Jornal O Tempo (13 de fevereiro de 2020). «Cidades de MG estão em alerta para fortes chuvas nas próximas horas; saiba quais». Consultado em 9 de fevereiro de 2021. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2021 
  21. Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). «Ranking de municípios». Grupo de Eletricidade Atmosférica. Consultado em 9 de fevereiro de 2021 
  22. a b c Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). «Estação: Guanhães (A533)». Consultado em 25 de janeiro de 2016 
  23. a b Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). «Gráficos». Consultado em 24 de janeiro de 2021 
  24. a b Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). «Banco de dados meteorológicos». Consultado em 24 de janeiro de 2021 
  25. Josélia Pegorim (20 de janeiro de 2016). «Guanhães (MG) registra maior chuva no BR este ano». Climatempo. Consultado em 25 de janeiro de 2016. Cópia arquivada em 25 de janeiro de 2016 
  26. Sistema de Monitoramento Agrometeorológico (Agritempo). «Dados Meteorológicos - Minas Gerais». Consultado em 25 de janeiro de 2016 
  27. «História da BR-381». www.nova381.org.br. Consultado em 13 de fevereiro de 2016 
  28. «Funcionários da prefeitura de Guanhães são presos em ação do MP». Globo dos Vales de Minas Gerais. Consultado em 13 de fevereiro de 2016 
  29. «Operação 'Caminhos da Prisão' é divulgada.». www.folhadeguanhaes.com.br. Consultado em 13 de fevereiro de 2015. Arquivado do original em 4 de março de 2016 
  30. «Ministério Público investiga fraudes em série em municípios do Leste de Minas». Jornal Estado de Minas. Consultado em 21 de fevereiro de 2016 
  31. «Câmara Municipal de Guanhães começa a analisar pedido de impeachment do prefeito». Estado de Minas. 19 de maio de 2016. Consultado em 30 de maio de 2016 
  32. «Pedido de impeachment de prefeito de Guanhães é rejeitado». Estado de Minas. 20 de maio de 2016. Consultado em 30 de maio de 2016 
  33. «Economia de Guanhães». Prefeitura Municipal de Guanhães. Consultado em 1 de março de 2016. Arquivado do original em 18 de abril de 2017 
  34. Sistema IBGE de Recuperação Automática (SIDRA) (2010). «Tabela 200 - População residente por sexo, situação e grupos de idade - Amostra - Características Gerais da População». Consultado em 10 de fevereiro de 2016 
  35. IBGE (2016). «Infográficos: Evolução populacional e pirâmide etária». Consultado em 1 de maio de 2016 
  36. «IBGE | Cidades | Minas Gerais | Guanhães | Síntese das Informações». cod.ibge.gov.br. Consultado em 18 de março de 2017 
  37. «Tocha olímpica é recepcionada com muita alegria em Guanhães». globoesporte.com. Consultado em 14 de maio de 2016 
  38. «Datas, Serro, Guanhães e Governador Valadares recebem a tocha olímpica». Portal Brasil. Consultado em 14 de maio de 2016 
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  40. «Luminária — Culinária Mineira». www.livrodereceitas.com. Consultado em 14 de maio de 2016 
  41. «Sabores de Minas - Coscorão — Guanhães». sites2.uai.com.br. Consultado em 14 de maio de 2016 
  42. a b «Dados Gerais». Prefeitura Municipal de Guanhães. Consultado em 29 de fevereiro de 2016. Arquivado do original em 6 de março de 2016 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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